Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Suas atitudes determinam seu sucesso!
Os bons profissionais são aqueles que mesmo diante da adversidade acreditam que podem se superar sempre, pois envolvem toda a empresa na busca por resultados e pela superação
Você sabe o que destrói suas chances de vitória? Pouca gente se dá conta de que um profissional entra em crise em sua carreira, quando simplesmente ele se acomoda. A acomodação é a pior inimiga do bom profissional. É preciso saber que o sucesso "engorda" o cérebro. A pessoa para de pensar e relaxa, pois acha que já descobriu a fórmula da vitória. Por isso, é muito raro ver pessoas que permanecem sempre evoluindo e arriscando. Muita gente perde a maior parte de seu tempo alimentando o próprio ego, sem conseguir olhar o que acontece a sua volta.
Essa atitude é crucial, porque insere o profissional numa "redoma de vidro", incapaz de conviver em grupo e culpando os outros por sua infelicidade. E quando a crise chega, o abalo é tão grande, que a simples tentativa de se reerguer transforma-se em um pesado fardo.
Os bons profissionais e equipes campeãs são aqueles que mesmo diante da adversidade acreditam que podem se superar sempre e saem das crises com maturidade, pois envolvem toda a empresa na busca por resultados e pela superação.
Derrotas vão fazer parte cada vez mais da vida dos campeões. Só quem não for para o campeonato mundial é que não vai perder nenhum jogo. Aprender com as derrotas é mais importante do que ganhar todas as partidas.
O campeão sabe que derrotas fazem parte da vida. Tem sabedoria para aprender com os erros. Sabe ser tão grande nas derrotas quanto nas vitórias. Nossa tendência é pensar que o nosso problema é o maior do mundo. Certamente, é assim com todas as pessoas. Mas as dificuldades não são baseadas no tamanho dos problemas, e sim nas soluções criadas. Se sua vida não está de modo como gostaria, dê um jeito de transformá-la. É maior presente que pode dar a si mesmo.
Não podemos simplesmente deixar a pressão desses tempos nos afundar. Não podemos simplesmente deixar que as crises nos paralisem. O mundo exige uma postura inédita, um modo original de olhar. Resultados são sempre consequência de muita dedicação, boas estratégias e, principalmente, prazer de viver.
EXPRESSÃO DE LIBERDADE!
Vesti todo cenário com leveza e paz, extraída de minha essência, vi o sol da felicidade raiar, iluminando meu universo, sentir arrepiar, sentir a energia do amor se propagar! Nobre raiz de unicidade, quando na coletividade, nos une em respeito a ancestralidade, numa expressão bela de humanidade, dançamos ao som da liberdade, valorizando nossa identidade no toque da santidade.
Flor do meu jardim...
Que seu dia seja leve como pluma e passe suavemente nos enfrentamentos, recebendo bênçãos sopradas nas energias do vento, e quando vc quiser descansar, desta viagem chamada demandas do dia, você repouse, sem reservas está boniteza, que recheia teu avesso, nos braços do pai, recebendo confortavelmente as dádivas santificadas, no pódio da eternidade, que você seja verdadeiramente feliz!
Resiliência – Aprendendo com cada passo
Na vida, todos nós passamos por situações que funcionam como estímulos aversivos coisas que provocam dor, tristeza ou frustração.
É natural que, diante disso, a primeira vontade seja evitar, fugir ou se proteger. E, às vezes, isso é mesmo necessário.
Mas a resiliência é como um repertório de respostas que a gente aprende e fortalece ao longo do tempo.
Ela não significa que a gente não sinta dor, e sim que, apesar da dor, conseguimos encontrar formas diferentes de agir, sem ficar preso apenas à evitação.
Quando enfrentamos uma dificuldade e conseguimos seguir adiante, estamos modelando novos comportamentos, aprendendo que existem alternativas para lidar com a situação.
Cada vez que encontramos uma solução mesmo pequena nosso comportamento de enfrentamento é reforçado, aumentando a probabilidade de que, no futuro, possamos agir de forma semelhante.
A resiliência também envolve flexibilidade: ajustar o que fazemos diante das mudanças do ambiente.
Às vezes, isso significa pedir ajuda, reorganizar rotinas, ou até aceitar que algumas coisas não estão sob nosso controle.
Assim como na aprendizagem, ser resiliente é um processo gradual: começamos com pequenas respostas, reforçadas aos poucos, até que, um dia, percebemos que conseguimos lidar com tempestades que antes pareciam impossíveis.
No fundo, a resiliência é um conjunto de comportamentos aprendidos, mantidos e fortalecidos pela nossa história de vida, pelas pessoas que nos apoiam e pelas consequências que nos mostram que vale a pena continuar tentando.
Culpa
A culpa não chega gritando.
Ela sussurra.
Surge como um pensamento repetido na madrugada:
“Eu deveria ter feito diferente.”
E quanto mais essa frase ecoa, mais ela pesa.
Não é apenas o que aconteceu que dói é a história que eu conto sobre o que aconteceu. Quando transformo o erro em sentença, a dor se amplia. Quando digo a mim mesma “eu estraguei tudo”, começo a acreditar que sou maior do que o próprio erro. E então a culpa deixa de ser um sentimento e vira identidade.
Mas se eu paro por um instante…
Se eu respiro…
Talvez eu consiga enxergar que, naquele momento, eu estava tentando sobreviver com os recursos que tinha. Talvez estivesse cansada demais, confusa demais, ferida demais para escolher melhor. Nós decidimos a partir do que conseguimos ver e às vezes nossa visão está turva.
O passado não pode ser reescrito.
E lutar contra isso só me aprisiona mais.
A maturidade começa quando eu escolho olhar para o que foi feito sem fugir. Quando reconheço:
“Eu errei.”
Sem justificar.
Sem dramatizar.
Sem me destruir.
Errar não me transforma em erro.
Significa apenas que sou humana.
Hoje, talvez o mais difícil e o mais libertador seja dizer:
“Há consequências. E eu vou encará-las.”
Não tenho poder sobre ontem.
Mas tenho responsabilidade sobre agora.
Apenas queria que lesses um livro à beira-mar para mim e, quem sabe, trocássemos olhares sem que nenhum de nós proferisse uma só palavra ao outro. Apenas isso: o silêncio, os olhares, o desejo que não se consumaria.
Eh, sabes, eu admiro mentes cuja curiosidade é incomum; o ser cuja conversa que me traz é espontânea. Até certo ponto, eras um ser interessante, mas então trouxeste a estática para o nosso pequeno mundo. Mudaste. Carreguei o que ainda sobrava de mim e fui embora.
Ora, meu bem, o ponto crucial aqui não é o que a tua idade diz à minha pessoa, mas o que o teu intelecto proporciona ao meu… e o meu ao teu.
O teu corpo, a tua beleza, serão tudo arrastados para o esquecimento pelo tempo, mas o que o teu intelecto pode proporcionar, isso, querida, é mais precioso do que ouro.
A tua idade não me interessa, ainda que sejas mais velha do que este ser que sou. Apresenta-me o teu intelecto.
Ah! Meu amor, tu apresentaste-me os demónios que te habitavam e que te causavam terror; eu dei-lhes um novo lar dentro de mim e fi-los amigos dos meus. Foi aí que cometi o meu tão grande pecado, pois, quando notaste que estavas livre, abandonaste-me.
Ah, querida, embora os teus demónios se tenham sentido em casa, estou a mandá-los de volta ao verdadeiro dono: tu.
"Esquecer a presença de Deus é perder o norte da própria vida. É trocar a segurança do Infinito pela fragilidade do nosso braço. Sem confiança no agir do Criador, a vida perde sua cor primordial, e o que era para ser caminhada de fé vira apenas o peso do esforço humano.".
Alexandre Pacello
Teorema do Olhar Elevado
Não é o rosto — é o gesto contido,
é o queixo erguido em ângulo preciso,
como quem conhece o próprio domínio
e mede o mundo sem pedir aviso.
Teus olhos não miram de frente,
deslizam em órbita sutil;
não fogem — escolhem o instante,
como quem calcula o próprio perfil.
Não há riso aberto, espalhado,
há curva mínima, estratégica intenção;
um desdém doce, arquitetado,
feito assinatura em declaração.
Tua mão no cabelo é bússola leve,
aponta o centro da própria atenção;
não é vaidade — é narrativa breve,
é direção consciente da percepção.
Há fogo na cor que te veste,
mas gelo na calma que sustenta o olhar;
combinação rara — teste e convite,
porta entreaberta que sabe fechar.
Chamam de pose. Eu chamo de código.
Chamam de foto. Eu chamo de sinal.
Pois quem domina a própria imagem
já ensaia comando no plano real.
Se a ciência diz que rosto não dita
o caráter ou o coração,
a expressão, porém, sempre grita
a postura diante da multidão.
E ali, no ângulo exato da cena,
não vejo acaso nem distração:
vejo mente que calcula a arena
e alma que aprecia o desafio da atenção.
John Rabello de Carvalho
As ditas loucuras, embora me façam enxergar o mesmo mundo que os outros também enxergam, levam-me a vê-lo de forma totalmente diferente.
Há obras que, na minha opinião, são extensões do próprio autor; sendo assim, levamos muito tempo a conversar com elas. O público e as editoras apenas têm acesso às mesmas quando o autor já não estiver em vida.
Ser sensível nunca foi fraqueza.
É sentir tudo em volume máximo.
É doer mais… mas viver mais também.
Eu já tentei ser menos.
Já tentei caber no raso.
Mas entendi que é exatamente essa intensidade
que me faz ser quem eu sou.
Eu sinto tudo.
A dor. A música. O silêncio.
Sou complexa.
Sou profunda.
Sou viva.
E eu não trocaria isso por nada.
Incredulidade
Talvez de incredulidade eu me afogue
Não por estar num mar de solidão
Mas por não ver no próximo a consideração devida
O respeito necessário
A valorização merecida
E a gratidão esperada
Pergunto-me quantos dígitos mais se acrescentarão aos anos
Quantas luas, marés e estações virão
Pra que percebas que é teu o egoísmo e a arrogância
Que são tuas as sementes que geram esse caos no cais da esperança
E não somos mais nós que padecemos de amor
Mas o amor que padece dessa nossa aspereza
dessa nossa efemeridade
dessa superficialidade reverberada
Mas que o tempo se compadeça de mim
E me conceda a força para águas turbulentas atravessar
E ainda que tu, meu querido, não me dês o trato digno
Caberá ao meu coração tua crueldade perdoar
Porque de paz estou cheia e somente paz quero entregar
Sobre as demais coisas:
Não será o esquecimento justificativa
_ O que plantas terás em colheita
E não precisas minhas flores com tuas lágrimas depois regar.
Dias de dezembro...
Chega dezembro
Com sua crueldade invade os corações
Traz a saudade daqueles que queríamos perto
Relembra o pesar das vivências mal decididas
Evoca a angústia de vermos um ano se acabar sem as realizações tão sonhadas, brotadas à mesma época do ano que passou...
Sei que este é ideal inverso, que a magia envolve esses dias de amor...
disso não duvido
Apenas não ignore minha lamúria, pois ela também é real.
Vivê-la é o que tenho de concreto aqui, agora
Transformá-la em perspectivas otimistas é meu plano para os próximos instantes
E que ninguém julgue tal surto contraditório
Pois o consolo muito breve virá:
A esperança cuidará de convencer-me que a vida é esplendorosa
Que ela recomeça a cada dia, mesmo que seja um dia de dezembro.
Sábado à Noite
Hoje eu tô triste.
É sábado à noite, e não tem para onde ir.
Os amigos estão longe, e o silêncio aqui parece ainda maior.
Meu pai e minha mãe já dormiram, e eu fico pensando se devo fazer o mesmo.
Lá fora, o som toca alto, lembrando que o mundo continua, mesmo quando a gente para.
E eu aqui… parado, sem saber o que fazer.
Pensando em você.
—Ivo Mendes Morais
Não existe mais romantismo nas palavras, né?
Já não se usa vírgula para respirar... nem ponto final para encerrar. Nem exclamação para vibrar! Nem interrogação para questionar o coração.
O amor perdeu as pausas delicadas, a emoção pulsante, o cuidado sutil e até o sentido profundo.
Português: zero. 😅
Nas esquinas da vida, entre ruas vazias e avenidas apressadas, você passou por mim.
Foi rápido demais para ser esquecido.
Não sei se foi sua beleza, seu perfume ou o silêncio que ficou depois.
Só sei que algo se partiu naquele instante.
Desde então, sigo te procurando em rostos errados e caminhos perdidos.
Alguns encontros não vêm para ficar.
Vêm para doer e nos mudar para sempre.
O poder não é eterno. O que aconteceu na Venezuela deixa isso evidente. No sábado, o império de Maduro desmoronou. Ele e sua esposa foram presos e levados para os Estados Unidos, onde enfrentarão a Justiça americana. Ainda não se sabe qual será o destino deles nem quantos anos de prisão poderão receber.
Esse episódio serve de alerta. Há quem esteja no poder e acredite que ele durará para sempre, mas não dura. A história mostra que tudo passa. O caso da Venezuela é um exemplo claro disso. Nada é permanente. O poder passa. Pense nisso.
O Absurdo do Absurdo
O absurdo não é o que foge da lógica.
O verdadeiro absurdo é o que machuca e, mesmo assim, a gente aceita.
É insistir onde dói, esperar onde não há promessa, sorrir quando o coração está em ruínas.
Absurdo é ensinar o peito a ser forte quando ele só queria ser abrigo.
É chamar de “normal” o que, por dentro, grita que não está.
No fim, o maior absurdo não é amar demais…
é fingir que não amamos nada.
Essa é uma pergunta que faz muita gente refletir.
Muitas pessoas brigam, discutem, rompem amizades e até família por causa de políticos. Mas, na prática, a maioria dos políticos dificilmente briga pessoalmente por um eleitor específico. O que eles fazem é defender interesses, projetos, partidos e, muitas vezes, estratégias de poder.
Nem todo político é igual, claro. Existem exceções. Mas, de modo geral:
O eleitor costuma defender o político com emoção.
O político costuma agir com cálculo e estratégia.
Enquanto as pessoas se dividem, muitos políticos, mesmo de partidos opostos, conversam, negociam e fazem acordos entre si.
Talvez a reflexão mais importante seja: vale a pena perder paz, amizade e saúde emocional por alguém que nem sabe que você existe?
Opinião política é importante. Debate é saudável. Mas brigar e se machucar por isso quase nunca compensa.
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