Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
às vezes eu acho
que fui feita grande demais
pra uma vida que não expande
ou pequena demais
pra caber no que existe
porque até quando eu amo
tem uma rachadura
até quando eu fico
já estou saindo por dentro
queria que alguma coisa
finalmente me coubesse
ou que eu fielmente coubesse
em mim;
já não dói do mesmo jeito,
já não pesa como antes,
mas teu nome ainda mora
nos meus dias vacilantes.
já não busco tua sombra
quando o mundo escureceu,
mas às vezes olho a lua
e imagino o olhar teu
penso em frases que eu diria,
em respostas, discussão,
no teu riso atravessando
o silêncio do meu chão
e eu sigo, pouco a pouco,
mesmo sem compreender
como alguém vai embora
mas continua em você
talvez seja a saudade
aprendendo a descansar,
feito o verão que vai embora
mas deixa o sol no ar
e que eu aprenda comigo
o que nunca percebi:
não vale perder meu mundo
tentando viver por ti
MONARQUIA DO AMOR
No reino verde de Itaquitinga,
onde o vento espalha raiz,
floresceu um trono de afeto
sob um céu sereno e feliz.
Entre canaviais e memórias,
entre o campo e a matriz,
Israel tomou por coroa
o sorriso da Beatriz.
No reinado de Itaquitinga
a felicidade é Imperatriz.
Não governam com espadas,
nem decretos por um triz;
seu poder nasce do abraço,
da palavra que bendiz.
Quando o Rei estende a mão,
quando a Rainha a conduz,
o amor acende caminhos
como estrelas dando luz.
No reinado de Itaquitinga
a felicidade é Imperatriz.
Israel, monarca do sonho,
cavaleiro aprendiz,
aprendeu que a maior riqueza
é amar e ser feliz.
Beatriz, rainha das flores,
de coração sempre gentil,
transforma simples instantes
em tesouros do Brasil.
No reinado de Itaquitinga
a felicidade é Imperatriz.
As muralhas desse reino
não são feitas de verniz;
são erguidas com respeito,
com ternura que não diz.
Seu castelo tem alpendres,
tem varanda e tem raiz;
e a bandeira que tremula
é a esperança que reluz.
No reinado de Itaquitinga
a felicidade é Imperatriz.
Quando o tempo passar ligeiro
e a juventude se for,
ficará gravada na história
a grandeza desse amor.
Pois há reinos que se acabam,
há impérios por um triz;
mas o reino dos que amam
permanece e sempre existe.
E dirá o povo em festa,
cantando pela matriz:
No reinado de Itaquitinga
a felicidade é Imperatriz.
💖 Mãe
Mãe… palavra pequena, mas que cabe o mundo inteiro.
É o primeiro abrigo, o colo que acalma,
a mão que guia, o olhar que acolhe,
o coração que ama sem medida, sem esperar nada em troca.
Mãe é força que não se cansa,
paciência que não se esgota,
é luz que brilha nos dias escuros,
é o alicerce firme que sustenta a nossa vida.
É quem transforma lágrimas em esperança,
quem faz do amor o seu maior ofício,
quem dá a própria vida para ver os seus felizes.
É a presença que aquece, a voz que conforta,
a sabedoria que ensina o caminho do bem,
a misericórdia que perdoa, a ternura que abraça —
um pedacinho de Deus aqui na Terra,
feita de amor, de fé e de entrega.
Ser mãe é dom, é bênção, é missão divina.
Para todas as mães: o nosso respeito,
a nossa gratidão eterna, o nosso amor profundo.
Vocês são a raiz de tudo o que há de belo,
e a sua luz jamais se apaga em nossos corações. 🙏🌹✨
Gatilho
Por Roseli Ribeiro (2026)
Ansiedade. Pânico.
Dizem ser frescura,mas é silencioso.
Um barulho qualquervira gatilho.
Falta o ar, o peito sofre a punhalada.
O choro transborda, a razão some.
O emocional quebra.
A raiva consome.
Reza, chora pede discernimento.
Respira fundo!
Tenta distrair a mente.Ninguém entende.
O peso é só teu.O "outro" é muita gente para compreender.
Procura-se um refúgio,uma fuga da crise.Você acha que passou,mas nunca cessa: é contínuo.
O respeitar o próximo é apenas uma palavra bonita para muitos, não é atitude!
A Intensidade da Manhã e A Elegância da Noite
Numa certa manhã de domingo, houve um fato surpreendente: quando a densa escuridão da noite foi transformada em um belo vestido que deixou as curvas de uma grande intensidade elegante — parte relevante do seu forte fascínio naquele momento, além do seu semblante expressivo; do seu jeito de olhar que reflete o seu universo —, o fulgor do seu íntimo, detalhes emocionantes e profundos de um sonho poético, da beleza que supera o físico e da poesia que supera os versos.
A Visita Serena que Traz Consigo O Aconchego
Aparece à noite com muita gentileza, aquela sensação edificante de serenidade — a vitalidade de um rico acontecimento, como uma visita muito aguardada durante boa parte da rotina; principalmente por não ficar por muito tempo.
Então, ela começa dando um abraço na alma, a gerar bons sentimentos, a falar o que precisava ser falado, mas nenhuma palavra é necessária; traz conforto, deixando o lar mais aconchegante, naturalmente valoroso.
E o quarto passa a ser mais confortável, semelhante a estar deitado em um campo, com a cabeça apoiada sobre os braços e as pernas cruzadas, enquanto fica observando as estrelas, sem se preocupar com nada.
Entre o Marasmo e o Abismo
O instante em que percebemos que a vida vai além do piloto automático nos causa um estalo, um quase colapso. Ficamos divididos entre o marasmo da zona de conforto e o abismo do novo. Mudar assusta; a incerteza gera insegurança. Mas existir na nossa mais pura autenticidade exige o salto. E se o salto causar instabilidade? O remédio é tentar, falhar, aprender e evoluir. Esse é o propósito.
Se para morrer basta estar vivo, para viver é preciso coragem para acreditar em si mesmo. O amor traz o risco do sofrimento, e amar exige a força de saber que ele permanece, mesmo nos dias mais cinzentos. Às vezes, porém, amar significa desapegar. Deixar ir para um lugar distante, um recomeço silencioso.
A grande virada de chave é a autossuficiência. O amor-próprio não nos fecha para o mundo, mas nos acolhe. Ele nos lembra que somos dignos do afeto alheio, mas, acima de tudo, que fomos feitos para ser o grande amor da nossa própria vida.
Limites do Afeto
Às vezes, temos que parar de tentar carregar a dor dos outros para olhar e cuidar das nossas próprias feridas. Afinal, para ajudar alguém, precisamos primeiro estar bem. Também é preciso entender que, se o outro não quer ajuda, não devemos insistir.
Respeite o espaço, o momento e a dor alheia — uma dor que não sentimos porque não somos o motivo e, muitas vezes, nem sabemos a causa (e tudo bem, isso nem importa). Não se trata de medir qual dor dói mais, mas sim de entender que forçar uma ajuda, uma conversa ou uma melhora imediata só gera mais ansiedade, podendo deixar a pessoa ainda pior.
Se você gosta de alguém que está passando por um momento difícil, deixe claro que você está lá e que ela tem uma rede de apoio. Mas, acima de tudo, respeite o espaço dela para não sufocá-la. No fim das contas, acredito que seja sobre isso.
O Labirinto da Insuficiência
Maldito é o sentimento, a necessidade de ajudar alguém a se reerguer, sem que a pessoa sequer note a sua existência ou saiba que você está ali. Maldita é a culpa de dar tudo de si por uma situação e, ainda assim, sentir que nunca é o suficiente. Dá um medo constante de nunca se encaixar em lugar nenhum: para alguns você é demais, para outros é raso, e às vezes, frio até demais. No fim das contas, se você não for o suficiente para si mesmo, nunca será para ninguém. O verdadeiro sentimento de suficiência vem de dentro, e de mais lugar nenhum. Espero ter ajudado enquanto estive aqui.
Sim, nos primeiros dias, isso é fato!
Você fica repassado a cena o tempo inteiro na tela mental.
Se coloca em diversas versões perguntando o que eu deveria ter feito naquele momento.
A pior coisa é ficar imaginando a volta no dia seguinte e reencontrar o ponto que me levou a esse estresse.
Se aconteceu na sexta, o final de semana é interminável, ficamos pensando o tempo inteiro no fato acontecido. Dormimos, esquecemos de tudo. Pela manhã ao acordar, vem a leve sensação de que o pesadelo foi real.
Continue trabalhando, sem parar! Porque isso demora um pouco para passar.
Trabalhando no sentido de entender, compreender o processo que você está vivenciando.
Não se esconda de si mesmo, vivencie toda experiência com postura de quem está passando por um aprendizado, ainda que esse lhe cause dor.
Agindo assim, sem se colocar como vítima da vida, o seu subconsciente o conduzirá para a próxima experiência, sem deixar dentro de você os vestígios traumatizantes da experiência vivenciada.
Coraçãmo-te
Coraçãmo-te como quem
guarda um voto de silêncio:
não por renúncia,
mas por reverência.
Quando te aproximas,
o mundo reorganiza-se:
linhas invisíveis alinham-se,
portas internas giram,
e o destino lembra-se da sua
própria geometria.
Quando te penso, o mundo suspende-se,
como se a própria existência
aguardasse instruções.
E descubro que o amor é isto:
uma inquietude tão profunda
que já não precisa de nome.
Existem estados de sofrimento cuja existência não pode ser adequadamente demonstrada por instrumentos clínicos, nem reduzida a descrições convencionais. São fenômenos internos da consciência humana, frequentemente invisíveis aos observadores externos e, por isso mesmo, entre os mais difíceis de serem compreendidos.
O fato de uma dor não ser observável não implica sua inexistência. Muitas das experiências mais significativas da vida humana ocorrem em dimensões que escapam à mensuração objetiva. O medo, a saudade, a esperança e a angústia raramente podem ser quantificados, mas influenciam profundamente o comportamento e o destino das pessoas.
Há indivíduos que desenvolvem a capacidade de continuar funcionando sob grande pressão emocional. Trabalham, conversam, cumprem suas obrigações e mantêm a aparência de normalidade. Entretanto, essa adaptação não elimina o peso que carregam; apenas o torna menos perceptível aos demais.
O tempo exerce uma função singular sobre as dificuldades humanas. Algumas são resolvidas, outras são absorvidas pela experiência, e algumas permanecem como elementos permanentes da personalidade, alterando a maneira pela qual o indivíduo interpreta a realidade. Nem toda ferida desaparece; algumas tornam-se parte da estrutura que sustenta a maturidade.
Sob uma perspectiva racional, a esperança não deve ser entendida como simples desejo, mas como o reconhecimento de que o futuro contém possibilidades ainda não realizadas. Enquanto houver tempo, existem condições para mudança, crescimento e renovação.
Portanto, se hoje o seu espírito estiver sobrecarregado, considere que a perseverança possui valor próprio. Continuar avançando apesar da incerteza constitui uma demonstração silenciosa de força. Muitas vezes, a vitória não consiste em vencer imediatamente as dificuldades, mas em permanecer de pé enquanto elas ainda existem.
Que Deus conceda clareza à sua mente, firmeza ao seu coração e paz àquilo que ainda permanece além da capacidade das palavras. Afinal, a realidade humana é mais vasta do que aquilo que pode ser medido, explicado ou plenamente compreendido.
O Mérito, a Propriedade e a Confusão dos Tempos Modernos
Há uma curiosa tendência do homem moderno de confundir conceitos distintos e depois declarar que encontrou uma contradição. Muitas vezes ele toma duas ideias diferentes, mistura-as em um mesmo recipiente e, quando o conteúdo se torna incoerente, culpa a realidade pela confusão que ele próprio produziu.
Entre essas confusões, poucas são tão frequentes quanto a que envolve mérito e propriedade.
O mérito é uma coisa. A propriedade é outra.
O mérito responde à pergunta: "Como alguém conquistou algo?"
A propriedade responde à pergunta: "De quem é esse algo?"
São perguntas diferentes, e exigir que uma responda à outra é tão absurdo quanto exigir que a certidão de nascimento substitua uma escritura de imóvel.
Quando um homem funda uma empresa, investe recursos próprios, assume riscos, trabalha durante anos sem garantia de sucesso e finalmente constrói um empreendimento próspero, existe uma justificativa meritória para sua riqueza. Seu patrimônio não surgiu do nada; foi resultado de decisões, sacrifícios e responsabilidades que outros não assumiram.
A riqueza, nesse caso, não é um acidente. É consequência.
Por isso, quando se pergunta por que o proprietário recebe mais que o funcionário, a resposta inicial é simples: porque não desempenharam o mesmo papel. Um criou a estrutura; o outro foi contratado por ela. Um assumiu o risco do fracasso; o outro aceitou um salário previamente definido. Um poderia perder tudo; o outro não.
Não há ofensa alguma nessa diferença. Pelo contrário, seria estranho se não existisse.
O homem que construiu uma ponte não é recompensado da mesma forma que aquele que apenas a atravessa.
Entretanto, surge um segundo problema. Após reconhecer o mérito do fundador, muitos passam a questionar a continuidade de sua propriedade. Perguntam por que ele continua recebendo lucros anos depois. Perguntam por que seus filhos podem herdar seus bens. Perguntam por que alguém pode controlar uma empresa mesmo sem participar de todas as suas operações diárias.
É aqui que ocorre a confusão.
Essas perguntas já não pertencem ao campo do mérito.
Pertencem ao campo da propriedade.
Uma vez que um bem foi legitimamente adquirido, a questão deixa de ser quanto mérito ele exigiu para ser conquistado. A questão passa a ser quem possui autoridade legítima sobre ele.
Um homem não deixa de ser dono de sua casa porque está viajando. Não deixa de ser dono de seu carro porque outra pessoa o dirige. Não deixa de ser dono de sua empresa porque contratou administradores.
A propriedade não é um salário. É um direito.
O proprietário não precisa justificar diariamente sua posse por meio de novas demonstrações de mérito. Se assim fosse, ninguém possuiria coisa alguma por muito tempo. O agricultor teria de provar todos os dias que merece sua terra. O escritor teria de provar continuamente que merece seus livros. O pai teria de justificar incessantemente a posse de sua própria residência.
A sociedade tornar-se-ia um tribunal permanente.
A objeção frequentemente retorna sob outra forma. Diz-se que o trabalhador produz valor e, portanto, deveria participar da propriedade da empresa.
Mas o trabalhador já participa da relação econômica segundo os termos que aceitou livremente. Seu contrato especifica salário, benefícios, direitos e deveres. Não existe engano oculto nessa troca. Ele não foi contratado como proprietário. Foi contratado como empregado.
Se deseja assumir riscos empresariais, buscar participação nos lucros, abrir um negócio próprio ou trabalhar sob modelos de remuneração variável, essas possibilidades existem. O mercado oferece inúmeras formas de associação econômica.
Mas não é razoável aceitar um contrato específico e depois reclamar que ele não era outro contrato.
A liberdade contratual perde o sentido quando uma das partes exige alterar retrospectivamente os termos que aceitou.
Há ainda uma verdade frequentemente esquecida: o esforço não garante sucesso.
Um homem pode trabalhar arduamente e fracassar.
Outro pode trabalhar arduamente e prosperar.
As circunstâncias existem. O acaso existe. As crises existem.
Reconhecer isso, porém, não destrói o princípio do mérito.
Pelo contrário.
Se o sucesso fosse garantido, o mérito teria pouco valor. O mérito existe justamente porque alguém escolhe agir sem garantias.
O navegador é admirável porque o mar oferece tempestades.
O empreendedor é admirável porque o fracasso é possível.
O estudante é admirável porque a aprovação não é automática.
O mérito não promete resultados inevitáveis. Promete apenas a possibilidade de alcançá-los.
E essa possibilidade é uma das maiores forças de uma sociedade livre.
Quando um homem pobre se torna rico por meio de trabalho, estudo, disciplina ou empreendedorismo, não se prova que todos alcançarão o mesmo resultado. Prova-se algo mais importante: que a ascensão é possível.
E uma sociedade na qual a ascensão é possível é radicalmente diferente de uma sociedade na qual ela é proibida.
Por fim, toda a controvérsia parece retornar a uma única pergunta.
A propriedade privada é legítima?
Se a resposta for não, então nenhuma quantidade de esforço, risco ou sacrifício justificará sua existência.
Se a resposta for sim, então o proprietário possui o direito de conservar, administrar, vender ou transmitir aquilo que lhe pertence.
Nesse ponto, o debate deixa de ser econômico.
Torna-se moral.
E talvez esta seja a questão fundamental de toda a disputa: não se trata de decidir quem merece mais, mas de decidir se o homem tem o direito de chamar alguma coisa de sua.
Há lembranças que não vão embora.
Elas ficam na música,
na rua,
no silêncio entre uma mensagem e outra.
Algumas ausências ocupam mais espaço
do que muitas presenças.
Mas a vida continua.
O rio segue seu curso,
o vento atravessa as estações,
e o tempo não pede permissão.
Talvez a coragem não esteja em esquecer.
Talvez esteja em seguir em frente,
carregando as memórias
sem permitir que elas carreguem você.
Lucci Santz
"Se a minha felicidade lhe incomoda. Ótimo! Estou fazendo um bom trabalho vivendo a minha vida do jeito que eu gosto, do jeito que eu quero, essa vida a qual você almeja ter incessantemente, tem inveja dela;
Inveja essa ao qual você sente agonia no âmago de sua alma, pois você não é eu, e gostaria de estar em meu lugar.
Ao invés disso, você deveria estar buscando algo que te faça feliz, assim como eu faço, e não fico preocupado com a sua vida medíocre de invejoso."
Voltando para mim...
Ás vezes, eu parecia deslocada na minha própria vida. Eu me sentia como se nada pertencesse verdadeiramente a mim. Talvez não pertencesse mesmo. Talvez tudo não tenha passado de uma aprovação. Uma mera aprovação, para ver do que eu seria capaz de aguentar. Ou seria apenas uma aprovação para o meu caráter. A resposta para isso é complicada, pois, ela pode vir em forma de um impulso. E eu não quero isso. O que eu quero, é o que eu tenho. Eu tenho coisas instáveis, claro, por que nada na vida é estável, tudo absolutamente tudo vai mudar... É a lei da vida. Para algo nascer ou florescer, outro tem que morrer de uma forma completamente horrível, mas linda para quem olhar com cuidado. Nós só damos valor a algo na vida quando perdemos. Quando não temos mais o olhar ou o amor que tanto nos hipnotizou antes. Quando não encontramos mais nada do que nos proporcionamos aos outros, resta-nos uma só coisa. Mais nada a fazer. Por isso digo, quando perdemos alguém em nossa vida, um alguém que não sentirá tudo o que já sentiu um dia por você, saiba que não há nada à fazer. Basta-nos procurar mais a frente o sentimento que nós foram negados. Quem sabe você encontre alguém... Um alguém que te amará como eu nunca pude. À dias eu estava com essa dúvida que consumia o interior de minha mente. Como eu podia fazer tanto mal a mim mesma? Como? Como eu alimentava coisas e, paranoias que certamente não eram verdade? Como eu ERA TÃO CRUEL COM A MINHA MENTE? Talvez eu até saiba a resposta, mas nunca terei a coragem de dizer. Eu só posso dizer que, pelo bem da minha mente e da minha 'eu' me encontro em um estado de alívio. Alívio. Alívio depois de tudo o que passei. Talvez eu devesse apenas aproveitar minha vida. E usar todo os meus pensamentos e sentimentos para algo melhor. Algo melhor do que ficar eternamente me torturando em um limbo de dor e sofrimento constante.
Há religiões em que se espera por um milagre,
e outras em que se reza por poderes sobrenaturais,
e até religiões em que se implora por sucesso nos negócios.
Mas a religião de Buda é uma religião em que se busca
orientar a sociedade e servir às pessoas.
A aspiração ao caminho de Buda significa
amar todo o universo assim como os pais amam seus filhos.
Muita devoção à sua própria religião e difamação
à religião do outro resulta em ódio e discussão.
Há estupidez maior que isso?
A religião justa em todos os tempos é aquela que ilumina as pessoas
e conduz a uma maneira pacífica de viver.
Pessoas religiosas nunca devem sacar espadas umas contra as outras.
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