Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
" Tudo nos chega na hora exata,
no momento oportuno...
Como as Estrelas e a Lua
esperam o dia todo
o Sol brilhar
e só depois que ele recolhe
elas vão surgindo até que
tomem conta do Céu!!!
Nada chega antes ou depois!
Aqueles que adiantam,
muitas vezes pegam
a Porta Trancada
e os que se atrasam,
perdem a oportunidade...
Se teve saudade,valeu a pena...
Os que se foram,
não eram nossos eternamente,
só uma temporada,uma primavera,
um amor de verão...
Tudo chega na hora exata
e na hora exata se vai...
Ficamos renovados,novas lembranças,
novas canções:novos desejos...
Novas Fitas Magnetizantes do desejo
de alcançar o invisível aos olhos,
então voamos além do quando
e através do sempre
em harmonia com o eterno,
o que nos ensina a cada dia
o que é o @mor.
O ladrão prostitui, com o roubo, as suas mãos. O mentiroso, com a mentira, a própria boca, a sua palavra e a sua consciência.
Os antigos enxergavam no mentiroso o mais vil dos tarados morais. Depois de enumerar todas as misérias de um perdido, concluiam, quando cabia: " E até mente".
Namora comigo
Prometo pôr sua alma em meus textos
Criar um mundo nosso onde possamos nos abrigar quando aqui fora doer
Te deixar livre e te ver flutuar
Se quiser pular sem paraquedas vou contigo e se quiser que fique, amortecerei sua queda
Não te deixarei na rotina
Ainda podemos resgatar nossos sonhos de adolescente
Continuaria palhaço dando risadas das sua piadas, que as vezes não tem graça
Para quê graça nas piadas, se só de te ver não paro de dar risadas
Que tal juntar nossos escudos
Ser seu herói mesmo sabendo que consegue muito bem se proteger sozinha
Mas, se preferir pode ser o Batman, tenho uma mala cheia de curativos e cuidarei dos seus machucados
Continue sendo guerreira e princesa
não te protegerei com uma jaula e sim com um paraquedas
Me vista se quiser
Me deixa mergulhar nós teus prazeres
Realizar teus fetiches
Viver algo intenso, real. Mesmo que um dia acabe ou dure pouco, vamos fazer valer a pena, vamos viver pelo menos um dia sem medo.
Pode me chamar de louca
Falar da minha roupa
Não acreditar na minha palavra
Achar que estou errada
Pode criticar a minha dança
Dizer que eu sou criança
Julgar minhas atitudes
Duvidar das minhas virtudes
Pode caçoar do meu jeito
Gritar que eu não faço direito
Ignorar minha presença
Lutar para que eu não vença
Pois saiba que eu me fortaleço
Quanto mais me apaga, mais apareço
E com minhas verdades eu sobrevivo
E das suas maldades eu sempre me esquivo
Quando a bondade se mostra abertamente já não é bondade, embora possa ainda ser útil como caridade organizada ou como ato de solidariedade. Daí: «Não dês tuas esmolas perante os homens, para seres visto por eles». A bondade só pode existir quando não é percebida, nem mesmo por aquele que a faz; quem quer que se veja a si mesmo no ato de fazer uma boa obra deixa de ser bom; será, no máximo, um membro útil da sociedade ou zeloso membro da Igreja. Daí: «Que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita».
(...) O amor à sabedoria e o amor à bondade, que se resolvem nas atividades de filosofar e de praticar boas ações, têm em comum o fato de que cessam imediatamente – cancelam-se, por assim dizer – sempre que se presume que o homem pode ser sábio ou ser bom. Sempre houve tentativas de dar vida ao que jamais pode sobreviver ao momento fugaz do próprio ato, e todas elas sempre levaram ao absurdo.
PEÇO SILÊNCIO
Agora me deixem tranquilo.
Agora se acostumem sem mim.
Eu vou cerrar os meus olhos.
Somente quero cinco coisas,
cinco raízes preferidas.
Uma é o amor sem fim.
A segunda é ver o outono.
Não posso ser sem que as folhas
voem e voltem à terra.
A terceira é o grave inverno,
a chuva que amei, a carícia
do fogo no frio silvestre.
Em quarto lugar o verão
redondo como uma melancia.
A quinta coisa são os teus olhos,
Matilde minha, bem-amada,
não quero dormir sem os teus olhos,
não quero ser sem que me olhes:
eu mudo a primavera
para que me sigas olhando.
Amigos, isso é quanto quero.
É quase nada e quase tudo.
Agora se querem, podem ir.
Vivi tanto que um dia
terão de por força me esquecer,
apagando-me do quadro-negro:
meu coração foi interminável.
Porém porque peço silêncio
não creiam que vou morrer:
passa comigo o contrário:
sucede que vou viver.
Sucede que sou e que sigo.
Não será, pois lá bem dentro
de mim crescerão cereais,
primeiro os grãos que rompem
a terra para ver a luz,
porém a mãe terra é escura:
e dentro de mim sou escuro:
sou como um poço em cujas águas
a noite deixa suas estrelas
e segue sozinha pelo campo.
Sucede que tanto vivi
que quero viver outro tanto.
Nunca me senti tão sonoro,
nunca tive tantos beijos.
Agora, como sempre, é cedo.
Voa a luz com suas abelhas.
Me deixem só com o dia.
Peço licença para nascer.
Hoje é aniversário deste ser fascinante...
meu amigo, meu irmão, meu filho, minha alma gêmea...
Não tenho palavras compreensíveis pra mensurar o que nos une.
Mas posso expressar aqui meus muitos parabéns à sua mãe,
Que teve o privilégio de gerá-lo, educá-lo.
E ter no seu dia a dia o prazer de sua presença.
O encantar de seu sorriso sincero.
O seu "conte comigo sempre" presente e fiel.
Parabéns a todos nós pelo presente dado por Deus,
de sermos amigos e parte do coração deste ser único.
Obrigada, Deus!
Pela vida de meu amigo, por sua saúde e suas conquistas...
Pelo coração generoso e amigo que o Senhor lhe deu.
Feliz aniversário!
Bom seria se todos os dias fossem o "Dia das Mães",
Se os filhos acordassem sensíveis a uma tamanha gratidão,
Se os corações de todos fossem presenteáveis,
Se o amor por todas elas fosse coberto de obediência, respeito, carinho e cuidados.
Ah, bom seria se todos os dias fossem o "Dia das Mães", se os filhos ouvissem seus conselhos como ouve o melhor amigo, se eles a tratassem realmente todos os dias como uma joia de grande valor, e pensassem bem antes de lhe responder indevidamente.
Bom seria se todos os dias fossem o "Dia das Mães", e os filhos não as abandonassem depois que crescessem ou constituíssem suas próprias famílias, nem as rejeitassem pelas consequências da idade que o tempo traz.
Bom seria, sim, se todos os dias fossem o "Dia das Mães", e a gente pudesse florir a vida dela como florimos hoje, e dizer a cada amanhecer sem ser preciso tantas festas aparentes... "Mãe, eu amo você"... Bom seria... Se todos os dias fosse mesmo o Dia das Mães.
Poesia - Monólogo da Solidão ..
E eu, ainda aqui.
Deixando a tolice, não sei de que lado, bobo infeliz, pobre desgraçado, sonhando ou pensando virado acordado.
Percebo meu ócio, o grande culpado, me engana, me joga, algo disfarçado, pois sabe não vejo. Estou enganado ?
Olha pra mim, o bem que se faz, meu riso irônico, de raiva fugaz. Não sei se criança ou ainda rapaz, se engana com a vida, esse traste incapaz.
Espera desculpa, procura a culpa. Deixe de tolice que nada se faz. Só peço que fale, mas não que se cale, pois falo demais.
Continuo eu, ainda aqui.
Alegria é cântico das horas com que Deus te afaga
a passagem no mundo.
Em toda parte, desabrocham flores por sorrisos da natureza
e o vento penteia a cabeleira do campo com música de ninar.
A água da fonte é carinho liquefeito no coração da terra
e o próprio grão de areia, inundado de sol,
é mensagem de alegria a falar-te do chão.
Não permitas, assim, que a tua dificuldade se faça
tristeza entorpecente nos outros.
Ainda mesmo que tudo pareça conspirar contra a felicidade
que aspiras, ergue os olhos para a face risonha da vida
que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes.
Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas.
A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho
e a alvorada aguarda, generosa, que a noite cesse
renovar-se, diariamente, em festa de amor e luz.
Abro meus olhos, a cada manhã que levanto
Para encontrar a verdade que eu sei que está lá.
Tenho sorte de respirar, tenho sorte de sentir,
Sou feliz por acordar, sou feliz por estar aqui.
Com todo esse mundo, e toda sua dor,
Todas as suas mentiras, e todos as suas mazelas...
Ainda sinto uma sensação de liberdade -
Tão feliz por estar aqui...
Ouvi todos, pois em verdade assim aconteceu: Estava Buda certo dia na montanha Grdhrakuta, em companhia de seus santos eleitos e de discípulos iluminados, quando uma multidão composta de monges e monjas, fiéis de ambos os sexos, seres celestiais, dragões e espíritos demoníacos, juntou-se querendo ouvir sua pregação. E ao redor do trono de Lótus em que Buda se sentava, respeitosos reuniram-se todos, seu santo rosto contemplando sem ao menos piscar. Foi então que Buda pregando disse:
'Devotos do mundo inteiro ouve-me:
Deveis muito à bondade do pai,
Deveis muito à compaixão da mãe.
Pois se o homem está nesse mundo
Tem por causa o karma,
E por agentes do karma os pais.
Não fosse pelo pai não nasceríeis,
Não fosse pela mãe não nasceríeis,
Eis porque
Da semente paterna recebeis o espírito,
Ao ventre materno deveis a forma.
E por causa dessa relação cármica,
Nada neste mundo se compara
Ao misericordioso amor de uma mãe:
A ela deveis a eterna gratidão.
Desde o momento em que a mãe
O filho recebe no ventre,
Nove meses ela passa sofrendo,
Em cada ato cotidiano -
No andar, no parar, no sentar, no dormir.
E o sofrimento não lhe dando trégua,
Perde a mãe a vontade
De satisfazer a fome e a sede, e também de ataviar-se,
Apenas pensando em dar à luz o filho com segurança.
Os meses se completam
O dia do nascimento chega,
E os ventos cármicos o acontecimento apressam.
Sente dores a mãe em cada osso e cada junta,
Treme o pai de ansiedade pela mãe e pelo filho,
Parentes e conhecidos com ele sofrem.
Nasce o filho sobre a relva,
Infinita é a alegria dos pais,
Semelhante à da mulher pobre que de súbito ganha,
Mágica pérola que todos os desejos realiza.
Ao ouvir o primeiro choro do filho,
Sente a mãe também ela renascer.
A partir desse dia o filho
No colo da mãe dorme,
Em seus joelhos brinca,
Do seu leite se alimenta,
E em sua misericórdia vive.
Sem a mãe o filho não se veste nem se despe.
A mãe, mesmo faminta, tira da própria boca
Para o filho alimentar.
Sem a mãe um filho não se cria.
Considerai, todos,
Quanto leite sorvestes ao seio materno:
- Oitenta medidas repletas por dia!
E o tamanho do débito para com vossos pais:
- Infinito como o céu.'
[...]
Eu vejo, e eu não estou só
Enxergo, contemplo
Almejo, e eu não estou só
Eu corro, e eu não estou só
Respiro, e eu não estou só
Eu canto e danço
A certeza que desata o nó
Sentindo que eu não estou só
[...]
Eu penso, e eu não estou só
Reflito e calo
Sorrio, e eu não estou só
Eu choro, e eu não estou só
Viajo, e eu não estou só
Eu erro e aprendo
A água, o fogo, o ar e o pó
Sou tudo, logo não estou só
Soneto XVII
No te amo como se fueras rosa de sal, topacio
o flecha de claveles que propagan el fuego:
te amo como se aman ciertas cosas oscuras,
secretamente, entre la sombra y el alma.
Te amo como la planta que no florece y lleva
dentro de sí, escondida, la luz de aquellas flores,
y gracias a tu amor vive oscuro en mi cuerpo
el apretado aroma que ascendió de la tierra.
Te amo sin saber cómo, ni cuándo, ni de dónde,
te amo directamente sin problemas ni orgullo:
así te amo porque no sé amar de otra manera,
sino así de este modo en que no soy ni eres,
tan cerca que tu mano sobre mi pecho es mía,
tan cerca que se cierran tu ojos con mi sueño.
Nota: Versão espanhola de "Soneto XVII"
...MaisQuem sou eu ?
Sou um paradoxo. Alguém que vai de extremo a extremo em poucos segundos! Alguém que sabe amar e odiar, alguém que sabe ser boa e ruim .. Que nao espera que a vida me leve, mas que leva a vida! Que como todo ser humano, tem o desejo de ser feliz e busca a felicidade nos pormenores da vida! Alguém procurando uma "razão"pra viver, se é que me entendem! Uma pessoa que já cansou das coisas futeis, inuteis e sem nexo desse mundo em que a beleza exterior importa muito mais do que a interior ... Alguém em busca de aprender com os próprios erros, que tem a intençao de mudar e conseguir ser uma outra pessoa, melhorando a cada dia que passa!
SAUDADE
Magoa-me a saudade
do sobressalto dos corpos
ferindo-se de ternura
sói-me a distante lembrança
do teu vestido
caindo aos nossos pés
Magoa-me a saudade
do tempo em que te habitava
como o sal ocupa o mar
como a luz recolhendo-se
nas pupilas desatentas
Seja eu de novo a tua sombra, teu desejo,
tua noite sem remédio
tua virtude, tua carência
eu
que longe de ti sou fraco
eu
que já fui água, seiva vegetal
sou agora gota trémula, raiz exposta
Traz
de novo, meu amor,
a transparência da água
dá ocupação à minha ternura vadia
mergulha os teus dedos
no feitiço do meu peito
e espanta na gruta funda de mim
os animais que atormentam o meu sono
Moça, não prenda essa alegria de poesia dos seus cachos,
solte essa vida ao vento,
não ligue para o que dizem.
Desligue esse medo do mundo
e entre em sintonia com os seus cabelos.
Não importa o que seja
ondulado, cacheado ou encrespado
não se sujeite ao medo de se mostrar,
sinta - se livre pra mudar.
Mas moça, nunca perca
essa sua natureza de amar!
Casamento de São Francisco de Assis
Vamos casar na praia?
Todo o céu abençoando?
O mar será nosso padre,
o sol e a lua os padrinhos,
Os peixes,os convidados.
As estrelas,os presentes.
A brisa será meu véu,
de conchas o meu bouquet.
As gaivotas num mergulho
nos trarão as alianças.
Nas areias nossas núpcias,
nas ondas do mar o nosso amor...
E num amanhecer glorioso
seremos eternamente um do outro.
Quando uma flor se abre,
nunca é apenas uma flor
- ela ativa um processo;
então, flores continuam a se abrir.
A primeira flor pode ser difícil,
mas as outras simplesmente virão.
A primeira experiência é difícil,
porque você não a permite.
Uma vez que a permitiu,
então não é só uma flor que se abre
- mil e uma flores vão se abrir...
QUEM SOU EU?
Ouvi palavras que me acrescentaram e que me decepcionaram. Tive amigos que nem sempre foram amigos. Perdoei e já pedi perdão. Tive experiências que me tornaram mais sábia. Já errei e já aprendi, já chorei e já sorri, já passei horas pensando sem chegar a nenhuma conclusão, já amei e me magoei, já magoei e fui amada, já gritei para expressar minhas dores e alegrias, já tentei entender meu coração e não consegui compreendê-lo. Já quis ser o que não sou e descobri que eu não seria eu senão fosse o que sou, já tentei ser igual, mas entendi que são as diferenças que nos tornam únicos. Já me senti nada, mas descobri que sou tudo para os que me amam. Já tive decepções e quis culpar a todos pelo que senti, mas entendi que não existem culpados e descobri que sou a única responsável por minhas escolhas. Já caí e me levantei mais forte, já abaixei a cabeça e me reergui para um novo começo. Eu sou exatamente o que me tornei com minhas experiências, erros e acertos, amores e amigos, fracassos e vitórias, dores e alegrias, eu sou tudo o que quero ser e é isso que a vida nos permite ser...
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