Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Cilada política de quem detesta a religião e principalmente o cristianismo:


A igreja fica somente para os religiosos e a política somente para os políticos nenhum setor interfere no outro.


E assim, os políticos ficam à vontade para destruir as igrejas e matar cristãos.


Por exemplo: esse acordo de ninguém interferir em política foi feito na Coreia do Norte, onde havia mais tempos religiosos e cristãos do que na Coreia do Sul.


Resultado: devastação de igrejas e matanças de cristãos na Coreia do Norte por tirania política.

Não generalize suas experiências como solução para as vidas de terceiros.
Todos os dias são únicos — podemos até acreditar que são iguais, mas jamais serão os mesmos.
Por isso, é preciso alimentar a vontade de fazer, de aprender, de se doar, para viver.
Receber é sempre bom, mas poder se colocar do outro lado é fundamental para compreender o princípio basilar da vida em sociedade.
Que novembro seja um mês abençoado para todos nós.

📜 A Sinfonia da Desordem Global

O mundo respira um caos que se manifesta em múltiplas faces,

Não é a ausência de ordem, mas a sobreposição de ordens que se combatem.

É a teia complexa de ambições e desesperos em diferentes espaços,

Onde a lógica do poder e a dor da exclusão constantemente se abatem.

Nas manchetes, o noticiário pinta a tela da incerteza,

Com economias em frangalhos, climas extremos e conflitos sem fim.

O individualismo feroz corrói a base de toda a delicadeza,

E a urgência de ser mais forte ofusca o valor de ser, simplesmente, assim.

Assistimos à fragmentação da verdade em milhões de espelhos distorcidos,

Onde cada um é juiz e réu da própria narrativa particular.

Os laços comunitários se afrouxam, os diálogos são interrompidos,

E a polarização constrói muros invisíveis difíceis de derrubar.

Contudo, este turbilhão de desassossego não é apenas destruição:

É a matéria-prima bruta para a próxima grande criação.

A Teoria do Caos sussurra que, no bater de asas da menor borboleta,

Reside o potencial de um furacão que redesenha toda a meta.

O que parece desmoronamento, talvez seja apenas a fundação cedendo,

Para dar lugar a uma estrutura mais honesta, mais humana e mais leve.

O caos do mundo exige que a consciência individual vá crescendo,

Para que a luz da ética prevaleça sobre a sombra do que é breve.

A verdadeira ordem que buscamos não virá de um decreto imposto, Mas da harmonia interior que cada um se propõe a alcançar. Aceitar o caos é o primeiro passo para encontrar o posto, De onde podemos, com serenidade e ação, a paz reconstruir e plantar. Nietzsche já dizia: "É preciso ter o caos dentro de si para gerar uma estrela dançante". Que a nossa desordem seja o berço de uma humanidade mais vigilante.

Se desejar, posso escrever um pensamento sobre a ordem ou a harmonia para contrastar com o caos.

⭐ O Caos Latente do Mundo

O mundo gira, imerso em seu caos perpétuo e cíclico,

Onde a ilusão da ordem desmorona a cada novo dia.

Conflitos antigos e novas discórdias se entrelaçam num ritmo bélico,

Enquanto a humanidade busca um farol em meio à ventania.

Há um grito silencioso nas grandes cidades, na pressa, no consumo,

E a natureza responde com a fúria que o descaso plantou.

Mas no olho do furacão, reside a chance de um novo rumo,

A fagulha que exige a reconstrução do que se fragmentou.

É preciso aceitar o turbilhão para enxergar a clareza escondida:

Que a desordem externa é reflexo de nossa própria jornada dividida.

Se motivos me dessem para desistir,
Eu já teria deixado de existir.
Mas como eu ainda existo, não deixo de sorrir,
Porque me orgulho de quem sou e sou feliz.


E tu, um dia, se pensas em desistir,
Deixa essa ideia e vai te divertir.
Porque por um motivo estás aqui,
E lembra-te: Nunca te deixes de sorrir.


És amado, tens quem gosta de ti,
E se haja quem não goste, afasta-os de ti.
Porque és perfeito e não deves desistir.
O segredo de tudo isto é que tu sejas feliz.

CONDEÚBA, TERRA DO BISCOITO
Por Leandro Flores


Condeúba é conhecida,
em toda a região,
como a terra do biscoito,
feito com fé e tradição.


Ao lado de Conquista,
cidade do interior,
duas filhas da mesma terra,
símbolo de trabalho e valor.


Da mandioca em terra seca,
nasce o pão do trabalhador,
que alimenta a mesa farta,
recheada de puro sabor.


É tradição que move a história,
e adoça o paladar,
gera renda, traz sustento,
pra quem se dispõe a trabalhar.


Do vendedor na rua,
à barraca no pavilhão,
o biscoito cruzou fronteiras,
sem perder a tradição.


Hoje é marca condeubense,
razão de satisfação,
que espalha renda e orgulho
por toda a região.


De janeiro a janeiro,
a produção não pode parar,
lá vêm os festejos de junho
e o fim do ano pra animar.


Chegam logo os são-pauleiros,
com saudades e com dinheiro,
levam biscoito e lembrançinha,
pra comer o mês inteiro.


Tem xiringa e tem palito,
cozido, assado e pão de queijo,
aqui o povo chama chimango,
feito no modo sertanejo.


Igual o biscoito de polvilho,
que em outros cantos é avoador,
cada terra tem seu nome,
aqui se diz xiringa, orgulho do interior.


Na sexta tem feira boa,
com cheiro de pastel frito,
café torrado na hora,
biscoito, casadinho e palito.


Tem balaio na calçada,
prateleira de farinha,
trempe quente e fogão a lenha,
e aquele sabor gostoso
que vem da cozinha.


Tem biscoito de tapioca,
de manteiga e de fubá,
de queijo, crocante e macio,
feito pra gente degustar.


Tem redondo, anelzinho e bolinha,
comprido, torrado pra provar,
de sabor pra todo gosto,
e café coado na hora pra acompanhar.


É sabor que faz história,
gera emprego e união,
sustenta mesa e a memória,
desse povo do meu sertão.
Condeúba é terra mãe,
da fartura e do sabor,
cidade boa e acolhedora,
de um povo trabalhador.
E quem prova das suas delícias,
nunca mais esquece o gosto,
porque nelas tem a vida,
a lembrança e o rosto.
De um povo simples, feliz,
orgulhoso do que é seu,
que aprendeu a ser feliz,
com o pouco que a vida lhe deu.






Um cordel em homenagem à cidade de Condeúba Bahia (terra do biscoito)

⁠Fones no ouvido, silêncio absoluto no quarto, olho para o teto branco, as batidas do meu coração, o som da minha respiração e gritos internos.
Dou play no tocador, fecho os olhos, sinto meu coração se juntar a melodia. Tudo parece tão simples, tão fácil.
Escrevo e escrevo e nada faz sentido, nada nunca faz sentido, mas eu sei, ela também sabe.
Eu sinto saudades de 2015, sinto falta dela também, das conversas e de como tudo se mostrava tão leve.
Penso em muitas palavras das quais não posso pôr no papel, como parte disso, guardar num potinho que parece casa, enterrar a chave e mudar de bairro.
Passei na frente algumas vezes, gostava de olhar a imensa e linda árvore que tinha na frente da casa, colhia algumas rosas do jardim, bem, outras já estavam mortas, e eu nunca mais plantei nada, não podia, o que eu colheria? Espinhos.
Faz um tempo que não passo em frente aquela casa, não sei se a árvore morreu, se o jardim foi coberto por folhas secas e sem vida, se a tinta da parede ja perdeu a cor, não sei. As vezes sinto vontade de ir lá, mas já não mora mais ninguém que eu conheça naquela casinha. Guardo uma foto, uma única foto de quando tudo era lindo, feliz e colorido. Prefiro essa lembrança as que tenho agora...
Abro os olhos, dou uma leve risada, coloco os fones ao lado da cama e adormeço. Mas meu coração nunca dorme, ele sente saudades de ir naquela casinha. Ele sente saudades dela.

A sabedoria do tempo


Certa vez a fim de tirar a paz de um sábio durante uma comemoração entre amigos, já um tanto embriagado uma pessoa o desafiou:
_Posso expor seu passado aos convidados? Acha que depois de feito isso, preservará sua imagem de sábio?
O sábio, sereno respondeu:
_ Diga o que supõe sobre o meu passado, foi ele quem me tornou quem hoje sou, o presente ainda irá me moldar através das escolhas que fiz ontem e faço hoje. Ao terminar de expor meu passado, analisaremos juntos o que conheço do seu presente e veremos o que podemos aprender um com o outro. Pois eu não vivo mais no meu passado, embora respeite profundamente a sabedoria que trago de lá e sei que essa sabedoria pode ser novidade útil para você. Já em relação à minha imagem, só é relevante a que conheço de mim mesmo.

Cana bis


Vou te enrolar
Passar minha língua em você
Depois sentir teu cheiro e te fazer pegar fogo


Tu faz eu me sentir tão bem
Quero te sentir entre meus lábios
Já disse que tú me faz delirar?


Quero mais, mais e mais...


Eu te sugo e te prendo até perder o fôlego
É difícil seguir sem ti
Confesso que és meu motivo pra sorrir
Mas não é o único.

A FLOR








A flor, veio de lá e ficou cá.


Ficou, para sempre e será.


A flor, sou eu, sim! Sou!


Vim de lá e não de cá!


Fiquei e serei sempre, cá e lá.


Pois voltarei, para o jardim.


Onde esteve a flor, num principio, lá.


Não! Não existi lá. Mas só cá!


Lá era, uma parte de Deus!


Mas não existia. Não! Não…


Aqui, fui então!...


Irei pois ao jardim!


Lá irei e serei, perfeito, assim.


Assim, um ser, por completo enfim!


(Não é Espiritismo. Porque sou totalmente contra)

Quando os contratempos da vida
envolve o coração, fico doente.
Longe de quem amo, mas com
ele na mente.
Se não é pra ser,por que dói tanto essa distância?
Mas se é pra ser, por que não acontecer?
Essas questões mal resolvidas da vida me deixa melancólica.
Quando falta o amor, falta tudo!
Preciso que essa fadiga acabe,
quero poder viver o amor em vida,
e que seja intensa e bem vivida!
Mas se não for pra ser, me tira essa ânsia, acalma meu coração.
Não quero passar a vida inteira alimentando uma ilusão.

Veja, jovem gnomo, aqueles macacos pelados colocando uma carroça na frente dos bois.
Veja como parecem estúpidos subindo na carroça, enquanto fazem os bois empurrarem a carroça.
Está tudo sob controle, dizem eles.
E assim eles seguem rumo a uma ladeira logo a frente.
Você consegue vislumbrar, jovem gnomo, o que acontecerá quando os bois empurrarem a carroça ladeira abaixo?
Eis aí a tragédia desta humanidade, sempre colocando a carroça na frente dos bois; sempre colocando o avanço científico à frente do avanço moral, filosófico e social. Sempre colocando a economia à frente da natureza, do mundo, do planeta.
E enquanto os bois conseguem empurrar a carroça, tudo lindo, tudo maravilhoso, tudo parece absolutamente sob controle. Mas a Terra não é plana. Ladeiras existem por toda a parte. Ladeira acima - e ladeira abaixo.
Os bois, com muito esforço, conseguirão fazer a carroça subir ladeira acima. O problema é quando tiverem que descer ladeira abaixo. A carroça ficará desgovernada e se estatelará lá embaixo. Morrerão os bois e morrerão os macacos.

O que sinto é tanta saudade...
Não de paixões, nem de amores
De amigos que fiz
de risadas que dei
de orgulhos que tive...
eu era eu, sem versão
sem nova versão
eu, essencialmente
verdadeiramente, pois sonhava
vivia com que tinha
e me satisfazia...
buscava por hoje, sem saber
que o que eu mais ansiava, eu estava vivendo
era bom, era doce, era suave
Ainda bem que vivi, e não fui longe para isso
Era logo ali, simples, mas o bastante para ser inesquecível
Hoje aqui, eu olho para traz, hoje aqui, eu não sonho mais
Sem tristeza, sem arrependimento, talvez alguns
Mas se um poder tivesse, voltaria para viver mais
O que vivi uma vez, por mais uma vez...
Viver por viver....
Ser feliz, por simplesmente ser...!
by Fabio Teodosio

A vida é tão breve e passageira que é melhor não perder tempo com besteiras
Amar é tão genuíno e essencial
que sem isso não sei viver e achar normal
A cada ano mais sábia e inteligente
e sem perder a essência de amar e ser sorridente
Não se permitir ficar só por costume
é ser real e ter coragem sem pesadume
Amar é como uma paixão infinita
Acelera o coração e dispara a pupila
A paixão não acaba e vira o amor
o nome disso se chama ilusão que o costume inventou
Amar é celestial e divino
Não diminuiu, não se acostuma e o tempo não apaga
Amar é a constância de um amor surreal
ao tempo resiste e faz o ser único em sua digital

Eu sou a porta que se abriu
Eu sou o véu que se rasgou
Eu sou a vida
Eu sou a Luz
Eu sou o verbo que chegou
Eu sou o grande salvador
Eu sou a graça
Eu sou Jesus
Coro
E todo aquele que por mim clamar
e todo aquele que me aceitar
Eu o garanto ao pai
E todo aquele que por mim clamar
e todo aquele que me aceitar
Eu o garanto ao pai
Eu sou a estrela da manhã
Eu sou o grande Salvador
Eu sou a vida
Eu sou a Luz
Eu sou o verbo que chegou
Eu sou o grande salvador
Eu sou a graça
Eu sou Jesus
Coro
E todo aquele que por mim clamar
e todo aquele que me aceitar
Eu o garanto ao pai
E todo aquele que por mim clamar
e todo aquele que me aceitar
Eu o garanto ao pai

BRASIL DE MEUS SONHOS

Brasil, o Brasil, um país adorado e idolatrado,
país da boa gente, do povo camarada,
da honestidade irrefutável de um povo soberano,
da moral inabalável, desta gente amável.

País da democracia, do respeito à cidadania,
das políticas sociais e culturais com respeito às massas populacionais,
da política do povo e para o povo, voltada para o bem comum,
do entusiasmo de seus políticos para proteger a justiça acima de tudo.

Que país maravilhoso, que vive somente em meus sonhos.
Um sonho doce e suave, onde busco refúgio da triste realidade,
pois vivo em um país marcado pela irregularidade e impunidade,
onde o pobre sempre será o mais prejudicado,
e o rico sempre será exaltado.

Amor Mortal

Ouvi um raio —
tremeu…
a alma, os cílios.

Raio contundente,
frio,
escuro…
e ao mesmo tempo, divino.

Um gostar de sentir calafrio,
ausências,
inseguranças,
frio na barriga.

Isso é amor?
(pelo menos, para mim, é).

Insuportável, a harpa angelical
dos casais tão simples!
— “Oi, amor!”
— “Bom dia, amor!”
— “Durma bem, amor!”
E eu penso:
morro em vida.

Uma sombra…
sussurros…
Ela — só ela.

Sinto arrepios,
fico surdo,
estático,
só admirando aquela
figura magra
e gélida.

Ela se despe —
vestida de ossos pontudos!

Como não desejar
sua morte?

O Canto da Gaiola

Um pássaro canta
seu pranto
num canto qualquer
da gaiola.

O dono se encanta
com o canto venusto
que o cândido pássaro canta.

Mas o poeta,
espantado com a ignorância do sacripanta,
põe — aborrecido —
seu espanto pra fora:

— Anta!
Desencanta...
Não percebes?
O pássaro não canta,
chora.

“ Minha Mãe Maiúscula !”

Lembro, mãe —
das coxinhas quentinhas
voltando do Clube Guarani,
dos risos que se misturavam ao cheiro da tarde,
das letras que me ensinou,
me fazendo acreditar
que saber ler era tocar o infinito.

Lembro da “Caminho Suave”
do seu cuidado invisível,
das mãos que me amparavam
antes mesmo que o medo tivesse nome.

E a Maria Pia?
Conseguiu que ela me ajudasse numa época tão dura
Você já sabia!
Adolescentes são frágeis!

Lembro das roupas que você costurava —
cada ponto, um segredo de amor.
E das ceias de Natal, intermináveis,
repletas de fartura,
tempo suspenso.

Lembro de você no navio,
o enjoo vencendo o mar,
de Vancouver e daquele basement escuro,
onde sua coragem iluminava tudo.

E quando Danny ia nascer —
eu, sozinha, perdida, sem telefone —
você chegou de repente,
como só as mães sabem chegar:
no instante exato,
com o amor exato.

Lembro do céu estrelado do sítio,
das conversas que ainda brilham em mim,
das comidas feitas com mãos generosas,
das vezes em que bastava o seu olhar
para o mundo parecer em paz.

Sempre amor.
Sempre cuidado.
Sempre vida.

Amor que não se copia.
Amor de uma leonça!

MEU SONETO

As minhas lágrimas são da arte
E a minha solidão é do amor.
No meu poder tem o disfarce;
Dos meus sorrisos saem a dor...

No meu coração tem o enlace,
Na minh'alma esplendor...
E na expressão de minha face
Se faz brilhar todo o fulgor.

No meu silêncio tão profundo
Exalto a vida a todo mundo,
Levo às costas todo o poder...

Do maior amor sou dependente;
De mentiras vivo a toda gente,
Da ilusão, profano o meu viver...

© Dolandmay Walter