Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
ALTANEIROS
Mãos que abanam
Que afinam
Que afanam
E abstrai
São Mãos que exaltam, proclamam, reclamam
E sempre querem mais.
As Mãos que enxugam
As lágrimas que percorrem
O relevo irregular de uma face singela,
São as mesmas Mãos que
Socam, trituram e torturam
Nas misturas do fino trato
Que num disparo viajante, sufocante e delirante;
A agonia traz.
Os ilustres, altaneiros, Aristocratas, facínoras e gentios.
Carregam desde o ventre a máscara da ilusão.
Assim enganam
Não só as carnes ambulantes!
Com aquele sorriso persuasivo tentam ludibriar até mesmo DEUS!
060925
A dor é tua, o sofrimento é teu, a angústia ninguém divide. São obstáculos que ninguém pode superar por ti. Não é porque mereces também não és castigo. É provação divina, para que tenhas uma Páscoa digna de Cristo, deverás superar essa dor. Não estarás sozinho. S e tens fé! Deus está contigo.
020925
O rei equilibrado, é dotado de temperança. É inadmissível o favoritismo de uns em detrimento de outros. O emocional se esvai, não há escudo capaz de suportar a perturbação. A mentira é temporal! "Deus abomina os lábios mentirosos e se compraz nos que agem com sinceridade"( prov 12, 22)
301125
Afirmar que não tens medo
Inteligente não é
Ostentares a humildade respeito e a fé
Seres a gota d'água
Isolada
Na profunda solidão
Desgarrada à sua raça
Sem nenhuma proteção
Junte- se as outras
Escoa- se desta imensidão
Frutifique este deserto
Mais amor no coração
Volte- se a Jesus
Obtenha a salvação
Ou então irmão
Esvairás feito cinzas ao vento
O embrião não fertilizado
Água que corre rumo ao pântano
Povo sem território
País sem nação..
Existem seres humanos que se vêem tão grandes, que mesmo em ações negligentes, conseguem intimidar seus oponentes, através da falsa humildade e de falas persuasivas. Fato este, que os fazem serem vistos aos olhos dos sujeitos de má índole, as últimas virgens imaculadas; os exímios arcanjos do Senhor!
111225
Não aproveitou
Enquanto pôde
O tempo acabou
Cuidado
A culpa é sua José
Não tem mais segredo
Só medo e furor
Não tem mais amigo
Empatia e amor
Cuidado
A culpa é sua José
O vento passou
A edificação ruiu
A noite solitária
O café esfriou
O deja vu- vu uao
Voou
O e-mail chegou
O cético viu
Refletiu questionou
A guerra surgiu
Cuidado
A culpa é sua José
A senha expirou
O mouse fugiu
Na fita está mal
Eh o gás acabou
Cuidado
A culpa é sua José
O povo chegou
Torneira pifou
O ar adentrou
A água acabou
Cuidado
A culpa é sua José
A boca secou
O cuspe engoliu
A sede não cede
Cuidado
A culpa é sua José
O eco ecoou
O poder emergiu
Busca água José
José submisso
Sem pestanejar partiu
Tentares tentou
O descuido
Existiu
Tudo acabou
Cuidado
A culpa é sua José
A mensagem você viu
Avisar não avisou
A rena saiu
Noel atrasou
Cuidado
A culpa é sua
Somente sua José
151225
Quando se amas, e és correspondido na mesma sintonia, a metamorfose acontece. Mitigar não é mais preciso. Não há mais sofrimento e os percalços inerentes, que noutro tempo atormentara a vida. Logo as feridas cicatrizam- se, o corpo regenera, mente e alma se acalantam e o coração envaidece!
251225
PRIMEIRA INFÂNCIA: AURORA
Aurora que encantas, também emerge a escuridão,
Em meio a bênção da chuva,
A tempestiva tempestade
Um ninho e sete irmãos,
No cantar do galo
No apagar das luzes,
Na hora da divina misericórdia,
A última gota
No caiu no chão
Criança
Que na primeira infância,
Sorriu
Com os seios flácidos da mãe,
O cheiro do café
O povo de muita fé,
Roga Deus
A primavera,
Seus brotos PANCs
Que a fome atenua,
O pingo de gente
A sua primeira infância sobreviveu,
O fruto frutificou
Eis a metamorfose,
O pingo não é mais gota
Viva a transmutação,
Sem rima e sem métrica
Em seus versos transcreve
Um homem escritor,
Erudita pensador
O prosador poeta.
281225II
A lealdade nutre o relacionamento
Como a seiva
Alimenta o caule
Que a retribui com a flor
Assim é a lealdade
A verdade e o amor
A verdade é o caule
O alimento lealdade
O amor é a flor
A flor geram frutos
Filhos que vem do amor
Do fruto se fez sementes
Sementes que viraram histórias
Do usufruto do amor
Afinal o que é o amor
161017
Vida, corriqueira vida
Poeira ao vento
Velha avenida
Que era só pó
A corrida, a carreira
O aspirar , suspirar
Ouvir o rangido
Das portas do tempo
O estampido do tiro
Dos poetas
Os hipócritas desapareceram em meio
As cinzas num redemoinho
Enquanto os artistas
Que semeiam
A euforia
Vive seus delirios
Fascinantes
No Gan Éden
Chacrona, mariri
Cânhamo trágico,
Fruto que alucina
daime santo,
O manjar dos deuses.
Nada mudou
Na avenida da vida
O tempo não para
Há agora um deserto
Comumente de certo
surgiste do pó
Puro pó...
A insanidade
A desigualdade
Falácias, falácias, falácias
O buchicho, o bocejo, o nó
A célula, a cédula
A sensura
O desejo
Poeira só.
100126
O paradoxo de um parasita reside na corrida evolutiva, explícito no controle da mente do organismo explorado. Viver galgando altos voos através da usurpacão da criatividade alheia, não faz sentido e por isso é insignificante. A partir deste princípio, é melhor a inexistência ou a permanência irrestrita em voos rasantes.
110126
Pantera negra
A solitude, ao contrário da perspectiva do senso comum, pode sim proporcionar prazer. O sujeito, precisa estar consigo mesmo, entrar em transe e abster-se dos atos insanos providos pela atmosfera social, e todos os seus sistemas, regras e convenções.
Estar sozinho não significa necessariamente viver em estado de extrema solidão. Nem mesmo uma anomalia que afeta o campo emocional, e consequentemente o perecimento do autoconhecimento e da sociabilidade. Afinal o acúmulo desenfreado de pessoas num mesmo espaço por muito tempo, não é nada salutífero. É compreensível o afastamento, a partida , a despedida. Tal fato, é uma realidade universal que faz parte da condição humana. Ademais, todo esse processo reverbera positivamente na mente do indivíduo observador, que pensa medita e repensa, superando assim a fase da negação, após compreender o processo da finitude humana. Creia no que vos digo! Não vivas embrenhado na ilusão." Todo dia perde- se algo, ou alguma coisa. As perdas e despedidas sobressaem aos triunfos e chegadas.
130126
CEMITÉRIO DOS VIVOS
Abster- se do conforto da sala
Faz- se necessário.
Correr no corredor
Torto,
Da sauna gelada e sombria.
Regozijar- se com a frieza de uma mente vagante.
Na estranheza de um pensamento errante.
No diálogo provido da desfaçatez, e/ ou talvez,
Deleitar- se com a solidão paisagística
Do cinza.
De modo que sobrevivência emocional prevaleça.
Assim;
o bem- estar apetece.
130226
O sol é tão meu
Que me deu a escuridão
Me trouxe a cegueira
Sombras pelo chão.
Como uma tirana
Vestida, inrustida
De boa samaritana
Um olhar sem alma
Sorriso falso
Espírito sem fé.
No jogo da vida
No baralho
Do...
És o dois de paus.
Camaleão emocional
Cobra cascavel
Cortina de fumaça
Hipócrita sociável
Ave de rapina
É tua sina
A tua vida, a tua essência
300126
**O Momento que Não Foi**
Guardei em silêncio
um instante que ainda não existia,
mas já tinha forma dentro de mim.
Não era pressa,
nem era urgência —
era cuidado com o sentir.
Eu sabia exatamente
como seria o primeiro toque,
o primeiro olhar,
o primeiro respirar daquele espaço.
Mas o tempo…
ah, o tempo não pediu licença.
Quando eu cheguei,
o momento já tinha passado por ali,
já tinha sido vivido,
já não era mais começo.
E o mais estranho é que, por fora,
nada faltava.
Mas por dentro,
ficou um vazio manso,
daqueles que não gritam,
só permanecem.
Não é sobre quem esteve,
nunca foi.
É sobre o significado
que morava ali antes de tudo.
Sobre o que eu esperei sentir
e não coube mais naquele instante.
Ainda assim, eu sigo.
Com o que restou,
com o que é,
com o que ficou em mim.
Porque nem todo começo
a gente consegue viver…
mas todo sentimento verdadeiro
a gente aprende a carregar.
Eu necessito, eu necessito…
como quem já não distingue desejo de falta,
como quem arde por dentro
sem saber onde termina o fogo.
Necessito sentir você
não só na pele,
mas no intervalo das coisas,
no silêncio entre uma palavra e outra,
no espaço onde o mundo desacelera.
Necessito estar perto…
perto o suficiente
pra que tua respiração bagunce a minha,
pra que tua presença dissolva
o excesso que me transborda.
E, ainda assim,
no meio de toda essa fome,
há uma pausa em você
que me salva do excesso
que, contraditoriamente,
é tudo o que eu mais necessito.
Somos herança… mas também ruptura.
Carregamos no sangue histórias que não escolhemos: medos antigos, crenças silenciosas, padrões repetidos como ecos de quem veio antes. A hereditariedade nos molda, nos inclina, nos sussurra caminhos mas não nos aprisiona. Porque há algo além.
Somos também o resultado das experiências que nos atravessam. Cada dor, cada escolha, cada queda… tudo esculpe camadas sobre o que já existia. Mas ainda assim, isso não nos define por completo.
Há uma centelha mais profunda: a consciência que observa tudo isso. Aquele ponto interno que percebe os padrões, questiona as origens e decide se vai repetir… ou transcender.
Não somos apenas reflexo. Somos também o espelho que pode se quebrar.
Existe em nós a capacidade de negar o destino imposto, de desafiar a própria natureza herdada. Onde muitos veem identidade fixa, há, na verdade, potencial de reinvenção.
Ser humano não é só carregar o passado.
É ter a ousadia de recriar a si mesmo, mesmo sabendo de onde veio.
E talvez a pergunta mais honesta não seja “quem somos?”
Mas sim: até onde estamos dispostos a ir para deixar de ser apenas o que fomos programados para ser?
Sinto falta de você
Você é a pessoa que eu mais amei.
O que eu fiz de errado? Até hoje não sei,
Me deixou, disse que não me ama mais.
E falou que não vai olhar para tas.
Por quê? Aonde eu errei?
Se foi apenas por você que me apaixonei?
Se foi apenas você que eu amei?
Meu coração ainda grita por você,
eu ainda amo você
ainda sinto sua falta, falta de você
Por favor me explique o porque?
Me diz aonde eu errei?
(ÁG)
Coração apertado, sangrando calado
Lembranças magníficas, que agora também me trazem agonia
A agonia da saudade, a agonia da tristeza
Com tanta paixão que agora esta presa.
Como lembrar daquele olhar e sorriso perfeito
Pode me trazer tanto desespero?
Lembrando de tudo aquilo que me levou ao céu
Hoje me vejo molhando com lágrimas este papel.
Uma dor tão profunda que sinto corroer meu coração
A dor da saudade de dias e momentos que não voltarão.
A dor de te amar e não poder estar te amando.
E agora, de cabeça erguida sigo com a alma vazia e tento continuar andando!
Nossos lábios se encaixam
Nossos corpos se completam
E no ritmo dos nossos corações
Toca a melodia da nossa paixão
No meu abraço te protejo
Com teu toque enlouqueço
Uma quimica sem explicação
Com um olhar me tira a razão!
Nunca havia me sentido assim
Um sentimento tão lindo e tão forte
um amor sem fim
E hoje,
Me perco nas lembranças dos nossos momentos
Olhos abertos ou fechados,
Acordado ou dormindo, sempre te vejo.
Um amor que mesmo com tantos baldes de água jogados
O fogo não pode ser apagado!
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