Textos de Paixão
(...) Sendo o efeito mais forte em mim... É tanta onda de paixão no ar, que digo:
Você é um convite pra alma dançar. É até o suspiro que impacta o coração e deixa a saudade feliz... É o impregnado marcante daquela festa, daquela cama, daquela noite, daquela viagem, daquela história, daquele amor...
Você cria sonhos que vão e voltam... Cria até sol nos olhos e clarão no sorriso...
É o "Quando Te Vi Pela Primeira Vez ..." que virou o "Pra Sempre..."
Quero me apaixonar de novo
Por alguém que me entenda e que senta para escutar minhas histórias.
Que me faça rir e chorar.
Mas que não desista de mim no meio do caminho.
Que brigue e que saiba voltar.
Que não me magoe tanto com palavras pesadas e que machuquem meu coração.
Que seja meu bem querer dia e noite.
Que cuide e me proteja.
E nunca me deixe só.
Ausência de sensibilidade
Por alguns dias as paixões ficaram em silêncio.
A música interrompida mais ou menos, na pausa. Silêncio total, silêncio absoluto.Guarda-se silêncio, ou cala-se enfim.
Sendo classificada pelo seu tipo, a intensidade provocada por decepção. A morte de alguém, a dor de perder um pai.
Piedade eu digo, piedade de si mesmo.
Preciso perceber ou sentir um pouco mais de dor de cabeça, e ter a consciência de que sinto dificuldades.
Principalmente de lamentar. Lastimar.
Tão pouco senti a beleza do quadro, ausência da sensibilidade. Meu próprio estado físico e moral.
Não me sinto bem. Confesso.
Magoar pode ofender, imagina julgar a capacidade de grandes coisas?
Qual o sentido de um coração sentido, sem palavras e sem artifícios?
Na paixão e na dor, tudo adormece ao se acostumar.
Sorrisos pra mentir, meu dom de mortal, o tempo uma expressão letal.
E o que é fé além do que não se ver?
A alma sabe mais de coração e este dia fica humano.
Não lembro bem o teu olhar, mas lembro o que sentir.
Eu nem esperava mais você... Mas sei que esteve aqui.
E como febre, vem à dor de amor,
Não como humano sente ferir, mas como a alma sente chorar.
Um dia de paz, parece distante...
Sempre houve guerra em meu lar.
Quem se debruçou na clareza de um olhar, nunca esquece a constelação.
E há quem reconheça no sangue, a melhor forma de amar.
Tentar sorrir da dor pra que o céu pareça real,
E cansado de fingir, vem à brisa matinal
Não lembro bem o teu olhar, mas lembro o que sentir.
Eu nem esperava mais você... Mas sei que esteve aqui
À minha mulher.
Apaixono-me dia após dia
pelo odor da sua ruminância,
pelo sabor do líquido que expelia,
pelo tato da sua carne em putrefância.
Expeli em mim, mostra-me
todo o seu resto de humanidade,
tudo o que tens de semelhante
com os animais, decomponha-me.
Se a podridão da morte vive
em teu fim, é onde sentir,
sentirei, serei quem convive
com o afago do enxofre
que ao meu cerébro a de subir,
fazendo meu último dia, hoje.
E enquanto a lua reluz e o brilho dos seus olhos serenam
eu desaguo de paixão...
Enquanto ventanas e ventanias me levam...
Eu vou rumo ao coração...
Sussurrando baixinho...seguindo meu caminho...
Nesse forte trovão...
E nada faz sentido...ou tudo tem sentido...nas rimas da nossa canção...
O encontro do menino apaixonado com dona morte
Caros colegas de classe
Não sou do sertão nascida
Por isso peço licença aos mestres
Para falar da cultura escolhida
Vou lhes contar sobre uma arte
Que também imita a vida
Essa arte com o tempo
Vem sofrendo mudanças
O cordel da nossa lembrança
Já está nos livros e no computador
E até nas universidades,
Na mesa do professor doutor!
Mas muita gente ainda canta
Muita gente ainda gosta de pendurar
Suas histórias em um varal
Pra o povo poder comprar
E quem duvida pode ir buscar
Na terra de painho que vai encontrar
Em toda minha pesquisa
Pra fazer essa lição, surgiu uma questão
Se o sapo pula não é por boniteza
E sim por precisão
E se o povo ainda canta
É porque não se cala o coração
Se num mundo com tanta tristeza
O sapo continua a pular, tenho algo a declarar
Como diria um grande mestre
Que também é grande artista
Se não acreditássemos num futuro melhor
Ninguém iria ao dentista.
E foi pensando nisso que eu decidi contar
A história de um menino
Que botou dona morte pra correr
Lhe contanto das maravilhas
Que a vida pode ter
Magro, franzinho, briguento e calado
De cara fechada, sozinho e invocado
Vivia no sertão e morava na estrada
Brincava de bola com os meninos da vila
E quando se machucava fingia que não doía.
O menino era forte, corria em disparada
Se a bola ia descendo os barrancos da chapada
Era um menino sozinho, o menino do agreste
Que conhecia todos os passarinhos
Que cantavam nesse nordeste
Ele se exibia dizendo:
Quiriri, Sabiá azulão e maguari
Jaçanã, Tuim, Beija flor e Saí
Bico-chato-de-orelha-preta
Biguá e bem-te-vi
Talhamar , Xexéu, Sacua, Siriri
Pica-pau , Mão da lua, Savacu e Sanhaçu
.
Tinha boa memoria, gostava de lembrar
O nome das belezas da natureza do seu lugar
Ele mesmo não tinha nome
E por ser magro e nanico,
Chamaram o menino
De zézinho tico-tico
Não tinha outro nome
Então ficou assim mesmo
Brincando na estrada,
Andando a esmo
Sonhar enquanto trabalhava a enxada
Era seu jeito de espantar o medo
Não tinha chinelo de dedo
Mas ia pra escola sem ninguém mandar
Achava ruim bronca de professora
Sem saber o que o futuro iria guardar,
Até que o menino sem pai nem mãe
Foi de vez pra roça trabalhar
Acabou-se a brincadeira nessa vida sofrida
Ele trabalhava pra ganhar
Um prato de comida
E um teto pra dormir
Com um buraco pra ver as estrelas
Depois que a noite cair.
Um dia sozinho, andando no mato
Muito cansado pelo dia de trabalho
O menino viu uma dona de preto
E como menino, se viu sozinho e com medo
A dona morte se aproximou
E de espreita ao menino perguntou:
“Ainda não está cansado da vida?
Trabalha, trabalha e quase não tem comida!
O que o mundo tem pra te dar
Se é sozinho sem família e sem lar?
Achei boa hora vir te buscar
Anda, conhecer o lado de lá”
O menino pensou bastante
Não sabia por que vivia,
Porque ir adiante? Se nada de bom acontecia?
Mas então lembrou do céu de estrelas
No buraco em cima da cama
Tinha coisa mais bonita
Do que o céu que a gente ama?
“Dona morte eu não quero
Tem alguém a me esperar
As estrelas em cima da minha cama
Que eu tenho que espiar
E de dia tem os passarinhos e as belezura do sertão
A gente pensa que tá ruim
E depois que olha fica bão
A vida eu vô levando
Acho que tá meio cedo pra eu morre
Quero ver mais um pouquinho
As estrelas e o sol nascer
Tudo tem sido ruim
Mas eu sei que vai miora
Até já me disse um conselheiro
Que o sertão vai virar mar
Parece que hoje em dia
Tá mais pro mar virá sertão
E eu nem sei como ajudar
No meio dessa confusão
Só lhe peço dona morte
Não me leve agora não
Eu ainda tenho que namorar
As estrelas do sertão
Te peço de coração
pois minha vida tem valor
Que ver eu lhe provar?
Posso lhe dizer com amor
As beleza desse lugar”
E o menino pois se a falar
Do pé de laranjeira boa de chupar
Falou do buriti do caju e do sapoti
Do pequi do bacuri do umbu e do oiti
Falou da fruta pão, da manga, do cajá
E também do caju, fruta boa pra amarra
Falou da cana caiana
e da mandioca que dá farinhada
do milho do arroz e da fava
Dos coqueiros e das palmeiras
Onde a sabiá cantava
Contou do babacá e da carnaúba
Do tucum preto e da macaúba
Do voo do bem-te-vi
Que descansa e cantarola
Na palha do miriti
Ao som de sanfona e viola
O menino explicou pra morte
Que tinha muito pra aproveitar
E que nessa terra tinha sim
Uma família para cuidar
E que estava ameaçada
Precisando dele com certeza
Pois sua mãe de verdade era mãe natureza
Que muito tinha o ajudado
Até a mostrar pra Dona Morte
As belezas desse seu lado
“Te peço não me leve embora Dona Morte
Pois amanhã cedo tenho que estar acordado!”
Dona morte foi-se embora
Pois descobriu o menino apaixonado
Pelas riquezas da natureza
E pelas belezas do seu estado
E hoje ele agradece por ser nordestino
E viver seu destino, nesse chão abençoado
Essa foi minha narrativa
De vocês eu me despeço
Como a mensagem positiva
De um menino muito esperto
Espero que a gente
Sempre possa valorizar
O privilégio que é a vida
Amando e cuidando do nosso lugar
A paixão do meu olhar
Olhares que não se cruzam mais
pensamentos que doem imaginar.
Queria eu,conseguir te ignorar,
porém meus olhos não mudam jamais.
Seus lábios não podem ser normais
são obras que não canso de olhar,
loucura minha disto gostar ?
Alterar minha natureza ? Incapaz.
Embora seja muito criticado,
continuo sendo um sonhador
ou simplesmente um bobo apaixonado.
Admito não conhecer o amor,
mas contigo tudo era acalmado,
porém não acalmaria tal calor
Ó vida por que nisto insiste ?
Porque sem ela nada existe.
PAI ❤
Apaixonou-se
Tornou-se pai
Alcançou desejos
Compartilhou amizades
Apreciou bons momentos
Acabou perdendo oportunidades
Mais a conexão não foi perdida conflitos rodeiam os momentos de angústia
Voltou aos laços de sua família
Acredito em sua felicidade ... digamos e julgamos você sabe ser legal por uma lado mais outro esconde uma face desconhecida ....
Mais o importante é que você é meu pai
Qual mulher não é apaixonada?
Que não sonha em encontrar alguém que vá viver ao seu lado até a morte?
Que esse alguém vai amar, cuidar e á respeitar no mesmo tanto que ela?
Hipocrisia dizer que já não se acredita nas pessoas e que o amor já não existe mais.
Atire a primeira pedra quem nunca sentiu saudade de certas pessoas, de certos lugares e de certos momentos.
Acredito que cada pessoa é sonhadora e que também existe aquelas pessoas que se dedicam para conseguir alcançar os seus sonhos.
A vida é tão simples.
E nós?, complicamos tudo.
80% é Você, 10% em Acertos e 10% Deus te mostrando o caminho.
Você só vai conseguir o que você quer, quando você souber o que você quer. Pessoas confusas tem o costume de girar em circulo e parar no mesmo lugar.
Por: Silvia Godoi
Sobre apaixonar, gostar e amar:
Apaixone-se diariamente por alguém que te ache interessante, mesmo quando não mostre mais nenhuma novidade;
Goste de alguém que te cultive a sanidade, que não te critique, que te respeite, que te ajude e que acima de tudo, te apoie;
Ame para sempre alguém que te roube o sorriso e suspiros, alguém que sempre poderá ter como amigo, confidente e irmão.
UM JEITO DE AMAR
Amar perdidamente
Amar desordenadamente
Amar tremulamente
Amar apaixonadamente
Envolvida na ternura da sedução
Permiti-me a loucura de um momento
Para amar-te perdidamente
De um jeito todo meu, li teus lábios sedentos de encontro aos meus
amando-te desordenadamente
Embriagada de desejo
Pelo toque carinhoso de tuas mãos
Te amarei tremulamente
Em mergulho magnetizado
De um profundo olhar
Amar-te-ei apaixonadamente
Na distância
Na ausência
Na saudade
No meu eterno amar e amar...
Busco-te no infinito
Onde quer que você vá
Para amar-te...
Perdidamente
Desordenadamente
Tremulamente
Apaixonadamente.
Sinceramente pensei que desta vez seria a tal "primeira paixão" , que sentiria vontade de dar tudo de mim e que me apaixonaria pelos defeitos de alguém, mas não foi, simplesmente porque tu não consegues lidar com o furacão que sou, porque foges sem nem se quer teres tentando sobreviver ou teres esperado pelo que viria por trás da minha tempestade.
Ahhh, mas quer saber ? Dane-se, quem não aguenta a minha tempestade não merece comigo aproveitar os meus dias limpos.
Cuida do meu coração
Aquele que não sossega mais
Pela madrugada a fora
Apaixonado como um Jovem
Experiente como um velho
Cansado das lutas que viveu
Tira das migalhas esperança
Mesmo depois de ter chorado tanto
Ainda sorri ao pensar em você
Abra o olhar para o amanhecer do dia
Cultiva vida em cada atitude
Alegra meu ser com suas vitórias
E escuta a suplica de minha alma
Cuida do meu coração
Alma do Poeta
Não habita todo o entendimento
Na dor da paixão fragmentada
Apenas parte do sofrimento
Escorre pela carne alvejada
Num complexo ato insano
A esperança vem em porção
Maquiando o olhar profano
Da ilusão cheia de traição
Enquanto aguarda o novo tempo
Reparte o momento em fração
Tentando reciclar o intento
Em alívio, suspiros e emoção
Na poesia não é muito diferente
É a arte manifestando sua meta
Em versos em elos de corrente
Das partículas da alma do poeta
Eu era azul e você vermelho
Azul conheceu vermelho
Azul se apaixonou por vermelho
Ambos eram opostos de mundo
Vermelho era quente e vibrante
Azul era pura e intensa
Vermelho era quente e sempre precisava do frio para o equilíbrio
E azul sentia frio e sempre precisou de calor
Então vermelho e azul resolveram ser colidi
Juntos formaram apenas uma cor só se tornaram roxo
Eles se completavam um ao outro
Até que vermelho desistiu da azul
Vermelho achava azul fora de seu mundo quente
Azul implorou um chance mais o orgulho era maior
Vermelho queria mesmo era provas outras cores
Ele provou mais nenhuma cor era como a azul na vida de vermelho
Hoje vermelho provou varias outas cores
Porém sempre sentiu falta do fresco de azul
A azul também conheceu uma outra cor
No entanto era mais frio que ela mesma
Diariamente as espirações de azul para seus textos
São sobre vermelho porque ela o amava
Mais vermelho nunca percebeu isso
Apenas só hoje pois esta a ler esse texto de Aizul
- Eu sei que você era vermelho que me incendiava
Eu sei que você era vermelho quente e precisava harmoniza
Seu corpo, sua alma..
Você era vermelho e gostava de mim por eu ser azul
Nós nos tornamos uma cor só... roxo!
Mas você decidiu que roxo simplesmente não era seu mundo
Agora você virou azul e eu me tornei vermelho.
Ninguém nos ama
É tudo ilusão
Do nosso coração
A chama que não é de paixão
Vai no final nos transformar em pó
Quem só pensa e não diz nada
Esconde pra si
A tristeza amarga
Não se engane
Não chore por amores
Passageiros
Não se afogue com lembranças
Que não deram certo
Gurda pra ti só o que te faz bem
Porém
Não te assustes se eu disser
Que a vida é difícil
E que você corre o risco de morrer na solidão.
Alquimia
-uma pitada
-um montão
-alma apaixonada
-um coração
-palavras à sorte
-sentimento forte
-arrepio no cangote
-pensamento à levar
-estrelas verso luar
-olhar contra olhar
-mesclado no sentir
-dose de ouvir
-bucado de emoção
Mistura-se tudo a paixão,
até dar ponto de amor...
A LUA E SEUS MISTÉRIOS
Postou-se tempo na janela
querendo ver a lua chegar
feito apaixonada donzela
cujo amado deomra voltar
Sua extremada solidão
misturou-se aos raios do luar
até hoje não se sabe a razão
deste encanto se embaralhar
a lua por ela se apaixonou
ou foi ela que a lua enfeitiçou...
mel - ((*_*))
Tempero da Paixão.
Daisy Xavier.
Vivenciar o mais lindo sonho real
o pensamento viaja leve e solto na magia
voa sem limites, sem juízo ou razão no irreal
encontrando você em estado de total alegria
de mãos dadas sonho e realidade caminham
estremeço ao ouvir tua voz que me fascina
teu cheiro e teu corpo aos meus se aninham
sedas suaves ou rolando no chão, me desatina
seja bicho homem, manso ou feroz,
seja eu presa, caçadora ou domadora,
criador ou criatura, somos apenas nós...
que nos farejamos de forma veloz
Quem diria? Nós, apaixonados...
desarmados, atingidos por toques certeiros
onde o tempo perdeu até os ponteiros
aportamos no nosso porto de desejos
erguemos nosso castelo com lisura
onde não sou "eu", não é "você",
somos o resultado desta mística mistura...
picante e regada a um tempero doce
Daisy Xavier
