Textos do Mundo

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Mundo moderno, tão frenético e caótico,
Onde a velocidade é a lei e a superfície é o limite,
As relações humanas são virtuais, carentes de conexão,
E o amor é mercadoria de prateleira, descartável como um objeto sem função.

A tecnologia avança a passos largos, sem que o homem evolua de maneira proporcional,
Vivemos na era da informação, mas sem a sabedoria necessária para seu controle,
A ganância se alastra e domina, a empatia é esquecida em detrimento da competição,
E a natureza sofre, oprimida pela nossa insensatez e obstinação.

O tempo corre célere, sem que possamos desfrutar de sua plenitude,
As pressões do cotidiano nos sufocam, impedindo-nos de respirar,
E a solidão é um fantasma que nos assombra, mesmo quando em multidões.

Mundo moderno, tão cheio de paradoxos e contradições,
Precisamos desesperadamente de mais humanidade e menos automatização,
De mais amor e menos distância, de mais vida e menos ilusões.

Que a sabedoria e a empatia possam guiar nossos passos,
E que possamos, enfim, ser dignos da beleza e da complexidade
Deste mundo moderno que habitamos.

A DOR QUE EU CRIAVA


Por onde olho, vejo o mundo
No espelho refletindo minh’alma
E descrevo sem cortejos:
O que o íntimo do meu ser esbravejava
Era um buraco escuro.
Um palmo de distância separava
Meu corpo do paredão aceso
Que em fogo chamejava.
O que me deixava confuso
Era a incoerência de como ocorria,
Pois, se escuro estava,
Meus olhos não viam,
Mas meu corpo na dor sentia
E sofria a dor que era só minha,
A dor que eu mesmo criava.
Pena que a gente não escolhe
Com quem iremos conviver.
Ainda bem que o mundo é livre,
Junta pessoas para aprender
A dividir o tempo todo
E relacionar-se mesmo sem vontade
Pois, além da nossa compreensão,
Existe um ser divindade.

Não olhe o mundo como se fosse um juiz, olhe como um aprendiz.
Independentemente de qual seja a situação, esteja pronto para aprender dela, existem circunstâncias que Deus permite em tua vida, não se queixe mas aprenda delas.
Não obstante estar a vivenciar essa situação, creia que há um porvir melhor. Não vou me queixar, pois não sou um juiz mas um aprendiz.
Estou em construção, existe um porvir melhor.

AMAZÔNIA, BERÇO DA VIDA


Amazônia, berço da vida,
Floresta gigante, pulmão do mundo.
Árvores majestosas, como a samaumeira,
Ipês floridos e altas castanheiras.
Orquídeas exóticas, bromélias vibrantes
Florescendo em cores, sob o sol radiante.


Jaguatiricas ágeis, onças poderosas,
Macacos curiosos e tamanduás tranquilos.
Aves de penas vibrantes: araras e papagaios
Cantando melodias, sob o céu azul.


Rios pulsantes, com piranhas e tucunarés,
Sucurijus gigantes e perigosos jacarés.
Insetos fascinantes: borboletas, abelhas,
Encantando com suas cores e polinizando as flores.


Ah! Minha Amazônia! Tesouro precioso
Patrimônio mundial, berço glorioso
Protejam essa joia, nossa esperança,
Para as futuras gerações, a mais bela herança.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

Amazônia, Pulmão do Mundo


Verde imenso, céu a brilhar,
Na floresta, vida a pulsar.
Rios correm, cantam sem parar,
Na Amazônia, o mundo a sonhar.


Árvores altas, tocam o céu azul,
Guardam segredos num mundo oculto.
Cada folha, um suspiro de luz,
Cada animal, um verso do futuro.


O vento sussurra e traz a canção,
Das tribos que vivem em comunhão.
Mas o homem branco avança, sem compaixão,
Rompendo o equilíbrio da criação.


Oh, Amazônia, tua voz ecoa,
Mas será que o mundo te escuta?
Preservar-te é a única escolha,
Para que a Terra não se torne muda.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

Todo aquele que é filho da luz veio a este mundo para ser luz. Por isso, seja sempre luz por onde passar!


Seja a luz que dissipa as trevas através das suas palavras, gestos e ações, levando amor, paz e bem aos corações, à imagem e semelhança daquele que disse: "Eu sou a luz do mundo, e aquele que me segue jamais andará nas trevas!"


Um dia repleto de muita luz, paz e bênçãos!

Tenho medo, sim.
Mas não do mundo —
tenho medo do que o mundo tenta fazer de mim.

Porque percebo tudo.
O excesso, o ruído,
a grosseria que se esconde em gestos pequenos,
o silêncio que fere mais que palavras,
a indiferença que se apresenta como neutralidade.

Vejo como cada interação tenta moldar,
corrigir, reduzir,
empurrar o outro para papéis que não escolheu.
E sei que absorver demais
é o primeiro passo para a descaracterização do ser.

Por isso, resisto.
Não por fragilidade,
mas por consciência.

Recuso o jogo,
o labirinto de estímulos previsíveis,
as investidas que buscam reação, não diálogo.
Não respondo ao obscuro,
não espelho a violência,
não negocio minha essência por aceitação.

Isso não é personalidade.
É disciplina interior.
É inteligência aplicada à sobrevivência do eu.

Permanecer inteiro
num mundo que recompensa a deformação
é, talvez,
a forma mais elevada de lucidez.

Tenho a impressão, cada vez mais nítida, de que o mundo muda em ritmo acelerado, enquanto a capacidade média de raciocinar com profundidade não acompanha essa velocidade. Há progresso técnico, mas pouco avanço na forma como muitas pessoas analisam decisões simples do cotidiano.
Com frequência, necessidades concretas são descartadas não por razões objetivas, mas por ideias futuras ainda não estruturadas. Troca-se o que é real e funcional por projetos que existem apenas como intenção. Visões de longo prazo são importantes, mas não substituem ações mínimas no presente. O que ainda não foi construído não pode cumprir a função daquilo que já é necessário agora.
Chama atenção o modo como o questionamento passou a ser mal recebido. Argumentar de forma lógica, pedir coerência ou exigir critérios tornou-se, para muitos, sinal de confronto, quando deveria ser parte natural de qualquer processo racional. Em vez de diálogo, surgem reações defensivas.
Percebo também uma dificuldade crescente em sustentar pensamento próprio. Muitas ideias são repetidas sem exame, assimiladas por conveniência ou pertencimento. Não se trata de má intenção, mas de ausência de método. Repetir é mais fácil do que pensar; aderir é mais confortável do que avaliar.
O resultado é um empobrecimento do discernimento. Confunde-se convicção com volume, opinião com verdade, intenção com resultado. Falta rigor intelectual — e, sobretudo, disposição para lidar com limites, dados e consequências reais.
Nesse cenário, supervisionar vai além de orientar tarefas. É manter os pés no chão quando o discurso se afasta da realidade. É lembrar que decisões precisam se sustentar em fatos, prazos e condições concretas. E que responsabilidade intelectual não é rigidez, mas respeito à realidade.

Aerton caminha frequentemente na contramão das tendências dominantes do mundo moderno. Em um tempo marcado pela indiferença emocional e pela superficialidade das relações humanas, recusa-se a aceitar a insensibilidade como norma.


Não se contenta em permanecer como mero observador dissolvido na multidão anônima. Há nele uma inquietação moral que o impulsiona a compreender, questionar e agir.


Se alguém perguntar quem é Aerton, talvez a definição mais precisa seja simples e rara ao mesmo tempo: um homem orientado pelo senso de justiça.

Observe atentamente os homens que caminham contra a corrente do mundo moderno.
Reflita sobre aqueles que se recusam a aceitar a indiferença como regra da vida.
Perceba que, entre muitos que apenas seguem a multidão, existem poucos que escolhem permanecer justos.
Lembre-se deste nome: Aerton Luiz Lopes Lima.
Pois, em tempos de silêncio moral, permanecer justo é uma forma rara de coragem.

Estou aqui.
Ta vendo?
Estou na contra-mão.
Sempre vou do lado errado do mundo.
Mas estou aqui.
Por mas que penso,
Sempre vou na contra-mão do mundo.
E as vezes busco num segundo me direcionar.
Mas qual engano,
Ja estou perdida e não tenho como salvar.
Mas continuo aqui.
Me bato e perco o freio.
Faço parte desse mundo,
Continuo aqui,
Só não tenho como pará.

SEJA LIVRE, SEJA LEVE


Pra que viver chorando neste mundo cruel e vil?
Cristo conquistou, na cruz, nossa vitória,
e Sua graça nos cobriu.


Seja livre, seja leve, tome sua cruz e a carregue,
pois, ao lado de Jesus,
ela se torna mais leve.


Seja leve, seja livre, seja aquele que em Cristo vive,
para amar e ser feliz.
O maior sabor da vida
é o que Cristo para nós assim quis.


Seja leve, seja livre, seja aquele que em Cristo vive,
para amar e ser feliz.
O maior sabor da vida
é o que Cristo para nós assim quis.


Ele provou o cálice amargo como o fel,
pagou um alto preço sobre a cruz
para nos abrir os céus.


Ao lado de Jesus, o peso se desfaz,
o fardo se transforma,
e a alma encontra paz.


Caminhando com Cristo,
há força pra seguir,
pois quem anda com Ele
aprende a sorrir.


Seja leve, seja livre, seja aquele que em Cristo vive,
para amar e ser feliz.
O maior sabor da vida
é o que Cristo para nós assim quis.


Seja leve, seja livre, seja aquele que em Cristo vive,
para amar e ser feliz.
O maior sabor da vida
é o que Cristo para nós assim quis.


Cícero Marcos

Crack é seu codinome
Quando veio para esse mundo
Muita dor causou
Minha mãe contou
Que de muita dor berrou...
Naquele dia
Lençóis foram rasgados
Descia lágrimas quentes
Em sua face fria
De tanta dor que sentia
Crack é seu codinome
Você cresceu
Saúde recuperada
Com muito amor de mãe
Forte ficaste
Mas na adolescência
Um atalho você rumou
Crack é seu codinome
Perdeste a identidade
A autoestima
Santo Deus!
Perdeste até a carne...
Seu submundo agora é só alucinação
Seus delírios
Paranoicos
Submundo do seu EU
Violento
Inadequado
Sem noção
Diante dos que estão
No seu dia a dia
Crack é seu codinome
Os anos se passaram
Agora um senhor sem personalidade
O que dificulta a nossa irmandade
Homem sem decisão
Sem escrúpulo.
E também
De pouca fé.
No seu mundo sujo e podre
Só há espaço para os solventes
Éter
Amônia
Ácido sulfúrico.
E também
Querosene, cal
Etc. e tal
Isso tudo
Que por si só
Nocivos a nós
E principalmente
A você
Crack é seu codinome
Sua sensação de bem estar é fictício
O pesadelo agora é seu mundo
Abandonaste
Trabalho
Estudos
Abandonaste
A todos aqueles que te amam.
Entraste para o rol
Da escória
Meu irmão de sangue
Crack foi seu codinome
Agora a morte é o seu nome
Seu fim
Trágico
Acabou!
Que Deus onipotente
Tenha compaixão de ti
Meu irmão
Oh meu adeus!
Esses versos eu te fiz
Somente para ti.
Que tua alma descanse em paz
Meu irmão
Porque agora
Morte é seu nome!

Com a mão direita, eu peço a paz.

Queria ter o poder de gerar calmaria em um mundo caótico. Penso no renascer. Sim, às vezes o ato de renascer vem e me assusta, porque sinto que é como olhar para trás e dar adeus a algo que, em algum momento, foi bom, foi conforto, foi amor.

Às vezes tenho a sensação de estar em dívida com o mundo, mas, ao mesmo tempo, sinto raiva do destino. Afinal, ele dá rasteiras na vida, e a queda dói, maltrata, podendo até matar. E não há o que fazer, pois são coisas do bad boy chamado destino.

Medo da profecia!

Fico pensando como seria o remake da vida, se isso fosse possível.
Seria opcional?
Seria racional?

Há dias em que acordo vestida de cinza, com a garganta presa. Nesses dias, não quero comparecer a lugar nenhum, não quero ver olhos nem bocas. Quero apenas brincar de escrever, onde sou sorriso e felicidade.

Maldade Humana

Neste mundo em que vivemos, o limite da maldade humana parece não ter fim. É como se nem mesmo conhecesse o significado da palavra “limite”.

Eles vivem aqui. Convivem conosco.

Suas ações transformam o nosso mundo em um mundo imundo — escória.

Notícias que sangram. Selfies ao lado de corpos sem vida. Uma necessidade cada vez maior por likes. Há os que sorriem enquanto outros morrem por curtidas. Há os que fazem piadas, os que não se importam.

As atrocidades contra nossas crianças e nossos idosos são gritantes.

Nem os animais escapam da crueldade dos insensíveis.

É a minha opinião — mas o amor faz tão bem.

Que mundo imundo… escória.

No futuro, monstros serão abraçados, a escória exaltada, a beleza plastificada admirada, e o dinheiro lavado ocupará o topo da pirâmide.

Nesse dia, a palavra perderá seu valor — e o cheiro será um só.

Ops… será que já está acontecendo?

É a minha opinião, mas o amor me faz tão bem.

É achismo ou realidade? Será que o mundo já está sendo comandado por um só? Será aquele que todos temem? Ou estaremos todos errados, e tudo não passa de balela? Será que ninguém está percebendo? Ou todos fingem não enxergar, porque acreditam que nada podem fazer? Será apenas uma fase de reconstrução?

Medo!

Entre o despertar e a espera

Quando o sussurro falar
Quando enxergarmos o mundo com outro olhar,
quando acreditarmos que a Terra
é a energia de um todo e que depende da ação de cada ser humano,
então poderemos acreditar na mudança, no equilíbrio.

Mas será que vale a pena esperar que o ser humano acorde para que o planeta possa mudar?

Enfim, quando tivermos consciência desses e de tantos outros embates,
o planeta já estará em transformação.

Teoria da conspiração, sonho
ou apenas o desejo de um mundo melhor?

Tempestades de Amor e Verões de Justiça

Sei bem que, neste vasto mundo que o Criador nos deu para habitar e cuidar, há muitos corações famintos por vingança. Mas o que mais me encanta é saber que há muitos, muitos mais famintos por amor.

Então, em qualquer tempo da nossa existência, que tenhamos verões de justiça.
Que tenhamos tempestades de amor.
Que tenhamos ventos fortes de fé.
Que a chuva do céu lave a tristeza de todos, que ilhas de esperança se formem e que possamos nos agarrar às árvores da paz.

Que eu possa, também, conectar minha energia de alegria com todos os meus e com os seus.

E que hoje, nesta Sexta-feira da Paixão, possamos suportar as dores do dia a dia e, aos domingos, celebrar o amor sem dor.

A Pirâmide que Observamos

Nesse mundo, existem camadas sociais que vão do miserável ao bilionário — e, futuramente, talvez alcancem os trilionários. E existe eu, que daqui observo essa pirâmide mal estruturada e me pergunto: o que foi feito para chegarmos a um patamar tão desalinhado e desproporcional?

Um lugar onde, muitas vezes, dificilmente teremos a chance de evoluir. Um triângulo que, para mim, é escaleno — desigual em todos os lados.

Para aqueles que, como eu, conseguem enxergar e têm a certeza de que não podemos nos desassociar dessa pirâmide — até porque sabemos que, quase sempre, é o dinheiro e o poder que definem essa estrutura —, surge um pensamento inquietante: passamos a vida inteira lutando para nos encaixar no ponto mais alto possível desse triângulo de lados desiguais, que não se iguala a nada.

E, ainda assim, o impossível insiste em acontecer.

Então me pergunto: onde nos encaixaríamos, se a vida realmente nos desse uma chance?

Às vezes, fico pensando… será que, no futuro, poderá existir uma outra pirâmide — um espaço à parte, mais justo, mais humano, onde alguns possam ser acolhidos?
Ou será que sou eu quem está atrasada nesse pensamento?
Utopia?

Vida paralela existe, com certeza.

Vejo o celular como a porta de entrada para um mundo universal — um mundo digital onde todos se encontram, se mostram, se escondem… e, de certa forma, se reinventam. Para mim, esse universo virtual é o verdadeiro mundo paralelo que tantos procuram, e o celular é o portal silencioso que nos conduz até ele.

Veja bem: eu existo nesses dois mundos. Transito entre eles. Sinto em ambos. Mas há um limite invisível que não posso atravessar — não posso tocar o meu “eu” do outro lado, não posso dar as mãos a essa versão que também sou.

E então me deparo com uma verdade simples e implacável: dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço.

Talvez seja apenas uma teoria… uma reflexão de uma leiga no assunto.
Mas, ainda assim, carrega um certo peso de realidade.

E aqui estou eu…
Rindo — ou talvez pensando demais — dentro do meu próprio mundo.

O Fim sempre dói, mais nada é eterno
aqui neste mundo, temos que saber
ganhar mais também saber perder.
Tem momentos que o melhor é deixar
as coisas acontecer, tomar seu rumo.
Sem magoas, ressentimentos. Apenas
seguir em frente. Tudo é aprendizado,
veja o lado bom das coisas, ontem
a noite foi de frio e tempestade, e
mesmo assim o Sol, já nasceu e esta
brilhando no céu. È hora de seguir
em frente.