Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Olhos nos olhos..
Quando meus olhos encontram os
seus,
o mundo perde a pressa...
como se o tempo, por um instante,
decidisse respirar junto com a gente
Há algo ali que não se explica ;
só se sente-
um silêncio cheio de tudo,
um olhar que diz mais que mil palavras,
E eu fico ...
presa nesse encontro tão simples e tão
raro,
como quem descobre , no brilho do
outro,
um pedaço de si que estava faltando.
você é fogo ele diz
eu respondo
eu sou vulcão
sou sua dona e você é meu cão
sou sua escrava e você é meu não
você é o poeta eu sou o poema
esse amor meu alimento
meu suspiro é seu lamento
sem você eu não vivo
sem teus olhos eu não penso
se não sou eu,hora pois
ninguém te leu
O Prazo do Eterno
Não te esqueci e não mereci,
porque tu não és grande como o Sol,
nem tão brilhante como a Lua.
Eu sou Tupã e você Guarani;
era doente e eu não queria,
mas conheci.
To be or not to be.
Eu te admirei um dia,
achei que era profundo,
mas no fundo não era nada.
Vazio como um eco,
raso como a cova que te enterrei.
Eu sei que errei,
mas quem não erra?
Era pra ser certo,
claro como o dia.
Era pra ser sincero e honesto,
era pra ser bonito,
era pra ser eterno.
Era real.
Era uma vez.
Era amor.
Mas o eterno aqui tem prazo:
sete horas entre o beijo e o epitáfio.
Somos estatística vestida de seda,
um país que conta corpos
enquanto o café esfria.
Sob o céu cinza e molhado da cidade,
Odores de almas abandonadas,
Mulheres tristes, como tardes encharcadas,
De uma cidade cheia de gente perdida,
E outras que nunca foram encontradas.
Um espaço que se move, dissimulado,
Ela veio, mas nada mudou,
A nave parada no vasto espaço,
A estrela quase se apaga, no fracasso.
Hoje mesmo, sob o céu de cinza,
Vi uma estrela, no contraste da sala Grande Otelo,
Parecia triste, como atriz em desgraça,
Era a faísca que acendeu meu olhar sem selo.
Olhos que amaram, mas não foram amados,
Tentaram se encaixar na máscara requerida,
Ela veio só com a alma revelada,
Esqueceu a fala, quis ser a própria vida.
Ela derramou uma lágrima, silenciosa,
Dor contida na língua de guerra,
No fronte, firme, em sua causa silenciosa,
Enfrentando a batalha verdadeira.
Sob o mesmo céu de chuva, molhado,
Ela era a gota que cai do céu,
Na terça-feira cinematográfica, em pranto,
A estrela ruiva, com voz, corpo, alma e fala.
nunca toquei o mar com tanta propriedade
assim ao toque do vento quando esbarra nos olha
da distância de 20 passos ou menos
na altura das ilhas ao mar aberto de possibilidades
ainda mais furticoloridas das virtudes já vividas
nossa maior idade nossa mala da vida frasqueira alheia
ao olhar dos falsos amigos uma virtude explode ao ouvido
se villas boas ou guitarra voa o tempo dos meus pensamentos
não troco um homem de 60 por um de 30 nem por 5 min
não tem a hora nem a precisão de quem sabe ao menos a importância
dos segundos, dias, semanas, ah quem sabe
um dia desses você aqui na nossa cama
agora resta sonhar na sala de estar e
brincar de vier sonhar talvez dormir florescer...
Quando te conheci,
eu disse que nada era por acaso.
Que as quedas me ensinavam o voo,
que os fins eram portas disfarçadas,
e que talvez Deus estivesse me treinando
para suportar o mundo ou para encontrar você.
Você, tão certo da sua dor antiga,
me disse que cada amor que termina
leva um pedaço da pureza embora.
Que nunca mais se ama
como no primeiro amor.
Mas olha nós dois aqui.
Se a pureza tivesse morrido,
não estaríamos reaprendendo
a rir de mãos dadas.
Se o amor tivesse ficado menor,
não caberia tanto cuidado
nos seus abraços.
Talvez o primeiro amor
seja inocente.
Mas o nosso é consciente.
Ele conhece o medo,
mas escolhe ficar.
Reconhece a dor,
mas prefere construir.
O primeiro amor é primavera.
O nosso é raiz:
não nasce por impulso,
cresce por escolha.
Se perdemos alguma pureza,
ganhamos profundidade.
Se a vida nos quebrou,
foi apenas para nos lapidar.
E hoje eu entendo:
não amamos menos depois das quedas,
amamos com mais verdade.
Porque o destino pode até não explicar tudo,
mas ele certamente sorriu
quando dois corações que já sabiam do fim
decidiram acreditar de novo.
Às vezes, eu tenho medo de esquecer você.
De simplesmente acordar um dia e encontrar uma cama vazia… levantar, preparar e tomar meu café da manhã sozinho, sem “bom dia”, sem abraços, sem beijos, sem risadas. Sem você.
Eu me pergunto quanto tempo levaria até que os anos me alcançassem e começassem a apagar coisas sobre você:
a forma diferente que você sorri, o som da sua risada, da sua voz, o seu cheiro, o gosto do seu beijo…
ou até mesmo detalhes simples, como sua cor favorita, os livros que você gostava de ler, e as músicas que ouvíamos juntos.
Tenho medo de que, um dia, você exista apenas como uma lembrança distante.
Um pequeno vislumbre de felicidade que vivi aos 20 anos, mas que já não está ao meu lado aos 70.
E então eu me pergunto…
será que você terá sido só isso?
Um breve instante de alegria na vida de um homem velho e melancólico?
honestidade em Extinção
Não é medalha,
não é virtude,
é o alicerce que não podia rachar.
Honestidade obrigação esquecida,
deveria ser carnes, não discurso.
Rara como água em deserto,
como silêncio em assembleia,
honestidade resiste,
um clarão breve contra o engano,
Benê Morais
um punho aberto na noite dos homens,
Perdi as contas de quantas vezes te escrevi
E hoje não poderia ser diferente
Alguém disse uma vez, que cabeça vazia é oficina do diabo
Concordo com esse ditado, pois ontem estava entediada e sem ter o que fazer
Resolvi dar uma olhada em você, em como você está
Vivo, mas falta aquele brilho no seu olhar
Não sei o que aconteceu desde que partiu, mas a boa notícia
É que pela primeira vez, eu não senti nada
Não senti aquela tristeza arrebatadora
Não senti inveja da sua vida "perfeita"
Eu só senti o vazio, nada que me tocasse a alma
E isso é algo novo pra mim
Não é algo bom ou ruim
É um grande nada, pela primeira vez meu coração não doeu
É um sentimento de paz depois de anos de tempestade
Você foi um tsunami na minha vida
Chegou, levou tudo e foi embora
Sinceramente, espero nunca mais perder o controle da minha vida
Não quero perder o controle dos meus sentimentos
Não quero tentar caber nos lugares que não foram feitos para mim
Não quero um amor impossível
Eu quero um amor leve
Eu quero um amor fácil
Eu quero ser a escolha de alguém
14 de abril de 2026
14 de abril - Dia do Café
Apetitoso e quente
Ele desperta a mente
Se acompanhado de leite
Suaviza o deleite
O toque da cafeína
Traz foco para a rotina
Ele é potente estimulante
E deixa o povo falante
É atrativo o sabor
E faz melhorar o humor
Quem o toma, fica atento
Torna vivaz o momento
Desperta quem está cansado
Deixa-o no modo ativado
Para seguir com fé
Basta tomar um café
14/04/26
Segredos
Palavras que eu nunca te disse
Cartas que eu nunca entreguei
Verdades que escondem mentiras
Segredos que eu nunca contei
Tantas vezes tentei dizer
Tantas outras deixei passar
Ás vezes esqueci de esquecer
Outras vezes esqueci de lembrar
Palavras que eu nunca te disse
Segredos que eu nunca contei
Verdades que escondem mentiras
A respeito de sonhos que nunca sonhei
Tantas vezes de sonhar deixei
Tantas outras de realizar
Se amor ou paixão dizer não sei
São segredos que ainda irei lhe contar.
20/03/2006
Por que insistimos em viver dentro de ciclos de pensamentos que não nos levam a lugar algum? Às vezes me sinto como um personagem preso em um daqueles filmes que começam pelo final, quando tudo já aconteceu, quando o destino já está selado, e ainda assim somos obrigados a assistir cada passo que levou até ali.
Não sei exatamente por que não tomo uma atitude. Fico girando dentro dos mesmos receios, repetindo as mesmas preocupações, como um disco gasto que insiste em tocar a mesma música. E o pior é saber que esses temores, muitas vezes, insultam minha própria inteligência. Eu os reconheço como inúteis e ainda assim não consigo escapar deles.
Talvez eu devesse ter deixado tudo para trás em algum momento. Escolhido outro rumo, outra estrada, outro horizonte. Mas permaneço aqui, parado num lugar estranho, com a sensação constante de que todos os dias acabo de chegar e já me arrependo de estar aqui.
Não há mais grandes desafios no caminho. Apenas a silenciosa obrigação de preservar aquilo que já existe. Manter de pé estruturas que eu mesmo sei que, cedo ou tarde, terão um fim.
E assim sigo vivendo como se já não houvesse propósito algum.
Embora, às vezes, eu escute o maior de todos os propósitos ecoando na minha mente, um choro pequeno, uma voz fina que insiste em me lembrar que a vida ainda me chama.
Mas há uma parte de mim que permanece imóvel diante disso tudo.
Uma parte que, infelizmente, parece incapaz de mudar.
Seja íntegro. Escolha o que é certo, mesmo quando ninguém está olhando.
A verdade pode te custar aplausos, mas jamais te rouba a paz.
Quem vive com retidão incomoda quem vive de atalhos — e é por isso que, ao fazer o certo, você não apenas constrói caráter… você também revela quem não suporta a luz.
Bom dia!
Tem dias em que a gente acorda carregando silêncios que ninguém vê.
Mas, ainda assim, levanta. Respira. Recomeça.
E talvez seja isso que importa hoje,
não ter tudo resolvido,
não ter todas as respostas,
mas ter coragem suficiente para abrir os olhos
e seguir… mesmo com o coração ainda em processo.
Que o seu dia não seja perfeito,
mas seja gentil com você.
Que tenha pausas,
um pouco de calma,
e aquele sopro leve de esperança
que chega sem fazer barulho…
mas muda tudo por dentro.
E se puder, vá com fé.
Mesmo pequena. Mesmo quietinha.
Porque, às vezes, é ela que sustenta tudo
quando a gente quase desiste.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Bom dia!
Tem recomeços que chegam sem aviso,
quietinhos, quase imperceptíveis…
e ainda assim, mudam tudo por dentro.
Hoje não precisa ser grandioso.
Basta ser verdadeiro.
Um passo com calma,
um pensamento mais leve,
um cuidado gentil com você.
A vida também floresce nas pausas,
nos dias simples,
nos instantes em que a gente decide não desistir.
Que o seu dia te acolha…
e que você se permita caminhar com fé,
mesmo sem ver todo o caminho.
Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
[Ilustríssima Karine]
Curiosamente inegável
Nossa vasta semelhança,
Em nenhuma circunstância
Foi amor ou amizade.
Uma situação
De mútua discordância,
Fomos brevemente
Uma questão de eternidade.
Ilustríssima Karine,
Em nosso caso complicado,
Restou a simples causa
De ser complexíssima.
Ilustríssima Karine,
Na habitual desimportância,
Nossa estranha semelhança,
É incompatível e caríssima.
Ilustríssima Karine,
Em nenhuma circunstância
Foi amor ou amizade.
Ilustríssima Karine,
Fomos brevemente
Uma questão de eternidade.
(Michel F.M. - Crônicas de um Espelho Meu
E os Fabulosos Contos Perdidos
Do Vale Encontrado - 2014)
Dizem que houve um tempo
em que se encontraram
e, em silêncio, se amaram.
Não como quem começa,
mas como quem retorna
a algo que nunca terminou
algo que pereceu,
mas jamais cessou.
Havia entre eles
um reconhecimento sem nome,
não do rosto
mas da ausência que consome.
Um sentimento áspero,
capaz de estilhaçar a alma,
silencioso…
como dor que aprende a manter calma.
Como se carregassem,
em silêncio,
a memória de algo
que não chegou a ser vivido
mas ainda assim,
jamais esquecido.
E era real.
Porque nem todo amor
precisa existir no mundo
para existir de verdade.
Alguns permanecem
onde o tempo não alcança
na lembrança
do que nunca aconteceu,
ou na falta
de quem nunca se teve… mas se perdeu.
Separaram-se, como em todas as histórias.
Não por escolha,
nem por falha.
Mas porque há sentimentos
que não foram feitos para permanecer
apenas para atravessar…
e nunca pertencer.
Dizem que em outras eras
voltaram a se encontrar.
Com a mesma intensidade no olhar,
o mesmo silêncio a ecoar
mas com outros nomes,
outras vidas,
outros destinos.
E sempre havia algo:
um gesto contido,
um silêncio familiar,
um instante suspenso
no tempo esquecido
que os fazia quase lembrar.
Mas nunca por completo.
Talvez porque certos amores
não pertençam ao fim
nem ao começo.
Pertencem ao intervalo,
ao quase,
ao avesso.
E assim seguem:
não juntos,
não esquecidos,
mas eternamente próximos
do que nunca puderam ser
condenados não ao esquecimento…
mas ao eterno lembrar
sem jamais viver.
Quem é você quando ninguém está olhando?
Não a versão ajustada, polida, socialmente aceitável.
Não o personagem que você construiu para caber nas expectativas, nos vínculos ou nos silêncios alheios.
Mas você inteiro, cru, sem plateia.
Quem é você quando a luz apaga?
Quando o barulho externo cessa e sobra apenas o eco dos seus próprios pensamentos?
É nesse espaço íntimo que a verdade se revela. Não a verdade que você conta, mas a que você sente.
Porque, no fundo, não somos aquilo que dizemos ser
somos aquilo que repetimos quando ninguém está vendo.
Somos os hábitos invisíveis,
as escolhas silenciosas,
as fugas que justificamos
e as verdades que evitamos encarar.
Há uma diferença sutil, porém profunda, entre identidade e desempenho.
Muitos vivem performando uma versão de si que agrada, que é aceita, que é validada.
Mas poucos sustentam coerência entre o que mostram e o que são.
E é justamente nessa coerência que mora a integridade.
Quem é você quando pode escolher sem testemunhas?
Quando pode ir embora ou ficar?
Quando pode ferir ou preservar?
Quando pode se abandonar… ou se sustentar?
A forma como você se trata nesses momentos define muito mais sobre você do que qualquer discurso bem elaborado.
Talvez a pergunta não seja apenas “quem é você?”
Mas sim: você tem sido alguém que conseguiria respeitar, admirar e confiar se pudesse se ver de fora?
Porque no fim, inevitavelmente, você sempre volta para si.
E quando voltar…
que encontre verdade, não disfarce.
consciência, não fuga.
e, principalmente, alguém que não precise se esconder de si mesmo.
Nelma Andrade
Psicóloga
Cristine,
Teu nome chega como brisa suave
num fim de tarde dourado, e só de pensá-lo meu mundo já muda de lado.
Há algo em você que não se explica,
não cabe em palavras nem na razão, é como tentar descrever o infinito com o pouco que cabe no coração.
Teu sorriso tem a calma dos dias bons, aqueles que a gente não quer que acabem, e teu olhar com esses lindos olhos azuis… ah, teu olhar é onde meus pensamentos se perdem e não sabem voltar.
Se o tempo fosse justo, pararia só pra te ver passar, pra eternizar esse instante
em que tudo em mim aprende a amar.
Não sei se foi destino, acaso ou sorte, mas desde que você existe em mim até o silêncio ficou mais bonito
e a vida, enfim, ganhou um sentido sem fim.
Cristine,
se um dia o mundo pesar nos teus ombros, deixa que eu seja abrigo, calma, caminho e repouso.
Porque te amar
não é só sentir,
é escolher, todos os dias, ficar… e nunca partir.
Clayton Leite
A deusa da perdição
Teu charme é algo indescritível,
é devastador, pura dinamite.
Faz jogo... Sua beleza lhe permite;
demonstrando um cinismo terrível.
Ela se diverte por ser irresistível,
sou mais uma presa fácil... Acredite!
Personificação de afrodite,
cai em sua armadilha invisível...
Frente a ti, eu só penso em sexo...
A ponto de me tornar outro se te vejo,
fato natural, nada há de complexo.
É a força ódica do desejo,
me perco em atitudes sem nexo,
e tudo começou em um simples beijo.
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