Textos de Verdade

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A gente nunca vai saber, de verdade, o que o outro está pensando.
Porque pensamento é território íntimo, é silêncio que só mora dentro de quem sente.
A gente também nunca vai saber exatamente o que o outro está sentindo.
Sentimento não se mede, não se compara.
O que dói em mim pode não doer em você — e o que te quebra, talvez o outro nem perceba.
Por isso, dizer que alguém está bem é fácil.
Difícil é enxergar além do sorriso, além da frase pronta, além do “tá tudo bem”.
Só quando a gente tenta se colocar no lugar do outro, com empatia e respeito, é que começa a entender um pouco do peso que ele carrega.
Vivemos cercados de abraços vazios.
Pessoas que encostam o corpo, mas não entregam presença.
Que abraçam sem sentir, escutam sem ouvir, ficam sem realmente estar.
E tem uma coisa que eu aprendi:
pena não é amor, não é cuidado, não é apreço.
Pena machuca. Apreço acolhe.
Pessoas vêm, pessoas vão.
Algumas se perdem no caminho.
Outras, infelizmente, já não estão mais entre nós.
Mas existem aquelas que o tempo não apaga, a ausência não arranca, e a morte não as leva.
Essas ficam.
Ficam na memória, no coração, e em tudo aquilo que nos ensinou a sentir diferente.

A Carta

É hora de relatar a minha verdade, tudo junto e embolado.
Sei lá a quem possa interessar, mas é assim, a minha verdade é sempre uma mentira para mim.
Sempre digo o que sinto verdadeiramente para os outros, mas para mim mesma, sempre minto.
Escondo de mim as coisas boas da vida, tudo o que possa me levar ao êxtase.
Tenho medo da verdade, ainda que pareço uma pessoa forte, sou mais fraca do que alguém possa imaginar.
São tantos os meus medos que não tenho como expor.
Não faço o mal, não desejo o mal. Se não posso ter uma opinião para o bem, me calo.
Entrego-me as causas de pacificação, mas minto para mim.
Minto para mim mesma sem misericórdia, sem paz interior.
Tudo que é mais para fora é menos para dentro.
Eu fujo de mim e doo tudo de melhor que na presença de mim mesma não consigo me dar.
Não aprendi a conviver comigo, não sei quem sou, não me conheço.
Meu cérebro é tão confuso que borbulha.
Sou um espectro de mim mesma.

“Vence quem suporta.”
Essa frase carrega em si uma verdade profunda — não fala apenas de resistência, mas de força silenciosa, persistência e coragem que não precisa ser barulhenta para ser real.
Na vida, nem sempre quem vence é o mais rápido, o mais talentoso, o mais admirado ou o mais favorecido pelas circunstâncias. Muitas vezes, vence quem aguenta continuar trabalhando apesar do cansaço, quem levanta depois de cada queda, quem não se deixa paralisar pelo medo, quem persiste quando ninguém está assistindo.
Suportar não é sinônimo de sofrer em silêncio sem reagir — é escolher não desistir mesmo quando tudo dentro de você clama por desistência. É reconhecer que até as tempestades mais fortes passam. É aprender com cada desafio, porque o caráter se fortalece na adversidade, não na facilidade.
Suportar é ter resiliência — o poder de se dobrar sem quebrar. É transformar dor em aprendizado, tropeços em sabedoria e limitações em impulso para seguir em frente.
Por isso, quando dizemos “vence quem suporta”, celebramos a resistência que cria campeões verdadeiros — não apenas vencedores de uma batalha, mas de uma jornada inteiramente vivida com honestidade, coragem e coração firme.
E no fim, quem suporta não apenas vence — transcende.

A verdade de um passado: quando "feliz dançando com o cotidiano que balança mais não cai, quando só ou rodeado, não importando quem vem ou vai se ficava só"!
"Sob a luz que tolhe a noite com o objetivo de me mostrar, me queimei nos epílogos por me revelar, e herdei uma horda de pandemônios de arrepender, com suspiros gritantes de dentro para fora do vazio em mim"!
"Veio a saudade trazendo uma cesta cheia de expectativas, desleais, com às recordações numa falsa claridade se mostrando em conforto, traduzindo no desconforto sem poder toca-la"!
"Nos dias depois do fim e nas noites sem fins do fim, com a mente diante de uma alcateia faminta das fraquezas do coração, a vida vivia cortando o ar dos pulmões inúteis da atmosfera daqueles erros"... enfim e sem meu fim aprendi com eles!

A vida é clara, pessoas que tropeçam; o que se conecta e reflete em um espelho é a verdade, e não um ator!
Certos recomeços é uma escolha brutal, entre ter paz ou trilhar um caminho pantanoso... já conhecido: nesta hora é melhor pedir permissão e consultar as cicatrizes!
Não é sobre ser único e diferente, mas sobre ser inteiro: todo desconfiado é um alvo apetitoso para uma fome expansionista de dúvidas... dê tempo ao tempo e ele mostra!
Minha história é feita de paixões e pessoas e não me arrependo de muitas coisas, mas de certas coisas... apesar de muita luta e espera, quantas pessoas no mundo conseguiram o que eu consegui"?

Eu não tenho uma estória, tenho uma verdade: "existem olhares que prometem algo em silêncio, mas depois se fecham"!
Rejeição dói, amor não dói; eu não consigo viver com talvez, se é como um pouso não programado!
Existe um velho ditado, um pouco sinistro até: "é melhor usar uma camisa usada, do que usar uma nova sem botões"!
Vou fazer um pedido, de coração para outro coração: algumas vezes e muitas até, aprendi a comemorar um final com um começo, mas às vezes o melhor começo pode não ser o primeiro começo!



Sou louco, enfim é verdade!
Mas antes, quero esta loucura!
Do que outro estado, sem liberdade!
Porque sou livre! Neste estado, que perdura.

Louco! Mas quem é louco?! Eu?...
Ou os outros que me perseguem?
Tu também, o és. Nesse sentir teu.
Eu sou! Mas sou, porque assim, louco me fizeram!

Tu tornas-te louco! Louco!... louco!…
Eu não. Nunca fui de outro modo…
Nasci louco e continuei… Mais um pouco!

Mas tu és louco e não eras!...
Eu sendo, sempre louco, estou amando sem medo.
Com amor de loucuras de outras, eras!

⁠Dor



Dói-me a alma, sim, muito de verdade, dor de sofrimento,
todas as dores custam, em todo o tempo, para sempre.
Mas a minha dor é também a tua, que tu tens de verdade,
mas tu sofres calado a tua grande de sempre ansiedade.


Mas eu decidi, em mim mostrar a minha dor, mais a tua,
neste meu padecer, neste meu estado de existir, de sentir.
Mas eu e tu por nossas culpas, o sofrimento nos veio atingir,
o nosso mal mais o do mundo, sobre nós ele actua...


Mas aquele que não fez nada de errado, mas tudo bem feito,
levou com os pecados do homem e do universo, em seu ser.
E por isso morreu naquela cruz, sem nada de mal fazer.


E sabes quem foi o que por nós morreu, com efeito?
Foi o próprio Deus, que é o verbo, o Deus encarnado.
Jesus Cristo, sem pecado, que da morte há ressuscitado!

Outro encontro contigo.
Outra vez você não foi.
Na verdade eu já sabia,
fui só pra confirmar
que você não é presença,
é promessa que não sai do papel.

Tolice tua imaginar
que eu ainda me importo.
A tua ausência não disputa
com a minha presença.
Eu chego inteiro
mesmo quando ninguém chega.

Não te espero.
Não te imagino.
Não te coloco no caminho.
Minha estrada é deserta
porque eu escolhi seguir,
não porque faltou companhia.

Aqui não existe meio termo,
nem passo atrás disfarçado de saudade.
Quem anda comigo tem a própria decisão,
quem hesita fica no acostamento.

Eu sigo.
Sem sinal, sem retorno, sem você.

Pensamento III
Ignorância ou liberdade
I.

Se a verdade liberta,
por que tantos fogem dela como se fosse fogo —
e acolhem a mentira como se fosse mãe?

Se há ordem nas estrelas,
por que reina o caos no coração?

O que distingue o dom da graça
da encenação fria do hipócrita?

Conhecer o bem e praticar o mal —
seria ignorância? Ou liberdade em rebelião?

II.

O que perdeu Deus ao dar o livre-arbítrio?
— O controle.
Mas o trocou pela chance do amor verdadeiro.

III.

Deus correu o risco do mal
para criar seres livres o bastante
para recusá-lo —
e, por isso mesmo, capazes de escolhê-lo.

IV.

O que separa o dom da graça
da máscara do hipócrita?

— A intenção:
um se entrega,
o outro apenas representa.

⁠"É uma grande verdade universal que, muitas vezes ou na maioria delas, ninguém nesta vida consegue manter com frequência uma consciência totalmente limpa. Encarando a realidade, para ser honesto, ninguém ao longo do caminho que iremos percorrer nesta existência conseguirá manter-se 100% nesse quesito."

Raphael Denizart

"Entre minhas dúvidas e despertares, sem uma verdade como um espelho incomodo": viver é um enigma, generoso ou perverso!
Na vida algumas idéias sempre viajaram na imensidão de um vazio, em busca de nada: "este veneno é certeiro, e encerra um assunto"!
"Mas, à medida que essa conversa adianta, me surge uma verdade muito mais silenciosa que perturba a narrativa": o hábito de uma vida se distrair excedente leva a um mundo ilusório e à frustração!
"O hábito de quebrar certas promessas, faz com que às pessoas me trate com certo desprezo": às práticas que mudam um ser raramente são aquelas que o mantêm confortável, se dói!

VERDADE DE UM DESASTRE
Um dia me disseram que a água nunca iria acabar, e é verdade, só esqueceram de avisar que essa água era a água do mar!
A pergunta que ninguém ouviu, onde está essa estrada que era um grande rio? Era tão cheio, mas tão cheio, que de repente tornou-se vazio e ninguém mais o viu, a resposta que dão é que simplesmente tudo sumiu.
Mas não pode faltar água na caixa d’água, senão as pessoas ficam encanadas, dizem que é seu direito e se tornam bravas, está tudo sujo e precisam lavar as calçadas, desperdiçam nossa água doce como se fosse um nada, que não se acaba, estão todas essas pessoas muito erradas.
E o céu que suas cores eram brancas e azuis, também se tornou preto de dia de tanto urubu, e estão apenas fazendo sua parte, pois se tornou uma grande carniça todo esse desastre.
As nuvens não se fecham mais, o céu e a terra se abrem, o que antes era certeza, hoje é um talvez quem sabe... e até quando vamos viver tudo isso? Talvez até que os dias se acabem...
Os animais já não têm mais moradia, se encontram cobras dentro de casa, embaixo da bacia, sem direito algum sofrem grande covardia, mais um bicho morto, mais um bicho sem vida....
E a grande caçada é pela solução, ser humano no lugar dos pés arranca com as mãos, não sabe onde é a lata de lixo, joga tudo pelo ar um grande perigo e isso tudo tem poluído, o que só se aumenta e não tem diminuído... por favor inventem um remédio logo para tudo isso e que seja logo distribuído, em vacinas, doses e em grandes comprimidos.
Quero ver esse mundo de novo com mais água e um inverno frio, quero que as pessoas se esvaziem do mal e possam encher os rios, que entendam que agora já é tarde e amanhã será tardio;
Espero que eu e você façamos nossa parte, ajudar sempre foi obra de arte, que assim tudo mude, tudo se encaixe e eu possa mudar de assunto que não seja desastre uma verdade que invade de forma covarde.

⁠É triste, mas, é verdade!!!
As pessoas com deficiência são vistas ainda com muito estigma pela sociedade, seja por falta de conhecimento, ou mesmo, pelo próprio preconceito impregnando nas interações sociais. É bem uma realidade, as pessoas não aceitam quem somos. A sociedade meio que impõe que uma pessoa cega deve enxergar, que uma pessoa surda deva ouvir, que uma pessoa com deficiência física deva andar e ser ágil como qualquer pessoa, que a pessoa com deficiência intelectual deva pensar tão rápido como as demais pessoas, e, que uma pessoa autista deva interagir e se socializar como qualquer outra pessoa.
É triste, mas, é verdade!!!
A cada dia que passa, observo que ter empatia e alteridade não é tão fácil, não é toda pessoa que guarda em seu coração esses princípios. Às vezes, até as próprias pessoas com deficiência são preconceituosas consigo mesmo e com as demais pessoas. Muitas das vezes, observo oque existe de verdade é o egocentrismo vestido de humildade, a maldade vestida de bondade e a falsidade vestida de generosidade.
Com isso, não consigo mais confiar em pequenas e simples palavras!!!
Assim, diante de tudo, vivo a minha verdade! Porquê vivendo a minha verdade, não corro o risco de me decepcionar, de me entristecer e de me esvanecer em uma prisão da minha própria mente.

...E de repente você se conecta com o olhar da pessoa e, percebe verdade, alegria, solidariedade e empatia.
Então você se encanta, até pelos defeitos, que na verdade, é a manifestação da humanidade em sua abordagem mais límpida. E isso te faz rir. A admiração se dá por conta de pouca gente no mundo ainda possuir tamanha coragem de ser de verdade.
Logo você estará vivendo quase o que Kant chamou de moral pura, sem vantagem, sem retorno: apenas por entender que é justo.
E acha a voz, o olhar, o sorriso: tudo é belo.
Então vem a fase de defender, proteger, rebater críticas injustas, ser desaprovado por supostos amigos e criar inimigos dentro da própria família. E assim, você que estava na sua inércia e não se importava com nada (queria que o mar pegasse fogo para comer peixe frito), sente o que normalmente acontece no amor de pai ou mãe com os filhos, entre irmãos e amigos de verdade.
E você está sentindo exatamente isso por alguém. Isso é o amor. Você alcançou a eudaimonia.

Verdade!!!



A verdade é um silêncio eloquente,
Um sussurro que ecoa no coração da gente.
Não precisa de voz, não precisa de som,
Ela é, simplesmente, a essência do ser, sem dom.


O homem que a carrega é um templo vivo,
Um guardião da chama que arde, intocável e divino.
Sua alma é um espelho que reflete a luz,
A verdade que brilha, sem sombra de dúvida ou cruz.


Ele não precisa falar, não precisa gritar,
A verdade o envolve, como um manto de paz, sem igual.
Ele é a aurora boreal em ação, a justiça em movimento,
Um farol que ilumina, em meio ao turbilhão do tempo.


A verdade é imaculada, pura e intacta,
Não se deixa corromper, não se deixa manchar.
É a rocha que resiste, ao vento e à tempestade,
A verdade que permanece, inabalável, sem idade.


O homem que a carrega é um herói anônimo,
Um guerreiro da luz, que enfrenta o desafio.
Ele não busca aplausos, não busca reconhecimento,
A verdade é seu prêmio, seu refúgio, seu coração.


Leila Boás 04/12/2025

Adorados

É verdade! Hoje na Assembleia de Deus, há pastores que querem ser adorados! Há grandes teólogos, que se valem da sua posição. Há crentes que olham para eles como ídolos! Estes pastores não sofrem, nem querem sofrer! Muitos apenas amam o dinheiro e não o Senhor! E mais ainda...!

Deus! Eu te agradeço pela tua presença em mim, nestes 62 anos de idade! É verdade que não me curaste, desta doença de Parkinson! Ainda assim eu te amo! Porque tu estás comigo! Permite Senhor, que eu sempre aceite, o que tens preparado para mim! Faça-se a tua vontade e não a minha!

Abençoa, a minha família, neste ano que está a começar! Abençoa todos os amigos! Assim seja amém!

Costumamos eternizar
coisas que, na verdade,
não têm mérito algum
para serem eternas.


Amores que não se concluíram
ganham status de perfeitos
justamente porque ficaram pela metade.
Nessa ausência de fim,
mora uma pergunta insistente:
e se…?


O inacabado seduz.
Não foi testado pelo tempo,
não enfrentou a rotina,
não precisou permanecer.


Por isso parece grande,
quando na verdade
é apenas incompleto.


Talvez seja hora
de valorizar o que é real,
o que é existencial,
o que ficou
e escolheu ficar.


E, sobretudo,
parar de cultuar
aquilo que não teve coragem
de se tornar inteiro.


Nem tudo o que não acabou
merece ser eterno.


Algumas coisas
apenas ficaram pela metade porque era exatamente
até ali que podiam ir...

Todos que me disseram Adeus esperando um Te vejo novamente. Sabem que é verdade o que vou dizer:
Eu levo a sério cada palavra se eu alguém me diz Adeus tenha certeza que nunca mais irá me ver. Se sumir por um tempo não se preocupe em voltar, tenha a certeza que vou separar meus caminhos e você nunca mais irá me encontrar.