Textos de Verdade
Amar de verdade não é ceder tudo.
É saber o que é negociável e o que é digno.
É entender que diálogo não é favor, é fundamento.
Que assumir erro não é humilhação, é maturidade.
Que esperança não é sentimento, é prática.
E que silêncio, quando vira hábito, não é paz.
É abandono em câmera lenta.
Todos que me disseram Adeus esperando um Te vejo novamente. Sabem que é verdade o que vou dizer:
Eu levo a sério cada palavra se eu alguém me diz Adeus tenha certeza que nunca mais irá me ver. Se sumir por um tempo não se preocupe em voltar, tenha a certeza que vou separar meus caminhos e você nunca mais irá me encontrar.
TÍTULO. A PLENITUDE APARENTE E O VAZIO ESSENCIAL.
A frase afirma uma verdade desconfortável, mas antiga como o próprio pensamento humano. Existem pessoas tão cheias de si que acabam completamente vazias. Não se trata de um paradoxo retórico, mas de uma constatação ontológica. Quanto mais o indivíduo se ocupa de acumular imagens, discursos, certezas e performances, menos espaço resta para o ser autêntico. A vida interior, que exige silêncio, humildade e escuta, é soterrada por ruídos fabricados para convencer o mundo e sobretudo a si mesmo de que algo ali existe em profundidade.
Filosoficamente, essa plenitude ilusória nasce da confusão entre ter e ser. O sujeito acredita que se constrói pela soma de papéis sociais, conquistas materiais, aplausos e posições morais exibidas. No entanto, tais elementos pertencem ao domínio do transitório. Eles não tocam o núcleo do existir. O vazio surge quando aquilo que deveria ser meio torna-se fim. A pessoa passa a existir para sustentar uma narrativa sobre si, e não para viver uma verdade. Nesse ponto, a identidade deixa de ser descoberta e passa a ser defendida, o que gera rigidez, medo e intolerância ao fracasso.
Do ponto de vista psicológico, o vazio interior é frequentemente mascarado por excesso. Excesso de controle, de fala, de razão, de vaidade, de exigência sobre os outros. O indivíduo cheio é, em geral, alguém que não suporta a própria fragilidade. As decepções da vida, inevitáveis e pedagógicas, não são integradas como experiências formadoras, mas interpretadas como injustiças pessoais. Surge então a amargura. A expectativa infantil de que o mundo deveria corresponder aos desejos individuais colide com a realidade concreta, que é impessoal, imperfeita e indiferente aos caprichos do ego.
A vida não é um parque de diversão. Ela não foi concebida para entreter, recompensar constantemente ou poupar o ser humano da dor. Ela educa pela frustração, amadurece pela perda e revela pelo limite. Quem não aceita isso permanece num estado psicológico de adolescência prolongada, esperando que a existência funcione como espetáculo e não como travessia. Quando a realidade se impõe com suas rupturas, traições, silêncios e despedidas, o sujeito despreparado sente-se enganado, quando na verdade apenas recusou aprender.
No plano introspectivo, essa frase convida a um exame severo. O que há por trás daquilo que mostramos. Se cessarem os elogios, os cargos, as relações utilitárias, o que resta. O vazio não se manifesta apenas como ausência de sentido, mas como incapacidade de amar sem possuir, de ouvir sem disputar, de existir sem encenação. Pessoas vazias temem a solidão não porque estejam sozinhas, mas porque, ao ficarem consigo mesmas, não encontram conteúdo algum que sustente o silêncio.
Moralmente, a plenitude falsa é perigosa. Ela gera arrogância ética. O indivíduo acredita-se superior, esclarecido, justo, quando na realidade apenas reproduz valores para autoproteção. Falta-lhe compaixão verdadeira, pois nunca atravessou o próprio abismo. Falta-lhe misericórdia, pois confunde correção com dureza. A moral que nasce do vazio é sempre punitiva, nunca restauradora. Já aquela que brota da dor compreendida tende à humildade e ao cuidado.
As decepções, portanto, não são falhas do percurso, mas revelações. Elas mostram quem somos quando o mundo não coopera. Mostram se nossa força é real ou apenas decorativa. A pessoa cheia de si quebra-se facilmente, pois tudo o que a sustenta vem de fora. A pessoa que aceita o esvaziamento interior, ao contrário, aprende a reconstruir-se a partir do essencial.
Viver é desaprender fantasias. É abandonar a ideia de que merecemos mais do que os outros ou de que o sofrimento é um erro do sistema. A maturidade nasce quando se compreende que a vida não promete conforto, mas sentido, e que esse sentido não é entregue, é escavado. Somente quem aceita perder ilusões ganha densidade humana, e somente quem suporta o vazio inicial pode, um dia, tornar-se verdadeiramente pleno.
Irônica a maneira como que em busca de algo de verdade, nos deparamos com tantas mentiras. Quebramos a cara. Nos iludimos assim, de graça, como quem sabe que não vai dar certo, mas insiste assim mesmo nos erros. Parece que quanto mais difícil, maior a vontade. Amor-desafio, eu diria. E, de corajosos que somos, não desistimos. Insistimos no ato de começar o dia bem e logo encontrar uma pequena fenda aberta, de onde saem aqueles malditos sentimentos de abandono. Mas a cada encontro com a solidão, aprendi a agradecer...
Abençoados sejam os momentos que nos salvam de nós mesmos. Do nosso vício de direcionar energia para a palavra-mágoa, a imagem-mágoa, ou a mágoa da felicidade distante. Abençoados sejam nossos amigos, que nos livram por algumas tardes ou noites desse sentimento inferior. Abençoados os bons drinques, que nos alegram instantaneamente. Abençoados os chocolates, os livros e filmes - de ação e suspense, por favor. Abençoada seja a calça folgada como sinal de que você está entrando em forma, e quem sabe não seja a sua melhor forma de existir. E abençoada seja a maneira de compreender que não é necessário ter tanta pressa. Tudo é aos poucos, assim como o amor. É que a gente tem a mania de viver os melhores momentos como se fossem os últimos, o que nem sempre soa tão bem, então aquela sensação de que tudo o que é bom dura pouco bate na porta. Mas apaixonar demora muito, e como demora! Assim como desamar. Assim como decidir que caminho seguir. Assim como demoram quaisquer memórias que nos façam quase desistir de se fazer feliz, se fazer bonito e se dar o devido valor. Demora muito pra gente ser feliz todo o dia, mas a gente aprende. Tem que ter olho pequeno e enxergar muito bem. Tem que ter ouvido que só capta o essencial, e boca que só diz o que for possível de, caso seja necessário, engolir. E não nos esqueçamos que em qualquer relacionamento que estamos, a felicidade é pouco perceptível, até que percamos algo ali. Não vamos perder pra dar valor, não precisamos. E nem vamos nos agarrar àquilo que nos coloca abaixo de zero. Acredite, tem sempre alguém nos querendo bem. Isso sim importa.
“ Eu não sou fácil de conviver. Eu deveria ter avisado ne? Não tenho costume de me calar. Na verdade tenho a boca enorme (exceto o coração) que por sinal é maior ainda. Falo o que devo e até o que não devo também . Sou chata, encho o saco, Odeio cobranças não cobro de ninguém e se quero ou quando quero faço, não fique na minha cabeça achando que por ficar como um tica tac de um relógio vou correndo atender a Vossa Excelência [...] e desaforo? Sempre devolvo e se não consigo por respeito? Deixo ela na esquina, mais não levo pra casa. Meus defeitos são mais que vrtudes.... (virtudes tenho poucos mais o suficiente pra me fazer ser querida, respeitada e amada),já os defeitos? Vai anotando pra que não se te escape nenhum. O maior deles é meu mau humor. Ele não tem hora. Posso estar um doce agora como apimentada em questão de segundos. Sou perceptiva, possessiva, vingativa, persuasiva, ciumenta, perfeccionista, mimada, implicante e irritante… muito irritante. Paciência?!...ai tadinha de mim ganhei em dose miníma como um frasco de perfume francês… Ah! ia esquecendo de mencionar que sou espaçosa e turrona. Se eu disser que sim, é sim. Se eu disser que não, preste atenção. Não responsabilizo por meu atos. Você vai se surpreender com cada atitude impulsiva."
—By Coelhinha
"Não sou dona da verdade mas sou filha dEle. Desculpe levar minha sinceridade ao pé da letra em..(O que digo,vivo dela e convivo). É que não sei conviver com sandice de palavras vazias que só se utilizam de cobaía pra outros. Prefiro ser taxada de um pouco impetuosa, que cúmplice acumulada da covardia de muita falsidade que a vergonha esconde."
—By Coelhinha
Muitas pessoas se autodefinem como “intensas”, mas o que chamam de intensidade, na verdade, é uma mistura de insegurança, imaturidade e arrogância. A intensidade verdadeira é entrega, profundidade e conexão; não é metralhar palavras de ódio nem usar ofensas como escudo. O que vemos, muitas vezes, é um ego frágil disfarçado de força, uma incapacidade de lidar com frustrações transformada em ataques verbais. É curioso como alguns acreditam que ferir o outro é uma forma de se proteger, quando na realidade apenas revelam suas próprias deficiências emocionais.
Essa confusão cria um ciclo vicioso: a insegurança gera medo, o medo provoca agressividade, a agressividade afasta quem está por perto, e o afastamento aumenta ainda mais a insegurança. O resultado é uma solidão construída pela própria pessoa, que insiste em chamar de intensidade aquilo que nada mais é do que imaturidade. É polêmico dizer isso, porque muitos preferem romantizar o termo “intenso”, como se fosse uma virtude, quando na prática é apenas uma desculpa para não assumir responsabilidade sobre a própria falta de maturidade emocional.
O problema é que essa postura destrói vínculos e mina qualquer possibilidade de relação saudável. Quem confunde intensidade com arrogância não percebe que está sabotando a si mesmo. A intensidade genuína não precisa de ataques, não precisa de defesas inflamadas, não precisa humilhar o outro para se sentir forte. Ela se manifesta em vulnerabilidade, em coragem de se expor sem medo de ser inferiorizado. Mas para chegar a esse ponto é preciso autoconhecimento, é preciso reconhecer fragilidades, é preciso aceitar que maturidade não nasce do grito, mas da escuta.
Talvez o maior desafio seja admitir que não é o mundo que nos inferioriza, mas nós mesmos que nos recusamos a enxergar nossas limitações. Enquanto isso não acontece, a arrogância continuará sendo vendida como intensidade, e a imaturidade continuará afastando pessoas que poderiam ser fonte de crescimento e afeto. A verdadeira intensidade não é barulho, é profundidade. E quem não entende isso, continuará confundindo ego inflado com força, quando na verdade está apenas revelando sua própria fragilidade.
Na verdade, jamais imaginei que saberia tudo o que sei sem sequer buscar esse conhecimento. Para mim, o que está acontecendo é algo único, um fenômeno que nasce e se desenvolve dentro da imaginação.
Sei que você não me compreende, e nem precisa tentar. Há um mundo vasto de leituras intelectuais à sua espera; por isso, peço apenas que me deixe em paz para que eu possa seguir meu caminho.
É verdade..
Eu quis te amar,
E desse amor fiz minha vida ,
meus sonhos, meus prazeres.
É verdade também que nem tudo foram rosas,
Certamente muitas vezes, eu mesmo fui espinhos,
Mas hoje ao analisar esse amor, quero lhe dizer....
Valeu a pena. Sinceramente valeu a pena, cada sorriso, cada lagrima, cada momento..
Porque se não foi um conto de fadas, foi o surreal, foi a chama
Que ardeu e ainda queima, acesa em meu coração...
A Cura e Desencanto
A decepção é, na verdade, o fim de uma expectativa que só você criou. Sofremos porque projetamos no outro virtudes que eram nossas e esperamos dele uma postura que ele nunca prometeu ter.
Superar não é esquecer o que aconteceu, mas retirar o poder que aquela pessoa tinha de bagunçar o seu dia. É entender que o comportamento do outro diz respeito ao caráter dele, não ao seu valor.
Quando você para de tentar entender os “porquês” de quem te feriu, a sua cura finalmente começa. O silêncio e a distância não são sinais de orgulho — são ferramentas de sobrevivência para quem decidiu que a própria paz não está mais à venda.
Muitas vezes, chamamos de "impossível" aquilo que, na verdade, é apenas o limite da nossa disposição. O impossível é um esconderijo confortável; ele nos desobriga de agir, porque "se não dá para fazer, não preciso tentar". É a poltrona macia onde o medo se senta para assistir a vida passar. Mas a verdade é que o novo não exige permissão, ele exige a sua renúncia ao que é seguro.
Nessa jornada, o maior erro é esperar pelo aplauso antes do passo. A coragem autêntica é tímida perante os holofotes, mas feroz no silêncio da ação. Ela não é um espetáculo para os outros; é uma engrenagem interna que só funciona sob pressão. Se você espera uma plateia para ser corajoso, você não busca evolução, busca validação. E a validação é uma âncora, enquanto o movimento é o vento.
Por fim, entenda que o seu maior adversário não está no futuro, mas no retrovisor. O ontem é um mestre generoso se você aprende com ele, mas um carcereiro cruel se você o carrega nas costas. Se você não derrotar o peso dos seus erros (ou até dos seus antigos sucessos) hoje, eles se tornarão o "porquê" do seu fracasso amanhã. O amanhã deve ser um campo limpo, não o depósito de entulhos de um passado que você se recusou a vencer.
_Suedson Corey
Reflexão: Muitas vezes, confundimos fé com um pedido de providências, quando, na verdade, ela é um exercício de rendição.
Assinar um papel em branco é o maior ato de coragem que existe. Significa dizer ao Universo: "Eu não conheço o roteiro, mas confio no Autor". Nós nos preocupamos com a estética do agora — com os erros de ortografia e as rasuras dos nossos tropeços. No entanto, quando olhamos para trás, percebemos que as curvas que julgamos erradas foram as que nos levaram aos melhores destinos. A caligrafia divina não usa linhas retas para nos ensinar a voar; ela usa a profundidade.
A dor tem uma voz muito alta, mas a esperança é mais persistente. Ela não nega o sofrimento, mas retira dele o peso da eternidade. Se a dor fosse o ponto final, a vida seria um livro interrompido. Ver a dificuldade como um intervalo muda o jogo: o intervalo serve para descansar, recalibrar e preparar o palco para o próximo ato. O presente pode estar barulhento, mas o futuro está logo ali, sussurrando que o melhor ainda não foi revelado.
A neblina é uma ilusão de ótica, não uma mudança na realidade. Quando você caminha no frio e no cinza sem enxergar um palmo à frente, a sua mente diz que o mundo sumiu. Mas a crença é a memória do sol. É saber que as montanhas não se moveram e que as flores não perderam a cor; elas apenas estão esperando a luz certa para reaparecerem.
_Suedson Corey
Poetisa
Dizem que mulheres
que escrevem poesia
de verdade não se identificam
mais como poetisas,
Eu que não tenho
compromisso com a realidade
permito-me escrever poesia
para fugir da grosseria,
e sempre que eu quiser
me identificarei como poetisa
todas as vezes que for renascer
nesta vida onde muitos
deixaram perder o sentido de viver.
Nem sempre a verdade
corresponde a realidade,
Nem toda a Taioba foi
feita para se alimentar,
Em tempos de disputas
de narrativas prefira ficar
com a poesia porque
com ela possível conversar,
O tempo é precioso demais
para permitir em vão gastar.
[[[Não insista ter razão;
melhor é parar de guerrear!]]]
Eu deixo você ir embora,
O tempo sabe a hora,
- se não for de verdade,
Você já pode ir agora,
Quero um aconchego
Com sabor de sossego,
- se é amor de verdade,
Enfrento até o medo.
Quando se ama, se divide
Até o maior segredo,
- se você é anjo que caiu do céu,
No meu colo
Eu te recebo.
Tenho em mim a alma
De todos os continentes,
- o meu espírito é cigano
O cigano só muda de lugar,
Mas o amor sempre
Leva com ele.
O amor quando acontece
É o maior dos presentes.
Talvez você não conheceu o caminho
Do amor e da afeição,
- o amor quando acontece
Tem a paciência que só vem do coração.
Se é amor de verdade, não corremos perigo;
- quero te amar até na tempestade,
E também ser o teu ninho.
O amor segue os nossos passos,
- sem escravizar um ao outro,
Eu ocupo os teus sonhos,
E você os meus planos.
Conheça um pouco mais
Desse espírito crítico,
- amor sublime, amor....
tenha juízo, por favor!
Eu te observo desde de sempre, e ainda quero
Acreditar que você existe amor!
Esse sorriso quando sorri é para tentar
Transformar esse mundo sombrio,
Mas não significa que ele
Não te pertença,
Sou tua caça, e ser tua
Caçadora bem atenta.
Toda a palavra tem
o dever de trazer
a paz e a verdade,
todo o poeta é
amigo da verdade,
cada verso aqui é
para o General,
uma tropa e nossa
América Latina.
Recordo sempre
para que da tua
memória não
seja esquecida
a grave injustiça:
há pouco mais
de três floradas
da flor nacional,
o General foi preso
numa reunião
totalmente pacífica.
Notícias deixaram
a cabeça confundida,
a audiência foi adiada,
Justiça atrasada
não é e nunca será
a verdadeira Justiça
Muita gente ignora
a paz e a reconciliação
com quem pensa diferente,
a bondade precisa
de gente de boa vontade.
E sem acesso ao devido
e justo processo legal:
continua preso
injustamente o General.
Minha Verdade não se Negocia
Para sermos nós mesmos, é necessário deixar de lado as hipocrisias e ir direto ao ponto. Não é porque sou escritora e trabalho meu lado espiritual que preciso agradar a todos e engolir seco tudo o que vem pela frente.
Ser escritora ou buscar a espiritualidade para ser melhor não significa que eu tenha que ser boazinha e permitir que as pessoas pisem em mim, ou aceitar aquilo querem que eu seja. Não.
Ser nós mesmos e buscar o crescimento espiritual, é reconhecer que existem leis e direitos. Que existem regras. Que precisamos ser justos, bons de coração. Que as coisas precisam ser boas para ambas as partes, e não apenas para um lado.
Quero deixar registrado que não é porque escrevo sobre a vida – seus percalços, suas incógnitas, seus mistérios – que devo deixar de lado a minha verdade, os meus desejos e as minhas emoções.
Buscar evolução não significa aceitar desrespeito.
Bondade não é fraqueza.
Compreensão não é submissão.
Existem limites.
Existem direitos.
Existe verdade.
E eu não deixo a minha de lado para caber nas expectativas dos outros.
Rita Padoin
SOBRE MIGALHAS
Quantas vezes estendemos a mão e o que nos sobram são migalhas.
A verdade é que na era do egocentrismo as relações ficam pra segundo plano.
Não é de todo errado nos priorizarmos mas, o fato é que aquelas sementinhas que deveriam ser plantadas não estão gerando frutos.
É a velha história do primeiro eu, segundo eu, terceiro eu...
Não há mal em ser o protagonista, mas a pauta aqui é sobre reciprocidade.
A vida nos pede essa troca, é quase que nosso oxigênio das relações.
Sejamos por inteiro por onde andarmos.
Quando você lê a bíblia 3x por semana, você começa a conhecer Jesus e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.
Quando Você lê a bíblia 4x por semana, guardei a palavra do Senhor no meu coração, para não pecar contra ti.
Quando Você lê a bíblia 5 vezes por semana, ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum.
Quando Você lê a bíblia 6x por semana, posso todas às coisas naquele que me fortalece.
Quando Você lê a bíblia 7x por semana, sede santo, porque eu sou santo.
(Palavra ministeada: igreja Emanuel Jesus é o Pastor)
06-09-2020
É verdade que estou apagando a luz e nós sabemos disso.
Vivemos belezas e feiuras, doçuras e amarguras, completudes incompletas
Vivemos dilemas baseados, por vezes, em querer
E por outras vezes, numa quase absoluta razão
Foram muitas estranhezas, incertezas e inquietações
Simplesmente por teimar em não entender o que já sabíamos
Você e eu mudamos...de endereço, de escolhas, de atitudes
Naturalmente, assim como acontece com todas as pessoas
Simplesmente pelo simples fato de que o tempo passou
Continuaremos a residir um no outro, mas somente no território
Dos momentos guardados na lembrança
Eu vi você partir e teimei em criar um lugar pra chamar de nosso
Aos poucos percebi que ficamos somente o lugar, eu
E uma luz de esperança acesa
A nos arrastar em esperas infindáveis
Hoje estou saindo do lugar, dei-me a chance de continuar
Necessito apagar a luz
Libertei-me do que prendia-me você
