Textos de Lembranças
Como se o amanhã fosse certo em existir, como se amar novamente fizesse alguma dor sumir.
Como se soubéssemos todas as respostas, como se encontrar alguém fosse feito uma aposta.
Como se somente crer fizesse um sonho eclodir, como se somente um adeus fosse suficiente para partir.
Como se o perdão fosse sinônimo de esquecer, como se fosse necessário qualquer coisa para sobreviver.
Como se uma música não abrangesse tantas lembranças, como se somente prometer fosse a própria confiança.
Como se nunca fosse preciso recomeçar, como se fosse fácil qualquer causa abraçar.
Como se soubéssemos sempre onde ir, como se fosse suficiente apenas existir.
Como se fosse... necessário tudo entender, para conseguirmos viver.
Perdida em meus pensamentos
Devaneios se projetam em canção
Cada encontro, cores em sortimentos
fugazes lembranças ou mera ilusão
Sobrepus sonhos em vagos silêncios
Completei imagens de fracos tracejados
Deslumbrei brilhos em olhos fechados
Devolvi estrelas a oceanos parados.
Esqueci da vida, abafei sopros da realidade
Tirei os pés do chão, voei, imaginei a eternidade
Suspiros me levaram além da estrada que assombra
E alheia a qualquer vontade, fiz questão de esquecer
qualquer diferença entre a luz e a sombra
tudo que me definiu até agora, tudo que define você!
Você era perfeito, até me mostrar quem você realmente era. Mostrou sem querer e ao mesmo tempo jogou na minha cara.
Pediu o meu amor e não quis me amar.
Me viu sofrendo e continuou. Chorando, quase imporei que parasse, mas o som da sua risada era tão alta que abafou meus pedidos.
Sei que não te esqueci, sei que nunca vou te esquecer, por mais que eu queira.
lembro dos beijos, das caricias, da sua voz me sussurrando besteiras no ouvido, do seu braço segurando forte meus sobre a cama.
Lembro de tudo e dói.
Dói, porque são lembranças de algo que eu nunca pensei que você pudesse fazer comigo, coisas que eu nunca quis que acontecesse.
Se é irreal,
Até o mais doce pensamento é amargo
E a tranquilidade do mar é apenas aparente
Se é irreal
A imagem refletida no espelho é uma mancha
E o amor que dizes sentir é só lembrança de um vulto
Como podes tu dizer-me que é real
Se tu não és tu?
Ouça-me, portanto:
Se é irreal
Todo pensamento é ilusão
E cada movimento, dentro e fora, conduzem à mera distração
Se é irreal
Enquanto for irreal
Tu andas por onde quer, sem saber que está na prisão
Mas quando te tornardes real
Sê firme
Sê livre
E voe...
Chorar por amor é viver em contradição...
Querendo entender a razão, nos motivos de um coração.
Chorar de amor, quando a saudade vem te procurar...
E a lembrança te machuca quando pensa no que passou.
Sentimento estranho esse tal de amor...
Traz tanta alegria, causa tanta dor.
Mas eu acredito tem o seu valor...
Se foi verdade não foi em vão.
Percebi, que em qualquer momento.
Mesmo sem perceber, realizei escolhas,
Tomei decisões, que se refletem no hoje e também no amanhã.
Sinto saudade…
De tudo de que alguma forma marcou a minha vida.
Sinto saudade de pessoas e de momentos.
Dos momentos em que deixei de viver,
E daqueles que não aproveitei de todo,
Com medo de errar.
Das pessoas que por medo,
Não expressei o meu amor.
E o quanto a minha felicidade,
Estava ligada a presença delas em minha vida.
Hoje sou reflexo das minhas escolhas,
Sinto saudade da minha casa,
Da minha família,
De tudo que vivi.
Em constante mudança,
Sinto saudade dos amigos que tive,
E hoje eles me estão apenas nas lembranças.
Daqueles que mesmo com o passar do tempo,
Continuam sempre próximos ao meu coração.
E vivo assim.
Com essa saudade…
Descobrindo a cada dia…
A importância das pessoas,
Que estão ao nosso lado…
E que a minha felicidade,
Está sendo escrita dia a dia.
Através das minhas escolhas e
Das minhas renúncias.
Razões.
Pode haver milhões delas... as vezes, nenhuma.
Pode-se pensar até que estamos protegidos, mas nunca de nós mesmos.
Admiravelmente correto! No conteúdo, mas não na forma.
Lamento minha bipolaridade inesperada que entre crises de risos surgem as benditas/malditas lágrimas . Aquelas que irritam si mesma... porque ...porque ?
Porque não conseguem ser de raiva! São lágrimas de pena do que poderia ser sem ter sido...Por ter se sentido viva , arco íris , lua cheia...
Por estar desarmada, encantada... i-lu-di-da... me transcendi, me aprofundei. Então eu me permiti ! Vulnerável e forte, entendi que fostes a minha prece,meu "sandhya". E não eu a sua...
Quanto maior a sensibilidade do sentimento, maior sua fragilidade. Nada ganha da paixão ...
A alegria e o anseio é o que trazia o riso fácil, o inexprimível sentimento nunca experimentado ou talvez, diferenciado, exótico , fogo que consome todo o ser ... alegria ingenua , profunda...feliz..
Sou profundidade...e nas lembranças , percebo o quanto tens de sabedoria e poder sobre si, e beber do teu silencio é o aprendizado mais dificil... estranho destino, estranhos caminhos , que te trazem preciosidades e depois te fazem morrer todos os dias de saudades... mas que minhas palavras jamais te seja motivo de infelicidade...
Ainda lembro de você, como se estivesse aqui.
Lembro dos seus beijos das palavras de amor.
Lembro da nossa música e os seus trechos favoritos dela.
Mas isso só me sufoca.
Pois a cada vez que me lembro é como se parte de mim virasse pó.
Como se o porquê de eu estar aqui não fizesse mais sentido.
Como se não houvesse mais razão... Razão para viver.
_Duh Oliveira
CHEGA UM DIA
Como tudo na vida, chega um dia. Chega um dia que a gente se apaixona, chega o dia que nós amamos e nosso corpo todo corresponde aos calafrios do amor. Um dia chega o sufoco. Chegam às brigas. Com o tempo, chega o dia que não dá mais, e o dia que cada um irá seguir seu próprio caminho sozinho.
Queremos uma vida nova, não suportaremos a rotina nem mais um dia. Chegou o dia que nós decidimos mudar o endereço do GPS da nossa vida e vamos à busca de algo novo. O que é o novo, nós não sabemos, mas vai chegar um dia que iremos saber.
As horas passam ligeiro, os dias nos passam a perna e tombamos no dia da TPM. Chega um dia que ela vai embora e nos permitimos sentir um sentimento por dia. O dia do alívio, onde voltamos a sermos quem realmente somos.
Chegam-se os dias festivos, batizados, aniversários, formaturas, casamentos, nascimento dos filhos e assim por diante. Chega o dia nostálgico, a pilha de fotos de um lado do sofá e você de outro. As lembranças, promessas, as expectativas, os sonhos e junto delas a realidade. Tudo junto em uma fotografia. Chegam-se as lágrimas, dias de saudade.
Os dias chegam e nunca ficam. Chega um dia novo todo dia. Os dias velhos também chegam para os amantes da nostalgia. Tudo tem seu dia, cada um com a chegada merecida, a entrada triunfante. Mas bom mesmo é quando chega o dia que aprendermos a valorizar cada dia nosso, com as suas angústias, sua correria, sua calmaria, seu tédio todo, a alegria passageira, as noticias boas, a superação de noticias más, enfim, a felicidade de mais um dia que chega.
Todas as folhas abandonam a árvore
Não porque querem, mas porque chegou a hora
E a árvore precisa deixá-las partir
em sua última dança com o vento
É hora de dizer adeus
e lembrar com carinho de um passado distante
Mais uma roda girou
E a árvore permanecerá.
A natureza vem nos lembrar de como a vida funciona
Que tudo um dia passa, então aproveite enquanto pode
Pois tudo tem o seu tempo de acontecer
E tudo tem seu tempo de acabar
No fim o tempo é curto
e a única coisa que vai restar
São os momentos simples, bobos e felizes
que seu coração conseguir gravar.
Carta à paixão
Quando olho para ti com os olhos não mais apaixonados, vejo a mesma pessoa, com as mesmas roupas, com os mesmos costumes... Até aquele antigo perfume, único, que me aguçava o olfato, tornou-se comum. Sua voz, seu jeito de me tocar era tão únicos que naquele exato momento tudo se estagnava, tudo centralizava, tudo reiniciava! Cadê aquele momento? Foi-se! Deixou saudade! Não saudade de você, mas daqueles sinceros sentimentos que me faziam perceber o quanto sou capaz de amar alguém. Eu te amei! Talvez um amor maior que você, maior que a mim, maior que o tempo, maior que meu orgulho, maior que seu medo de deixar-se amar. Não há arrependimentos, não há raiva, e também não há mais aquela fervorosa paixão. Ainda te amo! Pode ser que o ame por toda vida! Só não quero apossa-me de ti! Isso é a liberdade! Dou-te a liberdade! A liberdade também é um ato de amor! A paixão é perspicaz. Com ela, ficamos espertos, qualquer instante é favorável para estar perto da pessoa amada. Aguardamos ocasiões com a paciência de quem um dia conquistará o maior troféu: sua presença. Não há necessidade de te tocar para perceber que o beijava com meu olhar. Você notava! Sei que notava! Não conseguimos deixar escapar um olhar apaixonado da pessoa enamorada. Tentei esconder de todos, ninguém percebeu! Mas você sim! Guardei esse amor, assim como guardei os antigos amores e aguardarei os futuros. Sou uma pessoa amante e itinerante! Não sei se amaria somente uma pessoa, no entanto, eu te amei!
Ando um pouco doente. A garganta em flamas.
Tive um pouquinho de febre mas já passou.
As injeções só não me tiraram a tristeza.
Recorrências.
É assim mesmo. O mundo abarca a gente.
Ficamos prisioneiros.
Cativos das mesmices,
dos vórtices concêntricos
de nossa inexpugnável redoma.
O que você precisa não cabe nas minhas
palavras escritas.
Ademais foram duas viagens.
Uma mundo afora,
outra mundo adentro.
Eu tenho pequenos rabiscos apontados que
não dizem mais nada.
São recortes que ficaram perdidos no tempo.
Mas se você ainda quiser eu te contarei
lembranças.
Imagens que resistiram aos anos,
aromas fugazes, sobreviventes a tantos outros.
...
Um dia antes da morte.
Ou mesmo quando seu destino
se aproximar do meu.
Tempo para se viver
O tempo não para
por estarmos parados nele.
Muito pelo contrário,
ele continua a passar.
Por isso não devemos:
nos prender ao passado,
pois são apenas lembranças;
ao futuro, pois ainda nem aconteceu;
ao presente, pois ele também vira passado.
Vivamos então os momentos que a vida nos traz,
pois nada adianta passar o tempo pensando sem
aproveitar o que ele nos traz de melhor,
A oportunidade de viver!
Um dia... embora tardio... sentirás a falta do meu olhar...
Sentirás a falta do meu sorriso...
Sentirás a falta do beijo que jamais te tocou como meus lábios te tocaram...
Mas embora tardio... estarei nas tuas memórias...
Estarei nas tuas lembranças...
Estarei na tua alma...
Quando olhares para o Sol verás o meu sorriso... Sorriso de menina...
Aquele sorriso cheio de vida... que um dia te fez sonhar...
Que destino cruel...
Que me trazes você...
Que nos olhos eu vi...
O amor florescer...
Mas em instantes perdi...
Nos raios do amanhecer...
Tão cruel és tu destino...
Que me trouxe você...
Que acreditei que puderas ser tu...
O homem que tanto sonhei...
O que me dizes tu destino...
Quão lágrimas... quão sorrisos...
Queres ver...
Deixa-me viver...
Deixa-me sonhar...
Estes não podes me tirar...
Ó tempo... que tempo... que hera...
Encontrarme-ei tão perdida...
Onde sentimentos trocados são... por apenas...
Tão penas folhas verdes... que com o tempo queimarão...
Regarte-ei com palavras e sonhos...
Com o Sol e com a Lua...
Com o mar e as Estrelas...
Com o ar que respiras...
Sinta minhas mãos te tocarem...
O toque de quem jamais te amou como Eu...
E agora desperto tão distante...
Em que tempo... em que hera estarei...
O HOMEM QUE ME ENSINOU A AMAR
Lembro-me do seu cheiro de naftalina e história
impregnados em sua camisa fina,
usada em um corpo com pouca caloria,
e uma mente cheia de sabedoria.
Recito a musica que cantávamos juntos,
enquanto recordo da sua voz rouca e fraca,
fazemos um dueto imaginário.
você foi na vida,
meu sonho de glória,
foi riso, alegria
tristeza, poesia,
alguém da minha história.
E ó se não me iludo, você foi tudo,
foi tudo, o que eu pedi em um avô.
Fico a vagar na nostalgia de minhas lembranças,
recordar cada sorriso seu,
cada abraço que me deu,
você era meu protetor, mas chegou um dia que eu comecei a protege-lo
e retribuir o amor incondicional
As histórias na mesa redonda nos sábados,
tanta vida vivida,
história ensinada,
taças de vinho tinto,
guardanapos de pano,
que hoje fazem falta aos sábados,
na mesa vazia, que perdeu a vida.
Brincadeiras sobre velhos, ele nunca tornou-se um,
a cada ano retrocedia um numero,
consequências da idade.
Hoje você não está aqui,
mas sei que deve estar em recife, curtindo suas férias de vida,
que tanto almejou.
E se estiver me vendo agora,
sinta o amor imortal que sinto por ti,
sei que consegue sentir-me,
você disse que mesmo eu não vendo você com meus olhos,
você estaria, e eu o veria,
com todo meu coração.
Amontôo os pedaços espalhados, alguns que o vento contrário ainda traz como poeira em minha porta.
Amontôo estilhaços de um laço passado que não mais enfeita.
Junto em sequências as desavenças entre a lembrança e a realidade.
Despejo, arremesso, vomito esses fragmentos de saudade.
E continuo a amontoar, não com ligeira intenção de reconstrução.
Torno cinza qualquer resquício e o vento te leva para longe dos meus pulmões.
Às vezes, recosto a cabeça no travesseiro e me lembro de quantos amigos eu já tive, quantos colegas eu já aturei, em quantas brigas já me meti.
Lembro de gente que eu jurava amor eterno. Lembro de amigos que eram meu chão, e eu, o teto deles. Hoje são só lembranças. Sempre tive dessas. Dessas de abrir mãos das pessoas, pra deixa-las serem felizes sem mim. Como se por algum motivo, eu as prendesse, ou já tivesse cumprido meu papel em suas vidas.
Às vezes eu vou embora sem dizer tchau que é para a saída não ser notada. Vou me afastando, saindo aos poucos das histórias, deixando com quem vivam sem mim. Não vou dizer que seja fácil ou que eu não sinta saudade. Sim, é difícil, dói e às vezes dá uma vontade louca de voltar atrás. Mas eu vejo como vivem melhor.
Pode parecer que isso seja um egoísmo às avessas. Pode ser que eu tenha me enganado, que tenha pecado feio em sair da vida das pessoas. Pode até ser que eu tenha realmente feito falta. Mas quem vai me garantir que isso não tenha sido o melhor para todos nós? Quem poderá dizer que eu teria feito grandes mudanças nas vidas que abandonei?
Me doei, sempre, e muito. Já coloquei meus problemas no bolso e o sorriso no rosto centenas de milhares de vezes para curar as ressacas, dores de cotovelo, de cabeça e principalmente dos corações que me cercavam. Nunca fui de falar muito de mim. Omito, não nego. Queria ter um buraco negro pra jogar tudo lá, fazer virar poeira estelar. Esquecer, apagar. Não dá. Mas também não consigo desabafar.
Sei que deixei muita gente pra trás, com essa minha loucura insana de desistir das pessoas, mas, acho, aqui com meus botões, que se alguém realmente sentisse falta, procurava. Quando, meu amigo, meu coração aperta, eu vou lá e digo pelo menos “oi”. Sem revirar muito os estômagos. Recebo meu afago, coloco o orgulho de lado, e sigo.
A gente sempre fica esperando o outro vir, o outro tomar as iniciativas, o outro. Sempre o outro. Vai ver ele também fica esperando a minha tomada de iniciativa, e assim, nós sigamos singular quando deveríamos ser plural. Mas, cá comigo, ainda acho que algumas vezes, fiz muito bem indo embora sem dar tchau. Acho mesmo que deixei espaço para algumas pessoas serem felizes, com algumas outras pessoas.
Vai ver, guardam rancor por eu ter ido embora sem avisar. Sei que muita gente não se deu conta, ou ainda não entendeu que eu estava pensando só na sua felicidade. Melhor assim. A gente não precisa anunciar aos quatro ventos que está tentando praticar uma boa ação. Se aquela pessoa conseguir ser feliz sem mim, minha missão realmente terá sido cumprida. Se não, se ela não conseguir, errei, pequei feio em deixá-la. Mas essas coisas a gente nunca sabe. Essas coisas são o cotidiano. Coisas que acontecem todos os dias.
Entardecer em 2079
De repente um sonho, ao entardecer sentado em um parque, sentia os braços fracos, pernas largadas sob o banco, escutava vez o outra o barulho do pisar em folhas secas, lembro do meu estado temporal, estou velho, as cãs embranquecidas, rugas, um olhar experiente e saudosista, mesmo cansado um brilho e uma expectação de alegria nos olhos, de quem aprendeu a viver; fico olhando os círculos que faziam-se quando as crianças jogavam pedras no lago, começo a lembrar dos dias da mocidade, do vigor de outrora, dos amigos, das garotas, das juras de amor eterno, dos flertes temporãos, das noites de esbórnia ininterruptas, dos discos, das músicas e dos livros, tento me recordar de todos que li, vi, de coisas notáveis e outras nem tão… Começo a lembrar de datas, noites, dias, pessoas, caralho,caralho! … as entranhas começam a fervilhar e estremecer, de maneira tal como o abrir de uma caixa de pandora, vejo flashs de memórias e sensações. Alguns amigos se foram, alguns parentes, outros sumiram, os tempos mudaram, outras gerações, outros costumes. Uma inquietude toma conta, mas de certa forma me sinto em paz, plena; quanto tempo se passou desde a primeira vez que cai da bicicleta. Subtamente choro, trata-se do filme real de uma vida …
Sinto uma paz, olho para os lados, não vejo ninguém por perto, só um pessoal andando de longe, e um barco vazio no meio do lago … e então, sinto uma mão em meu ombro, olho e vejo minha filha sorrindo com a sua filha nos braços, toda sorridente, suja de areia… é uma tarde de verão!
- Vovô o que você estava fazendo ai sentado? Eu estava com a mamãe no parquinho!!
- Estava descansando docinho.
Levantamos e vamos indo embora.
Está anoitecendo, olho no relógio e são 17:55 da tarde do ano 2079.
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