Textos de Teus Olhos
SEM TUA PRESENÇA, EU ME PERCO EM MINHA DOR
Verso 1
Teus olhos revelam que eu nada posso esconder,
Senhor, diante de Ti, não há o que se esconder.
Meu coração é frágil, precisa do Teu calor,
sem Tua presença, eu me perco em minha dor.
Pré-refrão
Eu sou pó, sou tão pequeno,
mas em Ti encontro o renovo eterno.
Refrão
Vem, Senhor, traz vida ao meu ser,
sem Tua luz, eu não sei viver.
És o alento que me faz levantar,
vem, minha alma deseja Te encontrar.
Verso 2
Quebranta o orgulho, refaz o que se perdeu,
me guia ao caminho que ao Teu Reino conduz.
Não sou nada sem Tua presença, oh Pai,
vem e transforma as ruínas em paz.
Pré-refrão
Eu sou Teu, mesmo em fraqueza,
ergue-me com Tua imensa pureza.
Refrão
Vem, Senhor, traz vida ao meu ser,
sem Tua luz, eu não sei viver.
És o alento que me faz levantar,
vem, minha alma deseja Te encontrar.
Ponte
Tua voz é doce, como águas a correr,
lava minha alma, me ensina a renascer.
Teus braços são abrigo, Teu amor é sem fim,
vem, Senhor, faz morada em mim.
Refrão final
Vem, Senhor, traz vida ao meu ser,
sem Tua luz, eu não sei viver.
És o alento que me faz levantar,
vem, minha alma deseja Te encontrar.
FRASES E PENSAMENTOS DE ADEN BRITO POETA E COMPOSITOR
Em 11 de Abril de 2025, Manaus-AM
Todos direitos reservados, lei nº
9.610 de 19.02.1998
Entre idas e voltas
Havia em teus olhos um mundo oculto,
De receios e paixões em tumulto.
Tuas palavras eram como ondas no mar,
Que vinham e iam, sem jamais se fixar.
Quando em meus braços te deixavas cair,
O tempo parava, fazia-nos sorrir.
Na entrega, eras chama, fogo a arder,
Um segredo sussurrado que faz o peito tremer.
Mas logo o silêncio vinha como muralha,
E tu, assustada, fugias sem falha.
"Desta vez é o fim", juravas com dor,
Deixando em mim o eco do teu sabor.
Os dias passavam, o vazio crescia,
E então, numa noite, tua voz se erguia.
"Voltei, pois sem ti, a vida é vazia."
Mas teu medo ainda era tua poesia.
Te desejei no caos, nas dúvidas, nos porquês,
Entre idas e vindas, fui teu mais de uma vez.
E mesmo que um dia tu não retornes mais,
Guardarei em mim teu rastro de paz.
Alegria de ter teus olhos enfrente aos meus
Chego ao infinito em busca da felicidade
existente em teu ser, porque sei ..É pra mim.
Esse amor ...Esse elo que existe em nós...
Tirando a solidão que ficou no tempo.
Antes de ver em seus olhos esse amor.
Que me faz delirar... Nessa imensa paixão.
Eu posso ver através do sorriso ...do brilho...
Do olhar que conduz essa nossa paixão..
Loucura que ultrapassa a vida e voa
Entre mares,oceanos...Céus e Terra...
Ah! esse olhar que emana alegria ao te ver .
Que eu mereça de ti esse amor...
Que se firmou em nossas almas sofridas .
Me entregarei ao teu colo buscando de ti,
beijos com sabor de vinho adocicado como mel...
Queria ver teus olhos com meu olhar de hoje,
Ver seu olhar ao perceber o que hoje sou.
O espanto seria meu e a tristeza seria sua.
Olharia para mim como um estranho que olha para um espelho…
O que vc diria para mim?
O que eu diria para você?
Eu teria a ternura de um pai…
Você teria a angústia de um filho…
Eu olhando o que um dia eu fui,
Você sabendo no que se tornou
E os dois chorando por um passado e futuro
Ainda sinto o perfume da fronha acalentando o medo da noite eterna e com teus olhos me velando, entregava-me ao sono profundo;
Ainda escuto tua voz na sala, quando deitado, ficava esperando o monstro da noite chegar flutuando no escuro do quarto de dormir;
Ainda sinto os delírios da febre na pele, suando na cama, tendo tua presença na doce mão tocando minha testa, fazendo-me crer que na manhã seguinte ouviria os cantos dos pássaros num cantar de mulher;
Ainda vejo os brinquedos no chão, onde criança eu construía os mundos, habitados por duendes e monstros e protegidos por um olhar atento de uma mulher;
Mãe querida
Ainda sinto o perfume da fronha acalentando o medo da noite eterna e com teus olhos me velando, entregava-me ao sono profundo;
Ainda escuto tua voz na sala, quando deitado, ficava esperando o monstro da noite chegar flutuando no escuro do quarto de dormir;
Ainda sinto os delírios da febre na pele, suando na cama, tendo tua presença na doce mão tocando minha testa, fazendo-me crer que na manhã seguinte ouviria os cantos dos pássaros num cantar de mulher;
Ainda vejo os brinquedos no chão, onde criança eu construía os mundos, habitados por duendes e monstros e protegidos por um olhar atento de uma mulher;
Ainda sinto o cheiro da janta a penetrar no quarto de dormir como plasma de uma física ainda não vista, misturado ao doce perfume de uma mulher;
Ainda escuto minhas palavras duras de criança, como quem não enxerga o mundo cruel além do quarto de dormir, palavras que se tornavam doces no ouvido atento de uma mulher;
Ainda sinto o medo, quando numa noite, perdido no jardim da fazenda, olhando os vaga-lumes como olhos brilhantes de monstros noturnos, gritei desesperadamente por um nome de mulher;
Ainda sinto a vontade de crescer, de me tornar livre e independente, de voar até onde as asas dos sonhos possam levar e me ver caindo num vácuo profundo nos braços de uma mulher;
Ainda me revejo criança, nos anos efêmeros da infância, onde a vida vivida era os sonhos sonhados no doce desejo de uma mulher;
E quando Marcelina me trouxe o despertar dos sentimentos, eu ainda criança, sentindo-me rubro ao despertar de algo ainda desconhecido, sentido-me eternamente perdido tive consolo num sorriso de mulher;
E quem é essa mulher que até hoje relembro?
Uma mulher mortal e humana como qualquer uma...
Mas o que a torna única é a pureza do seu sentimento em relação a um ser que um dia saiu de suas entranhas, como um Deus que dá a vida.
Uma mulher que se torna mãe.
Ilusão da beleza
Teus olhos claros
irradiam o brilho da tanzanita
de enlouquecedora beleza
enquanto, matem-se vestida
enrolada no tecido negro
nessa burca bendita
acolhedora dos defeitos.
És mais feia que uma nuvem carregada
na maturidade à trovoada.
Essa sua crença deve ser mantida
num mando que a proteja
capaz de submeter ao desejo
quem gosta do seu azul cortejo
ludibriado em segredo.
Prostração
Os teus olhos estão vermelhos.
E por que choras?
Perdeste o teu amor?
Já refletiste porque perdeste?
Achou que tiveste dado tudo de ti
Mas não foi o suficiente?
Agarraste no inútil pensamento
Que o concebido
Já era teu?
Agora achas que ao trocar as fotografias dos porta-retratos
Trará as forças para esquecer?
Olhará para ele
O quê verás?
Não será a nova foto que irá entrar pelas retinas de teus olhos
É a que já está registrada nos teus neurônios.
E todo o enxoval que te acompanha
Terás de queimar ou quebrar?
Faça todas as tuas cenas por agora
Destroçando tudo o que é material.
Estás a te sentir mais leve?
Mas não imaginas que em breve
Tudo que colocares na tona
Irás desaparecer nos rios de Goa
Levados ao mar.
Com o tempo e o oceano revolto
Devolverá os pertences
Devastados nas areias das praias.
Em todas elas encontrarás os pedaços
E toda a fantasia recomeçará.
Não, não é bem assim que te livrarás.
Acho que perdeste o senso
Não poderás reduzir a cinzas as memórias
De tudo o que te fez sonhar.
Omissão
Proibiu as suas palavras de me visitarem,
teus olhos de me enxergarem,
teus ouvidos de me escutarem.
Improvisou outra voz mísera
que descarinhosamente negou,
escondendo de mim o que vivias.
As promessas não falam por mim
e já trouxe o amanhã para o hoje
confessando que pela compleição débil o destino errou.
Desisto de lutar pela faculdade de perceber.
Prendi a palavra,
fechei os olhos.
O que há mais de existir?
Um mundo desbotado e sem pessoas,
uma ave que não voa
nada mais de mim..., nada!
"Homenagem á irmã Isabél"
Verás em terras distantes,o mar!
Que entrará em teus olhos o cintilante
A perfeição sublime do que é amar
E voltarás ao passado por um instante.
Admiras o poderoso Sol astro Rei
Respeita á Lua sua majestade
Linda,em diversidade,alguém te fez
Vai curtindo como deves a maturidade.
Tua força aumentará,mais e mais por tua Fé
E sempre terás amor e paz vindo do céu
És abençoada,és guerreira és Mulher
És tudo para Allah,és Isabél.
“Meu filho amado, Aquilas Raphael,
Em ti vejo a mão de Deus, mesmo quando os teus olhos se enchem de sombras. Tu és mais forte do que pensas, mais amado do que consegues sentir, e infinitamente precioso aos olhos do Senhor e aos meus.
Quando a tristeza pesar e o mundo parecer distante, lembra-te: o céu nunca se fecha, e Deus nunca te abandona. Estou contigo, meu filho, com amor que não se cansa, e oro por ti a cada amanhecer.
Que o Senhor te envolva com Sua paz, renove tuas forças e te faça lembrar que há luz dentro de ti — mesmo quando não consegues vê-la.
Nunca caminharás só. Eu te amo com todo o amor que uma mãe pode ter — e Deus te ama infinitamente mais.
Saudade: a medida secreta do amor
Teus olhos, agora estrelas,
não brilham menos por estarem distantes.
São vigias do meu sono,
um farol que ilumina a noite longa.
Tua voz é sussurro no vento,
um segredo guardado nas folhas secas,
canta memórias nos cantos esquecidos do dia,
um eco que não se apaga,
uma melodia que insiste em ficar.
A saudade não pede licença,
entra sem bater na porta.
Sons, cheiros, risos:
tudo rompe o silêncio da sala.
É o amor que ficou,
pedaços teus que não souberam partir,
estilhaços da tua presença,
que agora moram na ausência.
Sentir saudade é um pacto,
uma entrega,
o ensaio da presença que já não volta.
Dizer "sinto saudades de você"
é confessar: "eu te amo ainda".
A ausência é cheia demais,
carrega teu cheiro, tua risada,
o peso do que não foi embora.
Saudade é régua,
a medida secreta do amor,
o peso e a prova de tudo o que fomos.
Tesouro que o tempo não apaga,
que a ausência não rouba.
Saudade é o amor que persiste,
um grito surdo que ecoa,
buscando-te em cada esquina do tempo.
Se o amor é âncora,
a saudade é barco à deriva.
Navega sempre em busca do que perdeu.
Nem tanto ao mar,
nem tanto à rocha:
foi no equilíbrio das ondas
que minha saudade ancorou
no porto invisível do meu coração.
Poema: És bela
És bela, como um diamante lapidado
Como as estrelas coloridas,
Teus olhos são brilhantes
Iguais ao arco-íris.
Tua boca, carnuda
Tua pele, macia,
O teu corpo despido
Me enfeitiçam.
Queria estar em seus braços
Sentir teu cheiro, o teu suor em meu corpo.
Ah quem me dera fazer do teu corpo
Uma excursão, conhecer lugares novos
E observar as paisagens do teu corpo e teu coração.
Encontro no Silêncio
No refúgio sereno da tarde que finda,
Teus olhos buscaram o que o coração sente,
Entre murmúrios suaves, a paz nos brinda,
Um instante eterno, tão eloquente.
Os beijos furtivos, como brisa ao passar,
Escrevem histórias em lábios ardentes,
E o tempo se perde, se deixa levar,
Nos gestos que unem almas contentes.
Conversas tão doces, segredos trocados,
Palavras que dançam no ar, leves, puras,
O mundo lá fora parece calado,
Aqui só existe o que o amor conjura.
Carícias que embalam a noite a chegar,
Em toques sutis, promessas sublimes,
No calor dos abraços, me deixo ficar,
Buscando em teu peito, razões e rimes.
E agora me perco no doce desejo,
De um novo encontro, do mesmo embaraço,
De sentir novamente teu toque e teu beijo,
E de ter-te de novo, aqui, nos meus braços.
No brilho dos teus olhos encontro a paz.
No calor do teu abraço sinto a segurança.
No toque suave da tua mão, a esperança.
É por isso que sei que te amo, e jamais será fugaz.
Tu és a melodia que embala meu coração.
A luz que ilumina os meus dias mais sombrios, a razão pela qual sorrio nos momentos mais sérios.
É por isso que sei que te amo, sem qualquer hesitação.
Nas tuas palavras encontro conforto e amor. Na tua presença encontro a plenitude.
És a minha âncora em meio à tempestade rude.
É por isso que sei que te amo, para sempre, meu amor.
Eu te amei quando vi a luz em teus olhos lutando contra as trevas do seu coração,
Eu te amei quando você admitiu que não buscava em mim a perfeição.
Eu te amei quando descobri que a energia do seu beijo ninguém supera
Eu te amei quando entendi que éramos a relevância de tanta espera.
Teus olhos era como chamas mulher.
Teus cabelos era como a "Floresta da Amazônia.
Teu sorriso deslumbrante quanto as ""Estrelas mulher.
Teu corpo é esculpido em "Violoncelo mulher.
Teus lábios, meu Deus que lábios...
Teus olhares de predadora capturaram a mim
E eu nunca desejei tanto ser capturado."
"sem titulo"
Se os teus olhos não fossem tão belos
e a noite não se tornasse tão clara,
andaria confuso, sem sentido algum
pelas ruas geladas dos sem rumo.
Noutra altura, que não esta, pássaros voavam
graciosamente sobre o teu céu de pétalas
e os Zéfiros, incansáveis, belas melodias tocavam
nas clareiras esquecidas por entre as frestas,
de onde sorrateira fugiste.
Todo o império do Paraíso ruiu na escuridão,
pois de lá te esgueiraste para o meu coração
e desde então, toda a poética de viver Só
deixou de existir, porque a companhia de um Anjo
em mim se fez sentir…
Tu tocaste a minha alma...
Eu poderia olhar nos teus olhos...
eu poderia compartilhar esta noite juntos
poderia segurar-te apertado ao meu lado
poderia tomar-te nos meus braços
por todo o tempo... beijar-te num beijo profundo eterno!
Tu tocaste a minha alma e eu creio no amor eterno
Sim, eu te amo
E quero te oferecer todas as rosas do mundo...
... em algum lugar há alguém que sonha com teu sorriso e
descobre na tua presença que a vida vale a pena!
Nada sou...sem ti!
Sou lágrima que escorre dos teus olhos....
Sou aquela que te espera... Sempre esperou
Sou quem continua crendo
No voo misterioso dos sonhos que não mais existem...
Sou poesias esvoaçantes e meditativas...
Sou o teu esquecimento... Nas noites de solidão...
O teu mar íntimo do seguir... Invasora do teu coração fechado...
Sou tua saudade!
Sou passarinho insano que grita sussurrante no silencio
Dilacerando o vácuo...
Cintilei meu caminho com o teu olhar...
Será sempre escuridão sem o teu chegar
És vida ...e nada sou sem ti...sem mim...sem nós!
