Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Bem Vindo 25 !


De todas as experiências que vivi nesses 25 anos, só posso dizer que tudo na vida sempre está em mudança que nada é como a gente acha que é.E que nada dura pra sempre, que as suas escolhas partem de você para você não para os outros, que a gente não deve viver a vida querendo agradar a todo mundo se não agradarmos a nós mesmos, que sempre vai ter gente pra julgar e poucas pra ajudar. Não dá pra agradar todo mundo mas da pra ser feliz sozinho, a gente quebra a cara mas se levanta, com os arrependimentos vem os ensinamentos, que o foco da vida é colecionar momentos e amigos e não dinheiro e bens matérias.


Hoje felizmente posso agradecer pelos momentos que vive. pelas pessoas que conheci mesmo não estando mais presentes. o que importa são as lembranças do que foi bom do que foi ruim, do que foi vivido.


Só espero seguir a vida do meu jeito livre e colecionando memórias, e que o tempo possa dar serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, a coragem para mudar as coisas que não posso aceitar e a sabedoria para esconder os corposdaquelas pessoas que eu tive que matar por estarem me enchendo o saco.Tô brincando,só tenho vontade.


Viva todos os dias da sua vida como se fosse o último.
Um dia você acerta. +1 ano pra conta.

Às vezes, o maior gesto de amor-próprio é aprender a se tratar com a mesma gentileza que você oferece aos outros…
e a maior forma de empatia é entender que cada pessoa está lutando uma batalha que você não vê.

Cuide de você sem culpa.
E olhe para o outro sem julgamento.

No fim, o mundo fica mais leve quando a gente começa por dentro

Pré-desembarque


Demétrio Sena - Magé


Ando meio querendo não querer
caminhar o restinho do percurso,
requerer meu direito de gritar
um discurso de nunca desistir...
Pois o fim tem mostrado a sua cara,
nesse tempo que agora já não tenho,
a ferida não sara mais tão fácil
nem existe um engenho de retorno...
Estou quase pedindo pra descer
em um ponto precoce desse tempo
do meu ser ou não ser e vice-versa...
Meio tento sentir que nada sinto
e me pinto em invisibilidades,
pra fugir de fugir e de ficar...
... ... ...


Respeite autorias. É lei

Não tem escapatória, minha gente, e eu falo isso rindo com um leve desespero elegante, porque no fundo eu sei que é verdade daquelas que não pedem licença pra entrar. A gente pode até caprichar no nome, escolher uma fonte bonita pra lápide, deixar datas organizadinhas como quem monta um feed harmônico, mas em algum ponto da eternidade… pronto, virou história apagada, arquivo morto do universo, figurante do esquecimento. E eu acho isso de um humor ácido quase genial, porque passamos a vida inteira tentando ser memoráveis, enquanto o tempo, debochado, está só esperando a nossa vez de virar poeira premium.

Eu imagino a cena como se fosse uma grande fila invisível, todo mundo muito ocupado vivendo, pagando boleto, se apaixonando errado, acertando por sorte, tirando foto bonita do céu, e lá no fundo, bem no fundo, tem uma plaquinha piscando em neon: “em breve, todos indisponíveis”. E a gente segue. Segue como se não soubesse. Ou pior, como se tivesse todo o tempo do mundo pra começar a viver de verdade depois.

E é aí que mora a ironia mais deliciosa e cruel. A gente adia o riso, economiza abraço, engole vontade, guarda palavras como se fossem peças raras de museu, sendo que no fim… ninguém leva nada. Nem o orgulho, nem o medo, nem aquela discussão que parecia tão importante às três da tarde de uma terça-feira qualquer. Tudo fica. Tudo perde o sentido. Tudo vira silêncio.

Eu, sinceramente, acho cômico. Trágico, sim, mas com uma pitada de comédia existencial que me faz rir sozinha às vezes, tipo quem entendeu a piada antes dos outros. Porque no final das contas, somos isso mesmo: poeira com consciência, tentando dar significado ao intervalo entre o nascer e o desaparecer.

E aí vem aquele conselho que todo mundo já ouviu, mas que quase ninguém leva a sério de verdade: viver o agora. Parece frase pronta de caneca, mas quando a gente para pra encarar sem filtro, dá até um friozinho bom na barriga. Porque o agora é a única coisa que não mente. O agora não promete, não enrola, não cria expectativa. Ele simplesmente acontece. Cru, intenso, imperfeito… e absurdamente precioso.

O futuro? Ah, esse é um mistério com data garantida e roteiro desconhecido. A única certeza é que ele chega. Mas como chega… ninguém faz ideia. E talvez seja exatamente isso que deveria fazer a gente viver com mais coragem, mais verdade, mais presença. Porque esperar o momento perfeito é quase uma piada interna do universo. Ele não vem.

Então eu decidi, entre um pensamento profundo e outro completamente inútil, que vou viver como quem sabe que é passageira, mas não insignificante. Vou rir mais alto, amar mais sem cálculo, sentir mais sem pedir permissão. Porque se no fim eu vou ser esquecida mesmo… que pelo menos eu tenha sido intensamente lembrada por mim enquanto estive aqui.

INCOMPLETO

Às vezes me pego pensando, às vezes me pego refletindo, às vezes me pego chorando, às vezes me pego sorrindo.

Ter medo nunca foi algo do meu dia a dia sempre busquei dar de cara com qualquer desafio sem mesmo pestanejar ou desmotivar, mas será que esse medo me torna mas fraco? Bem.... Eu acredito que o medo nós torna mais forte, o estado de alerta ou mesmo pensar nas consequências que abrir mão de fazer algo nós trás, acho que isso desperta quem realmente somos.

Ontem eu me sentia só, mas não me sentia incompleto eu vejo que escolhi pra ter ao meu lados as pessoas certas, que de certa maneira todos nós vivemos em busca de sermos plenos, cabais com outra metade.

Quem nunca se pegou as vezes diminuindo suas conquistas,méritos,inteligência se achando auto insuficiente esperando que alguém apareça e te diga o contrário.

Ser sozinho nunca foi questão de ser incompleto, é apenas questão de se aceitar ou mesmo de mostrar que é forte e que consegue passar por muita coisa sozinho, lembra do medo que eu falei lá em cima? Ele faz parte de tudo,ele faz parte da vida. Mas é isso que nós move.

A inefável vontade de viver de crescer de aproveitar. Mas acima de tudo respeitar.

Respeitar ao próximo a si mesmo mas acima de tudo o tempo.

O tempo vem na vida de uma maneira tão fulgás meio se silêncioso mas colossal em sua estrutura e dedilhando simples acordes em nossas vidas com tal complexidade de uma sinfonia.

Nada acontece por acaso nessa partitura chamada vida, e se nem mesmo notas e melodias ficam sós, quem quiçá nós.

Acontece que uma melodia incompleta ou mal resolvida não harmoniza com notas.

É isso, gosto de imaginar a vida como uma composição melodramática com uma virada novelesca daquelas em que o personagem principal se descobre e se entende e num plot twit vira uma nova pessoa sem perder sua essência principal.

Ser só nunca foi o problema, o problema sempre foi se sentir incompleto...

Eu descobri sem querer que sou uma espécie de fazendeira clandestina de mamão. Não dessas de chapéu de palha e cerca branca, mas daquelas que um dia simplesmente olham pro quintal e pensam “e se eu só… jogar isso aqui e ver no que dá?”. Foi assim, sem planejamento estratégico, sem planilha, sem tutorial de internet. Só eu, um mamão comprado no mercado e uma teimosia silenciosa que mora dentro de mim.


Joguei as sementes como quem joga um segredo no vento. Sem cerimônia. Sem promessa. E fui viver a vida, como se nada tivesse acontecido. Seis meses depois, o quintal virou uma espécie de floresta tropical em miniatura, um congresso internacional de mamoeiros, cada um erguido com aquela dignidade de quem nasceu pra dar fruto. E deram. E continuam dando. Como se tivessem combinado entre si: “vamos alimentar essa mulher até ela não aguentar mais olhar pra mamão”.


E eu colho. E cada mamão colhido não é só um fruto, é um ciclo completo, é quase uma filosofia embalada numa casca amarela. Porque dentro dele vêm novas sementes, novas possibilidades, novos começos. Eu abro o mamão e é como abrir um cofre cheio de futuros quintais. E lá vou eu de novo, jogando sementes, espalhando vida, como se fosse a coisa mais natural do mundo. E talvez seja.


Hoje eu tenho mamões infinitos. E não é exagero de quem gosta de dramatizar a própria rotina. É infinito mesmo, no sentido mais simples e mais bonito da palavra. Sempre tem mais vindo. Sempre tem mais crescendo. Sempre tem mais surgindo onde antes era só chão.


E aí eu fico pensando nesse hábito estranho que a gente tem de jogar sementes fora, como se fossem lixo, como se não carregassem dentro delas um potencial absurdo de alimentar alguém, de virar sombra, de virar sustento. É quase uma ingratidão silenciosa, um desperdício disfarçado de normalidade.


Se não tiver quintal, tudo bem. O mundo não acaba no muro de casa. Tem canteiro na rua, tem beira de rio, tem terreno esquecido que só precisa de uma chance. A cidade inteira pode ser um grande quintal disfarçado, esperando alguém com coragem suficiente pra sair plantando sem pedir permissão pra ninguém.


No fim das contas, plantar virou mais do que um hábito. Virou uma resposta. Uma resposta simples pra um mundo complicado demais. Enquanto tem gente discutindo o futuro, eu tô ali, jogando sementes no chão e confiando que alguma coisa vai nascer. E nasce. Sempre nasce.


Agora me diz, quantas florestas você já jogou no lixo hoje sem perceber?

Eu demorei, mas demorei mesmo, daquele tipo de atraso emocional que não aparece no relógio, só no peito, para entender que o amor, às vezes, é uma espécie de teatro interno onde eu mesma escrevo o roteiro, dirijo a cena e ainda me emociono como se fosse tudo absolutamente real. E veja só, eu ganhando prêmio de melhor atriz de um relacionamento que só existia metade. Metade não, sejamos generosas, um terço… porque a outra parte estava ocupada demais colecionando aplausos em outros palcos.


É curioso como a memória tem esse talento meio cínico de selecionar cenas. Eu me lembro perfeitamente do momento em que disse “eu te amo” pela primeira vez, abraçada, chorando, como se estivesse entregando um pedaço de mim que não vinha com manual de devolução. Naquele instante, era verdadeiro. E isso ninguém tira de mim. O problema nunca foi o que eu senti, foi o que eu construí em cima disso. Eu não amei só uma pessoa, eu amei uma narrativa inteira, uma saga digna de várias temporadas, com direito a final feliz, trilha sonora e filhos correndo no quintal que só existia na minha cabeça.


Enquanto isso, ele… ah, ele era jovem, leve, solto, quase um turista emocional. Passava, olhava, sorria, colecionava experiências como quem junta figurinhas repetidas. E eu ali, me sentindo edição limitada. Olha a audácia da minha ilusão. Eu, que escrevia “bíblias” inteiras sobre um futuro compartilhado, enquanto ele mal lia o resumo da contracapa. Não era maldade, era descompasso. Eu estava vivendo um romance, ele estava vivendo um momento.


E o mais bonito e mais doloroso de admitir é que o meu amor era real, sim. Não foi mentira, não foi invenção no sentido vazio. Foi sentimento de verdade direcionado para uma história que eu amplifiquei além do que existia. É como plantar uma árvore num terreno que nunca foi seu e depois estranhar quando alguém constrói um muro ali. A culpa não é da árvore, nem da semente. Mas talvez da expectativa de que o mundo ia respeitar algo que só eu sabia que estava crescendo.


Hoje, quando eu olho para trás, não sinto mais aquela vontade desesperada de reescrever o passado. Eu olho com uma espécie de carinho maduro, quase irônico. Como quem vê uma versão mais jovem de si mesma acreditando que intensidade é sinônimo de reciprocidade. Não é. Intensidade é só intensidade. Amor mesmo precisa de resposta, de presença, de construção conjunta. Sozinha, eu não estava vivendo um amor, eu estava sustentando uma fantasia muito bem alimentada.


E tem uma liberdade silenciosa nisso tudo. Porque quando eu entendo que não perdi exatamente alguém, mas sim uma ideia, tudo muda de lugar dentro de mim. Eu não fui rejeitada como pessoa, eu só investi em algo que não tinha a mesma profundidade do outro lado. E isso não diminui quem eu sou. Pelo contrário, revela o quanto eu sou capaz de sentir, de me entregar, de criar. Só que agora, com um pequeno detalhe a mais: lucidez.


Eu continuo sendo essa mulher que sente muito, que escreve demais, que imagina futuros inteiros em segundos. Mas hoje eu aprendi a perguntar, antes de construir castelos: tem alguém aqui comigo levantando essas paredes, ou sou só eu decorando um espaço vazio?


Porque no fim das contas, o amor não pode ser uma medalha na estante de ninguém. Amor de verdade não se coleciona. Se vive, lado a lado. E se não for assim, eu prefiro a honestidade do vazio do que a ilusão confortável de uma história bonita que nunca saiu do papel.


Se você se reconheceu em algum pedaço disso, talvez seja hora de parar de reler capítulos antigos e começar a escrever algo novo.

A paz chega quando o coração finalmente "se rende" às provas que o cérebro já tinha apresentado. Não é uma vitória da razão sobre a emoção, mas uma conciliação. Você para de tentar convencer o seu coração de que ainda há uma chance. Você entende que aceitar a presença de outra pessoa na vida do outro não é uma derrota sua, mas a libertação que você precisava para voltar a cuidar de si.

Há princípios que nascem antes da palavra
e não pedem defesa.
O filho que aprende a admirar seus pais
aprende, antes de tudo,
a não julgar.
E quando a sociedade lhe abre a porta,
ele a atravessa em silêncio e cuidado —
porque quem não julga
não impõe,
não fere,
apenas convive. Há princípios que nascem antes da palavra
e não pedem defesa.
O filho que aprende a admirar seus pais
aprende, antes de tudo,
a não julgar.
E quando a sociedade lhe abre a porta,
ele a atravessa em silêncio e cuidado —
porque quem não julga
não impõe,
não fere,
apenas convive.

Se Viver é um rasgar-se e remendar-se, como descreveu lindamente Guimarães Rosa, penso que, pra se rasgar é imperativo ser flexível. Pedra não se rasga.
O que se rasga é seda, frágil, sem gesso, nem armadura. Sem orgulho. Se rasga, se expõe, se reconstrói. Atravez de infindáveis acertos e consertos. E nesse seu remendo, com agulha fina, e muitas lágrimas, escreve letra por letra as viagens de exploração da própria alma, sem julgar. Nunca intransigente, nunca dona da verdade, nunca cristalizada. Toda fluidez. Toda trama fina. Com Aberturas para a luz. Cicatrizes. Aquela rebeldia louca e inquisidora. Que desafia e desfia. Desfia tudo em mil fios, pra fazer do seu jeito, único. Anda por aí, nua e leve, vestida com seu olhar, vestida com suas histórias. E essa rebeldia, de nascença, encara tudo e escancara. Aponta o dedo, sim, mas só pra si. Escava a terra fertil de suas entranhas mais sagradas, e examina grão por grão. E joga pra cima. E se ri. De sua poeira. De seu nada. E se lança com as estrelas, se espalha. Se brilha.
Adriana L S C Adam

Bom dia!
Querido Deus!
Venho aqui agradecer por mais um dia que começa, que eu tenha a honra de alcançar o mínimo das minhas expectativas, ja é o bastante. Gratidão por mais uma semana que se inicia daí me forças para ir a luta e ter êxito na minha jornada. Amém 🙌 ❤️
Ery santanna

Há momentos que muitos de nós,
por medo, desprezo e a pressão do ódio,
desejamos deitar e não levantar mais.
E ao acordar no outro dia, vivos,
percebemos que não precisamos desejar morrer,
porque o mundo nos massacra.
Que só precisamos eliminar
do medo e do ódio,
o preconceito, a exclusão e a intolerância,
e todo o mal que nos faz querer morrer,
quando viver é um dom.

– O quadro Pomar com Ciprestes, de Van Gogh, vale 117 milhões de dólares.
– Aproximadamente 29 mil pessoas no mundo têm mais de 100 milhões de dólares.
– Mas só uma pessoa possui o quadro original de Van Gogh.


Então, se o dinheiro vale tanto,
por que milhares têm esse dinheiro,
mas só uma tem o quadro?


A resposta é simples:
dinheiro é abundância genérica.
Arte é raridade existencial.


O que a arte nos dá é algo tão único
que nenhum valor monetário poderia mensurar.


E pra concluir:
117 milhões de dólares são 117 milhões de dólares em qualquer lugar.
Mas as obras são únicas,
porque os artistas são únicos.


– Moraez
Rio de Janeiro, 20 de outubro de 2025
© 2025 Moraez

A escassez que nos governa não é natural. Ela é inventada, construída, impressa, possuída, administrada e distribuída: Hoje, o dinheiro é infinito, ou melhor, potencialmente limitado; E isso é fato.


O primeiro equívoco está em tratar o dinheiro como se fosse um objeto escasso por natureza, como água no deserto ou ouro enterrado no chão. O dinheiro moderno não é uma coisa, é uma relação. Uma relação contábil, jurídica e política.

O Estado emite, os bancos distribuem seletivamente, grandes grupos recebem contratos, guerras e reconstruções movimentam indústrias específicas, e o custo é socializado via dívida, inflação ou austeridade. O ganho é privatizado. A perda é coletiva.


A crise funciona como um filtro. Ela não pune: A crise seleciona.

Costuma-se dizer que crises destroem dinheiro. Essa frase é enganosa. O que crises destroem é acesso, não moeda.


Durante crises, pequenos negócios quebram, famílias perdem renda, ativos populares se desvalorizam. Ao mesmo tempo, grandes grupos com acesso a crédito barato, informação antecipada e proteção institucional compram tudo a preço de liquidação. O dinheiro não desaparece. Ele muda de mãos. Volta para os mesmos circuitos de sempre.


O Estado emite, os bancos distribuem seletivamente, grandes grupos recebem contratos, guerras e reconstruções movimentam indústrias específicas, e o custo é socializado via dívida, inflação ou austeridade. O ganho é privatizado. A perda é coletiva.


A crise funciona como um filtro. Ela não pune: A crise seleciona.

Fortaleza a Princesa do Ceará!
E viva aos 300 anos da nossa capital do amor!

Fortaleza, princesa e capital do Ceará,
cidade harmoniosa, terra de encantar,
maravilhosa em luz, em vida e calor,
onde o sol nasce forte, pintando de amor.

Resplandece no céu o brilho do teu luar,
misturado ao dourado do sol a brilhar,
cidade que acolhe com braços abertos,
os filhos da terra em caminhos certos.

Sob tua luz, tudo vive e seduz,
teu encanto é chama que nunca se reduz,
cidade querida, de história sem igual,
marcada na alma de um povo leal.

E junto de Redenção, em gesto profundo,
mudaste caminhos, tocaste o mundo,
foste pioneira na libertação,
quebrando as correntes da escravidão.

Nossos irmãos, por tanto sofrer,
ergueram-se livres para então viver,
e o Ceará, com coragem e união,
tornou-se exemplo para toda a nação.

Fortaleza e Redenção, lado a lado a lutar,
fizeram da história um novo despertar,
pondo fim às sombras da cruel opressão,
plantando a justiça no chão do sertão.

E assim nasceu, em solo cearense,
a primeira luz livre e consciente,
pois foi nessa terra de força e valor
que a liberdade floresceu com ardor.
E viva aos 300 anos da nossa capital do amor!

Furtado, Brunno
13/04/2026

Meus olhos se abrem com estranheza, não reconhecendo o meu entorno, sem conhecer aquele sorriso largo que está brincando entre meus lábios com ironia;
Sem entender o motivo que minha mente tanta divaga em qualquer coisa que não seja eu; sem compreender o motivo de tanta angustia mesmo quando tudo parece bom.
As crises sempre voltam e junto com aqueles pensamentos, que são como adagas pequenas fincadas em meu dedo mindinho. Pequenas, quase bobas mas ainda, dolorosas e insistentes, me fatiando por dentro e me tornando cada vez menos eu.

✍🏻Você é um RECIPIENTE, se encha de tudo o que for melhor para você mesmo e vai se transbordar de Energia. Os próximos vão poder aproveitar, mas somente quem quiser e merecer se beneficiar, então nunca mais você ouvirá alguém dizer que nunca lhe pediu nada, depois de muito você ajudar.
🧿😔😉💜🤍💖

Me aproximo do teu corpo
como quem tenta voltar
para dentro de si.
Mas há sempre algo errado:
um pequeno atraso entre o toque
e o sentir.
Tuas mãos me encontram
com uma precisão que me assusta.
Como se soubessem de mim
mais do que eu.
E eu deixo.
Deixo que percorram
o que ainda reconheço como meu,
mesmo quando tudo
já parece distante.
Seu toque é a fugacidade que procuro,
no instante que pulo e não me encontro.
Foi a porta de entrada para todos os nossos planos, terminando sempre no frio do teu abraço, embora algum dia fosse calor...