Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
A música colore a vida .
Dá sentido ao choro e a alegria.
A música encanta e as vezes espanta.
É impossível viver sem música.
Seja alegre ou triste ,
Animada ou suave,
É música!
Cante , ouça, preste atenção!
A melodia fala , ela conta histórias
dentro da gente e fora.
Onde tem um coração, tem Músicas e Sentimentos.
A vida... o que é a vida? O que significa viver? Para uns, viver significa alegria. Para outros, viver significa tristeza. Há quem acredite em eternidade. Mas há aqueles, que apenas o agora, já é tempo demais para se viver e acabam desistindo do amanhã.
A vida dói, a vida machuca. Nos joga em buracos que pensamos ser impossível sair, nos traz dificuldades e obstáculos que acreditamos serem intransponíveis. Afinal, o que é a vida?!
Independente da realidade que vivemos, o simples fato de viver já é um ato de ternura e alegria, de coragem e ousadia. Existo, e porque existo sinto, e porque sinto tenho esperança.
Acredite em você mesmo, você é capaz! As dificuldades sempre existirão. A dor sempre se fará presente. A aflição sempre te encontrará, porém, use as para seu bem. Lute até que se torne mais fácil vence las, até que seja natural enfrenta las. Não desista. Você vai conseguir!
Como as estrelas dependem da escuridão da noite para brilharem e serem mais intensas, as alegrias da vida dependem das dores. Quanto mais sofrermos mais aprendemos a nos alegrar com o pouco.
A felicidade é um caminho e não um ponto de chegada.
Agradeça, não desista e viva!
Há dias em que o passado me chama, não por meio de palavras, mas como um murmúrio distante que arrasta as folhas daquilo que um dia fui.
Observo essa voz e nela contemplo rostos que já não se recordam do meu; lugares que outrora sustentaram o meu riso e que agora permanecem vazios.
A nostalgia assemelha-se a um espelho quebrado: tento perscrutar suas frestas, embora delas eu sempre saia ferido. Tudo o que fui encontra-se do outro lado do tempo — uma carícia jamais retribuída, uma casa cujas portas já não se abrem, um perfume que paira como um eco entre minhas mãos.
Por vezes, penso que meu corpo não passa de um mapa das perdas, um inventário daquilo que não soube preservar. Desejo recomeçar, mas sei que não me é possível.
Não porque desconheça o caminho, mas porque se trata de uma estrada sem retorno — e é impossível regressar.
Não é minha culpa se as pessoas interpretam apenas um verso do livro.
A vida não deve ser lida pelo verso, mas pelo parágrafo.
Porque, se julgarmos a existência por um único verso, pessoas ruins parecerão boas e pessoas boas parecerão ruins.
A vida não se interpreta pelo fio, mas pela costura que o fio construiu.
O verso só ofende quando o parágrafo não está aceso pois onde falta luz, sobra julgamento.
Qual meu limite?
Diante do descontentamento, qual meu limite? Talvez — meus problemas — as coisas inexplicáveis não ditam uma prioridade em si; difícil reconhecer que muitos têm azar, dificuldades e angústias, mas fácil um convencimento de que os problemas meus são mais importantes do restante do mundo.
Diante da vergonha, qual meu limite? Qual seria a vergonha? Saber que posso mais e sempre com um porém, de ser fraco; serei fraco ao depositar minhas esperanças em palavras e contudo ironicamente possível elas “realizarem” algo em meu favor.
Diante da verdade, qual SERIA meu limite? Diante de toda verdade que repito, meu limite nunca chega? Talvez... seria eu ilimitado, arrogante ou maluco? Sou o que sou, fraco, arrogante, soberbo, inteligente, modesto, corajoso e covarde? não parece, mas acho que sim, sou limitadamente covarde, é o meu limite.
Escrito por: Renato Minair Júnior – em grande angústia e desgaste mental ao som das músicas de Scott Stapp
Capítulo — A Casa de Varanda
Os dias se desenrolavam com uma tranquilidade quase ensaiada. Eu acordava cedo, organizava a casa, arrumava minha filha e seguia para o trabalho com a sensação de que cada centavo do meu salário tinha destino certo. Minha vida se resumia a duas missões: sobreviver e garantir que nada faltasse a ela.
Eu almoçava no trabalho — o famoso prato de peão — porque sabia que aquela seria minha única refeição do dia. Em casa, a despensa era pensada para ela: suas bolachas preferidas, o iogurte que gostava, a mistura que a fazia sorrir à mesa. Eu fingia não ter fome. Dizia que já havia comido, que estava satisfeita. Não era verdade. Eu escolhia não comer para que sempre houvesse mais para minha filha.
Emagreci. Muito.
Mas não era uma magreza abatida. Havia em mim uma chama que não se apagava. Eu estava mais magra, sim, porém havia um brilho que resistia — uma beleza interna que nenhuma dificuldade conseguia roubar. Eu estava até bonita. Bonita de força.
Seis meses depois, ele apareceu.
Veio para fazer um reparo nos computadores da empresa. Sempre que voltava, puxava assunto. Eu percebia o flerte, claro. Já conhecia aquele jogo. E, como de costume, não dava importância. Meu coração já tinha aprendido a desconfiar.
Até que, numa sexta-feira qualquer, no fim do expediente, fomos todos para o bar da esquina. Ele também foi. Entre risadas, copos tilintando e conversas soltas, meu ponto fraco foi atingido — aquele jeito atento, o cuidado nas palavras, o olhar que parecia enxergar além da superfície.
Começamos a namorar.
Apresentei-o à minha família no aniversário da minha mãe. Ele conquistou todos: brincalhão, piadista, sem vergonha de nada. Bebemos, rimos, celebramos. Ele morava numa kitnet e pagava um aluguel absurdo. Eu, tola ou esperançosa demais, sugeri que morássemos juntos. Eu pagaria meu aluguel; ele assumiria as contas e as compras.
Ele disse que queria morar comigo, mas em outro lugar.
Encontramos um apartamento não muito longe da casa da minha mãe — essa era minha condição. Depois da separação, minha mãe e eu éramos o suporte emocional da minha filha. Eu não podia me afastar dela.
O apartamento era uma graça. Recém-reformado, dois quartos, uma varanda charmosa pela qual me apaixonei no primeiro instante. Ali, imaginei recomeços.
Um ano depois, engravidei.
Foi festa. Ele anunciou aos quatro ventos, celebrou como se fosse o maior sonho da vida. Atencioso, presente, cuidadoso. Eu pensei: desta vez será para sempre.
Ainda grávida, ele me surpreendeu com um pedido de casamento. Aceitei. Casamos no civil, numa cerimônia simples. Estranhei a ausência da família dele — nenhum amigo, nenhum parente. Conheci apenas o irmão e a irmã. Do pai, ele não falava. Achei curioso. Talvez até um pouco estranho. Mas eu estava feliz demais para aprofundar perguntas.
Era um menino. Minha filha teria um irmãozinho.
A gravidez foi difícil. Perdi líquido amniótico e precisei de uma cesárea de emergência. Meu filho nasceu com 30 semanas. Pequeno demais para o mundo, forte demais para desistir. Ficou na UTI neonatal, dependente de oxigênio. Recebi alta, mas ele permaneceu internado por 23 dias.
Dessa vez, eu não estava sozinha. Ele estava ao meu lado.
Quando finalmente fomos para casa, nenhum parente dele apareceu para conhecer o bebê. Meses depois, quando meu filho completou cinco meses, recebemos a visita do irmão, de uma tia e de um tio. A tia me fez uma pergunta estranha:
— Ele está bem? Está calmo?
Respondi naturalmente que sim, sem entender o peso por trás daquelas palavras.
Com dois anos do meu filho, vieram as dificuldades financeiras. Fomos morar na casa que eu havia comprado nos fundos da casa da minha mãe. Pelo menos não havia mais aluguel. A situação melhorou um pouco.
Os finais de semana voltaram a ser alegres: minha mãe, minha irmã, primas, amigas. Reuniões, resenhas, churrasquinhos. Casa cheia. Risos.
Foi então que algo começou a surgir.
Sem motivo aparente, ele se tornava agressivo. Primeiro com uma amiga. Depois com minha comadre. Numa festa, jogou bebida no rosto da minha mãe.
Naquele instante, a pergunta da tia começou a fazer sentido.
Engravidei novamente. Gêmeos.
Mas ele já não era o mesmo. Explodia por qualquer coisa. Discussões inesperadas, palavras duras, olhares sombrios. Foi quando veio à tona a história mal resolvida com o pai: ameaças, processo, ódio antigo. Comecei a me perguntar se não era hora de partir antes que fosse tarde demais.
Então, como se não bastasse, a empresa onde eu trabalhava faliu. Fui demitida com quatro meses de gestação.
O chão cedeu.
A preocupação foi tanta que os planos se desfizeram. O nervosismo tomou conta de mim de um jeito avassalador. Vieram os sangramentos. No hospital, recebi a notícia que nenhuma mãe está preparada para ouvir: meus bebês já não tinham mais vida. Saíram sozinhos do meu ventre.
Passei por curetagem. Fiquei internada por 36 horas.
Depois da perda, ele parecia transformado novamente. Gentil. Solícito. Cozinhava, falava baixo, ajudava em casa. Era como se o homem que conheci tivesse voltado.
No dia de Nossa Senhora Aparecida, chegou bêbado, mas foi direto dormir. Não houve briga.
Dois dias depois, recebi a notícia que ninguém está preparado para receber.
Minha mãe havia falecido de infarto.
O mundo parou.
Mas eu não podia desmoronar. Minha filha precisava saber. Ela tinha 13 anos — já era uma mocinha — e meu filho, seis. Fui forte para contar que a avó tinha partido.
Fomos fortes.
Minha filha e eu.
ENTRE A FRASE E O SILÊNCIO
Em português dizemos: (eu te amo) e parecem palavras simples que em qualquer boca se aprende e mas ninguém ensina o que acontece antes delas nascerem, antes de se tornar real
É porque comigo não começa assim
Sempre começa quando o dia muda de lugar, quando as constelações fazem te desenha, quando a noite vira dia e o dia vira noite sem sair do mesmo horário, quando uma conversa comum não fica comum, o que costumava ser não contante e vira permanência, quando eu não espero mensagem, mas reconheço você chegando mesmo sem chegar,( uma energia amaldiçoada
Ainda no inglês dizem: (I love you) e soa como quem atravessa a rua descalça
No alemão dizem: (Ich liebe dich) que soa como quem decide ficar antes mesmo de entender, a força que eu procurava
Eu…? fico no meio do caminho, no meio do fogo cruzado, mergulhando no mais fundo mar do seu amor( desejei tanto um amor assim)
Calma, não digo, também não nego que é estranho isso, esse sentimento sem nome, não podemos chamar de amor, e ainda se torna avassalador, é como atravessar um prédio em chamas prestes a desabar, é como H2SO4(Ácido Sulfúrico)
Você virou aquela parte do dia que não precisa acontecer, mas organiza tudo quando acontece, eu noto coisas pequenas demais pra serem lembradas e ainda assim lembro de cada pausa que você da antes de cada resposta, o jeito que você meche os dedos das mãos, o jeito que meche no cabelo, o jeito que me olha disfarçadamente ( querendo apenas uma brecha pra que eu ceda inteiramente), o jeito que olha de canto, o jeito que um silêncio não fica vazio, onde seu sorriso que não pediu permissão pra existir, admiro sem você olhar, admiro sem te tocar, e não foi escolha, foi acontecimento, foi como aprender um caminho novo e descobrir que o depois sempre pode voltar
Se fosse música não seria a letra, seria o que continua tocando depois do fim, seria a parte que gruda na mente e não consegue esquecer
Se fosse poesia não seria o verso, seria a vontade de reler sem motivo, tipo agora, não o ontem e sim o sempre e pra sempre
Tem gente que a gente conhece, tem gente que altera a posição do mundo sem mover nada
E você não ocupa pensamento de distração, você dá direção tomada sem planejamento
Não muda o dia, só tira ele do neutro
Inventaram a frase pra caber em conversa humana, sendo nós dois uma versão modificada, e eu fico aqui
nesse quase, quase toque, quase neurose traumática, quase erro fatal, sinto a necessidade de dizer que: eu te amo
porque algumas coisas quando são ditas, elas param
e eu não quero que pare
então eu não falo, e dessa vez não vou embora e nem irei deixar de ser de outra
Porque talvez você nunca tenha certeza se é só carinho, se é costume, se é escolha
ou se é aquilo que não precisa de nome, especificamente o nome que te dei está escrito na tabela periódica, não acredita ? 95 8 75
só sei que desde que você aconteceu o mundo não continua o mesmo, você mudou e nunca mais ficou igual, porque quando a gente chama e a coisas viram respostas é por que eu gosto do jeito que você ainda é pergunta, o engraçado que antes de você as pessoas passavam pelo meu dia.
Mas você permaneceu nele mesmo quando não está lá, é tipo cheiro de roupa limpa guardada no armário não aparece mas toma o quarto inteiro, e eu percebo você em mim, nos detalhes que não combinavam comigo antes
na calma que chega sem aviso, na pressa que some quando você chega
Não, não, não tem drama nisso, não é tempestade, é mais perigoso que isso, é continuidade, igual rio que ninguém vê andando mas quando olha já mudou toda a paisagem
E se eu te dissesse talvez diminuísse palavra às vezes fecha portas e eu gosto da nossa aberta, porque entre saber e sentir, eu prefiro que você sinta, então eu deixo assim, meio perto,meio guardado, meio evidente demais pra ser acaso.
Se algum dia você entender tudo isso que estou falando, não pergunte ok?
Só fica, me acolheu em seus braços e me deixa existir em seu mundo, porque tem coisas que quando finalmente recebem nome
deixam de crescer e eu ainda quero ver até onde isso vai
sem precisar caber em nenhuma frase
Eu não te escolhi, foi o mundo que parou exatamente onde você estava, conspirando para que você me encontrar-se
Entre todas as vidas possíveis se perdeu, já a minha aprendeu a acontecer na sua
E agora até o tempo sabe: qualquer forma no meu futuro começa em nós
Tentando não dar nome pra não acabar, você ficou mesmo sem eu chamar
Virou rotina do meu silêncio, lugar na minha ausência que repousa, todas as vezes que volta pra casa
Isso não é amor, é algo que inventaram antes da palavra existir
Comprometida
Se te conhecesse em épocas diferentes,
Agora estar-te-ia pedindo um beijo,
Dividindo alguns problemas e
Criando alguns sorrisos.
Mas hoje,
Estou sonhando e criando versos,
Fingindo que isso reduz a minha dor...
Mas a realidade,
Sempre é presente em períodos maiores que os sonhos.
POEMA DO ADVOGADO.
Advogar é uma paixão que nunca perde o encanto.
Ser advogado e ser o guardião que luta para que a justiça não cometa injustiça
Ser advogado e ser o interlocutor do cidadão para que a justiça não cometa injustiça.
Ser advogado e ser o fiscal da lei.
Ser advogado é lutar pelo direito do cliente mesmo que as chances parecem pequenas.
Ser advogado e lutar pelos direitos do cliente que só encerra após esgotar todos os recursos.
Ser advogado e ter muita paciência com a morosidade da nossa justiça.
Ser advogado e ter paciência com a cobrança diariamente dos clientes que clamam por justiça.
Ser advogado e ter coragem e determinação para enfrentar todos os obstáculos que surgem no dia a dia.
Ser advogado e exercer o papel fundamental na sociedade brasileira, combatendo as injustiças perante a Justiça.
Ser advogado e ser o escudo do cidadão e guardião da sociedade civil contra os abusos de autoridades e injustiça.
Ser advogado é lutar para que a justiça seja justa e imparcial, sem preconceitos ou discriminações.
Justiça Injusta
Demétrio Sena - Magé
Quando monstros detém os tribunais,
outros monstros terão impunidade;
quanto mais injustiças na justiça,
mais verdades pra dentro dos bueiros...
Se nos fóruns estão os mentirosos,
a mentira não perde pra ninguém,
porque são enganosos os processos,
todo bem é vencido pelos maus...
Há juízes de mais com mau juízo;
muito guizo indicando quem dá mais
pra colar inocência em sua culpa...
Magistrados gulosos e tiranos
tiram anos de vida do inocente;
dão mais vida e direitos aos culpados...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
Minha doce e indomável Lucia,
Mesmo sem as palavras perfeitas (porque, né, quem precisa disso?), lanço ao vento o grito silencioso do meu coração dramático.
Você invadiu minha vida feito um furacão celestial — ou seria um tornado de confusão?
Virando a essência mais “sublime” e “divina” do meu ser (ou pelo menos tentando).
A musa eterna que inspira cada batida do meu peito — ou cada suspiro de cansaço.
Mulher de coragem infinita, guerreira dos sonhos mais “puros” (ou só muito teimosa), que persegue seus ideais sagrados com a paixão de quem procura Wi-Fi grátis.
Eu, ao seu lado, luto com fervor e devoção (e uma pitada de desespero) pelo destino que nossos corações “entrelaçaram” no tempo — ou pelo menos até o próximo episódio da série.
Desde o instante mágico em que nossos olhares se cruzaram (ou quando você derrubou café na minha camisa),
Você transformou minha alma num jardim eterno de flores perfumadas — ou numa selva cheia de mosquitos.
Onde brotam esperanças, promessas e amores imortais (e algumas dores de cabeça).
Entrego-me a essa aposta divina (ou a essa roleta russa emocional),
Anseio por um futuro onde nossos corações batam em uníssono, em perfeita harmonia — ou pelo menos sem brigar pelo controle remoto.
E te peço, com toda a sinceridade e ardor do meu ser (e um pouco de medo do seu “não”),
Vamos celebrar o início da aliança sagrada do compromisso — ou pelo menos um jantar sem discussões.
Almejo alcançar o sublime objetivo de noivar e, futuramente, casar para sempre (ou até o próximo reality show).
Aceite ser minha namorada, minha eterna companheira, minha razão de viver — ou pelo menos minha parceira de Netflix.
Eu ainda te amo
Nao como que procura
sua presença no escuro
Mas com sentimento profundo
Eu te amo quem olha seus olhos
E busco sua alma que me atravessa
Com calma, sem pressa
Perdemos as palavras
Perdemos o abraço terno
Que eu oferecia sem cálculo
E sua palavras cada vez mais curtas
E nada fluidas anunciam
Que o nosso amor não te mobiliza
E eu te pinto com tinta preta
Uma imagem de luto
Onde estão as juras de amizade eterna?
Nada mais resta.
Estou sozinha em silêncio
No despontar do anoitecer
E minha casa é meu refúgio
Um solo impenetrável
Onde reflito minha existência humana.
Eu me basto, mas meus lábios
São vazios sem os seus
Eu quero introspecção
Silêncio que se entente
Você quer expansão
Viva social
E em meio a muitos
Eu me sinto habitante
De outro ecossistemas
Estamas separados por anseios de vida
E nada espero de ti
A não seus olhos que me observam
E a distância de nossos lábios
Eu te amarei na memória
Você procura ação
Eu anseio vida privada
Isso nao me faz mais pobre
Eu converso comigo
Você conversa com o público
Eu não deixei de te amar
Amo na distância
E seus olhos olham os meus
E nosso boca se tocam em silêncio
E à distancia
Sei que nunca seremos indiferentes
E na noite de hoje
Sonho com diferenças serenizadas
E o encontro de nossos lábios
Mostras que somos todos iguais
E nos encontramos em nossos corpo
E saberemos que fomos amados
Apesar do mundo
Apesar de nós dois
O amor quer pele
O amor não quer razão
Unidos pelo desejo inconsciente
De sermos um
Em um mundo caótico
O meu amor está aqui
Entre desejo e ponderação
Olhe-me, simples mulher caseira.
E te abraçarei profundamente
E te curarei da razão.
Eu não sou palco
Eu não sou plateia
Eu sou o amor puro
Que sua alma reconhece.
Ainda que você negue.
O amor é abstração
E nada espera,
O amor não é humano.
É um pedaço de divina
Na esfera terrestre.
Eu te amarei sem nada esperar.
Ao dormir eu lembrarei dos seu olhos.
Seguirei em frente como que carrega
O segredo do universo.
Cada um viveu e vive como escolhe. Mas existe diferença entre ter história e ter coerência. Quem viveu com liberdade não pode exigir moral sob medida. Quem experimentou o mundo não pode cobrar pureza tardia.
Não é o passado que gera incômodo. O incômodo nasce da tentativa de reescrever regras depois que o jogo já foi jogado.
Equidade é via de mão dupla. Se houve intensidade antes, não pode haver julgamento agora.
Sigo com a consciência tranquila. Sei exatamente o que fiz — e, principalmente, o que nunca fiz.
E essa paz não há dinheiro que pague.
A paz e a consciência limpa me faz lembrar quem eu sou.
O vazio é espelho e reflete o que evitamos e, por isso, sempre volta.
Não pede fuga, pede coragem.
Pede que seja habitado sem que nos percamos.
Ele surge quando o ruído cessa, quando as distrações deixam de sustentar, quando o excesso falha em preencher o que é essencial.
O vazio é espelho. Devolve perguntas adiadas, faltas íntimas, desejos ainda sem nome.
Por isso insiste. Não aceita anestesia. Não se dissolve em distrações, não se cala com barulho, não se resolve por atalhos emocionais. Tudo o que é ignorado cobra presença.
É preciso habitá-lo sem desaparecer. Permanecer inteiro quando nada apoia. Sustentar-se quando as certezas caem. Reconhecer que não saber também é um lugar legítimo.
Quem aprende a habitar o vazio deixa de temer e descobre que ali não mora o fim, mas o início de algo mais honesto, mais real. Porque só depois do vazio é possível escolher, não por carência, mas por verdade.
E então o vazio já não afasta.
Ele revela.
O Peso do Prato
Não é apenas o metal da balança,
nem a frieza do mármore no chão,
a justiça é o grito da esperança
que exige resposta do coração.
Pois a lei que se cala no papel,
e o direito que dorme na gaveta,
são como um barco sem timonel,
perdidos na fúria de uma tempestade preta.
Justiça é dar a cada um o seu lugar,
é enxergar no escuro a verdade nua,
é ter a coragem de não se calar
enquanto a injustiça caminha na rua.
Que a venda nos olhos não seja cegueira,
mas foco no que é reto e verdadeiro,
para que a equidade, sem barreira,
seja o juiz de todo o mundo inteiro.
A vida não para, mas às vezes dá vontade de voltar atrás. Acontece que a vida é curta demais para ficar pensando em voltar atrás. Se houvesse algum meio de voltar atrás, nós nunca aprenderíamos a seguir em frente.
Rosinei Nascimento Alves
Bom dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
No mundo, sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se.
A verdadeira liberdade de uma pessoa consiste em ser verdadeira consigo mesma, em ser quem ela é perante todos, sem precisar usar máscaras nem artimanhas para que os outros a respeitem e a valorizem. Que você seja alegre mesmo quando vier a chorar. Que você seja sempre jovem, mesmo quando o tempo passar.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
No dia em que eu for…
No dia em que eu for, não quero lágrimas longas nem silêncios pesados.
Quero que lembrem das coisas boas. Das risadas que ecoaram na mesa, das conversas que vararam a madrugada, dos amigos verdadeiros que caminharam comigo quando o caminho era fácil… e principalmente quando não era.
Quero que falem da minha família com orgulho.
Dos meus filhos — são a parte do nosso coração que decidiu continuar vivendo fora do nosso peito.
Que digam que eu os amei do jeito mais inteiro que soube amar.
Que lembrem da minha esposa minha parceira de vida, de sonhos, de batalhas e de recomeços. Se eu fui forte em muitos momentos, foi porque ela estava ao meu lado.
Que alguém sorria ao lembrar dos Pets Bolinha e do Thor correndo pelo sítio, como se soubessem que a alegria também é uma forma de eternidade.
E quando pensarem em mim, que não esqueçam dos reencontros que eu estarei vivendo.
Com meu pai, lá com sua bateria fazendo barulho no céu.
Com minha vó, que foi mãe duas vezes para mim.
Com minha sogra, preparando cucas e bolos como quem prepara abraço em forma de farinha e açúcar.
Com amigos que já chegaram antes e devem estar organizando a mesa para quando eu chegar.
Não escondam meus erros. Eu errei. E aprendi.
Não apaguem minhas falhas. Elas me fizeram humano.
Mas, se puderem, lembrem também das coisas boas que fiz, das pessoas que amei, das mãos que estendi, das palavras que tentei plantar.
E, principalmente, não fiquem tristes.
Se há algo que sempre amei foi mudança.
E essa, sem dúvida, será a maior de todas.
Enquanto vocês continuam por aqui, vivendo, crescendo e sonhando…
eu estarei descobrindo outras coisas.
Talvez outros caminhos.
Talvez outras músicas.
Talvez outros começos.
Porque partir não é desaparecer.
É apenas mudar de endereço na eternidade
A FELICIDADE REAL E ATUTÊNTICA
A felicidade real e autêntica é um construto e uma consequência do conjunto das realizações e fatos positivos na vida de uma pessoa, de formas que esses elementos lhe inspiram gratidão, amor, fé, alegria e satisfação de vida, levando a pessoa a um sentimento de completude e homeostase (DUARTE, 2015, 2026).
"Sabe aquele bom dia que você já acorda procurando ele por que sabe que ele está lá e também sabe que você precisa dele para levantar bem e sorridente? Poies, eu tenho e não sei viver sem ele, uma amor incondicional, uma vontade de esta junto o tempo todo isso é amor, isso é paixão, isso é desejo e melhor ainda tudo em um só lugar"
Amor "Nanda"
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