Textos em homenagem às mães para expressar carinho, amor e gratidão
Como descrever as mães? Não sei, são mulheres incríveis que sempre estão querendo o seu melhor. Ela nunca fez nada pra te prejudicar e sim pra lhe ajudar, não sei como descrever minha mãe e nem a sua, já que não a conheço, mas com certeza ela deve ser uma mulher digna de ouvir um "Eu te amo".
Existem mães que se desvelam tanto pelos seus filhos enxergando neles o protótipo da perfeição em andamento, mas na verdade estão criando apenas futuros déspotas... Um dia elas serão o alvo dos seus "traumas infantis" acusadas por um destes dois motivos: fizeram demais ou de menos... É difícil ser mãe, pois filhos não nascem com bula...
Hoje me deu vontade de mandar forças a todas as mães que perderam seus filhos, por causa das drogas, por causa dos crimes cometidos por eles, por causa de bandidos que tiraram a vida deles, por causa da falta de atenção em relação aos seus próprios filhos, por causa das escolhas de homens errados, por causa de sua grande estupidez também de não escutar seu sexto sentido!
“Tempos estranhos ... onde a fome, o ódio, e a violência imperam. Época em que pais e mães matam seus filhos e vice-e-versa. Onde a inversão de valores prevalece, os falsos profetas espraiam-se pelos quatro quadrantes do planeta e a humanidade, pouco a pouco, perde sua essência em detrimento da crescente barbárie humana.”
Para quê uma mulher mais especial em nossas vidas do que nossas mães? São as únicas em nossas vidas, homens e mulheres, que nunca reclamam de nosso amor, que nunca nos dizem se é muito ou pouco, grande ou pequeno. Isso porque para elas o amor não é uma fita métrica, mas antes uma retribuição de nós para elas do maior presente que elas nos deram: a vida.
Queridos pais...queridas mães, querem ver seus filhos felizes para sempre? Ensine-os que felicidade não é um direito adquirido nesta vida, mas, se conquista com garra e determinação! Não chega de mão beijada, mas com decisões e responsabilidades nas escolhas feitas...e também não esqueça de ser feliz, pois, assim eles encontrarão mais fácil o caminho da felicidade quando tiver pelo menos um exemplar como modelo dentro de casa.
Existem mães de bandidos, que matam e que não matam... Mães de policiais, que matam e que não matam... Mães de padeiros, pedreiros, cozinheiros, açougueiros e sapateiros, que participam do ciclo de amor e ódio, depositando suas gotas de sentimentos múltiplos que temperam rios e oceanos, que lutam por espaço com a terra...
Esta vida é difícil. Perdemos pais, irmãos, mães, pássaros canoros e pedaços de nós mesmos. Açoites golpeiam os inocentes, honrarias são concedidas aos culpados e há muita solidão. Eu seria tola se rezasse para que meus filhos sejam poupados de tudo isso. Peça demais e as coisas podem acabar sendo piores. Mas eu posso rezar por pequenas coisas, como campos férteis, o amor de uma mãe, o sorriso de uma criança – uma vida que seja menos amarga do que doce.
Mães bolsonaristas, mães lulistas, mães da cracolândia, mães pretas, mães homossexuais, mães da favela, mães nordestinas, mães capacitistas, mães indígenas, mães judias, mães palestinas, mães de filhos internados, mães de filhos presos, mães de filhos mortos, mães de filhos com deficiência. O que as une? O medo.
Eu me lembro de ter visto meia dúzia de filhos deixarem suas mães viverem só em uma casa, jogada às traças, no desprezo e esquecimento nos seus últimos anos de suas vidas. O nosso passado e as nossas ações são o nosso carma, a marca carimbada na nossa alma, a qual estará presente em toda e qualquer encarnação.
Mães são aquelas que nutrem e cuidam, não apenas de sua prole, mas de toda criatura que lhes é confiada. Pois a maternidade não se limita à carne e ao sangue, mas ao amor e ao cuidado que se dedica a todos os seres. Ninguém possui a vida de outrem, somente o Criador tem esse poder. Todo ser merece viver plenamente, e não apenas existir. A verdadeira mãe liberta, não oprime.
Em grupos de redes sociais, tenho observado muitas reclamações a respeito de mães que deixam seus filhos com parentes. Em algumas delas, essas pessoas questionam o fato de a mãe não ter avaliado os efeitos da maternidade antes de tomar a decisão de ter um filho. Muitas argumentam que “quem pariu Mateus que balance” e dizem para não terem filhos se não podem cuidar deles. A decisão e a responsabilidade pela maternidade são, nesse contexto, consideradas como individuais. Certamente você não é obrigada a ser mãe, mas a maternidade não é individual, ela é social. Tanto pelo papel social exercido pela mãe, quanto como uma necessidade da sociedade. Se todas as mulheres acatarem o conselho de não ter filhos, a sociedade cai em ruína. O capitalismo entra em crise sem novas gerações sendo criadas para atuarem como mão de obra. No Japão, o estímulo à natalidade já é uma política pública. Então, a maternidade não pode ser um problema individual. Isso não significa que você, tia, avó, avô, amiga (o) ou madrinha/padrinho precisam ser compulsoriamente a rede de apoio de alguém ou se responsabilizar pelo filho alheio. Mas que o discurso que culpa a mãe deve ser substituído pela responsabilização da sociedade, que deve criar condições para que estas mães não vivam exaustas e sem proteção, o que torna a elas e as crianças vulneráveis. Em muitos países, já existe a opção de turno reduzido para aqueles que cuidam de seus filhos (pais ou mães), licença maternidade estendida e horário de trabalho a partir das 9h, para que os responsáveis deixem seus filhos na creche. A natalidade é um problema de Estado. E se isentar do debate ou polarizar o universo feminino entre aquelas que escolhem ou não ser mães só fortalece o patriarcado.
"O sucesso dos filhos são atribuídos 75% às mães. O amor que nasce no coração das mães pelos filhos são repassados a eles. Mas nem sempre às mães se preocupam em encaminhar seus filhos para a PRESENÇA DE DEUS e crescem sem temor a Ele. Mantê-lo na presença do senhor é muito importante. Sem essa direção tornam-se rebeldes e dificil de convivio, no período mais difícil da vida que é adolescência. Lembre-se mamãe, facilite a sua vida"
A geração que nasceu até a década de 1970 foi criada com mães presentes, fazendo tudo para que os filhos estudassem. A geração que nasceu após a década de 1980 não teve a mesma vida boa, porque as mães trabalham o dia todo e eles tiveram que encontrar saídas. Assim, já não querem esperar que façam por eles o que eles mesmos podem fazer. Querem tudo na palma da mão, mas de um jeito inteligente e rápido. Alimentação, vestuário, transporte, tudo é bem prático e livre. Não precisam de geladeiras ou armários na cozinha, porque não estocam nada, aliás, nem precisam de cozinha - pedem comida pelo aplicativo. A lavanderia de 30 minutos resolveu metade dos problemas, com roupas que não amarrotam.Não compram carro e nem querem esperar a telefonista encontrar um taxi, pedem por aplicativo. Assim não precisam trabalhar o dobro para pagar impostos, parcelas, combustível ou pneus. Se saem da casa dos pais, não contraem dívidas para adquirir a casa própria, ao contrário, procuram lugares pequenos, próximos ao trabalho, assim, em pouco tempo reúnem fortuna para viajar e investir em tecnologias que lhes facilitarão a vida. Quanto a casar e ter filhos....isso já não é uma prioridade, pois o afeto é pela humanidade inteira.
"Muitas pessoas seriam bons pais e mães e gostariam disso, mas por conta de ideologias banais, acabam desistindo do sonho, ou nem o querendo antes mesmo de ter se quer recorgitado na hipótese de ser algo bom, geralmente, por motivos tão rídiculos quanto afirmar que homens são inferiores às mulheres por comerem mais carne. óbvio, óbvio, existem pessoas que não nasceram para isso, mas seriam tantas as outras que nasceram e não o sabem por conta de pessoas e conceitos idiotas."
‘Que seja eterno!’, seria esse o único pedido que faria a Deus , iria pedir que Mães fossem eternas, já que não sabemos viver sem elas, . Hoje eu digo e não peço segredo, NÃO SEI VIVER SEM MINHA MÃE, e não quero também! Sem ela não acerto o caminho, não sei pra onde direcionar o olhar. Nenhum lugar do mundo é tão tudo quanto ao lado dela é, basta só a presença, aquela que nos dá força e confiança, que nos dá aquela sensação de super proteção; não precisa palavras, ate porque estas não seriam suficientes pra explicar o bem que nos faz. Eu acho que Mãe é coisa sagrada, daquelas que se deve mais que respeito, mais que gratidão, se deve amor! Deus me deu a honra de ser filha de uma mulher incrível, de um coração gigantesco, que não sabe o que é maldade apesar de conhecê-la bem, que demonstra por suas atitudes o tamanho do seu amor, que sabe a hora certa de falar e calar, uma mulher ao qual eu me espelho e me orgulho! Queria sim que Mães fossem eternas, queria sim que a minha Mãe fosse eterna. Mãe, obrigada por me escolher e aceitar, obrigada pelo exemplo, e acima de tudo pelo amor, o único verdadeiro, que não renega, não magoa ou decepciona. Obrigada por escolher a minha vida e fazer dela a melhor possível, obrigada por abrir mão muitas vezes de suas vontades para realizar as minhas, mesmo quando eu não merecia. Obrigada por ser minha Mãe e me fazer gente, me fazer humana, me fazer mulher, me fazer sua filha; Eu te amo pela eternidade e além!
Ciclo do Amor Incondicional – este ciclo para as mães não passa nunca. Amamos nossos filhos desde o momento da concepção, amamos quando os vemos pela primeira vez, e o sentimento maior é que somos capazes de fazer qualquer coisa por aquela coisinha. Nossos filhos nascem e, desde o primeiro momento, transformam a nossa vida para sempre, pois, a partir daquele momento, nunca mais seremos um, sempre seremos parte de alguém, nosso coração sempre será um pedaço, jamais será só seu, pois agora boa parte dele tem nome e sobrenome. E não é um dono qualquer, que pode entrar e sair, é um dono mesmo, para o resto da vida, este é o amor incondicional.
Filhos que tomaram caminhos errados na vida, vocês estão, aos poucos, matando suas mães, de tristeza e desgosto. Eu digo a vocês: nenhum presente substitui você que precisa voltar urgente enquanto tem vida, voltar para os caminhos que a sua mãe te ensinou. Você que tem mãe viva, não sabe o tamanho da horrível dor da perda de uma mãe, você que esta nas drogas ou outros caminhos errados, pare tudo agora, e dê alegria aos dias de vida da sua mãe, não espere ela morrer, para você carregar eternamente o peso do remorso de ter contribuído para a morte dela. FELIZ DIA DAS MÃES.
Diante dos ensinamentos cotidianos. Cabe-nos uma reflexão, se as mães têm um dia no ano para serem afetivamente homenageadas, a nossa mãe refletida no amor de Maria recebeu em sua homenagem um o mês inteiro, com isso iniciamos neste mês de maio, “mês de Maria”. Fica o convite para vivermos neste mês mariano com mais intensidade e refletir nossa caminha em busca da perfeição.
Cada lar é uma academia cujos mestres são as mulheres mães. Aclamamos mulheres por saberem formar ilustres personagens da história por suas grandes obras, são elas as mães dos grandes filósofos, dos grandes escritores e cientistas que com o pensamento do berço transformam o mundo que é hoje. A mulher nunca foi pequena na sua plenitude, ela sempre foi a heroína oculta na condução dos destinos das Nações, não porque salvou cidades ou aldeias das garras de um malvado. ela é heroína não porque capturou um delinquente extremamente perigoso, mas porque ela educa os filhos para o futuro não ter malvados ou delinquentes.
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