Textos Emocionantes

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⁠Ser "do contra" exige inteligência!
Se você tende a ser negativamente sugestionável, ou seja, você quer fazer o oposto de tudo o que alguém lhe disser para fazer, mesmo se no início você quisesse fazê-lo, aprenda: a escolher os seus interesses de acordo com o que você quer fazer, não apenas para evitar fazer o que outra pessoa quer.
Fazer o que outro sugere pode ser a melhor decisão naquele momento, principalmente se for bom, útil, honesto e for beneficiar maior número de pessoas.

Inserida por marislei

⁠⁠Imagine-se em um barco naufragando, carregando consigo todas as suas frustrações, medos, inseguranças e baixa autoestima. Parece que essas emoções estão te puxando para o fundo do mar, e você sente o receio de nadar até a margem, com medo de se afogar por não saber nadar adequadamente. Porém, em um momento inesperado, alguém joga uma bóia em sua direção, e nela está escrito "inteligência emocional". Você agarra firmemente a bóia, determinado a aprender a nadar. A cada braçada, você vai se tornando mais confiante e habilidoso na água. O trajeto até a margem, que antes parecia impossível, se torna cada vez mais acessível.

Quando finalmente alcança a terra firme, você olha para trás e vê o barco afundando, levando consigo todas aquelas emoções que te aprisionavam. Mesmo que, por um momento, você pense em voltar, percebe que já não é mais possível. Todos os sentimentos negativos foram engolidos pelo mar. É nesse instante que você compreende que tem um longo caminho pela frente. Terá que aprender a sobreviver na densa floresta que se apresenta diante de você.

Com criatividade e determinação, você improvisa uma bússola para te guiar nessa jornada. A partir de agora, é necessário seguir em frente com cautela, procurando abrigo e ciente de que o pior já ficou para trás. O caminho à sua frente é desconhecido, mas você avança com coragem, em linha reta. A grande vantagem é que todas as inseguranças, frustrações e baixa autoestima afundaram com o barco.

Neste momento, você se sente confiante em seguir em direção ao norte, convicto de que o que vier pela frente será enfrentado com resiliência. Pode haver imprevistos ao longo da jornada, mas as recompensas serão fruto do seu esforço contínuo.

Lembre-se de que a vida é uma jornada repleta de altos e baixos, mas é possível superar as frustrações e seguir em frente. Ao cultivar a inteligência emocional, você adquire as ferramentas necessárias para lidar com as dificuldades de forma saudável e construtiva.

Portanto, siga em frente, confie em si mesmo e mantenha o olhar fixo no horizonte. Você é mais forte do que imagina e está pronto para enfrentar o desconhecido. Continue acreditando que, ao deixar suas frustrações para trás, abrirá espaço para um novo crescimento e um futuro repleto de possibilidades. O mundo está à espera do seu potencial, então não hesite em avançar com coragem e determinação. Seu sucesso está além da margem, e você é capaz de alcançá-lo.

Inserida por DougLee

⁠Depressão, cura na fé ou na razão

Depressão é uma condição de saúde mental que pode ser tratada por meio de diversas abordagens terapêuticas, incluindo a terapia psicológica, a medicação antidepressiva, a terapia cognitivo-comportamental, entre outras. A escolha do tratamento mais adequado pode depender de vários fatores, como a gravidade da depressão, as causas subjacentes, a saúde geral do paciente e as preferências individuais.

Não há evidências científicas que sugiram que a depressão possa ser curada apenas pela fé ou apenas pela razão. Algumas pessoas podem encontrar alívio na sua fé, através de práticas religiosas e espirituais, que podem ajudar a lidar com os sintomas da depressão e a encontrar um sentido de propósito e esperança. No entanto, isso não significa que a religião ou a espiritualidade devam substituir o tratamento médico ou psicológico adequado.

Por outro lado, a razão também desempenha um papel importante no tratamento da depressão. A terapia psicológica e a medicação antidepressiva são abordagens baseadas em evidências que podem ajudar a tratar os sintomas da depressão e melhorar a qualidade de vida do paciente. Além disso, a educação sobre a depressão e as habilidades de enfrentamento podem ajudar o paciente a lidar com as dificuldades emocionais e a reduzir o estigma em torno da doença.

Em resumo, a cura da depressão geralmente envolve uma abordagem integrada, que combina a razão e a fé, se for a escolha do paciente, com tratamentos médicos e psicológicos adequados. É importante lembrar que a depressão é uma doença real que afeta muitas pessoas em todo o mundo e que o tratamento adequado pode ajudar a melhorar significativamente a qualidade de vida do paciente.

Inserida por wilverneves

Pensei que já tivesse esquecido a ti
⁠Bastou eu te ver pro meu coração doer
Ainda não consigo deixar você
Não sei te abandonar
E dói como no primeiro dia
Como pode?
Você já não se importa comigo
E eu ainda morreria por você
Daria toda a minha riqueza
Se ao menos por um dia
Você me amasse
Se tivesse apenas mais 1 minuto de vida
Você seria meu último pensamento

Inserida por Gizellefrs

⁠Quem só enxerga o agora, o curto prazo, então facilmente será escravizado pelos fatores externos incontroláveis e pelas emoções irracionais do momento.
Mas quem tem visão panorâmica de sua pessoa e do que acontece ao seu redor a médio-longo prazo, e ainda consegue manter a calma com inteligência emocional em qualquer circunstância, esse é o brabo senhor de si capaz de ultrapassar os limites do espaço e tempo.

Um exemplo? Aquele que está com fome e se desespera por estar em um dia de vaca magra, dificilmente vai criar condições pra atrair a abundância de um banquete preparado pelo universo que só será servido tempos depois pra aquele que sabe esperar pacientemente em jejum.

Inserida por LeilaAntonelli

⁠"Na vida temos infortúnios que ocorreram ou ocorrem alheio a nossa história de vida, porém, a maioria deles estão intrinsecamente relacionados aos nossos erros, omissões, zona de conforto, procrastinaçoes, falta de atitude e desequilíbrio no comportamento emocional. Em tese não estamos livres dos infortúnios da vida, mas, acredito que podemos minimizá-los".

Por: Inácio Filho (Mauro)

Inserida por Mauro38

"Dividido entre a alegria e a angústia,
a solução foi oprimir o desejo.
Por medo de quem me tornei, encasulei-me.
Foram longos tempos como lagarta...

O casulo foi meu vazio.
E como vazios são essenciais,
eles foram base de minha
arquitetura emocional.

Por medo de não criar asas,
até hoje resisto à inevitável metamorfose."

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Vivemos milhões de ciclos que criamos dia após dia, sempre presos a nós mesmos...
E por pequenos descuidos acabamos por prender outras pessoas afim de satisfazer nosso ego vaidoso...
Somos aranhas e tecemos teias gigantes
Queremos prender momentos, emoções e quem não nos pertence, pessoas que não tem nada haver conosco, mas ainda sim prendemos!
Somos uma tela, e cada pincelada significa nossas vontades, desejos sombrios, pequenas maldades que só ferem a nós mesmo..
Pintamos a nossa outra face, o eu escondido por trás de todo sorriso falso e toda boa vontade...
E todo dia descobrimos que não somos tão boas aranhas nem mesmo pintor, todo dia caímos na real que nossas fraquezas são o que dominam....
Grandes histórias vividas por pessoas medíocres, que não estão nem um pouco afim de contar seus feitos e sobre sua realidade..

Égila Souza

Inserida por egila_souza

Entenda uma coisa:
Você é o único responsável por sua vida,
Suas frustrações são suas,
Suas dores são suas,
Seus lixos emocionais são seus...
Não queira jogar estas energias nos outros, aprenda a lidar com elas com amor e serenidade.
As outras pessoas podem te ajudar, mas não são obrigadas a recolher seu lixo!

Inserida por giovanabarbosac

Coração de Adolescente
(Lidiane da Gama)

Em um bairro tranquilo, vivia um grupo de amigos inseparáveis: Júlia, Pedro, Ana e Lucas. Eles estavam no auge da adolescência, navegando pelas mudanças e desafios que essa fase trazia. Cada um enfrentava suas próprias batalhas internas, e juntos, aprendiam a lidar com a complexidade das emoções.

Júlia era a mais empática do grupo. Sempre sabia quando alguém precisava de apoio, mas tinha dificuldade em expressar suas próprias emoções. Pedro, o mais extrovertido, usava o humor para esconder suas inseguranças. Ana, a intelectual, buscava respostas nos livros, mas não conseguia lidar com a pressão de ser a melhor em tudo. Lucas, o mais reservado, escondia sua ansiedade atrás de uma fachada calma.

Certa tarde, após uma aula particularmente difícil, eles decidiram assistir ao filme "Divertida Mente" na casa de Pedro. O filme abriu portas para conversas que nunca tinham tido antes. Eles começaram a falar sobre como se sentiam, identificando suas emoções como alegria, tristeza, medo, raiva e nojo, assim como os personagens do filme.

Bruno, o irmão mais velho de Pedro, era estudante de psicologia e entrou na conversa, explicando a importância da educação emocional. "Entender e reconhecer nossas emoções é o primeiro passo para aprender a gerenciá-las", disse ele. "As emoções têm três componentes principais: elas são subjetivas, sentimos fisicamente no corpo, e nos impulsionam a agir de certas maneiras."

Enquanto Bruno falava, Júlia percebeu que o aperto no peito que sentia quando estava ansiosa era uma manifestação física de suas emoções. Pedro notou que seu humor excessivo era uma forma de evitar lidar com o medo de rejeição. Ana entendeu que sua busca incessante por perfeição era uma forma de controlar a insegurança, e Lucas começou a reconhecer que sua calma exterior escondia uma tempestade interna de ansiedade.

Ana Luísa, a psicóloga da escola, também se envolveu com o grupo, organizando encontros semanais para discutir sentimentos e emoções. Ela explicou como a adolescência é um período de busca por identidade e autoconhecimento, o que pode gerar muita confusão e insegurança. "É uma fase desafiadora, mas entender nossas emoções e como elas nos afetam pode nos ajudar a navegar por ela", disse ela.

Através dessas conversas e sessões, o grupo começou a se sentir mais conectado e compreendido. Eles aprenderam a reconhecer e nomear suas emoções, a entender suas reações e a desenvolver habilidades para gerenciá-las.

A história do grupo de amigos mostra como a educação emocional pode transformar a vida dos adolescentes. Com o apoio certo, eles aprenderam a lidar com suas emoções, fortaleceram seus laços e enfrentaram juntos os desafios da adolescência. E, acima de tudo, descobriram que não estavam sozinhos nessa jornada complexa e emocionante chamada vida.

Inserida por lidiane_gama

"De todos os humanos que falam mal do rato, por fuçar lixeiras e valas de esgoto,
eu destacaria que muitos desses são piores que o roedor.
Se o irracional está na lixeira apenas pela busca de alimentos, há pessoas que se sujam por prazer, verdadeiros ratos pensantes, que estragam a vida das outras deixando-as, sem arrependimento, em
grandes lixeiras emocionais..."

Inserida por mary_difatto

Dor,Amor e Arre Eu tentei
Eu me entreguei
Eu chorei
Eu fui sincero
Eu eu estava errado
Eu lutei
Eu perdi
O amor que perdi eu idolatrava fiz de tudo meus sentimentos eram um brinquedo em mãos erradas, Eu agonizei, eu implorei, eu tentei,eu juro tentei .
A dor de ter seus sentimentos como brinquedo, a dor que tenho por dentro, a dor da qual me arrependo, ahh ..dor, eu amei, eu tive amor, mas a dor me despedaçou!

Inserida por ronathasilva2322

⁠Exercite aprender algo de bom com cada vivência e reconfigure o trauma.
Toda experiência vivida, que você pendurou uma etiqueta com a seguinte frase: Eu não aceito aprender nada com isso vira um trauma, por isso, abra-se para o fluxo de que se tiver um lado doloroso, também terá outro lado de ensinamento. Reprogramação mental RMDZ.

Inserida por Zaika_Capita

⁠Qual dor dói além?
Aquela causada por quem amamos ou a dor de perder alguém? A do corte não cicatrizado ou a de sentir-se só mesmo com alguém ao lado? A de dar ou a de perder a vida? Qual dor é mais sentida? Independente de qual for, que seja dor, mas não seja só. Doa acompanhado, acompanhado do Amor, O Amor Maior. E enquanto dói, lembre-se que o tempo corrói, Mas cura que só.

Inserida por mcijm

⁠O Peso Invisível

✍ Por Diane Leite

Dizem que o home office foi a grande revolução do trabalho. Dizem que agora podemos conciliar tudo – carreira, filhos, casa, sonhos, ambições. Dizem que podemos trabalhar no conforto do lar, produzir enquanto assistimos ao crescimento dos nossos filhos. Dizem tantas coisas…

Mas ninguém diz a verdade.

Ninguém fala sobre as palavras interrompidas, sobre o cursor piscando na tela enquanto uma voz infantil chama sem parar: “Mamãe, mamãe, mamãe…” Ninguém menciona o caos mental de tentar responder um e-mail enquanto alguém puxa sua blusa pedindo atenção. Ninguém fala sobre a raiva silenciosa de tentar construir um futuro enquanto mãos pequenas tentam te puxar para o passado – para aquele tempo em que você era apenas mãe, apenas colo, apenas entrega.

O mundo aplaude pais que trabalham de casa, admirando sua dedicação e equilíbrio. Mas quando é a mãe que tenta, o que ela encontra? Um labirinto sem saída.

Ela tenta negociar, tenta explicar.
"Filho, me dá só mais meia hora e depois a gente brinca."
"Mamãe está ocupada agora, mas depois vamos ver seu desenho favorito juntos."
"Por favor, me deixa terminar isso, é importante."

Mas as crianças não entendem tempo. Elas entendem presença. E quando percebem que a mãe está ali, mas não está, insistem, persistem, exigem. Querem tudo. Querem agora.

E a mãe?

A mãe não está frustrada porque não ama o filho. Não está frustrada porque não quer estar ali. Ela está frustrada porque precisa pagar as contas. Porque precisa trabalhar para sustentar o filho que, ironicamente, é quem a impede de trabalhar.

E o pior: a criança não entende.
Ela não sabe que aquela mãe exausta que pede “só mais um minutinho” está tentando garantir um futuro para ela. Não sabe que, enquanto brinca distraída, aquela mãe está planejando, negociando, buscando um jeito de fazer tudo funcionar.

A mãe engole a raiva. Engole o cansaço. Engole o grito que quer sair.
Porque o mundo já a ensinou que mães não devem sentir raiva dos próprios filhos.
Porque o mundo já a convenceu de que esse é o seu papel e que reclamar é ingratidão.

Mas lá dentro, um vulcão silencioso se forma.
Não é culpa.
Não é medo.
É frustração.

Porque enquanto o pai seguiu sua vida, ela parou. Enquanto ele construiu, ela segurou tudo sozinha. Enquanto ele dormiu tranquilo, ela ficou noites em claro, estudando terapias, pesquisando tratamentos, garantindo que aquele ser pequeno e frágil tivesse um futuro.

Agora que o filho cresceu e que ela finalmente tenta respirar, tudo parece puxá-la de volta para aquele tempo de doação total. O tempo que parecia ter ficado para trás, mas ainda vive dentro dela.

Ela sente raiva porque percebe que ninguém vai dar esse espaço a ela. Ela terá que tomar esse espaço.

Mas ninguém ensina como.

E então ela segue, tentando negociar, tentando encontrar um pedaço de tempo entre as exigências do dia.
O cursor ainda pisca na tela.
Os e-mails ainda esperam.
Os sonhos ainda querem nascer.

Mas há um peso invisível sobre seus ombros.

O peso de ser mãe e ser mulher ao mesmo tempo.
O peso de carregar tudo enquanto o mundo finge que não vê.

Mas ela vê.
Ela sente.
E um dia, de algum jeito, ela vai conseguir respirar de verdade.

E não pedirá mais desculpas por isso.

Diane Leite

Inserida por dianeleite

⁠Dor psicológica
Incomoda muito.
Livre-se com urgência
Interesse pertence apenas a você.
Grandioso e forte somos
Êxito teremos com a nossa dedicação
Nossa mudança interior
Com o tempo vem é por isso
Importante tomar uma providência.
A prática leva à perfeição, ame-se!

Inserida por NABYCURY

⁠Independência incomoda
Não deixe os procrastinadores
Tentar diminuir suas conquistas. Elimine ignorantes com o silêncio. Mas reorganize o emocional
Precisamos disso todos os dias.
É frequências e vibrações
Refletindo por todos os lados. Importante encontrar na vida o Equilíbrio para a paz interior.

Inserida por NABYCURY

METAMORFOSE
Algumas pessoas nos conquistam, pouco a pouco, espaço por espaço. Até que quando se dá conta, a pessoa já habita cada cantinho seu. O problema disso, não é nem ter alguém que caiba tão bem assim dentro de nós. Acontece que algumas pessoas por algum tempo são remédios, que se tornam veneno. Assim como rosas que criam espinhos, pessoas mudam, e as vezes conseguem nos ferir por dentro, pouco a pouco. É quando você se perde em meio tanta batalha emocional, que nem se lembra mais de como as coisas ficaram assim tão conturbadas. Essa é só mais uma labiríntica história, de como belas garotas sofrem tua metamorfose emocional e psíquica. Essa fora só mais uma história de várias Nathalias.

Inserida por ShandyCrispim

“Há muito faz de conta que influencia negativamente as mentes conflituosas..
Não há felicidade plena sem a busca e compreensão de um estado de equilíbrio pessoal; não existe sucesso sem estudo, determinação e oportunidade.
Talvez os mais jovens/adultos mais jovens devem sofrer mais na busca de um lugar idealizado mas irreal, num estado de espírito fora da realidade, influenciados por uma cultura digital que nada mais faz do que vender conceitos de ideias e padrões de vida.”
#byssym ™️

Inserida por BySissym

⁠É muito mais fácil “dançar” com o ser humano desconectado… Afinal, ao tentar ensinar o caminho da presença e do poder pessoal, o primeiro a vivenciá-los deve ser você. No entanto, nem todos estão preparados para estar verdadeiramente presentes, pois a presença traz à tona a verdade, e a verdade nos desconstrói, nos tira da zona de conforto e nos convida a encarar dores e traumas que tentamos reprimir ao longo da vida.
Mas, ao mesmo tempo, se nos dispusermos a trabalhar e nos desenvolver como seres humanos, aprenderemos naturalmente a lidar com essas dores. Assim, nossa alma entrará em um estado de reparação física, biológica e espiritual. Com o tempo a dor deixará de ser um incômodo e se tornará combustível para o autodesenvolvimento e autocontrole pessoal, emocional, espiritual e psíquico.
E, então, você conquistará a liberdade de viver, gerindo suas emoções, administrando e aprimorando o seu próprio ser.

Inserida por Djokamaka