Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
- Aos que ficaram após minha partida.
Receita para prosseguir:
Chore muito ou um pouco,
De preferência acompanhado!
Os primeiros dias são os piores, não fique só!
Mas depois
Sorria em demasiado
Pra todo lado,( assim como eu fiz!)
Lembre de coisas boas... é mais fácil quando agimos assim.
Cante muito... mesmo com a voz de pato rouco,
Baixinho, ou bem alto, aproveita pra gritar é uma excelente hora para extravasar.
Não tenha medo de desagradar!
-Acredite em mim: vai aliviar!
Dance com a vassoura, abrace seu amor, beije seu filho, dedique tempo a família, sonhe, viva, resista, não desista.
Depois de umas semanas fique só e chore quando insistentemente te apertar a dor.
Seque os olhos e fique plena(o) novamente, tem muita gente contando com você. Inclusive eu.
#Não #é #a #Branca #de #Neve...
Nem a Dona Baratinha...
Muito menos o Malvado Favorito...
Ou um lobisomem albino...
Digo eu...
De todos os contos de fadas...
Gosto mais do Chapeuzinho...
Não da garota boba...
Prefiro o lobo mau faminto...
De tocaia na estrada...
Vai saber o que lá pensava...
Quando viu a garotinha...
Vestidinho vermelho...😘😘😘
Sozinha na estrada...
Cantando despreocupada...
Na cesta de guloseimas bem farta...
Muitas flores e frutas...
Doces e marmelada...
O lobo danado...
Com a boca já cheia d'água...
Enganou a menininha...
Que naquele tempo...
De outrora...
Donzela ainda tinha...
Correu para a casa da vovó...
Que há muito estava na seca...
Sem perda de tempo...
Pulou a cerca...
Comeu a velinha...
Bem rapidinho...
Sem piscar...sem carinho...
Deixando para sobremesa...
A gostosa da netinha...
O lobo só errou em uma coisa...
Acho eu, com licença, vou opinar:
Se fosse eu o lobo...
Pegava antes a menininha...
Comeria também todos seus doces...
Sem pestanejar...
Como sou guloso...
Bem sei e é fato...
Logo após, com certeza...
Comeria em segredo a velinha...
Sem reclamar...
E que fique registrado...
Em cartório assinado...
Falo bem esclarecedor...
Pegava também...
No machado do lenhador...
E assim termino essa estória...
Contada por esse lobo...
Sua tocaia ?
Nem de longe é a estrada...😂😂😂
Lobo esperto....
Tem pousada...
Sandro Paschoal Nogueira
#Tocando #violino #para #o #diabo #dançar...
É assim que se sente...
Comendo e bebendo com quem vive por amaldiçoar...
A festa vai começar...
Olhares cruéis...
Disfarçados em ironias...
Palavras dúbias...
Frias...
Deita com bêbados e drogados...
Companhia vazia...
Gente que não lhe ama...
Alguns nem lhe tem cortesia...
Monotonia ? ...Duvido muito...
Falta de amor? Quem sabe?
Coração cego, surdo e mudo...
Faz tudo errado...
Ansiando pelo certo...
Em espinhos caminha...
Enquanto a vida definha...
Será que vale a pena de fato ?
Olhar por esse prisma...
Deixar de ser sensato?
Tanto sonhos jogados no lixo...
Tanto sonhos hoje esquecido...
Tanta vontade de viver...
De fazer por merecer...
Por quê?...
Tanto caminhos trilhado errado...
Tanta esquina vazia...
Única companhia...
Uma lamparina...
Na madrugada segue a lua...
Tão longe o uivo de um lobo...
Vultos lhe acompanham...
Terror noturno...
Consigo mesmo fala...
Mas não ouve...
Quem vem lá?
É o seu medo?
Sua sina...
Mau agouro...
Viver afoito...
Sorrir sem ter vontade...
Amar por engano...
Deixar se enganar...
Uma vida...
Um ano...
Ah quem lhe dera...
Poder no espelho realmente se ver...
Não só uma casca dourada...
Tempo corrói...
Está a perecer...
Ir além do reflexo...
Deixar de ter nexo...
Beijar a loucura...
Transceder...
Espírito que não quer sofrer...
Alma ao céu subir...
Tocar estrelas...
Aos pés de Deus dormir...
Em seu lugar...
Nada combina com nada...
Pura fantasia...
Mundo suspeito...
Tudo é tão esquisito...
Feche os olhos...
Sinta a verdade...
Qualquer uma...
A sua...
Pode ser...
Olhar triste...
De um tempo outrora...
Agora só lembrança...
Lá fora...
Talvez o futuro que se vislumbra...
Não seja só o vazio de uma sepultura...
Sempre tem um recomeço...
Do destino seu apreço...
Sandro Paschoal Nogueira
#Defendo #o #que #sou...
E você?
Que fará com a lembrança...
De sonhos perdidos de criança?
Seu futuro será em preto e branco?
O tempo correrá noite e dia ?
Passará por madrugadas frias?
Seu choro será contido?
Amargamente escondido?
O sangue ficará frio ?
Terá um irônico sorriso?
Enfrentará com coragem o seu medo?
A pureza apagará...
E no fundo do olhar...
Algum brilho terá?
Se eu lhe digo essas coisas...
Embora me odeie...
Falo da ternura que você não sabe...
Custa encontrar o amor...
A você entrego esta mensagem...
Sandro Paschoal Nogueira
"-Viva eu ignorante e ignorado..."
Dizia assim o ogro...
Que não era amado...
Corpulento e desajeitado, de maus bofes e mal apresentado...
Vivia, diziam, em pântano assombrado...
Sonhar ele não sonhava...
Tinha, nas madrugadas e em horas dos dias...
Única companhia...
Eterna agonia...
Todos os olhares desviavam de sua face...
Nenhuma mão lhe era estendida...
E em total desenlace...
O ogro sofria...
Seu espírito tal qual criança perdida...
Tinha na solidão o abrigo...
Grande coração não compreendia...
O porquê daquele castigo...
Tantos belos rapazes de almas vazias...
De vidas abastadas, luxuosas e perdidas...
E ele fadado pela aparência...
Ter nessa existência...
Condenado a resiliência...
Sua única alegria...
A qual foi talhado...
Era do pântano em que morava...
Retirar do lodo em que chafurdava...
As mais belas flores que colhia...
Mas não se engane meus amigos...
O ogro também amava...
Linda donzela de aldeia vizinha...
E nas madrugadas....
Em surdina...
Sob a cumplicidade da senhora da madrugada...
A lua se escondia...
Favorecia assim...
Ao ogro do pântano...
Colher de seu jardim...
A mais bela flor...
E na escuridão que o cercava....
Cantava as mais lindas melodias...
Ofertava desse modo, junto com as flores, todo o seu amor.
A linda donzela não sabia...
Que seu pretendente era o ogro enjeitado...
Que para ela o ogro colheria...
Não só as mais belas flores da terra...
Mas que também lhe daria...
As estrelas para lhe fazer companhia...
Um dia...
Em desejo...
A donzela se escondeu...
Queria descobrir quem era seu amado...
Que no manto da escuridão...
Se apresentava...
Enfim...
Naquela noite fria...
Pela estrada prateada...
O ogro ia...
E como sempre levava em seu bojo...
Do seu amor o encanto...
As estrelas brilhavam mais que tudo...
E quando o ogro começou a cantar...
Desceram do céu para festejar...
A mais bela melodia...
A donzela pode então ver...
Que seu amado não era belo...
Mas seu coração singelo...
A encantou....
E assim termino minha história.
Acreditando no que digo....
Podemos não ser belos por fora...
Mas é na alma...
Que Deus mora...
Sandro Paschoal Nogueira
Terra encantada...
Sem fadas...
Onde a magia acabou...
Sem fronteiras na beira da estrada...
Onde aqui estou...
Silêncio que grita bem alto...
Sem pudor...
Vivendo em uma era de anonimato...
Sob a tirania de algum coronel...
Maldade cruel...
Pessoas inúteis e fúteis...
Achando-se ser tal...
Valores invertidos...
Em nome da liberdade amoral...
Dias...meses...de nada...
Lá fora o perfume morreu...
O tempo passa...
Nada muda...
Lamento de alguém, que esqueceu de crescer...
Optei assim por viver...
E com poucas palavras...
Vindo lá do fundo...
Abro minhas asas...
E retorno para o meu mundo...
Houve um tempo em que minha janela se abria....
Sem horas e sem dores...
Com sorrisos, flores...
Desejando amores...
Em dias quentes e em madrugadas frias...
O tempo não é nosso tempo...
E passou...
Tudo passa um dia...
Esperança já tardia...
O que é torto, o que é direito...
Que é tido como certo...
Duvido...
Vira e mexe me complico...
E por mim já descarrilho...
Só me rendo pelo brilho de quem vai fundo...
E nenhum predicado será prejudicado...
Sandro Paschoal Nogueira
— em Conservatória, Rio De Janeiro, Brazil.
Caminhei pelas ruas e calçadas...
Entre dias e madrugadas...
Lua em companhia...
Noites quentes...
Noites enluaradas...
Estradas prateadas...
Conheci salões cinzentos...
De muitos risos...
Poucos alentos...
Muitas loucuras...
Tantas tolas fantasias...
E no espanto do menino...
Em que tudo descortinava ...
Pude ver algumas monstruosidades...
De mentes inacabadas...
Almas vazias...
Grandes gargalhadas...
Bocas úmidas...
Que taças e copos tudo absorvia...
Perdi querendo encontrar...
O que nunca esteve por lá...
Nada contava nem tinha nome...
Eras de breu...
E o réu era eu...
Era tão fácil ser feliz ...
Mentirosas propostas ouvi...
E no sabor do vinho me corrompi ...
Hoje ainda não sei como caminhar nas ruas...
Sem estar...
Em ruas que ficaram para trás no tempo...
Sem estar ...
Esperança que aprendi com as ruínas...
Triste e lamentável fado...
Hoje...
Paz cultuo...
Na lembrança desse banco...
Aqui sentado...
Sandro Paschoal Nogueira
Sinto-me longe...
Pretendo recolher da vida...
Algo mais que apenas ser só vivida...
Não quero ser só um simples espectador...
E perder a noção do essencial...
Sem mais nada para contar...
Perspectiva que me assusta...
Lanço então um olhar para fora de mim...
Flagrante de esquina...
São tantas as esquinas...
Por todas quero passar...
pensamento viaja...
Segue por trilhas...
Ruas e jornadas...
Ao horizonte alcançar...
A vida de tão grande
fica pequena...
para tantas vontades...
Para tantos sonhos construir...
Para tantos a realizar ...
Sandro Paschoal Nogueira
— em Rodoviária de Conservatória.
Um dia fui criança sonhadora...
Muito amado pelos meus pais.
Com irmãos, grandes aprendizados...
Tive mimos e cuidados especiais.
Adolescente aguardando amor...
Invejado, desprezado...
Sem nenhum cuidado...
Enganei e fui enganado.
Fui atendente, pasteleiro, cozinheiro, faxineiro,
cabeleireiro, leão cobrador...
Vaguei nas ruas, madrugadas...
Troquei dias por noitadas...
Estrapolei, fumei... bebi...
Passei fome...
Não roubei, nem me prostituí.
Quis ser padre e templos frequentei...
Conheci párocos, pastores, pais de santo, babalorixás...
Adorei santos católicos...
Muitos oráculos consultei...
Médium, adivinho...
Invoquei demônios...
Servi a deuses esquecidos...
Tornei-me bruxo, feiticeiro, necromante...
Sempre buscando algo...
Ali, lá e acolá.
Cansei de tudo isso...
E resolvi só trabalhar...
Carreguei muito peso...
E de ninguém quis mais ser empregado.
Fui dono de empresa, proprietário de casa noturna,
lanchonete, restaurante, casa de jogo e de bar...
Artista plástico, pintor...
Tudo isso também fui.
Como sátiro insaciável...
Excelente amante...
Com muitos me deitei...
Conta perdi...
Com nenhum adormeci.
Enterrei muitos amigos...
Poucos inimigos...
Deixei família também por lá...
Tão triste ver o cal cair...
Triste ao pó retornar.
Fiz tanta coisa...
Muitas outras ainda por contar...
Algumas...
Muitas...
Melhor esquecer...
Não convém contar...
Nem mesmo lembrar...
Trazem arrependimentos...
Tristezas grandes...
Fazem lágrimas rolar.
Engoli muitos sapos...
Andei em farrapos...
Trabalhei...
Suei...
Me estressei.
Tudo foi minha vida...
Muitos caminhos...
Veredas...
Estradas que engatinhei...
Andei... passei... parei...
Tomei rasteiras...
Caí...
Não desisti nunca...
Não desisto nunca...
Nem é bom nisso pensar.
Hoje dizem que sou...
Hoteleiro... dono de pousada...
Bem vestido, bonito, cheiroso...
Elegante cavalheiro...
Grosso ou fino...
O que importa?
Alguns me chamam de poeta...
Só porque traço algumas linhas...
Poucos rabiscos.
Sem nenhuma ambição...
Por mais um dia vou vivendo...
Para Deus agradecendo...
Até onde Ele queira me levar.
O que pode acontecer comigo?
Que já não tenha me acontecido?
Amar o Vento...
Indolente ou encontrar o equilíbrio?
Navegar em mar de raios que se revela...
Sem razão aparente...
Sem dor...
Tocar o lume acendendo as manhãs...
Ter na mente, no coração, no silêncio...
Uma força, um sentido...
Transborda-me em doçura...
Minha maneira de enlouquecer...
Única e intensa...
Mãos trêmulas de tanto querer...
Se o que me resta ainda sonhar...
Me cabe mudar em mim a sorte...
Mostrar o meu o rosto no crepúsculo...
Antes da dança da morte...
Sem asas ...
Preso ao chão...
Quero alto poder sonhar...
Me encantar com a vida...
Em cada olhar...
Sandro Paschoal Nogueira
Sempre singular comigo...
Eis que ressurge...
Saindo de mim feito enxurrada...
Tanto erro passado...
O que nunca foi perdido...
Mas que sempre é reencontrado...
A vida não explica...
Nem sob medida...
Queria não ser um perigo...
Fazer nada escondido...
Do pecado que cometi...
Ser o alvo escolhido...
Quem não me conhece...
Que me procure...
Que me encontre...
Que me espere...
Talvez não tenha acabado...
Talvez esteja só começando...
As coisas lá do céu...
Sandro Paschoal Nogueira
Resumindo a disciplina
Se a MATEMÁTICA é pura logica,
A FÍSICA é a razão;
Se a QUÍMICA é elementos e misturas,
O PORTUGUÊS é interpretação;
Se a BIOLOGIA é a vida,
A GRAMÁTICA também é pontuação;
Se a FILOSOFIA é attitude,
A REDAÇÃO é criação;
Se a HISTÓRIA é conhecimento do passado,
A GEOGRAFIA e localização;
Se a GEOLOGIA e rocha e vulcã,
O IDIOMA é comunicação;
SE a EDUCAÇÃO FÍSICA é exercício,
A MÚSICA é canção;
Se a DANÇA é movimento,
O ENSINO é educação;
Se o ALUNO é aprendiz,
A ESCOLA e instituição;
Se o PROFESSOR é o mestre,
Para uns DEUS é a salvação;
Primeiro
Dia de aula,
Dente arrancado,
Exame médico,
Beijo!
Dá frio na barriga,
borboletas no estômago,
arrepio na orelha
(nessa e em outras ordens).
A vontade é pular,
passar pro próximo,
correr, correr...
Mas a pressa é má conselheira,
inimiga da formação,
pois, de todos os passos,
o que mais importa
é o primeiro.
Aquele que sabe antecipadamente, que prevê; é prudente; vamos fechar o texto aqui para evitar a margem de erro;
Não temos acesso ao pensamento das pessoas, quero dizer não posso ver seu pensamento,
Mas são monitorados de outras formas...
Estamos todos em um corpo (casa) ligados pelo cordão de prata;
Nossas visões são claras, sem engano pelo terceiro; ou seja, visão espiritual.
Existem muitas informações sobre o assunto;
mas enquanto não nascer espiritualmente, não romper uma linha tênue entre o físico e espírito este acesso está bloqueado;
estão suscetíveis a meros enganos.
Oh altíssimo, pai de amor, dono da justiça, sua disciplina nos governa e tua misericórdia nos sustenta, pelo nome intercessor daquele perfeito que doou todo seu amor pela transformação da condição do mundo, todo rigor da lei pela doçura da graça, porém senhor em meio de tanta benevolência somos incapazes de reconhecer e nossos pecados constrói uma barreira impedindo chegar ao teu aconchego, e eu, eu meu senhor sou este grão nu, esta poeira ao vento, sou esta gota no teu oceano, pequenino e fugaz, necessitado do teu olhar para minha vida, carente do teu colo para o socorro das minhas angustias, impotente e incapaz de romper a barreira da razão, isso, esse, sou eu quando me tomo de pensamentos egoístas, carnal, isso quando o devaneio do meu sentimento se apaixona pelos tesouros terrenos, essa criatura que tenta neste momento chamar a tua atenção é este mesmo ignorante e covarde em saber que me chamas para teu seio e volto para a rua da perdição através da malícia, do medo, da covardia, oh altíssimo és somente senhor capaz de enxergar, examinar e distribuir tua piedade, então clamo mais uma vez pela tua misericórdia, pois minhas forças são inúteis, mas teu chamado para provar do teu espírito é vivo e nesse intento quero adentrar, olhe para mim, para este que chama teu socorro, por uma transformação, mudança e restauração de forma que o teu entendimento me faça capaz de captar a força da fé em perseverar, doando minha vida para instrumento de tua honra e glória.
Estas pessoas que estão lendo seja saciadas com seus anseios e desejos e tua benignidade visite cada uma destas.
Giovane Silva Santos
Oh senhor altíssimo, imagino toda tua dimensão e minha insignificância diante de ti, muitas vezes não mereço e não sou digno de seus benefícios, mas és tu senhor que orienta a clamar por ti, chamar por ti, bater a tua porta e pedir pela água do teu espírito, nesta amanhã com gratidão e mediante minhas dificuldades chamo pelo teu nome, a que a cruz do nosso senhor Jesus é a demonstração de toda razão de nossas vidas, clamo oh pai pela sua amizade, onde suplico teu socorro para que minhas angústias, dificuldades, enfermidades, e as manifestações negativas sejam reparadas, sanadas com tua misericórdia, contemplo teu espírito para que meu entendimento se aperfeiçoe e que eu seja capaz de saber receber e compartilhar, toda fé, todo sinal de suas bênçãos e teu olhar para minha vida seja honra do teu nome, cada pessoa que ler esta oração Seja agraciado pela sua amizade senhor.
Giovane Silva Santos
Exaltado sempre Seja teu nome oh altíssimo, ao que nosso intercessor Seja glorificado em nome da coragem, doçura e amor da cruz, volto minhas petições a que eu possa adentrar a teu entendimento, muitas vezes reclamo e lamento, porém não me coloco advogado de dilemas, mas confesso toda minha necessidade de tua presença, de tua direção e de tua sabedoria, pois sozinho sou pedra de tropeço, sozinho sou um buraco negro, sou vazio, sou perdição, sou infelicidade, sou o próprio fracasso, mas no teu espírito senhor e que tenho a esperança do renovo, da transformação, da mudança, da satisfação das lutas cotidianas, oh pai sacia minha fome com teu alimento diário e minha sede pela essa tua fonte transbordante, aquieta minhas emoções e contemple sua misericórdia através da minha vida.
Aqueles que estão lendo Seja preenchido com tua benignidade.
Giovane Silva Santos
Simbolicamente somos perfeitos, pois manobramos o mundo com efeito, por ter a mão do homem o mundo ficou com defeito.
O fato que a palavra diz, somos um pouco menor que Deus, pois está a dimensão da criação a mercê da voz humana.
Simbolicamente somos herdeiros do mundo, foi um plantio profundo, quão Deus se arrependeu de fazer o homem esse terreno imundo.
Giovane Silva Santos
Sentada na varanda com o copo na mão
Vejo minhas lembranças tomarem forma de ilusões ;
Me fazendo acreditar que você está aqui outra vez...
Mas o convite para o casamento do qual você é o noivo me desanima,
E me traz de volto das lembranças não tão felizes mas inesquecíveis.
Jogo o copo com tanta raiva e frustração que ele se parte ao se encontrar com o chão,
E seu estado é a perfeita representação de como me sinto:Estilhaçada.
Dou um pequeno sorriso com a comparação e me ajoelho sobre os cacos,
Chorando o mesmo tanto que sangrava
Pois lhe deixei partir para nunca mais voltar.
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