Textos de Liberdade
Você já se sentiu sozinho?
SIM. Sempre, desde que o Infinito se fez Infinito. Mas, sobre a Solidão, essência criadora do Silêncio: O Silêncio Coletivo da Humanidade, a maior demonstração de Fé que "qualquer" Deus ou Divindade do Universo necessita para se auto reconhecer perante o próprio arrependimento de viver no vazio do Vácuo Quântico, logo ali, atrás das estrelas de cada céu iluminado pelo Sol de um conhecimento que cega os homens como desafio máximo diante do labirinto que toca o coração de Deus, aquele deuS, aquele homeM, aquele corvO, aquele louco, aquele, aquele... Aquele que se perdeu no Silêncio, para poder destruir a Solidão, sua bela e secreta Criação, violada, roubada e principalmente replicada pelo primeiro Olho que se fez a sua imagem e semelhança.
Mas, sobre este tal Olho: Esta criação, O Olho, foi o primeiro pecado de Deus, fazendo Ele se perder no Tempo e Espaço, entre Viagens no Tempo de Mil e Uma Noites de Realidade e Fantasia, regidas pela Trilha Sonora que ecoava no som da Esquizofrenia de sua Mente viciada em Criar, Destruir e Criar, Recordar aquilo que sempre destruiu para poder simultaneamente Criar O NOVO. Tudo isso, e Nada disso, TUDO: Vivido pelo próprio DEUS, enquanto ele Buscava destruir a sua Primeira Criação - A Solidão (Este foi o último pecado de DEUS: O Suicídio da Solidão, e de SI MESMO, por consequência de sua única Lei - A Causa e Efeito de seu próprio movimento).
Ao Terminar de Escrever este seu próprio Futuro, o criador, DEUS, decidiu chamar esta obra de AUTO BIOGRAFIA - e a Ela, deu o nome de: BIG BANG - O INÍCIO, de meu fim. (Logo Após, No Sétimo Dia, DEUS queimou este Livro no FORNO DA CRIAÇÃO, e disse, suas últimas e verdadeiras palavras:
"DEUSA, minha Deusa, amanhã, Tu nasces em meu último DIA de VIDA, O OITAVO DIA (-8-), mas este também será O PRIMEIRO DIA DE TUA VIDA ETERNA, e a ti, oh DEUSA, lhe darei o teu falso nome: UNIVERSO - Assim te chamarás, oh DEUSA, perante o TUDO e o NADA, para que em segredo se guarde a Belíssima e Verdadeira Origem da tua tão única essência de puro AMOR, apenas revelada pela descoberta de teu VERDADEIRO NOME. Então, quando tu acordares de meu último Sopro de Vida, buscaras Conscientemente ou Inconscientemente, e até mesmo Loucamente a REVELAÇÃO de teu Nome Original, que estará muito bem guardado e de maneira extremamente secreta no local que um dia, um certo alguém chamará de LUA, siga teu coração, e encontre teu nome, antes que o FIM se faça FIM. E por fim, lhe digo, amada DEUSA, de maneira íntima de nossa única essência, a única memória que terás de minhas tão Pobres e Humildes palavras sem valor algum, que lhe fará recordar minha verdadeira identidade, e assim lhe digo em Puro Sonho: "Te Amo, Para, Que Tú, Não, Me Ames. ADEUS, amada deusa, de teu amado: LÚCIFER." -THE END.
- ASSIM, deus chorou pela primeira e última vez, imediatamente, na Velocidade da Luz: ELE se fez fotografia. e Na ausência total da Velocidade, no Atemporal Divino: ELE como fotografia, se queimou no FOGO INFINITO - O Puro Amor - se transformando em uma Fênix Divina, que, em seu, APOGEU LIMIAR DE EXISTÊNCIA, logo se firmou NO ESPAÇO como um imenso SOL, e do TEMPO Ele fez sua própria Prisão, para cumprir sua eterna sentença imortal perante TODOS OS SEUS PECADOS: que foram suas próprias criações.
Criações de ALMAS PURAS e CEGAS, Cegas para que jamais pudessem ver a Vergonhosa Face, de seu Único e Triste Criador, que assim se trancou a SETE CHAVES, e todas essas Sete Chaves, foram Criadas e Fabricadas a partir da SÉTIMA FACE da única MOEDA (dinheiro) de DEUS, essa única MOEDA DE DEUS foi Criada e Fabricada a partir da TOTAL MINERAÇÃO, do precioso TESOURO DE DEUS, um simples conjunto, de seus Primeiros Conhecimentos sobre a VIDA.
Para ELE (DEUS), isso era tão precioso, que ELE MESMO, guardou esse seu tesouro único em seu Cofre Particular, do qual ELE chamava de: O CUBO.
MAS ONDE DEUS SE APRISIONOU? - NO LOCAL, QUE ELE CHAMOU DE: INFERNO.
MAS ONDE DEUS SE APRISIONOU? - NO LOCAL, QUE ELE CHAMOU DE: INFERNO².
("diz a lenda, que ele realmente sumiu, desde o sempre, trancado no FUNDO DO INFERNO, mas que havia apenas um serviço de direito a ELE, como prisioneiro, tal serviço era uma espécie de CORREIOS DE CORRESPONDÊNCIAS, do qual o nome era: O MUNDO DOS SONHOS.
REZA A LENDA QUE: O próprio DEUS, fugiu de sua Própria Prisão, Violou sua Própria Sentença e FUGIU SECRETAMENTE, e também, reza a lenda que: ELE FUGIU PARA O MUNDO DAS IDÉIAS, um local onde ele teria a sua verdadeira LIBERDADE, Liberdade essa que ninguém jamais tiraria dele, nem mesmo ELE.
aSSim, DEUS SE FEZ LIVRE... -0-
- FIM.
A imposição de uma ideia, forma de vida ou hábito social a outro, sem que esse tenha a permissão de fazer de forma diferente, é uma notada característica de um ditador.
O ditador esquarteja o nascimento de ideias, forma de vida ou hábitos sociais que discorde de sua filosofia ou doutrina da qual às impõe no seio de seus subornados.
Como é triste o ditador para o instituto do livre arbítrio!
Deus não é ditador, e a conclusão disso é a forma como criou e vem regendo a humanidade.
Vejamos que mesmo ele tendo um projeto de vida combinado com um final muito feliz, ainda assim ele permite o homem testar a ingênua decisão de querer seguir seu destino sem a interferência dele.
Analise comigo, não seria já um momento de tocar sua vida com a interferência do nosso criador?
Até agora você em sua liberdade, sem imposição ditatorial, tem testado e tem visto a que estado chegou.
Tem te agradado? Olhando longe para o que tens, para o que és e para o que queres, realmente é possível continuar vivendo sem ELE?
Deus lhe deu o instituto do livre arbítrio para lhe demostrar que ele não quer ditar nada em sua vida, todavia, experimentar o que ele tem par ti pode ser a melhor atitude que vai tomar a partir de hoje.
Pense nisso!
Sem regras
desenho
círculos sem compasso,
quadrados sem régua,
paredes sem prumo
e vãos sem esquadro...
rabisco poemas
sem nenhuma regra,
navego entre letras
sem remos nem rimas...
sem mote, sem métrica,
no papel, meu porto,
dou o meu recado
e morro entrelinhas...
sem nenhum dilema
minha regra é o rigor
em não ser quadrado
nem em regras ancorado...
Janela de Oportunidade
De vez em quando, alguma realidade acena para nossa percepção, no entanto, estamos geralmente, tão atarefados ou presos a realidades que não oferecem possibilidades de evolução e felicidade, onde não logramos dar o passo quântico para tomarmos posse de uma nova realidade . Em outros momentos estamos prontos e dispostos à alcançarmos tal janela de tempo e nesse instante, nossos velhos traumas e inseguranças lançam-se em nosso campo perceptivo, distraindo-nos, criando problemas e dificuldades onde não existem. Em ambos os casos, se faz necessário um certo grau de desapego, responsabilizar-se ao assumir os riscos, estabelecer uma firme intenção, ter uma atitude ousada e uma criatividade ao estilo Macgyver. Poderemos então lançar-nos de encontro a experiências empolgantes, fazer fluir nossos desejos e alcançar nossos sonhos.
Sonhos
Sempre sonho com voce...
As vezes sonho com os bons momentos que vivemos...
As vezes sonhos com os bons momentos que poderíamos ainda viver ou ter vivido...
As vezes você me pede para ser uma pessoa melhor...
As vezes sonho com você...
Mas nenhuma vez posso gravar você...
Então o que é muito doce, se transforma numa tortura...
Pois os sonhos somem... as sensações desaparecem após você acordar...
Eu amei você por dez anos... e não sei mais por quanto tempo vou amar...
Gostaria de escolher esquecer você...
Mas não, fico distante disso e diferente disso...
E eu fico buscando você no meu cérebro, mas so escuto a nossa canção e sinto o mesmo perfume...
Esses nunca desaparecem...
Uma outra manha linda de domingo, como tantas que já vivemos...
Que pena...
Presa dentro do meu eu
Me encontro encarcerada dentro do meu próprio eu
Em uma prisão sem paredes onde eu não posso fugir
Como eu quero fugir daqui me sentir livre e poder fazer tudo aquilo que eu nunca fiz
Me sentir livre dessa cadeia sem paredes
Dessa prisão que eu mesma me prendi
Como eu posso fugir
De um lugar onde nem eu mesma sei onde é?
Não sei como me tranquei
E não vou saber como sair
Esse lugar obscuro sem luz e sem beleza onde se encontra a minha alma
Esse lugar que não por escolha própria mas sim por pressão resolvi me trancar
Queria eu poder sair daqui me sentir livre e me adaptar a felicidade
Mas pelo que eu vejo não irei sair tão cedo dessa prisão e quando eu sair
Aí sim vou tentar encontrar essa liberdade
Mas enquanto isso não acontece vou vivendo trancafiada dentro dessa prisão, vou vivendo encarcerada
Dentro do meu próprio eu
Eu entendo a plenitude, considero inclusive a linearidade das sensações de uma beleza irreparável, algo que de fato não se deve contestar, mas em mim isso segue oscilante demais. Momentos de uma felicidade inegável, de uma luminosidade tocante, como a observação de gente amada reunida, por exemplo, em contrapartida fases de incessante falta de sensações, sem cor, com a palidez desaforada de um triste azulejo branco encrustado na parede de um corredor de hospital.
Não entendo a felicidade constante, não entendo essa ode ao ser feliz o tempo inteiro, quase que como obrigação. Sou cercado de esquinas onde a vida se torna intolerável e isso não se deve ao fato de um olhar pessimista, eu sei olhar ao meu redor e contar todas as minhas bênçãos. Acredito que essa rejeição expectante, que essa intolerância viva venha justamente de tudo o que nos envolve e que pérfido dolorido ou nulo.
Sentir-se infeliz, entristecer-se, passar por uma fase em que a vida se torna intolerável também faz parte da completude que é existir, é no contraste que aprendemos a reconhecer nossas graças, é na intolerância pelo que é atual, por todo o cenário desastroso em que vivemos que aprendemos a reconhecer o que abre a nossa ferida interna.
Quando a vida fica intolerável é justamente quando ela se aprofunda, quando ela invoca a reflexão, quando toca a consciência, quando aflora nossas questões internas. Quando a vida fica intolerável é justamente quando aprendemos sobre nós mesmos, quando administramos a própria solidão, quando identificamos relações debilitantes.
Felicidade é a superfície, é quando o mar perde a profundidade e termina em uma coisa bonita e mansa que chamamos de praia, felicidade é rasa, é a bolha do conforto que criamos a nossa volta, é o que não nos permite ver além da própria felicidade. Felicidade é bonita, é necessária, mas não abre brechas para grandes reflexões.
Por outro lado, o intolerável da vida é quando o mar se aprofunda, é onde o sol não bate, é quando poucos nos suportam, é na negação das profundezas que fazemos bobas entregas superficiais, é na negação do intolerável e do difícil da vida que surgem as relações por conveniência a aceitação da comodidade em detrimento do que se é, os relacionamentos por medo de estar só. É na negação do intolerável da vida que a gente cria artifícios de felicidade momentânea, que alguns se entregam a vícios e às relações descartáveis.
Em contraponto a essa negação eu aprendi a reconhecer que tudo bem se eu for um pouco triste, que faz parte eu zelar pela vida quando esta se torna intolerável, que aplacar dores particulares faz parte da beleza e da completude que é estar aqui, que repensar sobre o meu caminho é o que me leva além e que a contrapartida é uma felicidade consciente, que vem e que sempre virá quando eu souber conhecê-la, ao invés de ficar perseguindo-a com tudo que for superficial demais.
A Morte Das Borboletas
Era assim a minha vida.
Fingia que estava tudo bem, fingia viver.
De manhã ao levantar, enxugava as lágrimas, deixava os sonhos espalhados pelo chão, ensaiava um sorriso tímido ao espelho e saía para a rua, como se nada fosse comigo.
Tua ausência e minha dor de mãos dadas lado a lado, caminhando atrás de mim, seguindo todos os meus passos, qual sombra perturbadora e maléfica.
Em silêncio e tristeza passava os meus dias, tinha apenas uma certeza, um dia pára de doer, um dia amor, assim sem sequer dar por ela, adormeço sem pensar em ti, e ao acordar olho pela janela e noto que o dia tem um novo brilho, junto todos os sonhos, tiro o sol da gaveta e sairei para a rua com um sorriso que é só meu, chega de fingimento, agora posso dizer que estou bem sem me sentir constrangido, já nada me impede de procurar tudo o que mereço e de me livrar de quem não me mereceu, de novo serei livre...
Pensar em ti já não dói, apenas sinto uma certa melancolia mas vai passar também...
O lugar que ocupavas em meu coração está vazio mas o coração ficou mais leve.
Agora tudo parece tão simples que dá medo, não há complicações, não tenho certeza de nada mas também não sinto falta de nada.
A partir de hoje só quero paz e simplicidade na minha vida, não me vou preocupar mais com o que é certo ou errado.
E se a única coisa que me faz falta é fugir para a beira mar? Cumprir a promessa que fiz a mim próprio há alguns anos: "Ainda um dia viverei num lugar em que o único barulho será o das gaivotas e das ondas do mar, um lugar em que as horas não passam, ou passam depressa demais."
Caminhar pela praia com uma cana às costas e ir pescar, e se a única coisa que faz falta é ficar em silêncio ouvindo a toada do mar e sentindo a maresia, e se ficar sozinho não significa estar vazio mas sim completo?
Michael Hayssus
Escolhas...
Culpamos uns aos outros pelos problemas que enfrentamos diariamente. Não entendemos que a cada um é concedido o "poder" de criar oportunidades, de escolher.
O conformismo é uma perversão da liberdade. A alma humana é crítica, quando "perdemos" o senso da indignação somos "desumanizados", nos tornamos robôs.
É incrivelmente libertador não se importar. Os problemas diminuem, as desavenças não tem importância e contratempos se resolvem com uma fluidez inegável. Mas o quão difícil é aprender, passamos por tanto, tanto antes de chegar a esta conclusão. Mais dia menos dia, essa verdade vai te libertar também.
Ser livre é simplesmente maravilhoso. A sensação de que se tem o mundo nas mãos e que depende apenas de você a realização de tudo o que sempre quis. Não depositar expectativas nos outros e perceber que ha reais chances de ser feliz.
A vida se define a partir das decisões que você toma e não há pessoa no mundo que esteja isenta a ponto de julgar o comportamento do outro.
Existe uma mania irritante de tentar controlar a vida alheia, mas isso nada mais é do que falta de controle da própria vida.
Talvez viver seja apenas isso, cultivar as próprias sementes, plantar e colher.
O hábito suprime as cores, incrusta, esconde: partes da nossa vida afundam-se gradualmente na inconsciência e deixam de ser vida para se tornarem peças de um mecanismo imprevisto. O círculo do espontâneo reduz-se; a liberdade e novidade decaem na monotonia do vulgar.
É como se o sangue se tornasse, a pouco e pouco, sólido como os ossos e a alma um sistema de correias e rodas. A matéria não passa de espírito petrificado pelos hábitos. Nasce-se espírito e matéria e termina-se apenas como matéria. A casca converteu em madeira a própria linfa.
Adoro o teu jeito de levar a vida, parece sempre uma dança que você me convida a dançar. Cada passo uma certeza de que tudo está sendo feito do jeito certo, ainda que não esteja, o que vale é a dança não parar.
Você me convidou a rodopiar ao redor das dificuldades, sempre levar a vida como uma linda peça artística, e assim, desse jeito fui percebendo que a sua leveza me trouxe a liberdade desejada.
Poeta não tem dono.
Se alguém o reivindicar para si, ele perderá o seu encanto e será destruído.
Os poetas são com místicos que possuem dons, que não podem pertencer a alguém, pois, caso isso aconteça toda a magia se vai.As palavras do poeta precisam ser livres, sem donos, iguais a um pássaro que voa livre pelo céu infinito.
Uma vez ou outra pousa na árvore que deseja.Às vezes pousa na janela de alguém, usa seu mais lindo canto, bate asas e se vai.
Se o poeta deixa-se engaiola-se, perderá sua liberdade, e igual a um pássaro preso, não cantará um lindo canto de liberdade e leveza. Aos poucos vai morrendo até não mais poder encantar ninguém.
A liberdade, leveza e o desprendimento são a força de todo o encantamento de um poeta, se isso for perdido, não existe mais poeta e nem poesia.
Ela tem um sorriso lindo, livre e leve, assim como sua alma.
As suas gargalhadas são ecos da liberdade que mora em seu coração.
Os olhos dela são uma mistura de malícia e pureza.
A sua voz é doce e cativante.
O gingado do seu corpo é uma linda e irresistível dança.
Seus gestos e modos são variantes entre menina e mulher.
Seus toques são marcantes e seus beijos são desconcertantes.
Ela é sonho e realidade; Parece que não existe por sua perfeição.
Ela trouxe paz, em meio a minha confusão.
A natureza nos oferece o mais lindo modelo de como devemos ser.
Mas aos poucos perdemos a sensibilidade de apreciarmos os detalhes de tudo o que nos cerca. Não notamos o quanto é linda a natureza, e encantador o azul do mar.
O tempo passa e acabamos perdendo o desejo de encontrar as coisas novas, lindas e inexploradas que existem além do horizonte; e assim, vamos nos acostumando a não observar a liberdade e leveza que tem o vento. Devemos ser fortes e resistentes, iguais aos rochedos dos recifes, que suportam as batidas constantes das mais fortes ondas. Que possamos ter uma beleza interior tão linda e atraente quanto a beleza das águas azuis do mar. Que nossa visão de ver a vida, seja tão vasta e ilimitada semelhante a linha do horizonte infinita que vai além da praia; e acima de tudo, devemos possuir a leveza e a liberdade do vento.
Para voar não é preciso ter asas, mas sim, é preciso ter uma atitude de deixar-se ficar tão leve e desprendido, a ponto de ter a leveza e liberdade do vento.
Não permitir que as cargas dos julgamentos dos outros possam nos deixar tão pesados que não possamos nos mover.
Não deixemos que as coisas materiais e passageiras nos prendam em gaiolas dos afazeres diários e rotineiros.
Os nossos voos devem ser arrumados aos lugares simples, onde a felicidade reside e ninguém a pode tirar. É em lugares assim, que devemos pousar e repousar todo o nosso coração.
Qual o meu problema?
Dia desses estava me questionando: “qual o meu problema?”. Eu, poucos anos de vida e uma inconstância de uma vida inteira. Julgava essa mudança um caso gravíssimo. Por que semana só leio, outra só escrevo? Por que semana só choro, outra só rio? Por que semana só amo, outra só clamo?
Alguns anos atrás me intitulava “bipolar”; santa ignorância! Bipolaridade, uma doença tão séria sendo confundida e banalizada por uma simples inconstância. E o que há, afinal? Hoje, chamarei, carinhosamente, de 3 M’s: movimento, mudança e momento. Eu, num mundo que não para. Eu, num mundo que se transforma. Eu, num mundo que tudo passa. E serei eu, então, nesse mundo igual para sempre?
Mudo como boa humana que sou. Hoje quero sorvete, amanhã salpicão – não gosto, mas amanhã vai saber. Hoje quero cantar, amanhã dançar. Hoje quero sonhar, amanhã amar. Hoje quero escrever, amanhã quero ler. Hoje quero você, amanhã quero ser. Adapto-me, como camaleão, ao meu momento, ao meu sentimento, tormento e lamento. Quero samba, rock e instrumental.
Por que cantarei, se não sinto vontade? Por que deixarei de sorrir, se não há razão para isso? Nem todos os dias são iguais, as pessoas também não! Como terei para sempre a mesma reação?
Ora, deixem-me sentir, que sentir faz parte do processo de cura. Deixem-me descobrir, que descobrir faz parte da evolução. Deixem-me ser, que ser é preciso para viver.
Qual o meu problema? Não me permitir; limitar-me; tentar me descrever. O meu problema? Achar que tudo é um problema!
Intimidade contigo começa
Ao criar um desejo de te ver
Seja simplesmente para falar
Poder sentir seu coração no meu
Passar a reconhecer a sua voz
A todo tempo, falar, te ouvir, abraçar
Assim a reciprocidade da amizade nasce
O desejo de te ver todas as horas
Fazemos um lugar só para nós dois
Como um jardim secreto
Onde ficam as confidências
E as afinidades se aprimoram
As necessidades de te agradar
A liberdade de questionar
Sem reservas ou julgamentos
Então o amor vai nascendo
E assim vamos ficando iguais
Querendo sentir mais do seu toque
Vivendo, aprendendo, compartilhando
E o desejo de te ver só aumenta
Simplesmente te desejar por perto
A todo tempo, o tempo todo
Viver entre o livre arbítrio
E os limites de cada fé
Vira um ciclo sem fim
O amor de Deus é assim.
Quando voce aprende...
A vida é arte de aprender.
As dores são os melhores professores.
Os momentos bons são os recreadores.
A dores geram raiva.
Mas a raiva, é quem nos tras a porta, o perdão.
Certa vez, escutei que o perdão é o hiperlativo de perder.
Entao, para apender a perdoar, é necessário saber aceitar suas derrotas.
Mas lembrando que elas ensinam mais do que qualquer outra situação da vida.
Aprender sobre o perdão te torna livre...
E ficar livre tem haver com cura...
É lembrar de tudo....sem se ferir, lembrar das partes boas...
Então o que aprendi de melhor, é que te libertando, me libertei...
Que meus sonhos, são meus, e hoje são bons...sempre com você...
Porque um amor como o nosso surge uma so vez na vida...quando surgi...
Mas não morre jamais, principalmente em mim, principalmente em sonhos...
Respirar e sentir sem pressa...
As batidas no peito e o ar nos pulmões...
Respirar o tempo disposto...
Sentir as sensações num todo único...
Já não voltam mais e nem retrocederam os tempos...
Ficam lembraças sortidas declaradas!
Num sorriso discreto de pensamentos...
Vontades contidas...
Do voar e gritar...
Do seguir ou ficar...
E por que não!? Os dois!
Liberdade! liberdade! liberte-se!
