Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Os crentes evangélicos devem ter cuidado, com o modo como se gloriam. Às vezes ouvem-se crentes e mesmo pastores a se gloriarem. Gloriam-se que têm a salvação, que têm toda a graça, que fazem... que são... mais do que outros; dizem que têm tudo, menos o "amor".

É preciso ter cuidado com o modo de alguém se gloriar. A igreja de "Laodicéia" que se dizia rica, no fundo não tinha nada. Em si própria era uma pobre e miserável. Quando a pessoa se glória, mas não no Senhor, é preciso cuidado. A salvação é também pelas obras, mas obras que são feitas pela fé em Cristo Jesus.

A pessoa não se deve gloriar em si própria, como se fosse a pessoa fazer esse ato. Na verdade por nós próprios, em nós próprios não temos nada de bom. Se alguém se acha vestido, mas está nu diante do Senhor, cuidado. A verdadeira salvação é aquela que faz boas obras em Cristo Jesus e não no homem em si próprio.

Pode acontecer, que o crente não esteja vendo bem. Se fôr o caso deve comprar colírio de Deus , para que veja. Uma vez pedi ajuda a um colega pastor. Então a resposta dele foi "Se fosse eu, mandava-o já embora, com essa doença que você tem"! E mais eu não digo... Um dia lá no céu vamos ter muitas surpresas. Que o senhor tenha misericórdia de nós todos "digo eu".

⁠Jesus Cristo

Jesus Cristo é o criador de todas as coisas e de todo ser não humano, criado antes do mundo. Segundo a bíblia diz, ele criou a terra, os mundos, o próprio universo. Criou os próprios anjos ainda antes de Adão. Jó. 38:1-7; Ele o criador e não criatura. Jesus ou o Verbo de Deus, Jamais foi criado, mas ele é a origem de tudo. Se antes de Adão existiam as potestades ou os "Filhos de Deus"! Jó. 1:6; 2:1! Estes foram criados por Jesus. Nem "Lúcifer" era irmão de Jesus Cristo, como os Mormons afirmam. Jesus Cristo foi criador de todo o anjo criado até de " Lúcifer'"! Hebreus 1:1-14. Portanto ele no "Princípio, com o Pai e o Espírito Santo, criou os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; havia trevas sobre, a face do Abismo, e o Espírito de Deus pairava sobre a face das Águas"!

Em Jó. 38; podemos concluir que todos os poderes e Domínios ou potestades foram criadas antes de Adão; Em Isaías e Ezequiel, sabemos que muito antes de Adão, se deu a revolta de Satanás, aparecendo assim o diabo, que depois se vingou dos seres humanos. Génesis. 3: 1-15!

Em relação às várias doutrinas de os "Filhos de Deus"; e outras doutrinas de Jesus Cristo e Lúcifer e outras doutrinas várias, nunca poderemos chegar a dizer o que a bíblia não diz; não podemos afirmar, também coisas que Deus, não quis que nós soubéssemos. Agora uma certeza temos que a Biblia diz "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele no princípio estava com Deus. Todas as coisas foram feitas por meio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez"!

Ninguém deve "saber, mais do que convém saber..." Romanos. 12:3-8.

Não queiramos saber mais do que o próprio Deus permite que saibamos, nem por Kabala, nem por misticismos. Nem por meio de "Escrituras Apócrifas"! Nem por meio de escritos, sem base na verdade! Por isso é que têm surgido muitas heresias. A Biblia é a única fonte de verdade. Se alguém edificar, não deve pôr outro fundamento a não ser " Jesus Cristo". Nem mais que a Bíblia, nem menos do que ela, para orientar a nossa fé!

Deus planeou

Quando você mais precisa de ajuda, mais se sente só, mais está doente. É nesses momentos, que é abandonado por todos. Mas é nesse momento, que acontece algo incrível! Aconteceu com Jesus Cristo. Quando Jesus Cristo disse "Deus meu, porque me desamparaste"! Apesar de todo o sofrimento de Jesus Cristo, naquele momento Deus o consolou, o Ressuscitou! Afinal Deus foi com ele! Ainda que parecia que o abandonou de vez.

É nesses momentos que Deus é com você! Ainda que pareça que não! Deus também planeou todo o sofrimento, que pelo qual você está passando, dando a ideia de abandono. Tudo isto é para provar você, para desenvolver o seu estado espiritual, através do sofrimento. Você até pode morrer, nesse sofrimento! Mas naquele dia você se erguerá, quando ele o chamar e então você vai trabalhar, naquilo que ele o vinha preparando desde o seu nascimento! Glória a Deus!

Nostalgia


Tem dias,
Que acordamos nostálgicos
Recordando da infância
Alguns momentos mágicos
Da inocência
Assistindo Fofão e
a Turma do Balão Mágico.


Outros dias,
Vem a adolescência à memória.
Imaginando que um dia
Deixaríamos nosso nome na história.


Vem a vida adulta,
Descobrimos que ela é curta
Não temos o tempo ao nosso lado
Tem que arregaçar as mangas
Lutar, batalhar, levar de um modo leve
Senão você pira e surta.


Os pensamentos vem e vão
Como está aquele vizinho da infância?
Meus ex colegas de escola, como estão?
As turmas da adolescência
O pessoal do quartel
Como será que na vida, estão cumprindo seu papel?


Nunca terei todas as respostas
A maioria delas,
Pertencem ao passado
O presente não existe
Ao que escrevi isso
Já passou
O futuro, tão sonhado,
Alguns sonhos realizados
Outros apenas ficaram
Num pensamento idealizado.


O hoje, o ontem e o amanhã...
São apenas sonhos
De alguém ou
Pensamentos nostálgicos

É A NOSSA OBRIGAÇÃO


Ter orgulho do que somos
Das lutas que enfrentamos
Às batalhas vencidas
E de tudo que erramos.


A vida é a melhor certeza
Dos sonhos engavetados
Da saudade dos que partiram
Dos medos camuflados.


É a nossa obrigação
Se caiu, tentar se levantar
Todo erro serve de exemplo
Seguir e reinventar.


Deus nos coloca a prova
Desde a nossa adolescência
Que cada desilusão
Seja a marca da nossa resiliência.


Afinal somos mulheres
Podemos chorar ou sorrir
Ser derrotada ou aplaudida
Somos forças, jamais desistir.


Irá Rodrigues

Meu sonho!

Sou simples, mas acredito, ao te contemplar pela primeira vez, isso que descrevo é o que os poetas chamam de arrebatamento.
É aquele momento em que a realidade parece ganhar um filtro cinematográfico e o mundo ao redor simplesmente desaparece.
​Não é apenas "achar bonito", é um impacto emocional que estaciona" na mente e se recusa a sair.

​O Brilho que Não Apaga
​Porque existem encontros que não acontecem apenas nos olhos, mas na memória.
Quando eu a viu, não foi apenas uma imagem, foi como se o tempo tivesse parado para que ele pudesse decorar cada detalhe, como quem contempla um milagre inesperado.

Você se tornou a "Branca de Neve" do mundo real.
Abro parágrafo, uma pureza e uma beleza tão intensas que me deixou sem defesas.
Mesmo cruzando fronteiras, viajando para longe e conhecendo novos lugares, o pensamento sempre volta para o mesmo porto seguro: aquele rosto.

Vivo perdido nesse fantasma que eu vi com os meus olhos,
​"fantasma" do bem, uma presença constante que sussurra que a vida ao lado seu seria a maior de todas as aventuras.
E felicidade.
Esse desejo de viver "para sempre" nasce da certeza de que, depois de ver o sol de perto, ninguém quer mais caminhar no escuro.
É a alma reconhecendo, finalmente, onde ela quer morar.
​O que define esse sentimento:
​O Impacto: O choque visual que paralisa o corpo e acelera o coração, que coisa linda!
​A Permanência: A imagem sua se torna o "papel de parede" da minha mente, não importa onde eu esteja.
​O Ideal. A sensação de que você é única, quase mística, como um personagem de conto de fadas que ganhou vida.
​Parece que esse rapaz está vivendo o início de uma grande história de amor, daquelas que mudam o rumo da vida.
Você é o meu sonho!

Minha mente é como um universo em expansão:
A partir de uma explosão de ideias
Que se espalham feito cacos de vidro no chão.
E aqui vou eu, em minha solitude
Catando fragmentos e devaneios
De pensamentos criados em vãos
De breves júbilo e vigor
Que me dão um vislumbre de futuro
Que se esvai na auge
Da minha escuridão.

Cansado de viver em um mundo onde acordo antes do sol para trabalhar e retorno apenas depois da lua.
Cansado de seguir padrões que em nada me favorecem, moldes que não me cabem.
Cansado de um mundo típico, estruturado para a repetição, mas não para a minha sobrevivência.


Tudo o que desejo é o contrário — e isso soa como loucura.
Mas louco, de verdade, é perceber que a multidão que me julga por pensar e ser assim
carrega, em silêncio, os mesmos desejos que eu

Quanto mais o tempo passa, mais nos frustramos com as pessoas. Com as atitudes que são diferentes do que esperamos, com a forma com a qual conduzem suas vidas, com as regras que estabelecem para si próprias.
Nos queixamos dos abandonos corriqueiros. Consequentemente, nos afastamos, nos pondo num pedestal que, a julgar pela nossa própria percepção, nos distingue dos outros.
Entretanto, como temos agido com as outras pessoas? E se as outras pessoas se sentem exatamente da mesma forma? O que afasta dois indivíduos que se sentem da mesma maneira, um em relação ao outro, mas não conseguem dialogar em busca desse denominador comum?

⁠Sinto saudade da pureza do ar,
Da pureza pela pureza.
Sem cliques.
Do canto despretensioso dos pássaros.
Do toado das crianças que brincam
Sem pretensão de culpa,
Com presunção de inocência.
Do verde dos bosques rutilantes.
Do azul do céu só pelo azul
E nada mais.
Sinto saudade de quem eu era
Antes de escalar o monte dos pensamentos
E ser condicionado a ser o que sou.
Sinto saudade de mim.

Persistência

Procuro a promessa
de um dia que talvez seja meu,
mas tropeço na dúvida
de sequer me pertencer.

Habito a solidão que me assusta,
e nela acredito — injustamente —
que não mereço ser amada.
Será?

Falta-me o ar.
As palavras me dizem verdades
nas quais já não sei crer.
Adormeço.

E só no amanhecer
desperta o gosto amargo
de desejar o que não existe.

Persisto
na indiferença que me move,
no gesto automático de seguir.

Que sentimento é esse
que não sei nomear,
não sei acolher,
nem resignificar?

Sou prisioneira do tempo
que insiste em provar
que mereço ser vista.

Por que amar
e ser amada
me aflige tanto?

Então retorno
à vida constante:
compromissos, horários,
dias previsíveis.

Ali, onde o amor não pesa,
eu me convenço:
sou feliz.

Desamparo

Eu só queria
alguém que cuidasse de mim.

Um colo.
Um abrigo contra o mundo
que me expõe
como pele sem defesa.

A solidão chega sem ruído,
instala-se aos poucos,
ocupa os vazios,
faz morada no peito
— e dói.

Dói como peso contido,
como um aperto
que não encontra saída.

O ar falta.
Afundo devagar,
sem resistência,
como quem desce ao fundo do mar
em silêncio.

Ainda assim,
há em mim uma consciência:
preciso voltar à superfície.

Retorno.
E nada mudou.

A solidão permanece.

Então pergunto,
não em voz alta,
mas por dentro:
vale a pena?

Se vale,
revela-me o porquê.

O silêncio se estende
como um vento que uiva
sem me tocar.
Há um vidro invisível
entre mim e o mundo:
vejo o movimento,
a correnteza,
mas não posso atravessar.

Estou presa
num espaço estreito,
insonoro,
onde a ausência de saída
me torna cativa.

Desperto.

E ao me reconhecer desperta,
compreendo:

ainda estou só.

R. Cunha

Escurecer

Entre as dores obscuras da noite,
a solidão.

Paira —
como a escuridão que antecede a lua,
sem dó,
sem aviso.

Chama a ausência de amor,
convoca o vazio do prazer.

Espira no ar
um perfume amargo,
arde nos olhos
de quem apenas deseja
ser amado.

Há confusão no fogo dos sentidos,
desespero contido no peito.

Abomino o escurecer.

Infinito
desespero.

R. Cunha

Saudade

A ausência —
essa forma delicada do abismo —
habita-me.
Faz falta o que fui
quando me reconhecia em teu corpo.

Nunca imaginei sobreviver ao sem,
mas o sem revelou-se lâmina:
rasgou-me no limite do grito,
no atrito exato do desespero.

Por quê?
Que gesto foi esse
contra um coração ainda intacto,
tão ingênuo quanto fiel,
que já te sabia amor
antes mesmo do início?

A tua falta ecoa.
Ecoa como febre.

Desespero.
Paixão.
Delírio contido.

Imobilizo-me
para não ir atrás de ti,
para não desfazer o pouco
que ainda me sustenta.
O que era tudo
aprendeu a chamar-se nada.

E no centro desse vazio
tento reaprender o hábito de existir,
entre ruínas silenciosas
e consequências que fogem.

Estou morta —
não por ausência de vida,
mas por excesso de perda.

Morta estou.
E não posso
ter-te de volta.

R.Cunha

Insuficiente

Dizes-te presente —
mas permaneces?

Há um vazio que não se cala.
E ele pergunta
com a voz que não tens.

Se te ofereces,
por que não te revelas?
Se te dizes suficiente,
por que te ausentas
no gesto?

Não peço excesso.
Peço constância.
Um corpo que fique.
Uma presença que não oscile.

Alguém capaz de preencher
o espaço vasto
que se abriu em mim
e aprendeu a chamar-se morada.

Se és esse alguém,
não tardes.
O tempo aqui é lâmina.
Age.
Socorre-me.

Estou à beira
de um abismo que não promete retorno.

E se não vens,
se não és,
se não ficas —

Adeus.

R. Cunha

Madrugada

Na madrugada,
meus olhos não se fecham.

Deito —
o corpo cansado,
o dia ainda preso em mim.

Pés gelados.
Olhos marejados de saudade.

Solidão.

O sono vem pesado,
profundo,
mas breve.

Cinco minutos.
Desperto.

Solidão.

Os olhos se enchem outra vez.
A boca seca.

Levanto.
O silêncio da casa
é um vulto —
assusta,
me reprime,
a alma quase abandona o corpo.

Deito.
Levanto.
Deito.

Repetição.

A madrugada passa.
E nasce
um novo dia.

Imensidão

Contento-me na tua presença,
como quem encontra abrigo
sem ter pedido morada.
Tua atenção me alcança
com a suavidade rara
de quem escolhe ficar.

Sei das minhas imperfeições —
dos fragmentos que ainda buscam forma —
mas, quando me olhas,
deixo de ser dúvida
e me torno sentido.

Há grandeza no teu permanecer,
sobretudo depois das tempestades,
das profilaxias difíceis
que a vida impõe
para testar quem realmente ama.

Desejo tuas conquistas
com a ternura de quem ama livre:
quero te ver crescer, florescer,
ultrapassar horizontes —
porque tua felicidade,
de algum modo,
também ilumina a minha.

E é nessa quieta admiração
que te guardo:
não como sonho distante,
mas como presença doce
que o coração escolheu amar.

Talvez eu não seja sábio,
nem chegue eu aos pés dos escritos antigos,
pois sou apenas pó que caminha,
errante em um mundo que não compreendo por inteiro,
obra de uma consciência maior do que a minha.


Sou transitório,
passageiro entre o nascer e o desaparecer,
e habito uma anomalia que chamo de vida,
sem conhecer-lhe a origem nem o fim.
Pois a sabedoria
é o nome que damos
àquilo que pensamos ter entendido,
ainda que o entendimento nos escape como vento entre os dedos.


E se aquele que fez todas as coisas
viesse a corrigir o que julguei correto,
não se revelaria, então,
a limitação da minha própria razão?
Não seríamos tolos
mesmo quando nos julgamos inteligentes?
A vida, portanto,
é um desdém ao entendimento humano,
pois quanto mais cremos saber,
mais nos é revelado o quão pouco alcançamos.


Somente chamo de sábio
aquele que está além da morte e da vida,
além do tempo e da matéria,
o próprio que não compreendemos
e que, ainda assim, sustenta todas as coisas.

Autonimia interior, Leveza e Vitória íntima




Vocês acham mesmo que alguém ou alguma coisa
possa exercer força sobre mim?
O saldo do dia é a consciência leve
e o coração tranquilo,
prontos para o recomeço
de um novo aprendizado.
Tudo isso nasce de uma entrega consciente,
da fluidez com que escolhi
conduzir a vida.
Sem ego,
sem armas,
sem disputas,
sem defesa para muitas coisas
que não precisam ser defendidas.
A vitória será sempre, ao final do dia,
em um respirar profundo,
nascido da certeza
de que hoje eu venci mais um dia.

"Nós gostaríamos que as coisas fossem do nosso jeito... que tolice.
Como em uma linha de produção, não temos ideia de como será o produto final, para que serve, ou o que o autor deste projeto de existir pretende com isso.
Faça sua parte o melhor que puder, é só isso que você poderá administrar e realizar, o resto são especulações, que chamamos de Filosofia, Religião, Mística... para não nos desesperarmos com a suspeita de falta de significado desta aventura."