Textos de Sentimentos
Tudo que você possuir em sua forma artificial provem da natureza, desse gigante planeta, algo que modificaram e suas origens eliminaram.
Aos pobres mortais restam penas desiguais, simples animais imaginam sempre serem mais.
Livres por condição, aprisionam-se por opção,
congelam sua dignidade correndo atrás apenas de falsas verdades.
Coletividade individual paira sem final.
Cada segundo passado evapora-se instantaneamente, idealizam um amanhã humilhando antecipadamente um incerto futuro desejado, fantasiado. Apenas maquiado...
Cada minuto é um minuto perdido, cada momento é único e precisa ser perfeitamente aproveitado.
Conscientes da sua própria mortalidade talvez a desgraça não reinasse e a vida plena a todos prolongasse.
Num piscar fecharam os olhos e nunca mais os abrirão, nem aqui nem em outra dimensão, apenas ossos sem nenhuma função.
Apesar de terem o cérebro, de fato, o mais complexo,
é também o mais sem reflexo.
O tempo tem que ser encarado como um investimento positivo,
sempre com respeito enriquecera-se de bons sentimentos.
Enxerguem seu fim, vigiem enfim...
Despertar Emocional
Que maravilhoso despertar,
Com a vontade de criar,
Um poema, obra de arte,
Com palavras a dançar.
No estilo literário me encontro,
No eu lírico me expresso,
Transmito sentimentos profundos,
Em cada verso que manifesto.
Energia pulsante em meu ser,
Vibrante como o sol a brilhar,
Transbordo emoção e felicidade,
Neste poema que irei tecer.
Versos como raios de luz,
Aquecem o coração,
Espalham amor e esperança,
Numa mágica inspiração.
Minha coleção cresce a cada dia,
Poesias que contam minha história,
Um retrato de alma e melodia,
Escritos com toda minha glória.
Então, com entusiasmo e devoção,
Vou escrever esse poema especial,
Com todo meu ser e paixão,
Para que seja eterno e memorável.
Melodia Inexprimível
Quando o amor se revela,
Silente, busca um olhar,
Parece dançar com ela,
Mas, nas palavras, hesitar.
Quem ousa exprimir o que sente,
Encontra o peito a pulsar,
Fala, e, por vezes, mente,
Em silêncio, pode sufocar.
Ah, se ela visse em mim,
Seu olhar me alcançar,
Soubesse que a amo assim,
Sem um som, me revelar!
Mas quem sente, cala,
Procura em vão a voz,
Fica só, com a alma opaca,
À mercê do tempo atroz.
Se pudesse enfim contar-lhe,
O que por temor não ousou falar,
Já não precisaria buscar-lhe,
Pois, em poesia, estou a lhe falar.
Laços do Destino
Nas margens do destino, eis que se encontraram,
Dois corações inquietos, pelo acaso abraçados.
Um olhar trocado, um sorriso partilhado,
Iniciaram a jornada, em um amor entrelaçado.
Era um encontro de almas, um elo transcendente,
O universo conspirando, em harmonia crescente.
Como folhas ao vento, dançavam os sentimentos,
Em sincronia perfeita, entre risos e lamentos.
Nas madrugadas serenas, ao luar prateado,
De mãos dadas vagueavam, no caminho traçado.
Os segredos compartilhados, entre suspiros e beijos,
Era a essência da vida, o alimento dos desejos.
Os dias se tornaram poesia, alicerçados no afeto,
Cada momento vivido, um tesouro, um afago, um segredo.
Nos olhos um do outro, encontravam a paz,
Nas palavras sussurradas, o amor se refaz.
As estações se sucediam, mas o sentimento não mudava,
Um amor constante, que o tempo não apagava.
Nas adversidades do mundo, juntos se fortaleciam,
E na cumplicidade dos gestos, a eternidade sentiam.
Que seja esse amor eterno, como o sol no horizonte,
A luz que ilumina, a força que confronte.
Que sejam as lembranças, uma canção que embala,
E que a história de amor de vocês, sempre encante e fala.
Que esses corações vibrantes, sigam juntos na jornada,
Construindo um paraíso, na realidade encantada.
E que a cada nascer do sol, renovem os laços,
Nessa bela história de amor, repleta de
traços.
Que seja um amor inspirador, a transbordar de emoção,
Que encha os olhos, faça o coração bater acelerado,
Arrepie a pele, sopre na alma e, unidos, possam voar em uma só direção.
Entre Adeus e Esperança
Nosso encontro súbito, sem aviso algum,
Mexeu comigo, um sentimento incomum.
Ser apenas amigo não é o que desejo,
Nunca me viste só, nunca ouviste meu pranto aceso.
Às vezes, a distância nos causa aflição,
Por que não vir até mim, trazer meu coração?
Sozinho, me vi em um abismo de dor,
Tentei chamar-te, mas parecia em vão.
É cedo ou tarde, não sabemos dizer,
Se é para dizer adeus ou jamais acontecer.
As lágrimas internas, o desejo reprimido,
No limiar do tempo, nosso destino decidido.
Já estive tão só, busquei o teu olhar,
Mas as palavras não vieram, só o silêncio a pairar.
É cedo ou tarde, essa incerteza que nos desfaz,
Adeus ou jamais? O tempo nos dirá em paz.
É cedo ou tarde, um dilema a enfrentar,
Entre dizer adeus ou a esperança abraçar.
O relógio avança, e o futuro é um véu,
É cedo ou tarde demais, só o tempo é fiel.
Me faltam os seus carinhos.
Minha boca está seca.
Faltam os seus beijos.
Sim, sinto-me em uma escada espiral,
que não tem fim.
Está difícil.
Me pergunto...
Só meu coração vaza sentimentos?
Eu mesma não sei explicar.
Então, espero o final de semana.
No sábado, tento ter livre arbítrio.
É tudo sem nexo.
É tudo um complexo.
Estou dispersa.
A questão de tudo,
é você.
Está difícil.
Está difícil alcançar a glória.
Está difícil alcançar você.
Está difícil.
Me pergunto...
Só meu coração vaza sentimentos?
Tento ter ânimo.
No lugar em que estou,
a vida está me tornando figurante.
Estou quase invisível!
Será que ainda tenho tempo?
Queria ter você no Grand Canyon,
em Machu Picchu,
em Cusco, no universo,
no meta verso.
Socorro!
Delírio.
Estou naquela bifurcação.
Não sei o que fazer.
Paro e volto?
Paro e sigo?
Sigo em frente?
Será que chegarei em algum lugar?
Está difícil.
Me pergunto…
Só meu coração vaza sentimentos?
Tempestade em meus olhos.
Soluços rasgam meu ser.
Grito!
Sinto os pulmões estalarem.
Você não ouve.
Nosso banner, agora de papel, você não vai ler.
Eu sei.
Medo!
Medo que o "Eu te amo" se torne banal.
Medo que o amor se torne
“artigo de luxo”.
Está difícil.
Me pergunto...
Só meu coração vaza sentimentos?
Entre o que eu penso, o que eu sinto e o que eu quero dizer, existe um universo complexo de emoções e pensamentos que muitas vezes se entrelaçam de maneiras intricadas. Dentro desse labirinto interior, as palavras ganham vida, traduzindo o que se passa na mente e no coração.
É interessante notar que entre o que você supõe e acha que entendeu, há uma distância considerável. Muitas vezes, as palavras que escolhemos para expressar nossos pensamentos podem ser interpretadas de maneiras distintas por quem as ouve. A subjetividade que permeia as conversas revela que a comunicação não é apenas uma transmissão de informações, mas sim uma dança delicada entre as experiências individuais.
Enquanto tento articular o que se passa em meu íntimo, percebo que as palavras são como fios que tentam costurar a complexidade das emoções. Às vezes, o que penso não se alinha perfeitamente com o que sinto, e expressar esses sentimentos pode se tornar um desafio delicado. A linguagem, por mais rica que seja, muitas vezes se mostra limitada diante da vastidão do mundo interno.
Entre o que eu penso, o que eu sinto e eu quero dizer, encontro um constante diálogo interno, uma busca por clareza e compreensão. A sinceridade nas palavras é fundamental, mas a compreensão do receptor é igualmente crucial. Afinal, cada indivíduo traz consigo uma bagagem única de experiências que molda a maneira como percebe e interpreta as mensagens.
Ao navegar nesse oceano de comunicação, é importante reconhecer a fragilidade das palavras e a vulnerabilidade que surge ao compartilhar pensamentos e sentimentos. Entre o que eu penso, o que eu sinto e o que eu quero dizer, há um convite à empatia e à paciência, reconhecendo que a verdadeira compreensão vai além das meras palavras, abraçando a riqueza das emoções que permeiam nossas vidas.
Na existência, os padrões comportamentais atuam como grilhões invisíveis, moldando e muitas vezes limitando a experiência humana. Essas repetições automáticas, frequentemente adotadas inconscientemente, tornam-se as grades que aprisionam a autenticidade e o potencial de cada indivíduo.
Esses padrões, muitas vezes enraizados na cultura, na educação e nas experiências passadas, agem como espinhos que ferem a expansão da consciência. Ao condicionar respostas automáticas, impedem a exploração de novos horizontes emocionais e limitam a percepção de possibilidades.
Essa repetição de comportamentos limitantes cria um ciclo vicioso, alimentando sentimentos de baixa frequência. A autoestima é corroída, enquanto a sensação de inadequação e insatisfação se torna constante. Esses padrões, como sombras persistentes, obscurecem a luz interior, impedindo a expressão plena do ser.
No entanto, ao lançar luz sobre esses padrões comportamentais, abre-se uma janela de oportunidade para a transformação. Reconhecer as amarras que envolvem é o primeiro passo para quebrar os grilhões. A conscientização se tornam aliada poderosa na quebra desses padrões, permitindo a liberação de sentimentos de baixa frequência.
Desafiar os padrões comportamentais limitadores exige coragem e auto-reflexão. A busca por novas respostas, a exploração de territórios desconhecidos emocionais e a adoção de práticas que nutrem a positividade são fundamentais para romper com as correntes que aprisionam o potencial humano.
Em um mundo vasto de possibilidades, é imperativo transcender os padrões comportamentais condicionados, liberando-se para experiências mais ricas e elevadas. A transformação interior, guiada pela consciência, desenha um novo horizonte onde sentimentos de baixa frequência cedem lugar à ressonância de uma existência mais plena e gratificante.
Em momentos de dúvida, a busca por provas muitas vezes revela algo mais profundo. Nem sempre é a visão que traz clareza. A busca pela verdade nasce do desejo de vivenciar, de sentir a essência do que parece distante.
Mesmo que não vejamos tudo com clareza, podemos aprender a confiar no que sentimos e nas experiências que nos mostram o caminho. E, quando finalmente encontramos o que procuramos, percebemos que o entendimento não está só em ver ou tocar, mas em aceitar o que o coração revela.
Em meio às dúvidas e tristezas, é a força de vontade que nos mantém de pé. Mesmo quando tudo parece turvo, há dentro de nós uma centelha que insiste em brilhar. A constância é o que nos guia quando o entusiasmo vacila — é ela que nos faz continuar, passo a passo, mesmo sem ver o caminho inteiro.
Sentir dor, medo ou cansaço é humano. Mas podemos escolher não nos afundar neles. Podemos transmutar esses sentimentos em aprendizado, em coragem, em combustível para recomeçar.
Cada lágrima pode regar uma nova versão de nós. Cada queda pode ser impulso para um salto maior. Que nunca nos falte fé em nós mesmos. Que saibamos honrar nossos sentimentos, mas não nos prender a eles.
Porque a alma que decide continuar, mesmo ferida, é a que mais se fortalece.
E seguir em frente é, muitas vezes, o maior ato de luz.
Somos muitos em um só dia.
Às vezes acordamos esperançosos, outras vezes calados por dentro. Podemos ser gentis pela manhã e, horas depois, impacientes. Somos luz em alguns encontros, sombra em outros. Não somos incoerentes — somos humanos, múltiplos, atravessados por memórias, sentimentos e vibrações que dançam conosco a cada instante.
Essas variações internas não são falhas; são convites. Convites para olhar com mais atenção o que sentimos, para perceber o que nos habita sem julgamento. Quando nos tornamos conscientes dessas mudanças, abrimos espaço para a alquimia interior. Podemos, então, transmutar medo em coragem, raiva em lucidez, tristeza em silêncio fértil.
Estar presente é o primeiro passo.
Reconhecer-se em cada versão é o caminho.
A consciência não nos impede de sentir — ela apenas nos liberta da prisão de reagir inconscientemente.
E é nessa presença que encontramos poder: o de sermos inteiros, mesmo sendo muitos.
Há quem diga que se tornou banal
Que já não existe, é algo que se perdeu
Há quem duvide da sua existência
Na fala de quem prometeu
Mas quando se é de verdade
As juras se tornam sinceras
No coração da pessoa certa
Ele floresce nas primaveras
O amor é real
Você pode acreditar
Se ainda não o encontrou
Por favor, jamais canse de procurar.
Moverei montanhas
sem atacar ninguém,
toneladas de terra
sem o braço erguer,
pedras serão plumas
sob a força da mente,
o céu tocarei num segundo
e o fundo do mar me espera,
tudo através de minha pena
pois a poesia é quimera
Quimera e sentimentos,
imaginários ou reais
quero que meus versos
sejam apenas linhas
em bandeiras brancas ao vento,
tremulando em busca da paz
Se jogou em um abismo profundo de melancolia, pobre garoto solitário. Não se sentiu ligado a rotina da felicidade. Preferiu ser derrotado por pensamentos conturbados e sentimentos vazios. Era assim que ele se sentia, não importava como estava cheio, nem o tanto de pessoas queridas em volta. Pois o sentimento de tristeza era sua morada, era como ele gostava.
Colocou em sua mente que tristeza era tudo que lhe restava, é que não importava mais nada. Como pode ser tão tolo? Aos poucos não lhe restou nada, oque ele sonhava lhe aguardava, a tristeza junto a ele era oque lhe restava.
Não apenas um fracasso, mas sim um completo fracassado.
Tudo que ele toca se desmorona, rasga feito lona.
Ele é mais um papel amassado que se encontra na lixeira,
Ninguém liga, Ninguém quer.
Pobre fracassado abandonado, tocou em tudo em sua voltou
E ficou apenas pó.
Pobre fracassado amaldiçoado carrega consigo a certeza que tudo para si é vão,
Lá vai ele correndo na contramão.
A ponte era feita de pedaços de madeira avariada e amarrada a cordas desfiadas. Vinham as tempestades e sentíamos frio. Recuava encolhida e as lágrimas inundavam aquele rio de descontrole de emoções e sentimentos... respirava fundo e me reerguia. Peguei tua mão e disse: "Vamos fazer essa travessia!"
Hoje, quando olho para trás, respiro fundo, e te digo em pensamento enquanto dormes e repousa tua alma nos mistérios de teu sono, que minhas mãos já alcançam o teu mundo...
Bem-vindo(a) à página "Coisas que eu sei"! Aqui, você encontrará um verdadeiro refúgio para aqueles que buscam conhecimento, inspiração e reflexões sobre os mais diversos temas.
Acredito que o conhecimento é uma ferramenta poderosa, capaz de nos transformar e nos levar a um nível mais elevado de entendimento. Por isso, dedico este espaço para compartilhar ideias, curiosidades e aprendizados que podem impactar positivamente sua vida.
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Lembre-se: o conhecimento é poder, mas quando unido à poesia, ele se torna algo extraordinário. Então, venha conosco nessa jornada de descobertas e transformações. Queremos inspirá-lo(a) a ser a melhor versão de si mesmo(a) e a espalhar essas "Coisas que eu sei" pelo mundo.
Seja bem-vindo(a)!
- Edna Andrade
“Entre Cachos e Sorrisos”
Num vestido claro, brilha a essência,
Olhar sereno, alma em presença.
Nos cachos longos, dança a poesia,
Feitos de sonhos, luz e harmonia.
O sorriso acende a noite calma,
Como quem fala com a alma.
É farol em tempo nublado,
É flor que resiste ao passado.
Seu semblante guarda doçura,
E na postura, a fé mais pura.
Mulher de força e de ternura,
Espalha encanto, cura e altura.
Na moldura simples do lar,
Brota um céu particular.
Pois onde ela passa, floresce
Tudo aquilo que a vida enobrece.
“Sentinelas da Praia”
No alto do posto, firmes no chão,
Três sombras guardiãs fitam o verão.
Entre guarda-sóis e a dança do mar,
São faróis de ordem a vigiar.
O sol se deita na linha do azul,
Enquanto a multidão se agita em um turbilhão sutil.
Mas ali, serenos, atentos, calados,
Três fardados erguem seus fardos pesados.
Não empunham armas de vaidade,
Mas o escudo da responsabilidade.
Protegem sorrisos, olhares, canções,
Mesmo em silêncio, dizem: “estão sob proteção.”
Na areia quente, o dever não cessa,
Mesmo quando o riso é o som que começa.
São mais que vigias do tempo e do espaço,
São rostos ocultos do bem no compasso.
Ao fundo, a brisa e o brilho do mar,
À frente, a missão de nunca falhar.
Três figuras que o povo mal nota,
Mas que sustentam a paz em cada rota.
“Sentinela do Mar”
No aço da farda e no olhar de aço,
carrega o peso de um velho compasso.
Homem do tempo, da guerra e da fé,
de alma erguida, firme como é.
Ao fundo, o navio — gigante a vagar,
no peito, o silêncio de quem vai lutar.
Não por glória, medalha ou canção,
mas por amor, por missão, por nação.
Fuzil em punho, destino em silêncio,
vigia as ondas, o vento e o tempo.
Na mente, memórias — no peito, calor,
de um lar distante que o espera com amor.
Não há medo onde habita coragem,
nem recuo em sua passagem.
Ele é ponte entre o caos e a paz,
soldado do mar, que nunca se desfaz.
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