Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Marca da Besta
Atenção irmãos! A marca da besta já é real! Não estejam à espera de um Arrebatamento, antes da Grande Tribulação ! Pois antes dessa grande Tribulação, já o Anticristo está a pôr a marca da besta! Já agora na Suécia e noutros países! Não recebam nada, nem na testa, nem na Mão direita! Pois o Anticristo já está no mundo! Isto que eu digo, é de verdade!
Hoje a morte me abraçou,
mas não me tirou pra dançar,
apenas se aproximou
e pediu pra conversar.
Deixei que desabafasse
- aprendi a não odiá-la -
sei que cumpre a sua missão
não cabe a ninguém julgá-la.
Me falou das suas angustias
que nunca foi feliz de verdade,
pois sempre que levava alguém,
morria em deixar tanta saudade.
O Natal é a celebração do nascimento do Filho eterno de Deus, que se fez homem. CRISTO JESUS, sendo 100% Deus, assumiu plenamente a natureza humana, vivendo entre nós como verdadeiro homem, sem jamais deixar de ser Deus. Viveu sem pecado, puro, imaculado, isento de qualquer nódoa moral.
ELE é o nosso Redentor e Salvador.
O Cordeiro venceu.
Vamos segui-LO!
O Peso do Tijolo
A fumaça do café barato subia em linha reta, ignorando a bagunça de papéis sobre a mesa. Do outro lado do bar, a voz de Arthur ecoava, terna e flutuante, recitando versos sobre o "inefável vazio do ser". Os jovens ao redor estalavam os dedos em aprovação. Arthur era o poeta oficial do bairro, um caçador de relâmpagos.
Benício, no entanto, olhava para as próprias mãos sujas de tinta preta. Ele não caçava relâmpagos. Ele carregava pedras.
— Você devia subir lá, Benício — disse a garçonete, deixando a conta. — Deixar um pouco de poesia sair desse peito ranzinza.
— Não sou poeta, Clarice — respondeu Benício, sem tirar os olhos do caderno. — Sou escritor.
— E qual a diferença? — ela sorriu, limpando o balcão.
— O poeta voa, Clarice. Eu preciso caminhar. O poeta resume o mundo em um suspiro. Eu preciso de trezentas páginas para entender por que um homem chora ao ver um sapato velho na calçada.
Ela deu de ombros e se afastou. Benício voltou ao trabalho. Ele estava há três semanas preso no terceiro capítulo de seu romance. Não buscava a palavra perfeita que rimasse com a dor; buscava o motivo exato pelo qual seu protagonista, um velho relojoeiro chamado Vicente, havia parado de falar com o filho.
Arthur, o poeta, aproximou-se da mesa, exalando o perfume do aplauso recente.
— Benício, meu caro! Sempre enterrado na lama da realidade. Por que não liberta sua escrita dessas amarras? A vida é efêmera, meu amigo! Um sopro!
Benício ajeitou os óculos e olhou para o amigo.
— A vida pode ser um sopro para quem olha de longe, Arthur. Para quem vive, ela tem o peso de um tijolo por dia. Seu poema é lindo, mas ele não explica como o Vicente vai pagar o aluguel amanhã de manhã.
Arthur riu, uma risada leve, e deu um tapinha no ombro de Benício antes de sair pelos fundos com seu séquito.
Benício ficou sozinho. A luz do bar começou a piscar. Ele pegou a caneta. Esqueceu as rimas, a métrica e as metáforas abstratas. Em vez disso, escreveu sobre o cheiro de graxa nas mãos de Vicente. Escreveu sobre o barulho mecânico dos relógios de parede preenchendo a solidão da casa. Escreveu o diálogo seco, doído, que o pai nunca teve coragem de dizer ao filho.
"Respeito De Fariseu"
Você fala sobre respeito
como se respeito nascesse do medo.
Como se levantar a voz,
diminuir os outros
e agir como dono da verdade
fosse autoridade.
Mas autoridade de verdade
nasce do exemplo.
E exemplo
foi justamente o que mais faltou.
Você confundiu arrogância com inteligência,
imposição com sabedoria,
e passou tanto tempo tentando ser superior a todo mundo
que nunca percebeu o quanto se tornou pequeno por dentro.
Porque homens grandes não precisam esmagar ninguém
para se sentirem acima.
E talvez seja por isso
que você tenta tanto me controlar.
Não por preocupação.
Nem por cuidado.
Mas porque percebeu uma coisa engraçada:
quanto mais eu cresço,
mais eu percebo
o tipo de homem
que eu nunca quero me tornar.
E a pior parte pra você
deve ser descobrir
que esse homem
sempre foi você.
NAS ANTOLOGIAS DA VIDA
Poeta Brithowisckys
Peguei um livro de antologia da ALMUB
que estava na cabeceira da minha cama.
Folheei suas páginas amareladas pelo tempo,
Me assustei com tanta gente que viveu aqui,
Amou, sofreu, e no tempo determinado, desapareceu.
Outros, voaram alto e alcançaram os degraus da fama
Todas as pessoas deixaram suas digitais
marcas indeléveis de sua doce presença
O livro que ostento em minhas mãos,
traz suas presenças vivas em minha memória
num verdadeiro ir e vir do além infinito...
Algumas ainda lindamente permanecem ...
outras com o tempo a gente esquece
do nosso pensamento no tempo, desaparecem.
Outras deixaram-nos seus legados
doaram seu tempo, seus efervescentes versos,
Tocaram nossos corações sem usar as mãos,
Nos cativaram com suas amáveis presenças
E entraram em sintonia com a nossas almas.
algumas delas se foram e não voltam mais.
com saudade tenho de me conformar e viver em paz.
dos seus escritos um grande aprendizado....
Não importa que tipo de atitude tiveram,
eram verdadeiros seres humanos, HUMANOS
as vezes incompreendidos no temperamento
com eles, aprendemos muito sem argumentos.
Com as vaidosas e orgulhosas aprendemos
que devemos ser humildes de coração...
Com as carinhosas e atenciosas aprendemos
a ter no íntimo o senso de gratidão....
Com as duras de emoções aprendemos
a dar e liberar diuturnamente perdão....
Com algumas dessas pessoas que passaram
pelas nossas vidas, aprendemos também a
Amar de várias formas sem frescuras
com amizade sincera, com dedicação,
com carinho, com atenção, com atração,
paixão, desejos aflorados e até loucuras...
Mas ninguém nunca nos ensinou!
E talvez jamais aprendamos a reagir
diante da imensidão da dor,
essa dor chamada "SAUDADE",
que tantas dessas pessoas deixaram em nós…
💡 **Você é uma Casa Inteligente**
Por: Carlos Henrique Humanizado
Tudo aquilo que entra pelos sensores (neurônios) — sejam dados físicos (alimentos, remédios, etc.), lógicos (racionais, emocionais, mentais/espirituais) ou por algum dos sentidos (pensamentos, áudio, imagens, odores e experiências táteis) — é traduzido pelo processador (o consciente).
Esses dados são armazenados no HD (o inconsciente) e passam a comandar, em piloto automático (impulso/intuição), grande parte das rotinas da casa (comportamento, sentimentos e padrões repetitivos).
Se o dado for bom, a casa prospera, refletindo em saúde: mental > física > sexual > relacional > espiritual > acadêmica > laboral > financeira.
Por outro lado, se o dado for confuso, ignorado ou corrompido, a casa sofre escassez, resultando em medo e insegurança (mental e física), e manifesta sintomas como traumas, crenças limitantes, comportamentos excessivos, doenças e dores.
🧭 **Moral da Parábola**
Você é uma casa (o corpo) inteligente (a mente).
- Seu corpo é a estrutura.
- Seu sistema nervoso é o servidor.
- Seu consciente é o processador.
- Seu inconsciente é o HD onde tudo se grava.
- Seus neurônios são sensores que nunca dormem.
Tudo que entra em você vira código lógico (energia). Todo código se transforma em comportamento ou pensamento, hormônio.
*Todos direitos reservados a CH².
Canta de um estudante de Direito
"Prezada, vossa excelência que me tirou o juízo,
peço-te a máxima atenção para esta humilde petição inicial.
A saber:
quando poderemos arrolar nosso processo?
Requeiro vista da minha confessa ignorância
para saber se devo ipetrar a ti um
abscorpos ou absdata,
que nos assegure o acórdão de tal data,
sem litígios, sem recursos
e, se possível, com sentença favorável
ao coração." (CH²)
MÃE A FONTE QUE INSPIRA
Poeta Brithowisckys
Mãe, tu és o sopro divino que me gerou,
o peito de amor que sempre me alimentou,
com suas santas mãos, meu corpo embalou,
sua proteção guiou meus primeiros passos.
Foi leoa ferina e guardiã que sempre protegeu,
a linda professora dedicada que me ensinou,
a médica que curava cada gotícula de dor,
Mãe, presença marcante que nunca se ausentou.
Em ti habita o amor divinal, incondicional sem medida,
força universal imensurável, que na lida diária nunca se fatiga,
ternura exemplar como a imensidão do mar que não se esgota.
Como raiz de uma centenária árvore frondosa que não se abala.
Que mesmo tendo asas, não impede que teus rebentos voarem.
a esplendorosa luz iluminando o longo e desconhecido caminho,
És o abraço forte que ampara e sempre consola,
És o impávido coração que nunca deixa de pulsar.
Mãe, que o universo a ti se curve, te reverenciando
Que o amor de Deus te credencie sempre a espargi virtudes,
Que a vida te cubra de bênçãos infinitas, pois em ti mãe,
se revela o milagre eterno, do amor sublime, sagrado e infinito.
Entrando pelas Janelas da tua Alma
Faço uso do meu olhar poético para entrar pelas janelas da tua alma, assim, observo a essência dos teus encantos, onde a tua intensidade se propaga em um universo caloroso — quando desfruto de uma experiência aprofundada pelo reflexo dos teus olhos — o brilho intenso que não se apaga.
Olha eles aí meu povo.
Olha eles aí meu povo,
sorridentes, calmos e carentes.
Vai vencer seus contratos de trabalhos,
eles precisam de vocês para voltar a mamata de novo.
Vão lhe dar cem reais,para o gás
e quando eleitos; lhes enfiam a faca rapaz.
Cuidado com eles, é hora de mudança:
Chega de reeleger os veteranos, para multiplicar suas poupanças.
Ou vocês acabam com isso, deixa de plantar roçado para safados comer.
Ou vai viver na miséria: Com eles esnobando de você.
São tantas caixas reviradas,
momentos,
um passado.
Uma construção de história.
A minha história.
Que não terminou.
Eu continuo aqui.
E, mais uma vez, eu recomeço,
vestida com minha coragem,
mas cercada de medos.
Eu existo.
Tudo passa.
E eu sinto…
O segredo é sentir.
Só sentindo
que transformo.
E eu tô aqui,
vivendo sem esquecer
de tudo que foi.
Faz parte da minha construção.
Ela estava forte o suficiente
para suportar.
Eu sigo aqui,
esperando ansiosamente
por mais um capítulo
da minha história.
Só que agora é diferente.
Hoje eu escrevo em linhas.
Em algum momento, eu…
Eu conquistei esse direito.
Ninguém me negou isso.
Eu só não estava desperta
o bastante para perceber.
Eu achei que era assim.
Um dia conversei com a vida,
e ela me contou
a sua história…
E foi aí que eu percebi.
Não tinha nada que me prendia,
além do espaço que
eu mesma criei.
Um espaço seguro,
tão seguro quanto
o próprio gato de Schrödinger,
que se permitia coexistir…
Um dia o espaço colapsou,
e eu transbordei.
Transbordei feito um rio
represado em emoções.
E hoje percebo
o quão grandioso é ser rio
e poder transbordar.
Eu sou natureza viva.
Eu posso fluir.
E, quando a gente descobre isso,
o ritmo ajusta o fluxo
e a água escoa livremente
no tempo…
E, assim como o rio,
a vida segue em fluidez constante.
As circunstâncias nunca se repetem,
e hoje agradeço…
Pela inevitável transformação,
que pede silêncio para florescer.
25/05/2026
Ana Caroline Marinato
🌵UBAJARA: ANCESTRALIDA, RAIZ E CULTURA. 🚡
Ubajara é nome vivo,
terra boa de morar.
Carrega ancestralidade
na língua a eternizar.
Ubá é canoa que corta o rio,
îara, senhor firme e bravio.
Guardião das águas e do caminho,
guia destinos de quem anda sozinho.
Dizem que um cacique habitou
a gruta de pedra fechada,
onde respinga água sagrada
e fez da rocha sua morada.
Outros contam outra versão:
que ali vive a mãe d’água,
carregando força feminina
em cada energia que se propaga.
Ubajara é resistência,
é cultura que vibra
em cada quadrilha,
nos eventos que a cidade cultiva.
E no turismo tem encanto,
seu bondinho a percorrer,
mostrando a linda serra
pra quem deseja ver.
Entre lendas e tradição,
segue a coragem de remar,
guiando cada coração
pra um sentido encontrar.
-Mara Ferly
Falta de noção não é charme, limite sim!
Tem pessoas que mal te conhecem e já querem mostrar o que ninguém pediu pra ver, a pressa é inimiga da classe e falta de noção não é charme.
Existem mil formas de causar boa impressão, mas não maioria das vezes confundem curiosidade com intimidade e o resultado é vergonha alheia.
Nem todo atalho leva aonde você quer chegar, alguns só mostram quem você realmente é, mal chega e já perde a graça. O desejo se conquista com presença e não com atrevimento. Limite também é charme.
E o meu… poucos sabem onde começa.
As pessoas confunde interesse com atrevimento e perdem a chance de me conhecer te verdade!
Ser autêntica é devoção a própria verdade
Ser você mesma exige coragem para encarar a própria sombra sem fingir luz para assumir que nem sempre você é calma, correta, doce ou fácil de entender.
Você é intensidade.
É verdade.
É fogo e silêncio.
Enquanto muita gente se esconde atrás de máscaras brilhantes, você prefere a sua nudez emocional crua, imperfeita, real.
Ser inteira não é ser perfeita e sim saber que existe caos, mas ainda assim escolher consciência. É ter defeitos que você não maquila, dores que você não enfeita, sentimentos que você não recalcula só para agradar. Você não está preocupada em caber.
Você está ocupada em existir e sem pedir licença. A solitude é o seu templo. Nesse espaço onde ninguém exige versões editadas de você, a alma respira.
A leveza nasce quando o desapego chega: do que não soma, do que não vibra, do que não enxerga você. Quem tenta te deter, não entende: gente que tem coragem de olhar para a própria escuridão também sabe brilhar e com uma luz que não cega, ilumina.
Ser autêntica não é rebeldia é devoção à própria verdade.
Que te chamem de intensa...
É melhor ser fumaça e incêndio do que cinza e apatia.
Que te chamem de difícil...
É melhor ser rara do que disponível demais.
Continue sendo você.
Com luz e com sombra.
Com profundidade e silêncio.
Porque ser inteira assusta os rasos.
Mas é exatamente isso que te torna inesquecível.
O mundo é um caos disfarçado de normalidade.
Todo dia fica mais difícil acreditar em algo bom ou minimamente verdadeiro. É política, guerra, inflação, violência, gente adoecendo principalmente por dentro. Emoções em colapso, empatia em extinção.
E isso deixa claro: estamos vivendo um padrão onde a compaixão virou exceção e sentir virou fraqueza. As pessoas estão mais frias, mais inconstantes, mais vazias.
Mas é exatamente aí que entra a escolha.
Não se entregar. Não se validar. Não se moldar.
Ser diferente hoje é um ato de resistência.
Ser inteiro, presente e consciente já é fazer barulho.
Que sejamos a parte que não endurece, que não se perde, que não vira mais um.
Talvez a mudança seja só 0,01%.
Mas é assim que o mundo começa a mudar.
Muita gente está na defensiva o tempo todo. Carregada, frustrada, esgotada. Qualquer gesto neutro vira ataque. Gentileza vira desconfiança. Boa conversa vira ameaça. Isso diz muito mais sobre o estado emocional em que
O mundo está barulhento, acelerado e ferido. Falta escuta, presença e gente inteira. Então quem chega com educação, clareza e verdade acaba destoando e o diferente incomoda.
Não deixe a reatividade dos outros te endurecer. Gentileza não é fraqueza. É filtro. Ela separa quem merece acesso de quem ainda não sabe conviver.
Não é sobre agradar. É sobre continuar sendo quem você é sem pedir desculpa por isso.
Quem reage mal à sua educação não está pronto para conexões reais. E tudo bem. Não é seu trabalho consertar ninguém.
Preserve sua energia. Seja seletivo Menos acesso, mais critério.
O caos é coletivo, mas a sua postura é escolha. E isso já é força.
Silenciosa, mas nunca cega.
Se você não souber respeitar o que é inegociável pra você, o mundo também não vai.
Toda vez que vc tenta baixar a guarda, a vida me mostra o porquê de manter ela alta. Quando você pede clareza e discernimento, esteja preparada para enxergar as coisas e as pessoas como realmente são. E a parte mais assustadora do despertar é descobrir que a maioria não é quem diz ser.
Só existe o que é demonstrado.
O resto é imaginação. Exclusividade não é luxo, é posicionamento
Nem sempre você é prioridade.
Às vezes, você é só a zona de conforto de alguém. Desapego é poder ir embora.
Minha terapia é a consciência.
E a paz… é a minha rebeldia contra o caos.
Há uma elegância rara em compreender sem questionar,
em permitir que cada um floresça no seu próprio tempo.
A quem percebe além, cabe a delicadeza de não invadir —
de apenas respeitar.
Nem tudo é sobre o outro.
Às vezes, é sobre batalhas internas
que não se explicam… apenas se sentem.
E, em meio aos ruídos de um mundo caótico,
que sejamos leveza na calmaria —
presença que acolhe, energia boa que, em silêncio,
ainda escolhe o bem.”** ✨
Tentei entender mil vezes o porquê de certas situações. Cheguei até a pensar que o problema era eu, que a culpa era minha. Me entristeci, me questionei e quase me conformei com aquilo que não merecia.
Fui transparente, verdadeira, mas me mostraram coisas que nunca foram reais. Hoje eu entendo o quanto falta diálogo, verdade, reciprocidade e jogo limpo nas relações.
Foram tempos difíceis, e isso me fez perceber que o problema nunca foi ser intensa, verdadeira ou ter um coração bom.
Mesmo não sendo perfeita, eu me orgulho da mulher que me tornei. Tudo o que vivi me fortaleceu.
Agora deixo para trás tudo aquilo que me fez mal. Estou começando uma nova fase, e nela minha prioridade será minha paz, minha felicidade e minha realização.
Quem foi verdadeiro comigo, levo no coração. Aos demais, desejo sorte.
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