Textos de Tragédia
Aos meus dias de pranto,
às vertigens ocas
espaços inexplorados
e às virgens destrambelhadas
o meu aplauso.
Às flores de lótus
quimeras incendiadas
de paz e opala
minha rendição.
À poesia, mãe amada
companheira de glória e infortúnio,
única e dedicada amiga
todas as pérolas,
poemas, almas decepadas
ouro, platina,
filhos que amei
sem parir e chorei.
Agonia que jamais ousei
de meu ventre
amor aos pedaços
pela enseada de azul e nada.
À poesia e somente a ela
todas as alegrias,
todas as tragédias!
Desastres Ambientais ... ser humano desastrado...
Eu me preocupo com todos esses frequentes desastres ambientais,
da mesma forma que me atemorizo com toda a banalização
com que o ser humano reage diante de tais desastres,
como se fossem considerados fenômenos corriqueiros.
Vivemos uma era de graves e irremediáveis tragédias ecológicas
onde somos uma sociedade que com profundo desinteresse superficialmente se interessa do clamor da notícia e nada mais.
Desastres!
Boa tarde, que hoje em oração, possamos ajudar na intuição, dos que se dispõem ao resgate, de desaparecidos, ou acometidos por tragédias, provocadas pelo ser físico ou falências estruturais, que por anos se deteriora sem as devidas manutenções.
Que meu pai nos permita intervir a favor destes que necessitam de socorro!
Que assim seja feita a vossa vontade!
Amém.
Entendo que o amor e a tragédia andam de mãos dadas, porque não podem existir sozinhos, mas ainda assim me pergunto se a troca é justa. Acho que um homem deveria morrer como viveu; em seus últimos momentos, deveria estar cercado e ser confortado por aqueles a quem sempre amou.
(Ira Levinson - Uma Longa Jornada)
Sinfonia dos niberlungos
vejo em ti a tragédia grega
Schopenhauer, já dizia que não devemos atar
atar em terras que não são nossas
O levante, cai-se a gota,
fecha-se os olhos e respira
cadê o prazer de cada momento
o prazer de cada momento é a sua dominação
Fechei os olhos,
me perdi,
cadê a semente que estava ali?
ah!
esqueci de regar.
Choro no pampa
Na vastidão dos pampas, onde o céu abraça a terra,
Eu vi a água subir, tragédia que desespera.
Rio Grande em pranto, suas lágrimas a correr,
Levando casas, sonhos, num lamento sem poder.
Chora o gaúcho, de bombacha e alma lavada,
Pela perda dos seus, pela lida inundada.
No galpão submerso, a tristeza era senhora,
E as fotos dos antigos, agora só na memória.
Sem teto, sem abrigo, sob o manto estrelado,
O peito da gauchada, de saudade foi cravado.
Perdido o que se tinha, construído com suor,
Restou só a esperança, e o peito cheio de dor.
Mas veio a solidariedade, de todos os cantos, a brilhar,
Brasileiros de mãos dadas, prontos para ajudar.
Do Oiapoque ao Chuí, um só coração pulsante,
Na tragédia das enchentes, somos todos irmãos, adiante.
E assim sigo campeiro, com o pala a me cobrir,
Na certeza que o Rio Grande, há de novamente florir.
Com a força do meu povo, e a ajuda nacional,
Reconstruiremos tudo, num esforço sem igual.
Esta poesia reflete a resiliência e a união do povo gaúcho e de todos os brasileiros
diante das adversidades, mantendo viva a esperança de que unidos venceremos todas as adversidades.
Roberval Culpi
08/05/2024
Há muitos anos, um hospital foi fechado após uma tragédia misteriosa: durante um apagão, vários pacientes desapareceram sem deixar
Outros relatam que, se você entrar no hospital depois da meia-noite, os elevadores funcionam sozinhos, abrindo as portas para andares que não existem mais.
Reza a lenda que quem ousa descer até o porão, nunca mais volta — apenas os gritos são ouvidos do lado de fora, pedindo socorro.
A Indiferença é a Verdadeira Doença
“A maior tragédia da humanidade não é a dor, mas a indiferença.
Vivemos em um mundo onde curamos corpos, mas adoecemos almas.
O conhecimento avança, mas o coração esfria — e sem compaixão, nada resta. A verdadeira doença não está na carne, mas na mente entorpecida pelo egoísmo. Desperte antes que a apatia te transforme em apenas mais um espectador da vida.”
É uma tragédia sem vilões,
Que parte os nossos corações,
uma mãe que se consumiu a dar,
filhos que permanecem sem poder salvar,
e um mundo que assiste em silêncio.
Não é só tristeza.
É a respiração difícil da impotência,
quando o amor sobra
e a dignidade falta.
Janeck Tolentino
Tragédia dos que Chegaram Antes do Tempo
A evolução humana não ocorre por aclamação, mas por ruptura. Toda consciência que ultrapassa o limite do aceitável é, antes de tudo, tratada como ameaça. O pensamento que se eleva demais deixa de ser visto como virtude e passa a ser classificado como desvio. Assim, a história da humanidade não é apenas a história do progresso, mas também a história da repressão ao pensamento.
Houve épocas em que o poder decidiu o que era verdade. Não a verdade enquanto busca, mas a verdade enquanto norma. Quem escapava dessa moldura era enquadrado como perigoso. Não por errar, mas por deslocar o centro. O saber, quando não serve à ordem estabelecida, transforma-se em crime. E o crime, quando ameaça o poder, recebe o nome de loucura, heresia ou bruxaria.
Os que enxergavam além da caverna eram os primeiros a serem punidos. A luz que carregavam feria os olhos de quem havia feito das sombras sua morada. Ao retornar para contar o que viram, não eram recebidos com escuta, mas com riso e violência. O riso é sempre o primeiro gesto de quem teme perder suas certezas.
Chamaram-nos de doidos. Mas talvez fossem apenas homens que ousaram criar seus próprios valores, recusando-se a ajoelhar diante das verdades herdadas. A moral dominante sempre desconfia daquele que não pede permissão para pensar. Aquele que rompe não é compreendido; é neutralizado. Não porque esteja errado, mas porque revela a fragilidade do que parecia absoluto.
A sociedade, para preservar sua estabilidade, produz mecanismos sutis de exclusão. Primeiro o discurso, depois o julgamento, por fim o silenciamento. O corpo pode até permanecer vivo, mas a voz é retirada. Não é necessário matar quando se pode desacreditar. Assim, o poder se perpetua não pela força bruta, mas pela administração do que pode ou não ser dito.
Os chamados loucos talvez fossem apenas consciências fora de época. Espíritos que chegaram cedo demais, portadores de um excesso de lucidez insuportável para seu tempo. A humanidade precisa deles para avançar, mas os rejeita enquanto ainda vive sob o peso de suas próprias sombras.
O paradoxo se repete: o pensamento que hoje é condenado será amanhã ensinado. O herege se transforma em fundamento. O desvio vira método. O louco vira referência. O futuro sempre reconhece aquilo que o presente foi incapaz de suportar.
Talvez a verdadeira tragédia não esteja nos que ousaram ir além, mas naqueles que, por medo, escolheram permanecer acorrentados àquilo que já não era mais verdade.
Tragédia
E se tudo der errado amanhã?
Meus planos, meus sonhos,
Meus amores, minha sorte.
Eu me decepcionar com as expectativas,
Me perder em solidão
E em desejo de morte.
Se o amor não vingar,
O café esfriar,
A carência me dominar
E as angústias me atingirem como um corte,
Qual será minha reação?
Qual será minha resposta?
E se o mundo for realmente uma bosta?
Aposto que nada mudará:
O mundo não deixará de ser mundo,
Meus amigos não serão menos amigos,
Meus planos serão reconstruídos
E eu ainda não terei inimigos.
Não serei menos do que já fui,
Não serei mais do que já sou,
Não ficarei mais louco
E não perderei minha fé no amor.
Os jardins ainda serão floridos,
As cores ainda coloridas,
A água ainda será molhada
E a entrada ainda terá uma saída.
Se eu bater violentamente
No absoluto fundo do poço,
Ainda serei eu mesmo,
Ainda poderei subir de novo,
Ainda vou querer ser feliz,
Ainda vou gostar do som da chuva,
Ainda sofrerei quando sentir dor
E ainda apreciarei a luz da lua.
Se tudo der errado amanhã,
Será exatamente igual a hoje.
A V C A
Só percebemos a fragilidade humana, quando a tragédia se avizinha, ou bate em nossa porta.
Pode ser que, os minutos gasto com este texto, sejam o suficiente para identificarmos o quão distante estamos de nós mesmos.
Não quero que você pense que sua vida está por um fio, mas preciso que tomes a consciência que a vida é uma incerteza constante, e o que temos para fazer, precisamos fazê-lo hoje!
Presenciei uma pessoa de meia idade com seus movimentos limitados em consequência de um acidente vascular cerebral, ahh! quanta vida pela frente, pensei, chorei por dentro, lamentei....
De fato, quando não dedicamos tempo para cuidar de nossa saúde, seremos obrigados a perder tempo com nossas doenças.
Não me prendo a junção dos fatores fisiológicos e emocionais que culminaram no ocorrido, mas reforço o sentimento de paz, por ter feito tudo o que se deveria, antes do mal que lhe sobreveio.
A importância de darmos nosso melhor, de priorizar aquilo que realmente importa, Criticar menos, abraçar mais, elogiar mais em vez de apontar falhas, e viver com capricho, faz toda diferença.
Capricho é fazer o melhor com as condições que se tem no momento.
Melhorar é uma meta vital, renovada a cada patamar alcançado, e viver com capricho torna o intangível uma realidade possível e agradável.
AVCA, a vida começa agora, sim estamos existindo, passamos a viver quando deixamos de agir no automático, quando decidimos o rumo que queremos, pois o futuro se torna muito agradável para aqueles que vivem extraordinariamente o presente.
O JARDIM QUE NÃO FOI VISTO.
Há uma tragédia silenciosa que não se ergue em gritos, mas em ausências. Não é o abandono de Deus que dilacera a alma humana, mas a incapacidade de percebê-Lo quando Ele se faz simples. Eis o drama antigo e recorrente. Procurar o Altíssimo nas alturas inalcançáveis, enquanto Ele repousa na intimidade humilde do próprio quintal.
A imagem que se desenha é teologicamente profunda. O Senhor não se impõe como espetáculo, mas insinua-Se como presença. Perfuma as flores, isto é, santifica o ordinário. Assenta-Se no jardim, isto é, habita o espaço cotidiano. E ainda assim, o espírito inquieto O ignora, porque espera trovões onde só há brisa.
Não lavar os pés do Senhor não é um gesto físico omitido. É a metáfora da negligência moral. É deixar de servir, de amar, de reconhecer o sagrado no próximo, no instante, no dever singelo. Não ouvir Sua voz não é surdez dos ouvidos, mas dispersão da consciência, absorvida pelo ruído das próprias angústias.
“Por que, Senhor?” não é uma pergunta dirigida a Deus. É um eco que retorna à própria alma. A resposta, ainda que dolorosa, é clara. Não foi crueldade deliberada. Foi desatenção espiritual. Foi o esquecimento de que o divino não se revela apenas no extraordinário, mas sobretudo no constante.
A tradição evangélica sempre insistiu nesse ponto. O Reino não vem com aparência exterior. Ele já está entre nós, oculto naquilo que não valorizamos. E é precisamente aí que se dá a maior perda. Não reconhecer o que sempre esteve presente.
Mas há um consolo austero. Se o Senhor esteve no jardim, Ele não partiu. A presença divina não se ofende com a ignorância humana. Ela aguarda. Silenciosa. Fiel. Persistente.
O que se exige agora não é desespero, mas lucidez. Não é culpa paralisante, mas conversão do olhar. Ver o que antes foi ignorado. Ouvir o que sempre foi dito em silêncio. Servir onde antes houve indiferença.
Porque o verdadeiro reencontro não acontece quando Deus retorna. Ele nunca se ausentou. Acontece quando o homem finalmente aprende a enxergar.
E nesse instante, o jardim deixa de ser apenas terra e flor. Torna-se altar.
MIGALHAS DA GRANDE MESA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Existe uma silenciosa tragédia moral no coração humano contemporâneo. O homem aprendeu a medir grandezas pela abundância exterior, mas ainda não compreendeu que a verdadeira riqueza pertence ao domínio invisível da consciência. Enquanto o mundo contabiliza patrimônios, o Espírito contabiliza virtudes. Enquanto a matéria exige acúmulo, a alma pede iluminação. É exatamente nesse contraste que o ensinamento evangélico apresentado em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 16, item 9, revela uma das mais profundas advertências espirituais já oferecidas à humanidade: o homem somente possui aquilo que pode levar consigo após a morte do corpo.
A inteligência cultivada. A moral edificada. A indulgência praticada. A caridade silenciosa. Eis os únicos tesouros incorruptíveis.
O ensinamento espírita desmonta a ilusão milenar da posse absoluta. Nenhuma propriedade material acompanha o Espírito além do túmulo. O ouro permanece na Terra. Os títulos ficam nos cartórios. Os aplausos dissolvem-se na memória coletiva. Porém, cada gesto de benignidade grava-se indelevelmente no perispírito como patrimônio eterno da consciência.
Quando Paulo aconselha, na Epístola aos Efésios, que sejamos benignos uns para com os outros, ele não oferece mera orientação moralista. Trata-se de uma lei psicológica e espiritual profundamente ligada ao mecanismo evolutivo do ser. A benignidade não é simples delicadeza social. É disciplina da alma. É engenharia íntima. É exercício de transcendência do ego.
Sob a ótica espírita, toda criatura humana encontra-se mergulhada num processo educativo de múltiplas existências. Cada convivência representa uma oficina de aperfeiçoamento emocional. Cada atrito humano converte-se em instrumento pedagógico para dissolução do orgulho. Por isso, Emmanuel recorda que o monopólio do trigo não elimina a necessidade de apenas algumas fatias de pão. O corpo possui limites naturais. A ambição, entretanto, não os possui.
A avidez humana nasce menos da necessidade e mais da insegurança espiritual.
O homem acumula porque teme. Retém porque desconfia. Exagera porque desconhece a própria imortalidade da alma. Quem compreende profundamente a continuidade da vida não transforma bens transitórios em fundamento existencial.
É por isso que a caridade independe da abundância.
Uma das mais belas lições do texto encontra-se justamente na valorização das pequenas ações. O Espiritismo ensina que Deus não observa apenas a exterioridade das obras, mas principalmente a intenção moral que lhes dá origem. Um copo de água oferecido com amor possui magnitude espiritual superior a fortunas distribuídas por vaidade. Um silêncio prudente diante do mal pode evitar tragédias morais irreversíveis. Um sorriso fraterno pode impedir que alguém mergulhe em desespero invisível.
Na maioria das vezes, o homem despreza essas delicadezas porque ainda está fascinado pela grandiosidade aparente das ações espetaculares. Contudo, o Cristo jamais vinculou o Reino dos Céus às demonstrações de poder terreno. Pelo contrário. Jesus engrandeceu os pequenos. Aproximou-se dos esquecidos. Valorizou os simples. Elevou pescadores, enfermos, viúvas e crianças à condição de símbolos espirituais.
A benignidade é uma expressão prática da humildade legítima.
O texto faz importante distinção entre humildade e servilismo. O humilde não é aquele que se anula psicologicamente diante dos outros. É aquele que venceu a necessidade de sentir-se superior. O orgulho deseja destaque. A humildade deseja utilidade. O orgulho exige reconhecimento. A benignidade serve mesmo sem aplausos.
Sob análise psicológica profunda, muitos sofrimentos humanos nascem precisamente da expectativa constante de valorização externa. Quando alguém executa tarefas invisíveis e sente-se ignorado, frequentemente revolta-se porque ainda condiciona seu valor ao olhar alheio. O Evangelho propõe libertação dessa dependência emocional. O bem verdadeiro não necessita de plateia.
A Doutrina Espírita esclarece que ninguém vive isoladamente. A interdependência constitui lei natural da experiência humana. O exemplo do automóvel apresentado no texto é extraordinariamente pedagógico. Um simples veículo depende de dezenas de profissionais invisíveis para existir e funcionar. Da mesma forma, toda sociedade humana sustenta-se numa vasta rede silenciosa de cooperação.
Isso destrói a ilusão da autossuficiência.
Ninguém cresce sozinho. Ninguém sofre sozinho. Ninguém vence sozinho.
Cada trabalhador anônimo participa silenciosamente da sustentação coletiva da vida humana. O orgulho, entretanto, impede frequentemente que o homem reconheça essa realidade. Por isso a benignidade converte-se em necessidade civilizatória. Sem ela, a convivência humana degenera em disputa, ingratidão e violência moral.
Quando Emmanuel convida à reflexão sobre a Tolerância Divina, ele conduz o pensamento a uma das mais sublimes percepções espirituais. Deus continua sustentando a humanidade apesar de suas guerras, crueldades e perversidades. O Cristo continua amparando consciências rebeldes mesmo sendo constantemente negado pelos próprios homens que afirma amar.
Há nisso uma revelação profundamente consoladora.
A misericórdia divina não funciona segundo os critérios estreitos do ressentimento humano.
O homem interrompe relações por pequenas ofensas. Deus sustenta séculos de rebeldia humana sem abandonar Suas criaturas. O homem exige perfeição alheia enquanto permanece indulgente consigo mesmo. O Cristo, ao contrário, continua oferecendo luz aos próprios perseguidores.
Essa compreensão dissolve gradualmente os sentimentos de vingança, mágoa e melindre. O ressentimento funciona como veneno psíquico. O indivíduo magoado aprisiona-se vibratoriamente ao mal que recebeu. Sob perspectiva espírita, cultivar rancor significa prolongar internamente a própria dor.
Daí a necessidade do perdão.
Não como submissão emocional. Não como negação da justiça. Mas como libertação íntima.
O texto alcança extraordinária profundidade ao perguntar o que teria acontecido se Jesus houvesse desistido da humanidade por causa da ingratidão humana. Essa indagação possui imenso alcance filosófico. Revela que o amor verdadeiro não depende da resposta recebida. O Cristo prosseguiu amando mesmo rejeitado. Continuou ensinando mesmo perseguido. Permaneceu servindo mesmo crucificado.
Eis a benignidade elevada ao grau sublime.
A Natureza inteira testemunha essa lei. A chuva não escolhe onde cair. O sol não ilumina apenas os bons. A árvore oferece sombra até ao lenhador que a golpeia. Toda criação divina ensina silenciosamente a generosidade espontânea.
O homem, porém, ainda luta contra si mesmo.
Por isso o Evangelho insiste tanto na transformação moral interior. Não basta conhecer conceitos espirituais. É necessário converter o conhecimento em sentimento vivido. A verdadeira evolução não ocorre apenas no intelecto. Ela acontece quando a alma aprende a amar sem cálculo, servir sem orgulho e tolerar sem humilhação.
A benignidade é uma das mais altas expressões da maturidade espiritual porque nasce da compreensão de que todos somos viajores imperfeitos na mesma estrada evolutiva. Hoje auxiliamos. Amanhã necessitaremos de auxílio. Hoje compreendemos. Amanhã pediremos compreensão.
E nessa sublime reciprocidade da existência, o Cristo continua chamando cada consciência humana para a grande mesa da fraternidade universal, onde até as migalhas do amor sincero possuem valor infinito diante da eternidade.
Fontes.
O Evangelho segundo o Espiritismo.
Pão Nosso.
Fonte Viva.
Vinha de Luz.
Bíblia Sagrada. Efésios 4:32.
#geeff #cems #espiritismo #kardec #revistaespirita #vidaaposamorte #psicologiaespiritual #doutrinaespirita #mediunidade #filosofiaespiritual #consciencia #despertar #lei #moral
QUIMERA FEMININA
O cruel coração sentiu toda a tragédia...
Sim! Ela me olhava com dois olhos brilhantes que armazenavam a luz, dois olhos ardentes de desejos, enquanto eu viajava deles para eles, fingindo estar calmo e adormecido, sentindo o calor do vulcão atrás deles...
Fitado ali, na profundidade, no vão da imaginação, vagueando o olhar na transparência ou opacidade de um vestido de organza, aquele tecido lhe tocando macio e vestindo aquela pele rosada e indefesa, tão singela, cobrindo a visão do céu em um ser tão hostil em sua essência, cheia de horrores...
Logo após, vagueei pelo deserto do sonho e voltei sem nada, apaixonado, suspirando, transpirando e apertando os espinhos...
Rosimara Saraiva Caparroz
copyright ©
A dor, o luto e a tragédia de todas as ordens são escolas muito duras, ninguém está imune a elas.
Acolher estes acontecimentos com coragem e respeito é dever individual e coletivo.
E sobretudo, é dever aprender com elas e da maneira que for possível cada qual da sua maneira ser o ombro amigo e a palavra amigo ou até mesmo o silêncio oportuno para quem precisa.
Ideal seria se conseguíssemos desafiar o cotidiano e estar acima das influências contemporâneas e incorporar como ato de vida formar uma rede de apoio social dentro do nosso espaço existencial.
Uma personagem clássica.
A vida é uma tragédia.
Sua história é uma epopeia.
Suas frases são versos.
Suas ações são uma peça.
Deixe-me ser sua simetria.
Faça-me bela como a nona sinfonia.
Torne-me o motivo da guerra de Tróia.
Lapide e crie a mais bela joia.
Contudo, o fim é cruel.
Não vou negar o que sinto por você,
E beberei cicuta.
Chamar-te-ei Tétis, e será minha ninfa,
E estarei preso nas tormentas.
Ficarei na incerteza de sua traição,
E serei mais um casmurro.
O Destino, autor da minha literatura
É inteligente e irônico,
Ele tornou-me um clássico,
Minha vida em folhetins que são escritos todos os dias.
(Tragédia de santa maria)
(Noticiario)Dia 27/01de 2013 um dia triste pra santa maria 231 pessoas
morrem em encedio em boate no Rio grande do sul...
lembrança dolorosa na mente dos irmãos..
que sobreviveram em meio ao caos naquela multidão
de corpos carbonizados..escutando um socorro desesperado..
parecia um daqueles filme de terror
uma pilha de corpos, cena de horror..é triste..
só mesmo deus pra poder confortar o coração
daquela mae que viu seu filho num caixão
é foda ver que o dinheiro vale mais que a vida
então me diz quantos sonhos que se perderam naquele dia..?
é triste irmão, não é novela,
realidade montruosa que deixo sequelas..
#31;
hoje novas estrelas brilharam no ceu..(2x)
vindas do sofrimento desse mar de fel..
hoje as flores parecem chorar..
lagrimas de tristeza soltas pelo ar..
agonia toma conta de todas familias..
querem uma resposta,querem justiça..
noticia tragica que percorre o mundo..
todos chocados, falando nesse assunto..
queria ta rimando sobre paz e amor
mas as imagens da tv são de puro sofrimento e dor..
é uma poça de sangue que não seca nunca mais..
queria que fosse só uma historia, infelizmente são fatos reais..#31;#31;
hoje novas estrelas brilharam no ceu..(2x)
vindas do sofrimento desse mar de fel..
hoje as flores parecem chorar..
lagrimas de tristeza soltas pelo ar..
#31;#31;#31;#31;#31;
Você acorda com tragedia é uma bosta, você passa o dia inteiro pensando... E se fosse comigo, um amigo meu, um filho, ou ate mesmo se fosse um inimigo... Não é porque eu desejo que paguem por todo mal, que quero que eles morram de uma forma tão desesperadora, sem fé e desesperados. Tem mortes que ninguém merece !
É dor e sofrimento mais que o nescessario para qualquer filho de Deus !
Na teoria, a tragédia é um gênero dramático de natureza gravíssima, já na prática, é uma situação tomada pelo medo e pela tristeza desproporcional onde o medo, é motivado na angústia em ter que fazer o reconhecimento e a tristeza, se soma ao desespero da confirmação de quem esta ali, inerte, é mesmo quem você tanto ama.
Pai, aos que o corpo despojaram peço que os receba em teus braços, e aos familiares dos mesmos, peço que mande seus anjos para acalentar a alma que tanto arde.
