Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Dizemos que queremos expandir as nossas mentes e alcançar a verdade, mas na realidade só queremos aproximar a nossa inverdade das fronteiras do real.
Procuramos a verdade em vão, assim como o tolo que aspira a um objetivo que não pretende alcançar. Não nos importa a verdade, a menos que ela seja um reflexo da nossa ilusão.
Nós, humanos, precisamos da ilusão.
Há nesta vida só incerteza.
E para a alma que só conhece a tristeza,
a felicidade pura é tão impossível como a certeza plena.
Tudo lhe sufoca, tudo lhe afoga.
E a pobre alma triste sofre,
sofre toda a saudade jamais sentida por quem viveu a despedida.
Quanta saudade,
quanta dor reside no coração de quem se pergunta:
"o que é que existe?"
Quanta tristeza.
Quanta melancolia embrulhada em papel fino.
Há nesta vida só incerteza, só felicidade imerecida.
Ai da alma que espera por ela,
pela tal felicidade.
Vive dizendo adeus, adeus.
Viver não é um privilegio que se possa ter escolhido nem um castigo de que se possa escapar.
Ter sido o Papa João Paulo II ou Adolf Hitler, ser o Pelé, Barack Obama ou A Rainha Victoria, viver a vida de Madona ou ter tido os altos e baixos que fizeram de Michael Jackson o maior ídolo pop de que se tem notícia, sem esquecer, é claro, os Beatles, que encantaram as ultimas gerações, os grandes homens e mulheres que marcaram a humanidade não escolheram ter nascido para viverem, ter tido glorias ou serem lembrados como assassinos genocidas.
Você nasceu e está vivo lendo essas linhas para cumprir um desígnio. Nascer, viver e morrer, deixando ou não suas marcas, herdeiros e sucessores, ou simplesmente ser mais um dos bilhões ou trilhões de pessoas que já povoaram o mundo que conhecemos, dos quais sabemos um pouco pelo legado cultural, pelas construções faraônicas, pelas guerras e barbáries a que levaram a humanidade, cada um no seu tempo.
Repasso na memória o pouco da história que conheço do Guarujá e nem mesmo o nome de algumas ruas me levam a pessoas que construíram algo e que mereçam essa lembrança. Menos ainda placas, estátuas e menção elogiosa na história.
O Cônego Dom Domênico Rangoni pode ter sido único, pelas obras que construiu. Ele é lembrado pelo maior hospital da cidade, um colégio que ainda hoje ensina aos mais jovens e várias outras obras benemerentes.
E se me lembro de poucos que merecem, sei de cor os nomes dos de todos os prefeitos e de muitos vereadores, desde 1.989, ano em que me mudei para o Guarujá, que administraram a cidade e a transformaram no que ela é hoje.
Um amontoado de favelas, milhares de pessoas que não obtém escola para seus filhos nem amparo na doença e na velhice para seus entes queridos, bairros inteiros que alagam.
Guarujá só é lembrado positivamente pelas belezas naturais, que temo, não resistirão ao descaso à maldade dos que a administram.
Viver não é um privilegio que se possa ter escolhido nem um castigo de que se possa escapar.
Pense nos políticos que o Guarujá teve e repasse mentalmente o que eles fizera de bom, o que deixaram de fazer e verá que ser chamado de mau administrador, venal e canalha, não é um castigo de que se possa escapar.
É difícil, quase impossível, ter orgulho, de ter sido político de Guarujá.
Aqui há um pouco de mim, mas muito pouco, diante de tudo aquilo que sou...Aqui, minhas mudanças, as metamorfoses, porque um dia sou borboleta e, em outro, dragão. Este espaço é meu, porém para todos aqueles que carinhosamente passam por aqui e, como há coisas que gosto e desgosto, com certeza, para os que correm os olhos por estas palavras, não poderia ser diferente. Ao contrário do que alguns pensam, não tenho presunção de ser escritora ou poetisa. Tenho sim, intenção de olhar para trás e ver todos os meus momentos compartilhados com gente igual a mim, que sente tudo, que não deixa a vida passar em branco e que sorve o viver em minúsculos goles.
Aqui as chuvas que tomo, nos dias de verão, sem perder uma gota que seja; meu riso escandaloso, porque dou muitas risadas, pois ao contrário do que pensam, não sou triste... Sou os meus amores, meus desejos, meus desesperos, minhas incríveis aventuras. Aqui posso dizer o que os outros não tem tempo para ouvir: que gosto de flores, somente na terra, onde crescem soltas e absolutamente vivas; que adoro ver os pássaros voando pelas àrvores, muros e telhados e que, destruiria todas as gaiolas, pois criatura viva alguma nasceu para ser prisioneira; que ando descalça, pelo menos cinco minutos por dia; que adoro gatos persas e as suas cantorias embaixo da minha janela; que não vivo sem café porque seu cheiro é indescritível e seu sabor revigorante; que sou fascinada por anjos e fadas; que sou louca por histórias infantis e vivo reinventando cada uma delas; que muitas vezes fico em profunda nostalgia, mas jamais em depressão; que passo horas sem mexer um músculo e, são estes momentos que me colocam de frente com minha alma; que ligo para os meus amigos de madrugada ( logicamente que, com aqueles que possuo tal cumplicidade); que durmo muito pouco e, por isso há tempo de sobra para fazer tudo o que faço...Além disso há muito mais, que hoje pode ser tudo isso e, amanhã, tudo mudar.Sou infinita como todos os demais seres... Como eu há muitos tantos. E é por tudo isso que sinto vontade de vir aqui todos os dias, conhecer a mim e aos que por aqui passam.
Velocidade é a bola da vez. Não sei bem se é isso, mas não tenho mais tempo para errar. Há alguns meses, numa mesa-redonda em Belo Horizonte, o professor Eugênio Trivinho (PUC-Santos) falava em "dromoaptidão". Nunca mais me esqueci. Ele fala difícil, a platéia de estudantes de graduação em Comunicação ainda não sabia o que fazer com aquelas palavras. Muita gente riu baixinho, pensou logo no dicionário. "Dromoaptidão" era um conceito que Trivinho desdobrava ali para aquela "galera". E era mais ou menos a aptidão que nós (e os próximos habitantes desta Terra) devemos ter para lidar com a velocidade.
Além do professor de Santos, capítulos de livro trazem pesquisas sobre o tal do "tempo real" e a perseguição de um intervalo cada vez menor entre os fatos, os fatos e as idéias, os fatos e os textos, os fatos e o jornalismo. Uma correria que aparece na vida de todo mundo das mais variadas formas. Gerações que se sucedem e ficam sem o que fazer cada vez mais cedo.
A geração dos meus professores universitários fazia doutorado aos 45-50 anos. A minha geração é de doutores antes dos 30 ou pouquíssimo depois. Inventou-se, para dar conta disso e manter a "linha de corte", o pós-doutorado. E deste se pode ter um, mas é pouco. Há jovens estudiosos com cartelas de dois, três ou quatro, antes dos 40 anos, uns dentro e outros fora do país.
Vou pelo mesmo caminho, mas não sem me perguntar: para quê estou correndo tanto? Onde vou parar? Para quem quero falar o que eu aprendo? Turmas cada vez menores? Poucos indivíduos que querem fazer carreira na ciência? Embora haja vasta comissão de ressentidos que vão mal na profissão ou que apenas repetem a crítica infundada àqueles que fazem da pesquisa a profissão (muitas vezes a vida), é nisso que este país se fia, com o pouco que ele é, para atravessar camadas e camadas de ignorância reverberada até por quem estuda.
Em todas as grandes universidades deste país (não estou falando de faculdades), há equipes grandes de pessoas de variado nível de formação questionando, examinando, estudando e propondo o que se faz do lado de fora daquelas cercas. Em qualquer região do Brasil, pessoas dedicadas ao conhecimento (e não apenas à informação replicada, muitas vezes mal replicada) fazem seminários para ver o que é possível para melhorar isto ou aquilo.
Fico observando aquelas equipes da Engenharia de Materiais. Eles têm de pensar em tudo, no presente e no futuro, e de fato alteram as perspectivas do que acontece dentro de nossas casas. Ou aquela turma de jaleco branco que acaba de passar por ali. São biólogos e vão almoçar. Um pouco mais cedo, estavam discutindo alguma coisa sobre meio ambiente. Os cientistas da Computação estão ali trancados resolvendo o que fazer com a pesquisa de um tal ex-aluno de doutorado que inventou algo muito importante para isto ou aquilo. E a turma da Faculdade de Educação entregou hoje cedo as matrizes que direcionarão o ensino de Matemática nos próximos anos, se os professores deixarem.
E para quê corro tanto? Para ver a banda passar. Para chegar na frente. Para que minha vida aconteça à minha revelia. Para que meu filho tenha um futuro bacana. Para ter grana. Para aprender coisas que pouca gente sabe. Para contribuir. Posso dizer tanta coisa para me justificar, mas prefiro ficar cansada. No final, estaremos todos vizinhos nas mesmas covas. Para quê correr?
Uma moça me contava, há duas semanas, a experiência de morar no exterior. Não em Londres ou em Nova York, mas em Moçambique. Antes disso, fez um estágio no interior da Amazônia e depois concorreu a uma vaga na África. Lá, não tinha quase onde morar. Pegou malária duas vezes. Depois de três anos, resolveu voltar para o Brasil porque ficou grávida. Não fosse isso e teria curtido mais a missão. Dizia ela: "Aprendi muito com esses povos. Lá você dizia ao cara para pensar no futuro, guardar a comida, conservar o peixe e ele dizia: para quê?". Quando ela argumentava: "Para você ter um dia melhor amanhã". O africano dizia: "Mas aí eu posso ter um dia melhor hoje". Caça, pesca, coleta. Isso mesmo, vida de quem está, não será. E se for, melhor.
Ela dizia isso e sugeria a alunos de Letras que concorressem a vagas oferecidas por agências nacionais de fomento para viagens ao exterior. Não para Milão ou para Lisboa, mas para Moçambique ou para qualquer outro canto do mundo onde não haja uma vida, no fundo, muito parecida com esta. Ela dizia isso e refletia: correr para quê?
Não quero viver da coleta. Não sou caçadora e nem estou preparada para o "carpe diem" dos filmes americanos ou dos poemas árcades, mas bem que eu queria um descanso. Não este descanso falso dos finais de semana que começam no sábado à noite. Não a pseudoparada dos que dormem de dia. Ou a noite exausta de quem trabalha sem parar. É isso o que se tem feito. Eu queria o descanso de viver este dia do moçambicano sertanejo. De quem não conhece, simplesmente não sabe o que é, o celular, a televisão, a caixa de e-mails ou a luz elétrica. Impossível.
Faz tempo que a velocidade vem mudando de jeito. Não por conta da internet, que esta é apenas a etapa que nos soa mais fresquinha. Desde o telégrafo, o trem a vapor, o telefone. Desde que a distância pareceu ser relativa. Desde que os burricos que atravessavam montanhas pararam de trabalhar. O tempo vem sendo manipulado. As pessoas vêm delegando suas reflexões e seus desejos a outras. Se gostam ou não, se querem ou não, se são ou não, tanto faz. Terá sido tudo uma imensa onda de práticas meio espontâneas.
Sem ler sobre o assunto, mesmo sem freqüentar aulas de "Análise do Discurso", seja de que linha for, é possível parar para ouvir os ecos de tudo o que se diz. Aqui, neste Digestivo, é possível ler uns textos que ecoam outros; tantos que expressam bonitamente a conversa do boteco, com mais elaboração, é claro; outros tantos que conversam entre si e nem sabem. O que importa é saber o quanto estamos presos a uma rede invisível de sentidos que já vêm meio prontos. Uma teia de relações que já chegam feitas. Uma onda transparente de significados que carrega os ditos e os não-ditos. Sem ter como escapar. Os dizeres estão sempre presos a outros, mesmo que não se saiba se alguém já disse aquilo antes. E principalmente por isso.
Pensar deveria ser a coisa mais importante de tudo. Da vida em família, da escola, da convivência. Saber pensar deveria ser a habilidade mais almejada de todas. Antes de saber envergar roupinha de marca ou saber inglês, antes de conhecer música ou ler Machado de Assis. Antes de ser "do contra" ou de apoiar a "situação". Pensar deveria ser obrigatório. Não sei pensar. Não aprendi direito. Antes que eu consiga (porque eu até tento, há quem nem isso...), vêm logo essas redes de sentidos me carregando. Que antídoto há para isso? Pensar de novo, ler mais, conhecer os textos (falados, inclusive) que já rolaram nesta correnteza e tentar ao menos me localizar. Saber que ecos tem minha voz. Pensar de novo e assistir aos efeitos do que eu disser.
Em 2002 eu tinha um blog. Ele era até conhecido. Fazia resenhas e entrevistas com escritores. Depois me cansei dele. Hoje tenho preguiça dos blogs, assim como de outras coisas e pessoas. Lá no meu blog era assim: eu mal pensava e já havia escrito. Muitas vezes funcionava. Mas isso não tem a menor importância para mim mais. No blog, no site, na mesa de bar, a velocidade eclipsa uma série de coisas mais importantes. Muito do que se escreve é de uma irresponsabilidade exemplar. O Digestivo já foi texto de prova de vestibular várias vezes. Imagine-se o que isso ecoa nas práticas de muitos lugares? Parece bobagem? Não é. Muito do que se toma como verdade é irrefletido, bobo, superficial, reelaborado, tolo, restrito, mas se quem escreve só faz escrever sem pensar, imagine-se o que fazem os que apenas lêem, e lêem mal?
A velocidade com que as coisas podem ser feitas e ditas tem trazido à luz o que deveria ficar guardado em tonéis de carvalho. Há produtos da cultura que jamais, esteja a tecnologia como estiver, sairão dos barris antes do tempo. Ainda bem.
Na doce entrega,
Na reciprocidade de dois corpos,
No desejo do seu olhar,
Pois me entrego ao amor a ti desejar.
Desejei levar você para uma terra de liberdade,
Amor e eternidade,
E nela encontrar o seu encanto.
Eu posso economizar o tempo,
E destruir meu templo,
E ser apenas a lembrança,
Que mesmo não sendo nada,
No deseja que nela expande sarada,
Nas linhas que a vida transpira,
Emoção que deserto cambita,
Pois tudo é passageiro,
E neste lindo agulheiro,
Rebate o amor e o cativeiro.
E os dias continuam passando...
ou é a gente que está passando por eles?
Sei lá...
Dias bons, dias maus...
Se não existissem os dias maus será que perceberíamos os dias bons?
Sei lá...
Às vezes eu queria que no mundo, pra todo mundo, só existissem dias bons - juro que eu iria aproveitá-los 110% -
Mas não sou eu quem mando nos dias né?
Mas o que eu queria mesmo é que a alegria de meu coração só tivesse dias bons.
Mas eu tenho visto uma tristeza tão triste nos olhos da alegria de meu coração...
Mas não sou eu quem mando nos dias da alegria de meu coração,né?
Será que meus dias maus são por causa da tristeza da alegria de meu coração?
Sei lá...
e os dias continuam passando
ou a gente passando por eles?
Sei lá...
Tem gente que diz: não passo o meu tempo em festas, ajudo muitas pessoas, não fumo, não bebo, não brigo, não falo mau de ninguém, sou legal com todo mundo e etc...
Dizendo porque é bonzinho vai pro céu. Ser bom com as pessoas é um dom de Deus. Pra ir pro céu precisa servir, louvar, adorar a Deus. Fazer as coisas que relacionam a Deus, fazer as vontades dele e não as suas. Então sendo obediente a Deus aí sim, irá pro céu (viver a eternidade).
MENSAGEM A VC.
Se você conhecesse o mistério insondável do céu, onde me encontro...
Se você pudesse ver e sentir o que sinto e vejo nesses horizontes sem fim...
E nessa luz que tudo alcança e penetra, você jamais choraria por mim.
Estou agora absorvido pelo encanto de Deus, pelas suas expressões de infinita beleza.
Em confronto com esta nova vida, as coisas do tempo passado são pequenas e insignificantes.
Conservo ainda todo o meu afeto por você e uma ternura que jamais lhe pude, em verdade, revelar.
Amamo-nos ternamente em vida, mas tudo era então muito fugaz e limitado.
Vivo na serena expectativa de sua chegada, um dia... entre nós.
Pense em mim assim. Nas suas lutas, pense nesta maravilhosa morada, onde não existe a morte e onde, juntos, viveremos no enlevo mais puro e mais intenso, junto à fonte inesgotável da alegria e do amor.
Se você verdadeiramente me ama, não chore mais por mim. “EU ESTOU EM PAZ”
Inda se eu tivesse todo ouro do mundo, não seria feliz.
Inda que eu pudesse pairar sobre as águas e sobre o céu, a felicidade não estaria ao meu alcance,
pois tudo o que eu queria eu não tenho, ter você ao lado.
pra te consolar, e não te ver chorar. Pra te fazer feliz, do jeito que você sempre quis.
Pra ser seu príncipe, e viver uma linda história de amor com você!
Doce, alegre, encanta...
livre de toda a fraqueza insana;
E toca, e beija, e ilumina...
Despoja-se de beleza e majestade
Mergulha num doce sono.
E ao passar da noite retorna para seu trono;
Límpido e forte, para ao cair da tarde ,
mais uma vez, pousar sobre o mar
E se vestir de tema para aqueles a quem o amor escolheu...
Hoje lembrei de ti...
Dos momentos singulares que vivemos,das alegrias que vivemos juntos.
Quando eu estava triste você sempre me alegrou. sinto tanto a sua falta...
Sei que ficaria feliz em me ver onde estou. Que me apoiaria do mesmo jeito que sempre apoiou.
Por muito tempo eu não compreendi a falta que vc me fez, mas agora a saudade sufoca tanto que é inevitável as lágrimas caírem.
Muito obrigado por ter feito parte da minha vida. Obrigado por que devo muito do que sou hoje a você.
Enfim, obrigado por ser meu herói, meu melhor amigo e a pessoa em que mais confiei no mundo.
Obrigado por tudo...
Meu Pai!!
...E ver o pôr do Sol;
Sentir cada raio que timidamente toca o rosto,
Ver as aves a planar no céu, todas em compasso;
O céu, não mais azul... apenas tons de laranja que o deixa majestoso;
Mas ainda existe um lugar vazio,
Falta um abraço,
Falta um olhar...
Sem você não adianta pássaros, nem raios de sol;
Não adiantam letras de uma canção de amor;
Pois cada pulsar do coração reflete a vontade de te ver.
E finalmente, quando você estiver aqui,
Nenhuma dessas coisas fará diferença,
pois ao teu lado todo pôr do Sol será mais uma página
de nossa história sem fim...
O que vem de dentro e ninguém sabe;
O que te levanta e ninguém vê;
O que te faz sorrir sem motivo algum;
O que te dar forças para sobreviver.
Há quem diga que é sobrenatural;
Ou que apenas não é real.
Há quem o nomeie Amor,
Mas seja como for,
Essa força que sempre nos motiva,
Que nos dá alegria no nosso viver,
Acho que posso chamar de Amor mesmo,
Afinal sem amor não podemos viver.
Quando a lua, em linda tom adormece;
Deixa o céu em prantos, pois o brilho já partiu.
Mas eis que vem o Sol, e todo choro é afastado;
E o céu agradece por tão linda luz.
Que eu seja o teu Sol quando a lua não mais brilhar,
E que tu me acolha assim como, em um abraço, transpareço toda minha alma a ti.
Me desculpe se é você quem mora em meus pensamentos;
Se é você quem deixa minha vida alegre;
Se pensar em você em momentos difíceis me deixa melhor;
Se cada vez que te vejo meu coração dispara;
Se cada abraço que você recebe, que não seja o meu, me deixa com ciúmes;
Se não te ver me deixa estressado;
Se cada gesto seu é como uma obra de arte;
Se guardo fotos suas em todos os locais;
Se perco a noção do tempo quando estou a pensar em você;
Enfim...
Perdoe se esse bobo que te fala, diz besteira só pra ver o teu sorriso. Pois você se tornou meu mundo, o teu sorriso o meu Sol e o teu amor o meu ar...
Sabe o melhor lugar pra se viver?
É no vale da esperança.
Um vale é um acidente geográfico.
Alguns vales têm poucos km²
Outros, por mais que você procure onde acaba...
é vale pra todo lado.
No vale, a altitude tipicamente é baixa
então você não se cansa
ao percorrer os caminhos floridos,
recolhendo flores, sentindo o aroma de almas felizes...
Percebeu? No vale, a gente leva uma vida mansa.
Mas, veja bem, que seja no vale da esperança.
Não se deixe levar pelos males da vida
para o vale de lágrimas...
Lá a felicidade você nunca alcança.
lembrei de você
lembrei de você quando vi
uma foto sua em um lugar qualquer
LEMBREI NO MOMENTO DA FOTO
O SORRISO E A TIMIDEZ Q ME DIZIA ...
-NAO... TIRA A FOTO NÃO POR FAVOR
E EU INSISTIA
-QUE ISSO AMOR .... É SO UMA FOTO
-TA + PRA QUE???
-PRA EU ME LEMBRAR DE VOCÊ QUANDO SENTIR SAUDADE
-COMO VOCÊ VAI SENTIR SAUDADE SE VOCÊ ESTÁ COMIGO?
-É MESMO NÉ + AINDA QUERO ESSA FOTO
-TA BEM TIRA VAI LOGO.
-AEE.
HOJE SO A TENHO POR ESSA IMAGEM SAUDADES....
"Assim eu queria minha vida"
Queria eu viver assim,
Correr sem medo de cair,
Sentir a brisa do vento,
Cantar só pra mim.
Amar e não sofrer,
Sonhar e não acordar do sonho.
Queria eu encontrar,
No perfume das flores,
No pôr-do-sol,
O sentido da vida.
Sorrir com vontade,
Chorar de alegria,
Na chuva me molhar.
Queria eu alcançar
O mundo sem pensar,
Contar estrelas num céu infinito,
Ser feliz, me apaixonar.
Assim eu queria minha vida...
"Bom dia Espirito Santo, amado de minha alma, que me faz acordar com vontade de viver,
que me faz sorrir ao saber que ganhei mais um dia para realizar o melhor, que a cada segundo
me ama, que me traz paz, que me abraça quando triste estou, que acalma meu coração quando a aflição insiste em aparecer, que não retira os seus olhos de mim, que me faz forte pra vencer todos os dias."
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