Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Pior é o homem que acha que é dono da Terra.
Pior é aquele que pisa duro demais, como se nunca fosse cair.
Firmar os pés no chão logo cedo talvez seja a oração mais bonita. Porque lembrar que nada nos pertence é uma forma rara de sabedoria. A casa fica. O carro fica. O dinheiro muda de mão. Até o corpo um dia devolvemos ao tempo. O que segue adiante é aquilo que plantamos enquanto passamos por aqui: o cuidado, a palavra, a lealdade, a mão estendida na hora certa.
Os amigos riem porque muita gente desaprendeu a respeitar o invisível. Vivemos dias em que o deboche virou escudo intelectual. Só que há coisas que não cabem em laboratório: a intuição da mãe, o arrepio diante do tambor, a paz inesperada depois da oração, a sensação de ter escapado de algo ruim sem entender como.
O povo simples nunca precisou explicar a fé. Apenas viveu.
Acho que a vida é bonita justamente nas coisas que deixamos por último.
Nos abraços que não demos por achar que haveria tempo.
Nos “eu te amo” presos na garganta.
Nas lágrimas que seguramos por orgulho, medo ou pela necessidade idiota de parecermos fortes nesse teatro que chamamos de vida.
Vivemos quase sempre no automático, ocupados demais fazendo planos, tentando parecer inteiros, racionais, invulneráveis. Mas no final, quando todas as máscaras caem, sobra só aquilo que realmente nos atravessou: o amor.
Um amor estranho, abstrato, que nasce nas brechas da razão.
A flor que nasce no precipício.
Algo tão humano e tão puro que, por alguns instantes, faz desaparecer cor, ego, orgulho, gênero, diferença, ódio. Só sobra presença.
E talvez seja isso que mais me emociona na existência:
nossas imperfeições.
Somos falhos.
Errantes.
Quebrados em muitos lugares.
Mas ainda assim capazes de recomeçar.
Como uma estátua rachada, coberta por flores e musgo, cercada por um gramado verde-esmeralda. Não perfeita, mas viva. Tocada pelo tempo, pela dor e ainda assim bonita.
Às vezes me sinto como uma orquestra silenciosa, tocando melodias que ninguém jamais poderá ouvir completamente. Um violino melancólico atravessando memórias e paixões perdidas, enquanto um piano toca calmamente ao fundo, como se dissesse que ainda existe beleza nisso tudo.
E existe.
Porque no fim, acho que o que realmente chama pela nossa humanidade não é a perfeição.
É a capacidade de sentir.
De amar.
De sofrer.
De olhar para o outro com a alma desarmada.
Mesmo num mundo cansado.
Mesmo quando esquecemos disso durante nossas alegrias.
Mesmo quando a vida insiste em endurecer a gente.
Talvez viver seja exatamente isso:
continuar florescendo entre as rachaduras.
A internet é um imenso palco, onde todos representam! Uns usam máscaras pesadas, outros leves, mas poucos mostram a cara!
As redes sociais são como um enorme galinheiro, onde todos ciscam e se bicam! Uns são galãs, outros galinha e outros galos de rinha!
O direito à igualdade briga diretamente com a diferença de obrigações impostas a cada indivíduo! É dever de todos garantir as prerrogativas do coletivo.
Em meio a um oceano de incertezas, um raio de esperança surgirá entre as nuvens carregadas, iluminando uma boia de salvação!
Não tem nada tão bipolar quanto a ducha! Certa época é tão quente que me faz ferver, noutra é fria que arrepia!
O mundo está um caos, guerras, epidemias e fome, contudo nesse ano só se fala em Copa do mundo! As relevâncias ficam para o próximo ano!
Fanáticos focam seus anseios numa bola, enquanto na África ressurge o Ebola! A epidemia de insensatez é a bola da vez!
Enquanto a ignorância cobra um preço, o conhecimento agrega valor!
Em tempos de Copa, a guerra, a fome e a política são mitigadas e tudo o que importa são as figurinhas e figurões! Viva as seleções!
A vida moderna criou especialistas em maledicência.
Gente que se alimenta da derrota alheia, que torce pelo tropeço do vizinho,
Que transforma boato em entretenimento e ironia em personalidade.
O mal agouro hoje anda solto feito cachorro sem dono.
Tem gente que entra num ambiente e apaga a luz espiritual dele só com a própria presença.
A consciência, em sua raiz mais antiga, não nasce apenas como um saber individual. Conscientia significa “saber junto”, compartilhar conhecimento, reconhecer-se diante de algo maior que o próprio ego. O ser humano não está separado da centelha primordial da consciência universal, apenas adormecido dentro da ilusão de uma identidade construída pelo mundo.
Desde o nascimento, somos ensinados a vestir máscaras. Recebemos nomes, crenças, medos, desejos e limitações. Chamamos isso de “eu”. Mas aquilo que pensamos ser talvez seja apenas um reflexo condicionado da matéria, uma personalidade moldada para sobreviver dentro de estruturas que aprisionam a percepção. O homem acredita possuir consciência, quando muitas vezes apenas reage mecanicamente aos impulsos, ao medo da rejeição e à necessidade de pertencimento.
É aqui que surge o discernimento.
Discernere é separar, peneirar, filtrar o joio do trigo. Compreende que discernir não é julgar superficialmente o mundo, mas separar dentro de si aquilo que é essência daquilo que é programação. Cada pensamento herdado, cada crença imposta, cada verdade aceita sem questionamento deve passar pela peneira da consciência desperta.
A luz não conforta o ego; ela o desnuda. Ela mostra que grande parte da humanidade vive identificada com uma personagem, enquanto a verdadeira essência permanece soterrada sob camadas de medo e ilusão.
A maioria pergunta: “Quem sou eu?”
Mas poucos suportam destruir aquilo que acreditavam ser.
Despertar a consciência é doloroso porque exige morrer simbolicamente antes da morte física. Exige abandonar falsas certezas, romper correntes invisíveis e perceber que a prisão mais poderosa nunca esteve no mundo exterior, mas dentro da própria mente condicionada.
O discernimento é a espada silenciosa do iniciado.
A consciência é o fogo interno que ilumina o caminho.
E talvez a maior tragédia humana seja esta: passar toda uma existência acreditando ser apenas aquilo que foi ensinado a representar, sem jamais descobrir a vastidão oculta que existe além do personagem.
Açúcar
Tão doce seu chá de hortelã
Adocicado e perfumado
Doce, porém, não é o gosto da dor
A dor do chicote que bateu
A dor "necessária" para a doçura
Amargo foi o sangue que escorreu,
diferente do resultado viciante
Nunca poderá provar o chá,
aquele que deu a vida para adocicá-lo
Reflexão
Será que um dia as pessoas vão reconhecer minhas frases?
Será que um dia elas vão ler e dizer: esse cara é surreal.
Será que um dia alguém vai olhar para minhas palavras e perceber que cada linha minha carrega um pedaço da minha alma?
Às vezes eu me pergunto se o mundo está pronto para tudo aquilo que escrevo.
Se um dia vão ler e dizer:
Esse pensador chamado Jalison Santos… é um dos mais profundos que já encontrei.
Eu não escrevo para aparecer.
Escrevo porque a vida me marcou, e minhas marcas se transformaram em palavras.
Mas, no silêncio do meu coração, existe uma esperança…
A esperança de que alguém leia o que eu escrevo
e sinta que minhas frases nasceram de verdade, dor, fé e amor.
Talvez um dia reconheçam.
Talvez quando meus textos tocarem o coração certo.
Talvez quando alguém ler e sentir exatamente aquilo que eu senti ao escrever.
Até lá, sigo.
Porque um pensador não escreve para ser grande.
Escreve para ser eterno.
Pergunta: O que você pensa sobre o arrebatamento e se a Igreja passará pela Grande Tribulação?
Resposta do teólogo e pensador Jalison Santos:
Penso e afirmo com toda clareza: Nós, o povo de Deus, NÃO passaremos pela Grande Tribulação, pois o Senhor nos livrará totalmente dessa ira. Tudo está bem definido nas Escrituras, especialmente quando analisamos o texto original, e essa é a minha conclusão como pensador.
A base principal está em Apocalipse 3:10:
"Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre todo o mundo, para experimentar os que habitam sobre a terra."
Na língua grega, a preposição usada aqui é EK. E eu deixo muito bem explicado: EK significa TIRAR DE, SAIR DE DENTRO, LIVRAR DE FORA. Ela NUNCA significa "durante", "na hora" ou "no meio" do evento. Se a Bíblia quisesse dizer que iríamos passar por ela ou ser protegidos dentro dela, teria usado outras palavras, como EN ou DIA. A promessa é clara: Deus não nos protege dentro da tribulação — Ele nos tira de fora dela, antes que ela venha.
Essa verdade está confirmada em vários outros trechos que mostram exatamente o mesmo raciocínio:
✅ 1 Tessalonicenses 1:10
"e esperar dos céus o seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra DA ira futura."
Novamente: livrar DA ira, não livrar NA ira — sair fora, não ficar dentro.
✅ 1 Tessalonicenses 5:9
"Porque Deus não nos destinou PARA a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo."
A ira não é o nosso caminho, não é o nosso destino. Ela é reservada apenas para o mundo ímpio, que rejeitou a Deus.
✅ Lucas 21:36
"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais tidos por dignos de escapar de todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do Homem."
Escapar = sair fora, evitar, não passar por elas. É exatamente o livramento que falamos.
✅ 2 Tessalonicenses 2:6–8
"E agora vós sabeis o que o detém, para que ele seja revelado em seu próprio tempo. Porque o mistério da iniquidade já opera; somente há um que agora o detém, até que seja tirado do meio. E então será revelado o iníquo..."
Quem detém o mal é o Espírito Santo agindo na Igreja. Quando nós formos tirados do meio, então virá o Anticristo e a tribulação. Nós saímos ANTES.
✅ Apocalipse 4:1
"Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu... e ouvi uma voz... que dizia: Sobe aqui, e eu te mostrarei as coisas que devem acontecer depois destas."
João representa a Igreja: chamado a subir ao céu ANTES de começarem os juízos que virão nos capítulos seguintes.
✅ Isaías 26:20–21
"Vai, meu povo, entra nos teus quartos, e fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te só por um momento, até que passe a indignação."
O povo está protegido fora, em lugar seguro, enquanto o juízo cai sobre a terra.
Conclusão final, como eu penso:
Deus já julgou os nossos pecados em Jesus Cristo na cruz. A ira de Deus não pode cair duas vezes sobre o mesmo pecado: uma vez caiu sobre o Filho, e por isso não cairá sobre nós. A Grande Tribulação é o tempo de juízo contra a impiedade do mundo. Pela palavra EK e por toda a coerência da Escritura, está provado: o arrebatamento é um ato de livramento pré-tribulacional — somos tirados DE FORA da tribulação, não ficamos dentro dela.
— O teólogo e pensador Jalison Santos
A FENOMENOLOGIA DO AMOR
Pensador e Filósofo Jalison Santos | Teólogo
Entendo que o amor verdadeiro ele não está em promessas, mais sim em como você ver a vida do "Amor".
Eu tive a certeza de que existem dois tipos de amores na vida e vou lhe mostrar qual é.
Eu estava em uma cidade bonita, passeando por lugares muito lindos e bonitos e vi várias pessoas casadas de todo o tipo de idade: idosos, meia-idade, jovens adultos, adolescentes e pessoas longevas. Todas essas pessoas casadas, cada uma com uma idade, um tempo de convivência, alguns com mais conhecimento, outros ainda aprendendo.
E eu observei todos os casais que estavam ali.
Na volta, peguei um ônibus e, ao percorrer o caminho, deparei-me com dois casais um ao lado do outro, cada um com suas respectivas companhias. Mas foi então que vi algo diferente, ao observar um dos casais: eles estavam brigados, passando por um momento difícil como casal. Enquanto isso, o outro casal estava feliz, alegre, riam muito e estavam bastante animados.
Com isso, eu fiz a pergunta para mim mesmo: quem dos dois casais iriam ficar juntos para sempre? O casal que estava feliz e alegre, ou o casal que estava passando por momentos difíceis e brigas?
Durante a viagem, comecei a olhar para as paisagens, para os lugares belos que eu passava e, quando percebi, já estava chegando ao meu destino. Mas antes que eu chegasse, a pergunta voltou a surgir na minha mente novamente: quem dos dois casais iriam ficar juntos para sempre?
Nesse momento, olhei mais uma vez para os dois casais: o casal que antes estava sorrindo e animado ainda estava ali, na mesma alegria. Mas para minha surpresa, o casal que antes estava brigado e passando por dificuldades, também estava sorrindo, estava alegre, contente e feliz.
Foi nesse exato momento que eu entendi tudo.
Compreendi que o casal que fica junto para sempre não é aquele que fica sorrindo toda hora, nem aquele que aparentemente parece que está tudo bem. Não! O amor verdadeiro é aquele que, mesmo com problemas, com situações difíceis, sabem se resolver, sabem superar e encontrar a paz novamente.
A Presciência de Deus e a Responsabilidade Humana
Uma Defesa Contra a Predestinação Incondicional
Pelo Teólogo Jalison Santos
Introdução
Entre os maiores debates da teologia cristã está a discussão sobre a salvação do homem. De um lado, o calvinismo sustenta que Deus, por Sua vontade soberana, escolheu alguns para a salvação e deixou outros destinados à condenação eterna. Do outro lado, o arminianismo defende que Deus oferece graça a todos os homens e que a salvação é recebida mediante a fé.
Ao analisar as Escrituras, defendo que Deus não predestinou indivíduos para o inferno nem escolheu arbitrariamente quem seria salvo. Antes, Deus, em Sua onisciência eterna, conhece antecipadamente aqueles que responderão à Sua graça por meio da fé.
A presciência divina não causa os acontecimentos; ela apenas revela o perfeito conhecimento de Deus sobre todas as coisas.
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I — A Presciência Divina Não É Determinismo
Os defensores da eleição incondicional utilizam frequentemente:
\text{Romanos 8:29: Porque os que dantes conheceu, também os predestinou...}
O termo grego utilizado para “conheceu” é:
> προγινώσκω (proginosko)
Que significa:
conhecer de antemão;
saber previamente;
possuir conhecimento antecipado.
O texto não afirma que Deus obrigou alguém à salvação. O versículo apenas declara que Deus conhecia antecipadamente aqueles que estariam em Cristo.
A predestinação mencionada por Paulo não trata da escolha arbitrária de indivíduos para céu ou inferno, mas do propósito eterno de Deus para aqueles que creriam.
Assim, a presciência pertence aos atributos naturais da onisciência divina. Deus sabe todas as coisas sem necessariamente causá-las.
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II — Deus Não Predestinou Homens Para a Condenação
Se Deus tivesse criado homens exclusivamente para serem condenados eternamente, isso levantaria sérios problemas quanto à justiça e ao amor divino revelados nas Escrituras.
A Bíblia afirma claramente:
Deus deseja que todos se salvem;
Cristo morreu pelo mundo;
o evangelho é oferecido universalmente.
Paulo declara:
> Deus quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade.
Pedro também escreve:
> Deus não quer que ninguém pereça, mas que todos venham ao arrependimento.
Portanto, a condenação não ocorre por um decreto eterno irresistível, mas pela rejeição consciente da graça oferecida por Deus.
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III — João 3:16 e o Alcance Universal da Graça
Um dos maiores testemunhos contra a limitação absoluta da graça é encontrado nas palavras do próprio Cristo:
\text{João 3:16: Porque Deus amou o mundo...}
A palavra grega utilizada para “mundo” é:
> κόσμος (kosmos)
Que, em seu sentido natural, refere-se à humanidade, ao mundo inteiro.
Logo, o amor redentor de Deus não foi destinado apenas a um grupo secreto de eleitos, mas revelado ao mundo.
O texto continua afirmando:
> “todo aquele que nele crê”.
A condição apresentada não é um decreto oculto, mas a fé.
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IV — A Graça de Deus e a Resposta Humana
A salvação é inteiramente pela graça. Nenhum homem pode salvar-se a si mesmo. Entretanto, a graça divina não elimina a responsabilidade humana.
Deus chama.
O homem responde.
Deus oferece salvação.
O homem pode aceitar ou rejeitar.
A existência de convites universais ao arrependimento demonstra que há verdadeira responsabilidade moral no homem.
Se não existisse possibilidade real de resposta, os convites bíblicos perderiam seu sentido.
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V — A Harmonia Entre Soberania e Livre Arbítrio
A soberania de Deus não destrói a liberdade humana.
Deus continua soberano mesmo permitindo que o homem faça escolhas reais.
Seu conhecimento eterno contempla todas as decisões humanas sem anulá-las.
Assim:
Deus é soberano;
o homem é responsável;
a graça é necessária;
e a fé é o meio pelo qual recebemos a salvação.
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Conclusão
A doutrina da predestinação não deve ser interpretada como um decreto arbitrário que condena homens antes mesmo de nascerem.
A presciência divina revela o perfeito conhecimento de Deus sobre aqueles que responderão à Sua graça.
Cristo morreu pelo mundo.
A graça foi oferecida a todos.
E todo aquele que crer será salvo.
Portanto, Deus não escolheu alguns para a vida e outros para a perdição eterna. Antes, em Seu amor, ofereceu salvação universal por meio de Cristo, preservando tanto Sua soberania quanto a responsabilidade humana.
— Pelo Teólogo Jalison Santos
Aprendi uma coisa muito importante na minha vida. Sabe, às vezes amamos uma pessoa por causa de uma circunstância. E entenda que a qualquer momento tudo pode desmoronar. Não é bom amarmos uma pessoa por motivos. Pois quando as situações mudam, mudemos. Às vezes nós mudamos com as pessoas quando temos problemas e são resolvidos. Mas quando estamos do lado da pessoa, os problemas mudam. E os problemas que eram resolvidos com as pessoas de longe, agora passam a ser as pessoas que ajudavam o problema. E o que era para nós amar, não amamos. E o que era para nós esquecer, não esquecemos.
"Porque valorizamos o inimigo e desprezamos o amigo."
Estás há tanto tempo comigo, mas ainda não me conheces de verdade.
Finges entender meu riso, mas nunca lês o que eu sinto.
O tempo passa, e eu continuo aqui, mostrando meu mundo, enquanto você nem percebe.
Meu silêncio gritava, e mesmo assim você não escutou.
Estás ao meu lado, mas tão distante.
Suas palavras não me tocam.
Eu te dei meu coração, inteiro, sem desfazer dele.
Quem sabe, um dia, você veja o que existia aqui, em minhas mãos.
Mas, quando isso acontecer, talvez seja tarde demais.
“Na psicanálise, entende-se que a dependência emocional muitas vezes não é sobre o outro, mas sobre o vazio que tentamos preencher através dele. O difícil não é perder alguém — é reencontrar a si mesmo sem precisar dessa repetição afetiva.”
Dr Ederson Dantas psicanalista CBO 2515-50
Oh, grande melancolia
Tão suave e avassaladora
Minha alma grita desesperadamente
Por seu abraço inexistente.
Oh, bela vida
Tú és a arte guiada pela existência
Onde encontro a insignificância!
Oh, grandioso tempo imparável
Tú és tão silencioso e inalcançável...
Em meu rosto, chuvas de meteoros atlânticos caem incessantes,
Com vossas águas salgadas e incansáveis.
Em meu coração, ele pede por paz
Mas eu lhe dou a solidão com vista ao abismo.
Em uma varanda, observando o mar e o pôr do sol,
Sentindo-se a euforia e a paz reinando em minha alma.
Numa profundidade assombrosa, mas viva e única.
Em uma alma perdida, encontrei a direção até o sol.
Lá avistei a metade que me faltava, que eras tú:
Felicidade!
Uma vez eu vivi uma história de amor
Era confusa, mas era amor
Era um pouco errada, mas era amor
Hoje eu estou em outra história
Não mais na sua
Em outra
Mas eu sei que essa não tem nada a ver com amor
Eu lembro de você todos os dias
Do seu sorriso lindo
Dos seus olhinhos apertados
Das suas brincadeiras
Do dia do seu aniversário
E, sabe, me doe lembrar
Tomei uma decisão totalmente errada
Te magoei, eu sei
Perdi você
Acho que foi para sempre
Não tenho vergonha de dizer
Penso em você todos os dias
Eu só queria voltar no tempo
Para ter você outra vez
Pertinho de mim.
A amizade verdadeira mora justamente nas pequenas coisas…
nos detalhes simples, nos gestos sinceros e nas conversas que aquecem o coração.
Apreciar uma amizade é como observar uma flor e admirar cada uma de suas pétalas: cada momento vivido, cada risada compartilhada e cada abraço recebido fazem parte da beleza dessa conexão tão especial.
Porque são as pequenas coisas que transformam uma amizade em algo raro, leve e inesquecível.
Ian N.T
O nada e um algo
Eu não tenho nada
Pois o nada posso ter
Se o vazio me inunda
Com a ausência do seu ser
O meu peito vira um muro
Que afasta o teu olhar
E no eco desse escuro
Não consigo te tocar
Guardo a farsa na memória
Com o medo de perder
O final da nossa história
Se a verdade amanhecer
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