Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
A promessa da mentira foi simples, e absoluta: “se conseguirem entrar, podem ficar com tudo”!
Uma verdade lhe enfrenta, uma mentira lhe trai: se uma promessa está perdida, ela não sabe voltar!
Uma verdade desgarrada... "se não fizemos nada por ela, porque ela deveria fazer algo por nós"? Às vezes quando não exaurida é uma proteção ou correção para um sentido melhor e mais maduro!
Se eu existo, o sentido único da minhã verdade, defende que, apesar de opiniões a realidade factual é uma só!
João 11:25-26 NTLH
[25] Então Jesus afirmou: — Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; [26] e quem vive e crê em mim nunca morrerá. Você acredita nisso?
Se você acredita nas palavras de Jesus e crê nEle, responda-O no seu particular, pois foi Ele que perguntou.
- O Mestre dos mestres
Amor eu te amo e essa distancia ta me deixando trite! 😞 eu te amo como nunca amei ninguém você é a mulher da minha vida! eu sempre vou te apoia em sua escolha mas queria que voltasse ao normal como se nos tivesse começando a namora agora,sair na rua como se eu e você tivesse se conhecido agora!!! se você querer eu até chamo você de senhora!!
Eu sei que já não dormia de noite mas parece que tá me afetando não dormir com você não me deita com você, ter uma paz do seu lado, mas a gente nem fica junto mais!
nem parece que tem um nos! 😞
O mal real existe e é humano, não místico.
Ele nasce da ausência de consciência, do ego sem limite, da falta de responsabilidade.A melhor proteção espiritual hoje não é o medo, nem a crença cega, é o discernimento.Consciência não é acreditar em tudo.É saber onde parar.
Quem desperta não se perde em fantasias, não terceiriza o próprio juízoe não entrega a própria lucidez em nome de narrativas.
Evoluir é enxergar com clareza, agir com ética emanter os pés no chão, mesmo com o coração aberto.
CONSEGUE PARAR DE PENSAR?
1. Consegue parar um pouco de Pensar?
Parar de Pensar é entrar no estado de Atenção.
2. Conhece os benefícios fundamentais da Atenção?
A Atenção:
Reduz a Ansiedade;
Reduz a Hipertensão Arterial;
Melhora o Sono;
Melhora o Humor;
Melhora a Criatividade.
3. Então, como parar um pouco de Pensar ou o que podemos fazer para entrar no estado de Atenção?
Existem várias formas de entrar no estado de Atenção.
Por exemplo, podemos:
a) Sintonizar-se com o Som dos Pássaros.
b) Sintonizar-se com o Som das folhas das Plantas causado pelo Vento.
c) Visualizar Objeto Abaixo dos Pés.
VAMOS PRATICAR DIARIAMENTE A ATENÇÃO!
Menina bonita, confusa, não sabe o que quer.... Tenho medo de amar...
O amor é uma assombração, medo de se perder... que vontade de correr....
Me dá, me entregar? Porquê? Para quem?
Isso me assusta e me dá insegurança, medo...
Não vou me entregar, me dar...
Vou lutar contra mim mesmo, porque não aprendi amar....
A Mente Divina é assim:
Se você desejar um osso mole para roer, Ele nunca vai te dar um osso duro, mas, você repudiar de forma veemente um osso duro, Ele vai te dar o osso mais duro, não como castigo ou punição, mas, sim, para você perder o medo de roer um osso duro....
Não é sobre osso, que estamos falando e muito menos do Deus que você acredita.
Pouco a pouco fui te doando o que eu era,
sem reservas, sem plateia, sem defesa.
Pouco a pouco deixei de existir em mim,
porque amar você era sempre até o fim.
Você virou um palco de interesses rasos,
onde aplauso valia mais que abraço.
Eu era verdade nos bastidores da tua cena,
enquanto muitos disputavam teu sorriso em pena.
Promessas viraram falas decoradas,
gestos vazios, emoções ensaiadas.
Meu amor era inteiro, o teu era repartido,
dividido em olhares, curtidas e ruídos.
Refrão
Pouco a pouco
você desmontou quem é.
O amor que te doei
você espalhou pra plateia.
Não tem perdão, nem reversão,
o que quebrou não volta a ser.
Fiquei esquecido na plateia
esperando uma vez que não vem.
No desespero, conflitos e dilemas se encerram,
quando a verdade chega, as máscaras caem e sangram.
Adeus — pode ficar com o meu amor,
mas leva pra longe de mim essa dor.
Na verdade.
Um amor triste lamentável.
Exposto fracassado.
Não deseja volta.
Seguir em frente é o único conforto.
Na sua vida e no coração.
Miserável é o homem que não questiona.
Habita a própria casa e não indaga quem caminha ao seu redor;
convive com seus atos e não os examina,
sejam eles tidos por bons ou por maus.
Aceita como certo aquilo que lhe foi ensinado,
sem jamais provar se o certo é justo
ou se o que julga errado o é de fato.
Vive preso à fé que recebeu pronta,
não porque a compreende,
mas porque lhe disseram que assim deveria crer.
Tal homem anda em círculos,
como o animal preso ao curral:
vê apenas o chão que pisa,
não contempla o campo distante,
e ainda assim chama isso de liberdade.
Bendito, porém, é o homem que não se curva a palavras vagas,
ainda que venham vestidas de verdade.
Ele pesa a prova, examina o fato,
e questiona até aquilo que lhe parece sólido.
Nisso consiste a sabedoria.
Pois loucura é crer em toda palavra que sai da boca alheia.
Qualquer um pode lançar uma semente à terra,
mas poucos sabem de onde ela veio.
Todos desejam plantar,
mas quase ninguém se recorda da colheita.
Três são os tipos de homem que caminham sob o sol.
Há aquele que nada compreende;
há aquele que não compreende, mas deseja compreender;
e há aquele que se entrega ao mau caminho e dele faz morada.
O primeiro, ainda que aja, não discerne o fim de seus atos.
Faz por fazer, sem visão nem propósito.
Abomina o crescimento, pois crescer lhe exige esforço;
é lento no espírito, pesado no ânimo
e murmura contra tudo que o cerca.
O segundo é inquieto de alma.
Não entende, mas pergunta.
Não sabe, mas procura.
Refaz o que quebrou, quebra o que construiu
e torna a levantar, ainda sem aplauso nem reconhecimento.
Busca sentido no que faz
e sofre por não ser visto, ainda que siga adiante.
O terceiro é homem de ruína.
Difama com a língua,
calunia com o olhar,
usurpa com as mãos
e envergonha até os próprios dias que vive.
Mas bendito é o homem que não compreende e, ainda assim, busca entender.
Pois ele não se chama sábio,
mas não se considera vazio.
Sabe que lhe falta muito,
ainda que para outros não baste.
Ele tenta se ajustar,
mesmo quando o mundo não lhe concede lugar.
E nessa busca, ainda que imperfeita,
há mais beleza do que em toda falsa sabedoria.
NÃO É POEIRA, SÃO CINZAS DE MENINO.
Me desculpem a poeira:
estou sacudindo as cinzas de menino.
A vida obrigou-me a atear este incêndio, que consumiu a minha inocência.
Hoje, o menino se foi. Dele restaram apenas cinzas.
O Homem reergue-se. Não por opção mas por dever. O dever antigo e mudo de ser Homem.
Um dever que…
não se aprende nos livros.
Não se herda do pai.
Não se ganha com idade.
A gente vem ao mundo marcado.
A sina vem na primeira respiração, um peso nos ombros que ainda não têm largura para carregá-lo.
Chamam-nos de Homens quando ainda somos meninos de sapatos de veludo.
O mundo espera guerreiros onde há apenas olhos assustados.
Exige provedores de mãos vazias.
E a vida, com sua gentileza cruel, vem buscar o que é seu.
O colo da mãe vira memória téria.
O aconchego, dívida.
As 8 horas de trabalho, deixam de ser simplesmente “tempo”: é um túnel que se escava todos os dias com as próprias unhas cravadas no solo, rumo a prosperidade:
E que prosperidade?
O salário é um cálcio magro no fim do mês, um suspiro curto antes de fechar os olhos e recomeçar.
A dor não se partilha.
O cansaço não se mostra.
O medo não tem voz.
É assim.
Não por escolha, mas por lei antiga escrita no sangue e no suor dos que vieram antes.
Carregamos a culpa de não sermos fortes o bastante e a vergonha de precisarmos sê-lo.
Mas ouça bem:
Não é sobre não chorar.
É sobre segurar o mundo nos braços enquanto as costas arrebentam, e mesmo assim não deixar cair.
Não é sobre não ter medo.
É sobre ouvir o filho chorar no escuro e, com a mesma mão que treme, aconchegá-lo nos braços.
É sobre olhar para o espelho e não se encontrar, e no desespero perguntar-se:
em que momento é que comecei a me perder?
É olhar no espelho e ver o menino perdido, e ainda assim amarrar os ténis e ir à luta.
Porque o homem não surge do nada.
As cinzas estão lá, o pó sempre esteve lá.
O menino não morre.
Ele é enterrado vivo.
E todos os dias, à mesma hora, ele ergue uma pá e cava.
Cava para encontrar ar.
Cava para encontrar sentido.
Cava para provar, só para si mesmo, que mesmo enterrado, ainda respira.
A vida não pergunta.
Entrega o peso e espera.
O mundo não aplaude.
Apenas consome.
E nós?
Nós fazemos.
Porque nascemos para isso.
Na marra.
Na garra.
Na angústia muda de quem sabe que o amor, às vezes, tem o peso de uma pedra e o nome de obrigação.
Não é missão.
É destino.
Não é glória.
É chão.
Não se ensina.
Apenas se vive.
Até que um dia, os pés descalços e calejados descobrem que o caminho, por mais duro, foi o único possível.
E nesse dia, sem fanfarras, o menino e o homem olham-se no espelho.
E finalmente, um acena para o outro.
Dois estrangeiros que, no fim da jornada, aprenderam a habitar o mesmo corpo.
Ser homem é isso:
Assinar, todos os dias, com a própria vida, um contrato que nunca se leu, mas que se cumpre com um suor sagrado.
A sina está cravada.
Agora meu caro, caminhe.
O espaço que parece vazio
Quando um vínculo termina, quando um ciclo se rompe ou quando uma estrutura que nos acompanhou por anos se desfaz, a primeira sensação que surge quase sempre é a de ausência.
Um silêncio estranho.
Um espaço que antes estava ocupado e agora parece vazio.
Chamamos isso de solidão.
Mas, na maioria das vezes, não é.
Durante muito tempo, esse espaço não era ocupado por amor, paz ou leveza. Ele era ocupado por conflito, por inconformidade, por tensões silenciosas que exigiam energia constante para serem sustentadas.
Mesmo quando tudo parecia “funcionar”, havia um custo interno. Um esforço invisível para se adaptar, tolerar, justificar, suportar.
O ser humano se acostuma até ao que dói.
O corpo, a mente e o sistema emocional aprendem a conviver com o desconforto como se ele fosse parte da paisagem. Com o tempo, o conflito deixa de ser percebido como algo estranho e passa a ser apenas “o normal”.
Quando esse conflito é retirado — quando há um rompimento, uma decisão firme, um limite respeitado — o espaço que ele ocupava se esvazia de repente.
E esse vazio assusta.
Não porque algo bom foi perdido, mas porque algo pesado foi retirado.
A mente, ainda habituada ao ruído, interpreta o silêncio como falta.
O corpo, acostumado à tensão, estranha a ausência dela.
E o coração, desacostumado à calma, pergunta: “o que está faltando?”
Na verdade, nada está faltando.
O que está acontecendo é uma reorganização interna.
Esse espaço aberto não é um buraco.
É um território em limpeza.
É o novo eu se acomodando, recalibrando, reaprendendo a existir sem precisar se defender o tempo todo. É o sistema emocional entendendo que já não precisa permanecer em alerta. É a vida interna se ajustando a um estado mais coerente com quem a pessoa se tornou.
Por isso, esse momento não pede pressa.
Não pede substituições rápidas.
Não pede preenchimentos artificiais.
Ele pede presença.
Com o tempo, aquilo que parecia vazio começa a revelar sua verdadeira natureza: espaço fértil.
Espaço para vínculos mais saudáveis.
Para experiências mais alinhadas.
Para uma paz que não depende de comparação, validação ou resistência.
O silêncio deixa de incomodar.
A ausência deixa de doer.
E o espaço passa a ser percebido como aquilo que sempre foi:
um lugar limpo, pronto para receber apenas o que soma.
Não é solidão.
É libertação em fase de acomodação.
E isso, embora desconcerte no início, é um dos sinais mais claros de crescimento emocional real.
Até aquele dia
Até aquele dia,
eu ainda te escrevia.
Dezenove, meu coração dizia,
ainda te amava,
ainda te esperava.
Guardava você
num canto quieto,
onde o tempo não passava
ou eu fingia que não.
Hoje já não mais.
Estranho o coração
ter que aceitar o que já era.
O que acabou há tanto tempo
e eu só agora percebo.
Hoje te deixo livre pra viver,
não que tenhas sido preso em mim,
mas porque enfim
aprendi a viver
sem te guardar no coração.
Quase amor
Algo em mim não está certo,
Um vazio onde havia amor,
Silêncio onde havia riso,
Uma sombra cobrindo o sol.
Te amei como um tesouro raro,
Mas recebi apenas migalhas,
Ou será que fui precipitado,
Em esperar mais dessa batalha.
Você me pede um tempo, um respiro,
Promete amar-me como mereço,
Mas perdi para sua própria guerra,
Estranho agora quem conheço.
O amor já não está à vista,
Você deixou-o escapar, perdido,
Hoje, desisto desta luta,
Esta é, então, a nossa despedida.
Quando acordo de manhã, vejo o sol, e eu preciso de um tempo para pensar quem sou eu, na luz!
A diferença entre dormir e tremer até o amanhecer, está com os embates do pensamento com as fazeduras para o novo dia... em vez de tentar suprimir as causas que às torna mais fortes, deixe-as passar com pensamentos positivos!
Nada é por acaso com causa e consequência, e se a ruminação se tornar paralisante e sem paz, preencha o pensamento com outra movimentação com um propósito maior... como amar!
Um sentido na vida não precisa estar atrelado a matéria, mas em qualquer ambiente que traga sensação de preenchimento, de felicidade, e aliança com quem verdadeiramente é!
A garganta da alma
Deus,
Não Te escrevo com mãos erguidas, te escrevo com o peito no chão, minha alma não sussurra ("quando irei descansar"?).
E ela grita, grita num lugar onde respostas não chegam, onde o silêncio parece mais rápido que a Tua voz.
Silêncio que não conseguem calar os barulhos da tempestade que a em mim
E me vejo que caminhando contigo não tem sido abrigo, pois as vozes da diversidade ecoam mais alto que sua voz, e por longos dias as portas do céu estão sendo de bronze e vendo que o horizonte nunca converge e cada passo parece confirmar que eu estou fora de rota.
Não é que não seja grata, eu só estou ferida, feridas essas que pessoas fizeram
Há uma diferença brutal entre fé e permanência forçada, e me perdoa, mas eu não tenho mais forças para prosseguir e quero insistentemente desistir.
Existe em mim uma dor que não encontra nome, um desespero que não se sacia com oração repetida, orações onde parece que não são ouvidas, lidas por Ti, vivo em uma espera que não amadurece, e apenas me cansa.
O peso de uma promessa e o preço da espera que para obter eu tenho que renunciar a tudo o que gosto e somente por AMOR.
É como ter sede diante de um poço cheio de água que não precisa baixar o balde para pegar
É como um banquete oferecido depois de dias sem comer, tudo isso como se estivesse em um deserto ( onde vira miragem em meus olhos)
Eu me vejo tentando justificar a minha ausência, ausência essa sabendo que sou falha e fica comparando feridas, diminuindo o que sinto como se a dor precisasse de permissão para existir. Querendo muitas vezes que existisse um botão de emoções pra desligar tudo.
Diz-me, Deus:
por que o Teu caminho, que promete paz, e exige que eu caminhe em estado de ruptura constante? Por que tudo em mim precisa sangrar por dentro antes de merecer descanso?
Minha alma está em colapso por causa de um silêncio ensurdecedor
E não explode — afunda.
E o pior afogamento é aquele
em que ninguém vê água.
Me lembro que andou sob as águas, será que nesse mar de águas salgadas ( sem água ) pode me resgatar?
Não sei mais se perseverar é virtude ou apenas medo de admitir que estou exausta demais para continuar fingindo força
Se Te seguir é isso — esse nó permanente no peito, essa divergência entre promessa e realidade — então me explica por que minha alma não encontra repouso nem mesmo quando pronuncia Teu nome.
Eu não estou desistindo em voz alta
Já cair de joelhos e gritei, era só isso o que conseguia dizer.
Deus? E se alguém ler esta carta?
Será que vai ler como um grito que também está saindo da alma ? Porque não quero que leiam como uma teologia.
Que leia como se fosse a própria ferida, que sinta o peso, que chore, que reconheça o grito que a alma deles não tem coragem de dizer em voz alta.
O Trabalho como Fonte de Satisfação ou Necessidade:
Embora o trabalho possa ser uma fonte de realização pessoal, ele também é, muitas vezes, apenas uma necessidade econômica, especialmente em contextos de subvalorização. No entanto, a busca por um trabalho que traga prazer e desafios é um fator de felicidade humana.
Não te quero mais.
Não é fingimento, nem soberba.
É lucidez depois do cansaço.
Não te quero mais.
Não é lembrança, nem dor tardia.
É silêncio onde antes doía.
Não te quero mais.
Não é aparência, nem mentira ensaiada.
É a verdade cansada de se explicar.
Não quero mais é.
Ter a certeza de de liberdade.
Não quero mais é.
Sabe que estou bem.
Mesmo estando longe e só.
Não te quero mais.
Não é engano, nem jogo emocional.
É o fim do teatro onde eu sempre fui plateia.
Não quero mais verdades que não existem,
nem memórias que nunca viraram saudade.
Não quero a paz que não é amor,
nem o abraço que não carrega confiança.
Não te quero mais.
E, dessa vez,
é definitivo como quem se encontra
e não volta atrás.
Crônica Abstrata
Demétrio Sena - Magé
Justa ou injusta, moderada ou extrema, o grau de confiança que temos numa pessoa depende apenas de nós. E diz respeito somente a nós. O que não dá para decidirmis conforme os nossos caprichos, é se haverá confiança, e caso haja, qual deverá ser o grau de confiança dessa pessoa, não em nossa pessoa, mas em nossa confiança. Muitos têm essa consciência, cotidianamente; no entanto, às vezes pecam por se assegurarem de pactos nunca feitos.
Não importa o grau de confidencialidade ou aproximação, mesmo tátil, que por acaso tenhamos com quem não temos relação amorosa. Essa pessoa nunca deverá ter de nós qualquer palavra ou gesto que sinalize para uma tentativa inconveniente. Para uma forçação de qualquer natureza. Ninguém tem como saber das nossas expectativas ou intenções; logo, ninguém pode se sentir cobrado, como se devesse uma reciprocidade que não foi prometida. E ainda que tivesse sido, essas questões não são leis; ninguém é obrigado a "cumprir" com o outro o que é de foro íntimo; envolve suas emoções e particularidades.
Algumas vezes nos tornamos armadilhas para nós mesmos, nessa dependência do que julgamos espelhos ou cavernas cujos reflexos ou ecos não estão sob o nosso controle. O outro deve ser sempre visto como o outro. Como indivíduo dissociado de nós. Qualquer associação, verbalizada ou silenciosa, deve ser uma simbiose desarmada; um encontro natural. Esta crônica é abstrata. Pode ser ou não sobre você. Logo, você decide o contexto, o sentido e a conclusão.
... ... ...
Respeite autorias. É lei
Quando o Amor bater na sua porta
"Se num dia frio o amor bater na minha porta, estarei preparado para receber e viver sem medo de ser feliz. Com um sorriso no rosto e o coração aquecido, abrirei a porta para os momentos simples e inesquecíveis. Que cada abraço seja um cobertor e que cada palavra sussurrada seja a chama que mantém aceso o fogo da paixão. A felicidade é feita de pequenos gestos, e estou pronto para vivê-la intensamente.
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