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Cansei de ser forte o tempo todo.
De fingir que acredito que algo incrível me espera no final, enquanto todos os dias essa guerra dentro de mim fica mais difícil de suportar.

Já pensei inúmeras vezes em desistir de tudo.
Dói ouvir que sou inútil, que não faço nada da vida, principalmente vindo das pessoas que eu mais amo.
Só queria conseguir dar orgulho para eles e parar de me sentir um peso.

Lutei sozinha contra dores que ninguém viu.
Aprendi a me curar sem abraço, sem apoio e sem alguém dizendo que tudo ficaria bem.

Às vezes, tudo o que eu queria era me sentir amada de verdade.
Mas mesmo machucada, ainda existe uma parte de mim que acredita que dias melhores vão chegar.

E talvez seja essa pequena esperança que ainda me mantém aqui.

Todo ser humano tem algo diferencial, tem habilidades transformadoras, sabedoria, inteligência e convicção de que algo bom pode dar muito certo no caminho. Esse ser as vezes é esquecido, deixado de lado como se não tivesse sentimentos, mas dentro dele tem uma força maior que o move constantemente, sem deixar dúvidas do quanto ele é capaz de viver e sobreviver num mundo tão desigual e imprudente.
-Mara Ferly

Tem presença que chega bonita,
com perfume de flor
e palavras suaves.

Mas nem tudo que encanta acolhe.

Há afetos que machucam devagar,
silêncios que apertam
e cuidados que escondem espinhos entre as mãos.

Por isso, a alma precisa aprender a sentir além da aparência.

Porque paz de verdade nunca fere para permanecer.

Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Ao segurar sua mão,
o mundo desacelera,
e um encantamento desperta
no brilho profundo dos seus olhos.


O coração dela, inquieto,
abandona as amarras do silêncio
e guia seus passos —
livre, pulsante, sem mapas,
sem pedir permissão.


Eu a vejo se tornar alma:
leve, intuitiva, inteira,
um feixe de ternura
pulsando luz sobre mim.


Há um brilho que dança em seus olhos,
um tremor doce nos lábios,
uma paixão que arde devagar,
como fogo que nunca se apaga.


E eu permaneço diante dela,
maravilhado por essa beleza
que se revela inteira
no instante em que ela sorri para mim.

Clomipramina
Éres tu quem me fascina
Meu excipiente ferroso
Estearato polivinílicoso
Minha sintomatologia variante
Endógena,reativa,convulsivante
Éres tu minha grande ajudante
Narcolepsicamente Paranoiado
Me transformo em um roxo palavreado
Livre, leve, solto
Salto dentro deste sonho
E enfim grato agradeço
Por toda dor que me esqueço
Rio cloridratos de cores
5-HT,NA e bloqueadores
Fendas sinápticas inibam o recaptamento
Pois a vida é bela
E agora esse é o meu momento
Anti-histamínica, anticolinérgica
Anafranil éres tu minha grande peripécia
Agora vamos curtir o retardamento
42 mil semanas de tratamento
Latentemente recaptado
Despersonalizo minha de pressão respiratória
E enfim metabolizo o enunciado:
Se houveres distúrbios da condução
Cianose, midríase, agitação
Não se preocupe
Sua gaiola já virou caixão

⁠Quem és tu bela menina
De sorriso cativante
De brilho no olhar
De carinho no abraçar
Quem és tu bela menina
Que tropeça e
Pernas tremem
Ao se levantar
Quem és tu bela menina
Que a alma gemi
Não de dor triste
Mas de alegria e contentamento
Quem és tu bela menina
Que quem a olha
Enxerga
A beleza dos teus olhos
A alma límpida
O coração puro
Enfim
O ser mais lindo de se vê

⁠Nosso Amor

No brilho dos teus olhos me perco apaixonado,
Teu sorriso encanta, meu coração acelerado.
És a luz que ilumina meu caminho sem fim,
Te amo profundamente, és tudo para mim.

No compasso do meu coração, dança a emoção,
Teu amor é a chama que aquece minha solidão.
Nas estrelas do céu, escrevo nosso destino,
Te amo infinitamente, és meu porto seguro, meu abrigo divino.

Mesmo distantes, nossos corações se encontram,
A saudade aperta, mas o amor não se desmonta.
A distância é apenas um obstáculo passageiro,
Pois nosso amor é eterno, verdadeiro e inteiro.

Morena linda


Tua alma brilha.
Teu sorriso encanta.
Tua boca me faz delirar.


Meu ego me deixou cego...
Você me fez ir além.
Das muitas vidas que vivi,
só a do teu lado me fez bem.


Trocaria todas as outras
só pra ter ela de volta.


Mas a vida é assim.
No final de tudo...
Tirou você de mim.


@Mammoth_Sal

⁠Deus tem uma forma interessante de controlar certo poder que outorgou a alguns Homens.
Por exemplo, se se entender que certos talentos são como que uma espécie de lado hipostá-ticamente Divino num indivíduo, Ele ajusta esse lado Divino no indivíduo, para mostra-lo que, ter um lado Divino, não necessariamente faz dele um ser Divino. Divino é Deus. Mortal é o Homem. Por exemplo: quando por muito profetizar, acertadamente, um indivíduo começa a se achar superior, porque foi dotado com o precioso Dom da Profecia, e acerta muito em "suas" vidências, Deus mesmo o permite errar, para que lhe seja mostrado que é apenas um mortal, sujeito a todo tipo de falhas - HUMANAS. Então sua Profecia erra. Também como quando um sábio começa a ter plena confiança em "sua" sabedoria, Deus o abate de forma a lhe mostrar que não sabe de tudo; ( e que na verdade não sabe mesmo, quase nada!). Já, outro indivíduo que é muito inteligente, Deus levanta alguém muito mais inteligente que esse indivíduo, a fim de lhe mostrar níveis ilimitados de inteligência. Como também faz àquele que muito conhece, mostrando-lhe o caminho da inesgotável Ciência. Aqui, neste último ponto, Sir Isaac Newton entendeu bem as dimensões ilimitadas do conhecimento, quando disse: O que sabemos é uma gota. O que ignoramos ( isto é, o que desconhecemos) um Oceano. Se outro indivíduo é muito forte, e começa a ter confiança plena em "sua" força, como Sansão, uma "Dalila" apenas é suficiente para aniquilar "sua" força. Aqui, vale o que está escrito: “Assim diz o Senhor:
Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte na sua força, nem o rico nas suas riquezas.”


Às 08:06 in 29.04.2026

Rogo à Ciência da Ornitologia Mística, que me conceda a Inteligência de um Corvo. A Sabedoria iniciática da Coruja. A Força das garras de uma Águia, a visão noturna de um Morcego, a velocidade de um Falcão Peregrino e a constância renascentista da lendária Ave Fênix!




Às 08:24 in 3.04.2026

O Diálogo

Dúvida – Mas porque você é assim?

Eu – Por incrível que pareça, não vou conseguir responder a sua pergunta.

Dúvida – Mas se você continuar assim, vai ficar sozinho, você quer a solidão?

Eu – Eu já sou sozinho, quem está na minha mente? Ora, amo aqueles que estão comigo, contudo, muitas vezes me vejo só, eu paro, eu peço, eu observo: Nossas companhias existem pra agregar nas qualidades que não temos e nos acompanhar nessa sala de aprendizado que se chama vida, porém ninguém está em nossa mente, ninguém pensa como pensamos, ninguém nos sente realmente. Temos ideias vagas, sim, de como as pessoas se sentem, com base nas nossas experiências, mas quem entende quem? Quem agiria da mesma forma sob uma situação qualquer de alguém? Humanamente só nós nos entendemos. Somos loucos ou somos plenos?

A vida tem um jeito curioso de nos ensinar. Às vezes, passamos anos olhando para fora, cuidando de quem amamos, sem perceber que também estamos em uma jornada de descoberta.
Cada desafio traz um aprendizado, cada lágrima fortalece a alma e cada sorriso nos lembra que vale a pena continuar.
Nem sempre entendemos o caminho, mas seguimos em frente, porque o amor nos faz mais fortes do que imaginamos. 💙✨

Reflexões:🦉 Um gênio


Tive um amigo muito inteligente.
Chamei ele de "gênio" certa vez, em meio a uma conversa nossa.


De pronto, ele retrucou:


"Não. Isso da muito trabalho!
E implica em muita responsabilidade, não quero isso.
A todo momento vem alguém com um problema difícil para você resolver...
Caso eu fosse um gênio mesmo, tentaria esconder isso das pessoas."


Então, eu falei para ele:


"Mas, a tua resposta foi genial... acho que você se entregou.
Você é gênio mesmo".


Ele apenas sorriu e mudou de assunto.


Clovis G.A. Macedo

Ela encanta o sol
E que seu brilho é tão seu
Ofusca meus sentidos...
Sim, ela ilumina os meus olhos
O meu ser, o meu amor...
Um diamante de rara beleza
Um cristal. O mais delicado
Um amor suave a envolver-me
Um amor que encanta
A iluminar os meus dias
Os mais lindos versos
Que são dela, feitos pra ela
A cada suspiro dela.

A LENDA DO TOURO DIAMANTE
Na fazenda esperança havia algo interessante, entre as cercas de um pasto, um boi mestiço com olhar brilhante, por esta razão, deram a ele um nome empolgante, sim, diamante...

Um touro forte e importante, mas que continha um problema gritante, algo que não passava despercebido, pois, quem o olhava à distância, percebia o seu defeito, algo diferente, que impulsionava um sentimento de dó, vendo que aquele touro imponente, que assustava toda gente, possuía um chifre só.

Diamante era um touro muito bonito, com autoridade e força, porém havia algo esquisito, mesmo através de sua passada, que levantava uma nuvem de pó, quem o via, logo percebia, diamante possuía um chifre só.

Ele era o rei do pasto, o dono do curral, bravo e imponente, o destaque daquele gado leiteiro, Diamante, porém, guardava um segredo no olhar, pois mesmo sendo valente, rei de tudo naquele lugar, sentia no fundo do peito um desejo a lhe chamar: não era só ser temido, queria mesmo era voar.
Dizem que certa manhã, quando o sol mal despertou, viram o touro de um chifre só erguer a cabeça e num berro, ecoou.

O vento correu pelo campo, a terra inteira vibrou, e o gado em silêncio, assistia à lenda que ali se formou. A cerca, Diamante saltou, e quem esta cena presenciou, jura com verdade e fervor, que o touro de um chifre só, com coragem e esplendor, foi além da fazenda esperança, virou mito, virou valor.
E até hoje, quando o vento levanta o pó do terreiro,
dizem que é ele passando, forte, livre e verdadeiro, Diamante, a lenda do touro, rei do pasto e do mundo inteiro.

(Jean Carlos de Andrade)

O resultado final é encantador, mas aos olhos da parte operacional a beleza de uma atividade é o processo.
No setor elétrico, o "rito perfeito" não é apenas uma escolha estética; é uma questão de segurança e confiabilidade. Enquanto o cliente final celebra a luz que acende, nós, da operação, celebramos o religador que atuou na curva exata, o 5S aplicado com rigor no canteiro e o passo a passo técnico que evitou um incidente.
A verdadeira maestria está em dominar o processo. Quando o método é respeitado, o resultado extraordinário torna-se uma consequência natural, e não um golpe de sorte.

Ela é linda, de um olhar sereno, doce, determinado, encantador, tenro!
Ela é linda!... os traços parecem ter sidos desenhados ao som de uma melodia clássica.
Ela é linda!... sua pele tem um toque e textura que exala paixão. É envolvente ao ponto de deixar registrado suas digitais em minha alma.
Ela é linda, é angelical.
Ela é linda e, como se não bastasse, tem um gosto musical marcante, que revela seu íntimo, sua essência.
Ela é linda!...

O Mérito, a Propriedade e a Confusão dos Tempos Modernos

Há uma curiosa tendência do homem moderno de confundir conceitos distintos e depois declarar que encontrou uma contradição. Muitas vezes ele toma duas ideias diferentes, mistura-as em um mesmo recipiente e, quando o conteúdo se torna incoerente, culpa a realidade pela confusão que ele próprio produziu.

Entre essas confusões, poucas são tão frequentes quanto a que envolve mérito e propriedade.

O mérito é uma coisa. A propriedade é outra.

O mérito responde à pergunta: "Como alguém conquistou algo?"

A propriedade responde à pergunta: "De quem é esse algo?"

São perguntas diferentes, e exigir que uma responda à outra é tão absurdo quanto exigir que a certidão de nascimento substitua uma escritura de imóvel.

Quando um homem funda uma empresa, investe recursos próprios, assume riscos, trabalha durante anos sem garantia de sucesso e finalmente constrói um empreendimento próspero, existe uma justificativa meritória para sua riqueza. Seu patrimônio não surgiu do nada; foi resultado de decisões, sacrifícios e responsabilidades que outros não assumiram.

A riqueza, nesse caso, não é um acidente. É consequência.

Por isso, quando se pergunta por que o proprietário recebe mais que o funcionário, a resposta inicial é simples: porque não desempenharam o mesmo papel. Um criou a estrutura; o outro foi contratado por ela. Um assumiu o risco do fracasso; o outro aceitou um salário previamente definido. Um poderia perder tudo; o outro não.

Não há ofensa alguma nessa diferença. Pelo contrário, seria estranho se não existisse.

O homem que construiu uma ponte não é recompensado da mesma forma que aquele que apenas a atravessa.

Entretanto, surge um segundo problema. Após reconhecer o mérito do fundador, muitos passam a questionar a continuidade de sua propriedade. Perguntam por que ele continua recebendo lucros anos depois. Perguntam por que seus filhos podem herdar seus bens. Perguntam por que alguém pode controlar uma empresa mesmo sem participar de todas as suas operações diárias.

É aqui que ocorre a confusão.

Essas perguntas já não pertencem ao campo do mérito.

Pertencem ao campo da propriedade.

Uma vez que um bem foi legitimamente adquirido, a questão deixa de ser quanto mérito ele exigiu para ser conquistado. A questão passa a ser quem possui autoridade legítima sobre ele.

Um homem não deixa de ser dono de sua casa porque está viajando. Não deixa de ser dono de seu carro porque outra pessoa o dirige. Não deixa de ser dono de sua empresa porque contratou administradores.

A propriedade não é um salário. É um direito.

O proprietário não precisa justificar diariamente sua posse por meio de novas demonstrações de mérito. Se assim fosse, ninguém possuiria coisa alguma por muito tempo. O agricultor teria de provar todos os dias que merece sua terra. O escritor teria de provar continuamente que merece seus livros. O pai teria de justificar incessantemente a posse de sua própria residência.

A sociedade tornar-se-ia um tribunal permanente.

A objeção frequentemente retorna sob outra forma. Diz-se que o trabalhador produz valor e, portanto, deveria participar da propriedade da empresa.

Mas o trabalhador já participa da relação econômica segundo os termos que aceitou livremente. Seu contrato especifica salário, benefícios, direitos e deveres. Não existe engano oculto nessa troca. Ele não foi contratado como proprietário. Foi contratado como empregado.

Se deseja assumir riscos empresariais, buscar participação nos lucros, abrir um negócio próprio ou trabalhar sob modelos de remuneração variável, essas possibilidades existem. O mercado oferece inúmeras formas de associação econômica.

Mas não é razoável aceitar um contrato específico e depois reclamar que ele não era outro contrato.

A liberdade contratual perde o sentido quando uma das partes exige alterar retrospectivamente os termos que aceitou.

Há ainda uma verdade frequentemente esquecida: o esforço não garante sucesso.

Um homem pode trabalhar arduamente e fracassar.

Outro pode trabalhar arduamente e prosperar.

As circunstâncias existem. O acaso existe. As crises existem.

Reconhecer isso, porém, não destrói o princípio do mérito.

Pelo contrário.

Se o sucesso fosse garantido, o mérito teria pouco valor. O mérito existe justamente porque alguém escolhe agir sem garantias.

O navegador é admirável porque o mar oferece tempestades.

O empreendedor é admirável porque o fracasso é possível.

O estudante é admirável porque a aprovação não é automática.

O mérito não promete resultados inevitáveis. Promete apenas a possibilidade de alcançá-los.

E essa possibilidade é uma das maiores forças de uma sociedade livre.

Quando um homem pobre se torna rico por meio de trabalho, estudo, disciplina ou empreendedorismo, não se prova que todos alcançarão o mesmo resultado. Prova-se algo mais importante: que a ascensão é possível.

E uma sociedade na qual a ascensão é possível é radicalmente diferente de uma sociedade na qual ela é proibida.

Por fim, toda a controvérsia parece retornar a uma única pergunta.

A propriedade privada é legítima?

Se a resposta for não, então nenhuma quantidade de esforço, risco ou sacrifício justificará sua existência.

Se a resposta for sim, então o proprietário possui o direito de conservar, administrar, vender ou transmitir aquilo que lhe pertence.

Nesse ponto, o debate deixa de ser econômico.

Torna-se moral.

E talvez esta seja a questão fundamental de toda a disputa: não se trata de decidir quem merece mais, mas de decidir se o homem tem o direito de chamar alguma coisa de sua.

Cordel do Fogo Encantado

Um rei de berço ministra qualquer civilização. Um rei de fé luta com seu povo. Um rei de terras anda pelo mundo. Um rei de gerações passa sua corôa. E todos são exemplos de amor nesse cordel que chegou ao fim.

Vou sentir falta da figura shakespeariana de Bel. Dos gritos cômicos de Patácio. Do seu filhinho nidinho, o prefeito mirim. Dos personagens santos, Clara e Francisco de Assis. Do profeta que poderia existir na vida real, principalmente ao leste da África. Desse amor de novela que está bem longe da atualidade.

Cordel Encantado, me encantou como " O Cravo e a Rosa". Porém, mais envolvente. Mais rica em histórias e estórias. Um multipluralidade de contos como muitos de nossa literatura dentro de um contexto e suas civilizações, movidos por fé, união e amor. Chorei e choro com essas cenas. Uma pena serem vistas com tanta ênfase numa novela e não na vida real.

O fim de um vicio televisivo e o final de 4 reinados de amor.

É interessante ver como, nós humanos, somos inconstantes, amamos tao intensmente e no momento seguinte também odiamos com a mesma intensidade, como mudar o que parece impossível? Curioso, sempre estamos querendo respostas, no entanto nada fazemos para achar as respostas, ou as vezes até mesmo encontramos, e nos fazemos de desentendido, talvez por medo, ou por desejos carnais, mundamos e continuamos a viver o que nos é oferecidos, temos muitas vontades, estamos sempre com boa intenção, mas de que vale isso tudo se não temos atitude para agir, esquecemos de tudo qe aprendemos ao longo dos anos de nossas vidas, por medo da reação das pessoas, por medo de como elas agirão conosco, esquecemos que todos os ensinamentos, que até o mundo nos ensina da sua forma, e esquecemos de viver a vida plena, que sabemos que nos foi dada por direito, e passamos a viver, mais uma vez o que mundo impõe.
Nao somos perfeitos, mas devemos ser diferentes!