Textos de Ódio
Na dança das emoções, um triste giro,
Transformei amor em ódio, suspiro.
Cruel destino, caminho incerto,
Enterrar o afeto, num túmulo deserto.
No coração, flores murchas de um passado,
O amor que vivia, agora sepultado.
Despertei o ódio para libertar,
A dor que sufocava, era hora de acabar.
Cortar os laços, desfazer a trama,
Doce amor agora na lama.
Sepultei sonhos, enterrei o querer,
Para renascer, preciso esquecer.
No solo do adeus, planto a saudade,
Memórias desfeitas, na escuridão da verdade.
Ódio, um veneno que liberta a prisão,
Do amor que se foi, na última estação.
Processo de purificação do servo do Senhor e Rei Jesus Cristo.
Que ódio!!!
Mais me parece que Deus de Israel tentou dificultar minha vida mais que as dos outros mortais, parece - me que o mesmo encontrou veneno de serpente em meu ser... mais me parece, que o mesmo não aceita mais minhas súplicas de misericórdia, Jesus foi ao meu favor, mais o Pai negou e resolveu me expugnar, tirando o ódio de meu ser...que desprezível que sou sendo rejeitado...aí que ódio terrível que sinto...
Que tédio!!!
É desprezo que os outros fazem a mim, minha auto estima está de todo desprezível demais, seria possível fazer a mim mesmo a a alegria que os jovens sentem antes de todo mal da vida na maturidade...que tédio por saber bem pouco como escapar deste desprezo tão aniquilante... que tédio que só mesmo olhando para obra consumada na Cruz do calvário, que me sinto confortável.
Que horror!!!
É tão terrível saber que tenho ainda sim que aguentar e suportar o ódio, o tédio e o horror nesse processo, mesmo antes de saber que chegarei aprovado, com certeza, se ele permitir com sua eterna misericórdia na nova Canaã a saber a Nova Jerusalém celestial, na qual meu Rei eterno Jesus Cristo Reina e reinará para todo sempre, pelos séculos dos séculos.
Poesias Líricas ao Senhor Jesus
Viver em um mundo onde o ódio é o que mais existe é difícil. É difícil saber que nem todos aceitam a imperfeição e a felicidade das outras pessoas. Machuca. Mas, sabe, machuca principalmente aqueles que, em algum momento, não se curaram de algo causado em algum momento de sua vida, por outros ou por eles mesmos. E viver nessa infelicidade, onde não se agrada a ninguém, e o fato é que, se é vivido, é vivido pelos outros e não por si mesma, isso é o que mais machuca.
Ninguém está feliz, e, ao estar infeliz, a infelicidade deixa os outros infelizes.
Então, que vivemos, no fim, em um mundo onde nossa própria felicidade importe mais do que a dos outros, porque, no final mesmo, é sobre a gente, e, ao sermos felizes e nós mesmos, os outros passam a ser também.
O ódio é essa perseguição que desafia a coragem, colocando a vida num labirinto de prazeres e mistérios da individualidade, onde um último suspiro significa pedir socorro, esquecendo que a claridade ao dormir e se cobrir pelo decorrer do dia, deixa o seu rastro de luz para sua memória, quando desperta, retoma suas lembranças do que ficou e aconteceu, foi e fatalmente é agora. Imprevisível.
Carlos Alberto Blanc
Estamos vendo a disseminação do ódio sempre por parte dos fanáticos religiosos. Independente de qual religião seja, pois cada um se acha dono da verdade, nesse sentido, as pessoas amontoam doutores para si, e qualquer variação daquilo ao qual piamente acreditam, acatam como sendo a verdade suprema, desdenhando toda e qualquer oposição ou ainda variação da mesma.
Exemplo disso é o cristianismo, que na prática corriqueira de seus fiéis é completamente antagônico ao ensino e verdade prática de Jesus Cristo. Assim sendo, temos um cristianismo distante do Cristo em nossas práticas comunitárias no âmago social. O que não é diferente em outras religiões, onde a teoria e a prática não se apresentam de forma harmoniosa e igual.
❝Que em nosso caminho não seja de ódio
ou rancor, que possamos encontrar amizades
verdadeiras, que possamos nos aproximar
daquelas pessoas que tem o dom de nos fazer
feliz, que tem o dom de nos fazer bem, sabe...
Aquelas pessoas que se destacam no meio da
multidão, não por serem melhores que as outras,
mas por terem o dom de tocar nos com um
simples gestos de amor, elas exalam a bondade no
olhar, elas nos transmite o verdadeiro sentido da vida,
elas nos ensinam a amar... ❞
-------------------------------Poetisa: Eliana Angel Wolf
Trigo e joio
Deus é amor, é a pura verdade,
O diabo, do ódio, é a crueldade.
O homem se perde, busca o luar,
Mas sem plantar, como irá colher o pomar?
Semeamos mentiras, colhemos espinhos,
Trilhamos caminhos tão mesquinhos.
Frustrados, vazios, sem saber amar,
Mal amados, seguimos a tropeçar.
O bem luta, vence, é luz que clareia,
Enquanto o mal, na sombra, se enleia.
Engana quem finge, quem se deixa iludir,
Mas a conta da vida um dia há de vir.
Quem estás a servir? Deus ou o mal?
Na colheita da vida, és trigo ou o joio final?
Escolhe o amor, a verdade, o perdão,
Pois colhemos o que plantamos no coração.
Não agrida meus princípios e não tenha ódio ou inveja, me tenha admiração do meu jeito de gostar.
Pois lhe tenho amor e carinho com intensas pulsações provocante, que vira um filme em cenas quentes.
Se dê ao máximo para mim em uma manhã de domingo que lhe retribuirei com o meu coração.
Quando tenho raiva entrelaçado com o ódio me faço pragmático, quando tenho amor intensifico minhas atitudes de ser sincero;
Quando tenho tristeza me vejo em silêncio buscando respostas na qual não tenho;
E quanto mais evito a insensatez mais permanece em meu caminho para desviar-me do meu foco;
A frieza é ironia de quem tenta tirar algo da cabeça, mas que na verdade não consegue tirar do coração que com coragem e competência se faz toda a diferença;
É do meu pensar que inventam a guerra que gera o ódio alimentando a inveja dos seres que se intitulam inimigos;
Basta dizer a verdade de forma necessária que os sentimentos ruins propositadamente se movem em sua direção;
Portanto crio minhas palavras de acalentos buscando a paz para esquecer os meus próprios problemas;
Não existe meio amor ou meio ódio, não existe meio termo, ou é verdade ou mentira, real ou ilusão;
Contudo o tempo não espera dando um sabor do silêncio que apreensivamente lhe traz ansiedades de querer experimentar ser feliz;
Não quero me corromper por princípios inadequados ao meu caminho que espera momentos justos para o meu coração;
é na sua boca que provo do mais gostoso sabor.
boca tua que é fonte do meu ódio e do meu desejo,
do doce, do amargo
e da tua língua, que aos poucos me vicio e me embriago.
você é parasitária, me beija apenas na boca
mas percorre até o meu coração.
é por ela que me enlouqueço e me mato só pela sua paixão.
o céu sempre foi apenas de uma cor,
mas sempre me iludo com esse tal azul,
o seu também era assim, eu nunca notei:
fantasias sopradas por um vento do sul.
lá no fundo da garganta me via com cada ideia louca
sussurrada por essa voz rouca,
acho que eu ainda caibo na tua boca.
o contorno dos teus lábios,
os movimentos que fazem sem nem precisar falar, já me falta todo ar.
nossa seiva se mistura bem
porque a gente sabe que beijo não é contrato, é contato.
mastigo sua boca como se tivesse pedido o melhor prato.
espero que não tenha se arrependido do nosso trato
provando da nossa explosão de sabores.
é que meu gosto é ainda melhor na tua boca,
era como se fossemos feitos pelos melhores pintores
e agora só me resta saber se o que sai dela
são novas feridas ou a cura das minhas dores.
Do meu amor ao ódio por Beth
Beth, com a sua varanda cheia de pó,
Suas chaves a darem nó
Seu telefone é de dar dó
Seu e-mail é um bagulho só.
E eu aqui tão inútil
Queria ter Beth para mim
Talvez mais, ser Beth,
Com a sua clássica elegância e sabedoria.
Fico a penar
Sonhando com seu baú
Correndo atrás, com atitude ineficaz,
Beth, rainha.
Eu esqueci a minha alma.
Estrago o meu amor,
Não vejo mais as flores nem as Marias,
Só vejo Beth, a todo vapor.
Não sei mais o que é vida
Viver é estar no encalço de Beth
Quero molestar, importunar, fatigar, do amor ao ódio,
Já que eu não tenho Beth, minha rainha.
Como seria bom esquecer Beth,
Gostar de uma mulher feia e sem vida
Mas, o meu amor não tem bondade alguma,
É fraco, como filhotes de passarinho.
E Beth, nem aí para tudo isso.
Parto da minha inveja à vigília e, vejo Beth,
Indo e vindo, com seu andar de garça,
Lindo! Lindo!
Ódio II
ÓDIO II
Amo alimentar o meu ódio
Quero beber deste ódio eternamente.
É ele que nutre a minha existência
Sem essa lâmina não consigo enxergar a indiferença.
Na indiferença dos outros
Encontro a minha sensatez
A minha filosofia do amor que pensa
Na ciência que investiga
No estudo que analisa.
Ao me alimentar do ódio
Estudo a paixão que desequilibra
O orgulho que enlouquece as pessoas
O sensualismo que envenena.
Necessito do ódio para saber
Lidar com a indiferença.
Pode vir de terno, vir com olhos, boca, coração e cérebro
Nada, nada mesmo dará conta dessa presença
Muito menos da ausência.
Por isso preciso de beber mais ódio
Pois é neste ódio que preciso de um coração
De uma frieza, de um raciocínio
Mesmo que doente.
Preciso aprender, e o ódio é a matéria-prima dessa ânsia que alimento.
Este alimento está no objeto do ódio
Alimenta o meu rancor, a minha ira
O meu pouco humor e
A minha pouca sabedoria para entender
E aturar.
Quero o ódio para mim, dessa forma
Nunca serei indiferente.
O relacionamento acabou mas existe amor?
O ódio, a vingança se apresenta.
E o vazio? Que tormenta!
E chora-se e ri-se.
O corpo fica esquálido.
Os olhos não veem os campos, as ruas e as cidades.
Não se escuta os cumprimentos, são sussurros desnexos.
Quer-se a amizade?
Não, não existe possibilidade – É amor.
Sente-se a senhora de cetim negro, mais próxima.
Caminha junto a todos os passos.
Então o que é melhor?
Lembrar-se que a vida é uma peça de teatro,
E o vivido não foi mais que meio ato.
É TARDE
Ódio com razão
Minha decepção é você
Me fez desistir
De um amor que existia aqui
Fiquei destruindo
desabou meu chão
Depois que fui traído
Não quero amar de novo não
É tarde é tarde
Pra reconciliar nós dois
É tarde é tarde
Sua maldade me deu coragem
Pra não querer saber pra onde você foi
Não venha atrás de mim
Porque eu já te esqueci.
Poeta Antonio Luís
Amor e Odio
Antagonismo?
Ou é hospedeiro um do outro como se estivesse em uma balanca, destinado a complementariedade, o amor completa o odio, o odio floresce o amor!
O universo necessita de opostos para se atrair
A atracao envolta de emocao, conexas e desconexas, distantes e sufocantes
Sentir o amor é extasiante!
PALAVRAS
Nos corações em que busquei amor
ódio encontrei,
as mãos de que esperei carinhos
maus-tratos me deram,
os sábios a quem pedi verdades
mentiras me ensinaram.
Tenho o coração cheio de amor
para quem me odiou,
as mãos cheias de carinhos
para quem me maltratou
e a alma cheia de verdades
para quem me ensinou mentiras.
As Corrosivas
Aventuras do
Homem-Sulfúrico
Meu ódio
É tão indispensável,
Quanto meu amor.
Amo e odeio.
Não, não há
Neutralidade aqui,
Não há indiferença,
É nada ou tudo.
Se você vem, fica.
Se vai, jamais retorne.
Acolhimento pleno
Ou desprezo absoluto.
Sem absolvição,
Sem perdão,
Nem arrependimento.
O rancor é nosso por direito,
Bem como o martírio.
Somos ímpares,
A paz é para os incapazes
E seus pares.
Nós somos atrito, conflito,
Confronto, insurreição.
Somos confeitos nucleares.
Ser amável é como loucura num mundo tão cheio de ódio e talvez por isso seja tão necessário.
Num tempo em que a frieza virou defesa e a dureza parece proteção, escolher a gentileza é quase um ato de rebeldia. Ser amável não é ser ingênuo; é ser corajoso o bastante para não deixar o mundo endurecer o coração. É oferecer leveza onde há peso, e esperança onde só se vê cansaço. Sim, parece loucura mas é exatamente essa loucura que pode salvar o que ainda nos torna humanos.
