Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
"Suave o olhar, belo é o sorriso.
Ultimato em meu peito, inenarrável brilho.
Era ela, por ela, eu abriria mão da minha vida, daria um último suspiro.
Lago em que me afogo, me inunda a beleza, o aveludar da voz é música aos ouvidos.
Longe, tão longe, não posso tê-la, e, ao vê-la, percebo: não sou digno.
Estarás, algum dia, aqui comigo?
Não sei a resposta, enquanto isso, venero-te em silêncio, ao longe te admiro..." - EDSON, Wikney
"Que sofra, que doa, que se lembre de mim, a ausência que magoa.
Que sofra, que doa, que sinta no peito, uma fração do meu sofrimento, e sofra.
Novamente, que sofra, que doa, eu fui sua cura, sua casa, e me tratastes como lixo, então, do meu eu, parva, vá, voa.
Que sofra, que doa, que clame pelo meu eu, e chore toda noite, a noite toda.
Que sofra, que doa, eu sou o toque que arrepia, eu sou a pele que sua, a palavra que retumba, a última trombeta que soa.
Que sofra, que doa, que tente me esquecer, que, ao tentar matar o meu eu, a sua alegria morra.
Que sofra, que doa, que, após me matar, o som da minha voz esteja em cada sibilo do vento, e, por sua face, uma lágrima escorra.
Que sofra, que doa, que se lembre de mim, sua ausência, me magoa..." - EDSON, Wikney
"O sonho da fazenda, a casa no interior e o aroma do limoeiro se foram.
Nossos filhos no quintal, o café no fim da tarde, tais ilusões esvaneceram.
Nós olhando o casal da nossa varanda, enquanto a sogra narra mais um causo que na quermesse lhe contaram.
Entre um beijo e outro, olhando em seus olhos, entrelaço nossas almas de maneira fácil, olhares que, parece-me, nunca se cruzaram.
Após um dia longo de trabalho, sei, meu corpo se renderia ao cansaço.
Mas depois de você por nossas metades pra dormir, encontrar-me-ia com sua nudez, e eu renasceria renovado.
Eu nunca pedi muito pra Deus, mas por isso eu roguei, não acredito que implorar por uma família com quem se ama seja demasiado.
Mas o simples com Deus, quando não atendido, a quem pede, a ausência da súplica é um fardo.
Morreria toda noite de bom grado.
Para tê-la ao meu lado.
O meu sonho realizado.
Morreria em seus beijos, em seu corpo, extasiado.
Acordaria pela manhã renovado.
Um beijo de bom dia, com nossas metades, coletivo abraço.
Agradeço a Deus, completamente emocionado...
-(...)-
Só vejo o escuro, a lágrima rola, sinto o peito apertado.
Estou eu, no escuro, do meu quarto.
Sonhara eu com meu sonho nunca realizado.
Estou cansado da cidade, da cheia lotação, do passo acelerado.
Estou cansado, onde cercado de pessoas, ainda enfrento a solidão, mesmo acompanhado.
Queria o êxodo da grande cidade, mas preciso mesmo é do êxodo de ti, em meu coração despedaçado.
O terreno da fazenda, pelo pranto, fora inundado.
A casa no interior, teve seu interior incendiado.
O limoeiro fora cortado.
Ouço alguém me chamar, mas não de 'Pai', lá fora a solidão chama meu nome, Famigerado..." - EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador, O Sonho da Fazenda
"Eu encontrei o diabo, há muito tempo atrás,
me senti tão feliz, fora a melhor sensação.
Como de praxe, escondia a sua verdadeira face, me disse coisas vãs, repletas de paixão.
Ele tinha um cabelo castanho, os olhos negros, inenarrável calor exalava de suas mãos.
Cada toque, do de muitas vozes, acelerava-me o coração.
Ele dizia que me amava, mas sabia eu, mesmo crendo, que era tudo ilusão.
Deus ali não se encontrava.
Roguei pelo Cristo, não obtive resposta da minha questão.
Me apaixonei pelo diabo, em uma tarde de verão.
Quente era sua pele, quente era a estação.
Fui tolo, achei que poderia ser melhor que o próprio Deus e, àquela alma, trazer salvação.
O diabo era só lascívia, agira com mentira e era eu quem pedia perdão.
Mesmo hoje, recuperado, o diabo ainda permeia meu coração.
Pois ele ainda ocupa as lembranças de há muito tempo atrás, quando eu o conheci e fora a melhor sensação..."
"Como eu queria, o descampado e o pôr do sol ao fundo.
Um beijo, um abraço e, em meus braços, o meu mundo.
Como eu queria, o fim de tarde, enfrentar a noite sem preocupações, as velas, o jantar e, sobre mim, sua pele, o veludo.
Eu queria tanto, mas meu querer é tão pouco e, para tê-la, eu daria tudo.
O negro dos seus olhos, o castanho do cabelo, o rosa da boca, o olhar taciturno.
A madrugada me invade, lembro de ti, meu peito acelera, eu sei que deveria, mas não te repugno.
Imagino nós dois, tolice minha, velejo nas lembranças e, uma vez e outra mais, me afundo.
Você é a única mulher que amei, a única mulher que amo e, mais uma vez, me puno.
Me puno, por não esquecer o que deveria ter sido esquecido, não matar o que jamais deveria ter nascido, ter temido, o do nosso amor, o luto.
Me pego reflexivo: não é amor, nunca foi, não pode ser, é algo absurdo.
Talvez seja uma doença, uma insanidade, uma psicose, um surto.
Ao vê-la, eu deveria ter sido cego; ao ouvi-la, sido surdo.
Olho para a árvore do nosso sentimento, não a reconheço, seca, esquálida, morta, com galhos tortuosos e, nem mesmo, quando fora vívida, dera algum fruto.
Talvez, o nosso fim, tenha sido culpa minha, confesso, que, por vezes, sou deveras obtuso.
Nunca almejei riquezas, sou um homem simples, o pouco pra mim é luxo.
Tudo que eu queria, era somente aquele descampado, você em meus braços e o pôr do sol ao fundo..."
"A verdade é que bebo quando te mando mensagem; ou será que só te mando mensagem quando bebo?
Pouco importa, ambas são um engano, ledo.
Amar é loucura, é escravizar-se ao desejo.
Não tem uma mensagem, um aceno, um abraço onde eu queria um beijo.
Tento imaginar nós dois, me esforço, me declaro, mas não tem jeito.
Você não quer meu aconchego.
Lembro seus olhos, tudo o que é divino deixa confuso este sujeito.
O seu olhar é inenarrável, inimaginável, tem um brilho de constelação e, ao mesmo tempo, um inescapável negro.
Eu ainda me lembro do seu cheiro.
O vento, o seu aliado mais covarde, não me permite esquecê-lo.
Quando bebo, te amo; quando estou sóbrio, finjo que te odeio.
No escuro do meu quarto, me sinto tonto, fecho os olhos pra evitar o rodeio.
Me encontro na escuridão, de olhos fechados, e ainda assim, é você que eu vejo.
Maldita! Me abandone um pouco, me faça te odiar, arranque esse amor do meu peito.
Volte, por favor, volte de onde veio.
Apague da minha mente o seu olhar, o sorriso, o seu jeito.
O seu abraço, a gargalhada espalhafatosa, os seus trejeitos.
Hoje, senti sede de você, e a saudade veio.
Por não te ter, te busquei em uma corrutela, em um copo cheio.
Te enviei uma mensagem, foi visualizada, mas a resposta não veio.
Cedi à minha vontade, à minha maior vergonha, não deveria tê-lo feito.
Fi-lo, pela exacerbada parvidez, por tentar ser, ao menos, seu amor de veraneio.
Embriagado, indaguei-me: bebo quando te mando mensagem; ou será que só te mando mensagem quando bebo?" - EDSON, Wikney
"'Eres' a pior maldição da minha existência, pois não existe mais paixão, não existe mais amor, mas, ainda sinto saudade.
É maldição, pois, mesmo rogando para nunca mais vê-la, eu ainda a busco em toda face.
Corro daquela existência, mas, em meu âmago, torço para esbarrar com ela ao dobrar toda esquina da cidade.
Decerto que é maldição, pois, ao pensar nela, minha mente subverte a razão e abraça todo tipo de leviandade.
Uma vida plena, amor recíproco, nós, o beijo, fervorosa paixão, felicidade.
Não houve, não há, não haverá divindade.
Fiz a prece aos orixás, tentei os druidas, ofertei um olho a Odin, roguei ao Cristo, nem mesmo o pastor, Javé ou a confissão ao padre.
És maldita, até mesmo Lúcifer se absteve dessa culpa, não ousou participar deste entrave.
Morreu nosso amor, reuni meus pecados, nossas juras, nossos beijos, para formar o Conclave.
'Habemus Odium', subira a fumaça branca, temos um novo sentimento, mais sofrimento, mas não um novo amor, uma nova metade.
É, realmente, da minha existência, tu és a pior maldição, pois não existe mais paixão, não existe mais amor, mas, ainda sinto saudade..." - EDSON, Wikney
"Meu mel, o sorriso, o perfume e o aconchego são meu porto, meu céu.
Ela é dona de toda doçura; quando em meus braços, leva da minha existência o fel.
Linda, pintada pelo próprio Deus, como em papel.
Instantaneamente, olhar é te amar, até sua sombra adorar, ajoelhar diante de ti, em sua mão o anel.
Zelosa, atenciosa, cada momento longe do seu sorriso, do macio da sua tez, ao meu eu é cruel.
Enamorado de ti, percebi que devo parar de buscar um porto seguro, pois em ti já encontrei meu céu..." - EDSON, Wikney
"Você é a única certeza de felicidade na minha vida, mas não sei por que, sempre que dizem seu nome, sinto o contrário.
Só tristeza, pranto, um todo de dor, me pego cabisbaixo.
O seu nome me sequestra o sorriso, e já fora, há muito, o meu relicário.
Você é o café que me aquece a alma, mas não vale o gosto amargo.
É sempre assim, só a ausência, nenhum beijo, um abraço.
Só saudade, em mais um fim de tarde, não lembrou, não lembrará; lembrei, meu eu abandonado.
É pranto em todo canto, te vejo em cada canto, e, a cada lembrança, meu coração se torna mais fragmentado.
Em nosso amor, apostaria cada dobrado, teria um sofrimento dobrado, dobraria a aposta e sairia quebrado.
Ah, meu amor, sonhei tanto um futuro com você, hoje, o meu sonho é ser capaz de apagar o passado.
Olvidar cada olhar trocado, todo beijo, o calor dos corpos, fazer parar gritar seu nome, os lençóis e as paredes do meu quarto.
Confiei em ti, confiei em meu coração parvo.
Eu deveria era ter duvidado.
Pois, você era a única certeza de felicidade na minha vida, mas não sei por que, sempre que diziam seu nome, eu sentia o contrário..." - EDSON, Wikney
"Eu sei, prezei pela verdade.
Mas sou mentiroso e ela sabe.
Ela descobriu, quando eu disse que já não sinto saudade.
Quando ela disse que ia e eu respondi 'já vai tarde'.
É mentira, é verdade.
E ela sabe.
Sabe pois, a boca pode mentir, mas o ardor da pele, o brilho no olhar, servem à verdade.
A boca que lhe desenhava o corpo, em cada curva de prazer, é a mesma que professa inverdades.
Um todo de nada, palavras de amor, puro fulgor, juras, leviandades.
Amar é vaidade.
É crer que se é possível querer e conquistar a da alma, metade.
E eu a amei, amei-a em cada esquina da cidade.
Em cada bar, em cada copo, em cada dose, em toda parte.
Vá, amor, vá; me odeie, esperneie, grite, fale.
Acho é bom, que mesmo em ódio, estarei novamente em sua boca, em cada frase.
Rogo para que o silêncio lhe encontre e minha boca, novamente, te cale.
Sem voz, sem sussurros, somente os gemidos, e o arrepiar, o choque da tez, como eletricidade.
Eu minto, amor, minto, pois fingir não te amar, fazer te odiar, é o único jeito de manter a minha sanidade.
Lhe amaldiçoo por me corromper, logo eu, que sempre prezei pela verdade..."
"Eu sou só o palco em que desfilas.
Eu sou a escuridão, para que você seja a luz que brilha.
Serei palavras soltas, para que meus pedaços você os una e recite poesia.
Serei tristeza, para que sejas alegria.
Serei a carne, para que me sangre com sua lâmina fria.
De bom grado, serei a morte, para que sejas vida.
Serei a seca, para que você seja a chuva por sobre as pradarias.
Farei-me efêmero, para que tu se eternize em minhas escritas.
Entre modas, sonhos de bodas, palavras não ditas.
Alianças derretidas.
Palavras, promessas, juras vazias.
Sentimentos, olhares, mulheres malditas.
Percebi que sou nada, além do palco em que tu, amada minha, desfilas..."
"Viver alguém, sem nunca mais vê-la.
Querer alguém, sem jamais tê-la.
É ópio, é álcool, é trago, dose, cerveja.
Sou grato ao álcool, por fazer-me esquecê-la.
E quando não, ainda sim o agradeço, por fazer-me escrevê-la.
Cada verso, cada estrofe, cada letra.
Um, dois, três poemas, à de alma rasa, de paixão obsoleta.
Tentar encontrá-la em outros corpos, é loucura, tolice, bobeira.
Mas meu eu, parvo, crê que é 'vendetta'.
Pelo abandono, pelas lágrimas, pela solidão, a sarjeta.
Eu não queria muito, só roguei pelo veu e a grinalda, o buquê voando e o nosso beijo, na da praça, a igreja.
Só queria um beijo molhado, o encontro dos lábios, os corpos suados, e a única veste, nossas alianças, reluzindo sob a chama da lareira.
Amá-la, deixou-me com a alma enferma.
Deus não me ouviu, rogo pela a morte, pois minha vida é vivê-la.
E não creio que seja possível, viver alguém, sem nunca mais vê-la..."
"Hoje não, estou sombrio.
Vi alguém com alguém que não deveria estar com esse alguém e sim comigo.
Alguém com alguém, daquele amor sou refém, dera o que era meu pra outrem, amar é sofrido.
Hoje não, estou sombrio.
Hoje não tem festa, nem riso.
Nem piada, nem grito.
Hoje é choro, lágrimas, delírio.
Viver por alguém, sem alguém, é só martírio.
A madrugada é a única que testemunhara de desespero meu grito.
Hoje me ofereceram um trago, uma bebida, um alívio.
Um escape, uma dose, um colírio.
Fiel ao meu sofrimento, ao que sou, ao meu eu lírico.
Declinei; hoje não, logo hoje não; estou sombrio..."
"Não sei se era o vestido vermelho que parava o lugar.
Talvez fosse o cabelo preto, ou a beleza no olhar.
Só sei que eu estava ali e ela estava lá.
A cada vislumbre, troca de olhares, era eu um mero mortal a admirar.
Pensei que a beleza fosse um veneno, pois senti meu coração acelerar.
Linda, dos pés à cabeça, cada detalhe digno de se pintar.
As palavras são pobres para descrever, a beleza narrar.
Sei de muitas coisas, mas o que não sei é se era o vestido vermelho ou a beleza dela que parava o lugar..."
Pedi ao Papai Noel:
-que me lembre de usar mais os meus ouvidos do que a minha boca
pois ouvindo os meus amigos posso fazer algo. Falando serão apenas palavras!
-que me dê firmeza no meu andar
pois sei que se exercitar os meus passos estarei mais forte e não me deixarei cair, mas se cair terei forças suficientes pra levantar!
-que me dê uma saúde impecável
para que eu possa trabalhar dia-a-dia e vencer pelo meu próprio esforço!
-que a minha casa seja firme
pois sei que se provações vierem, lá será a minha fortaleza e o meu refúgio!!!
Por fim pedi muito paz, beleza, dinheiro, amor e talento pro meus inimigos, pois assim talvez quem sabe eles sosseguem e vivam a vida deles felizes como eu sou!!!
Sou calma sim, tranquila sim... e assim como todos os seres humanos também desconfio. O que me difere de alguns é que eu desconfio, mas não julgo. Ao contrário de muitos eu me sensibilizo e vou atrás pra saber o do porque da pessoa ser ou estar agindo dessa ou daquela maneira e se for o caso ajudar.
Há quem me julgue duas caras por eu ser assim, mas isso é a opinião delas, e a opinião delas não significa que eu devo ser como me julgam ser. Agradeço todos os dias por Deus existir, pq Ele me entende e olha para o meu coração e me protege dos maus julgadores!!!
E quer saber? Eu entendo alguns maus julgadores. Talvez seja muito difícil pra eles entenderem esse meu jeito de não me afastar daqueles que eles julgam ser os excluídos dos seus grupos, pelo simples fato de que são pessoas machucadas pela vida, e a tendência das pessoas machucadas é de autopreservação, se fecham, se defendem e até atacam quando "acham" que estão sendo ameaçados.
Não espero compreensão de ninguém, apenas digo que também já fui muito magoada, machucada tanto emocional quanto fisicamente e mesmo com as agruras da vida, me tornei uma pessoa que sempre busca enxergar o lado bom das coisas e pessoas. E posso te afirmar que mesmo que alguém me faça o mal, na hora eu fico triste, chateada, mas por ser assim desse meu jeito, eu supero as dificuldades com mais facilidade e isso é a recompensa que Deus me deu de não ter me tornado uma pessoa amarga como tantas se tornaram dando a desculpa de que a vida me fez ser assim!!!
Existe um linha tênue entre esperança e negação da realidade.
Podemos ter esperança de algo que pode ser mudado, mas não podemos fingir que não vimos o que a realidade te esfrega na cara.
Ter fé e esperança é maravilhoso, mas ter a noção do que se pede é melhor ainda.
Por isso não gaste energia pedindo a Deus o que quer, peça que seus passos sejam conduzidos até o que você realmente precisa.
Nós somos seres controversos. Precisamos sempre ter algo a dizer, mesmo muitas vezes não sabendo o que dizer. Defendemos muitas vezes os errados sendo certos ou certos sendo errados desde que estejam dentro do nosso critério de gosto ou não gosto. Passamos a vida mudando, recontruindo-se a cada etapa e reinventando-se para termos qualidade de vida e pq não dizer com emocional com menos impacto possível, mas muitas vezes nos envolvemos em dramas desnecessários e julgamos a reconstrução do outro.
Somos capazes de amar e odiar em um estalar de dedos. Queremos o melhor, mas esse melhor nem sempre é o melhor para nós. Somos eternos insatisfeitos que constroem e destroem em velocidades desiguais. Nem todos desejam realmente paz, mas quando ela some, desejamos nunca a ter perdido.
Somos seres controversos que se contradizem a si mesmos o tempo todo. Será que é pq dizem: "errar é humano"?
Bora ser mais leve, mais otimista, não precisamos ser bobos e trouxas, apenas tentarmos refletir o bem, fazer um esforço para só fazer o bem para que o bom e o bem venham!!!
Claudia Homem
A minha namorada,
É a mais bela da rua.
A mais bela da quadra.
A mais bela do bairro.
A mais bela da cidade.
A mais bela do estado.
A mais bela do país.
A mais bela do mundo,
O meu amor caiu nas suas mãos e então
é bem zelado.
Muito obrigado só por existir e ter me mudado.
Viveria eternamente te amando do outro lado desse mundo!
"Diz que já me esqueceu, mas, amor, quando foi que de mim lembrou?
Diz que já não me ama mais, mas, mesmo em meus braços, nunca me amou.
Diz que encontrou alguém para lhe curar as feridas, mas quais? As que você mesmo causou?
Todo aquele que diz lhe amar é só mais um peixe na rede de um vil pescador.
Falácias e mentiras, disfarçadas de carícias, falsas juras de amor.
Xinga, briga, se faz de vítima, me abandonara às risas, foi meu coração que sangrou.
És perfeita no prazer, mas é melhor ainda em causar dor.
Diz que morri pra você, mas é claro, nossa paixão, que era minha vida, foi você quem matou.
Agora vens e diz que já me esqueceu, mas, amor, quando foi que de mim lembrou?"
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