Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Ser idoso é passar por uma fase cheia de experiências e aprendizados. Essas experiências são essenciais para conquistar vitórias ao longo da vida.

O idoso carrega consigo um grande conhecimento acumulado, que deve ser compartilhado com as pessoas mais jovens.

Sérgio Furquim

Os jovens podem aprender muito com os idosos, usando suas histórias e sabedoria como inspiração para viver de forma mais tranquila e equilibrada.

"A DOR DE SER EU"
"Eu sou eu, com todas as minhas falhas
Com todas as minhas dores, com todas as minhas batalhas
Eu sou eu, com todas as minhas dúvidas
Com todas as minhas incertezas, com todas as minhas lutas


Eu sou eu, com todas as minhas cicatrizes
Com todas as minhas marcas, com todas as minhas feridas
Eu sou eu, com todas as minhas fraquezas
Com todas as minhas forças, com todas as minhas conquistas


Eu sou eu, imperfeito e completo
Um ser humano, com todas as minhas imperfeições
Eu sou eu, único e singular
Um ser que sente, que pensa, que vive e que ama"
Autoria "Márcio silva "

A queda me fragmentou, e cada pedaço virou sinal; o abismo me engoliu, mas renasci sabendo que o vazio também sustenta; o fogo queimou minhas certezas, e agora caminho com a chama dentro; as sombras me fecharam portas, mas descobri que elas carregam mapas secretos; o vento me arrancou, e aprendi que soltar é aprender a voar sozinho.




—Purificação

Como posso comer repolho se plantei mandioca,
como posso me sentir só rodado de pessoas em um restaurante,
como posso me senti solitário compartilhando uma experiência com um grupo,
como posso sentir esse amor amargo e sincero,
como posse ser um sendo que vivo a dois, será que estou só ou estou delirando em um estamte?

Singela Rosa

A Rosa é singela, esbelta e silenciosa,
Porém, embaixo de suas pétalas
Escondem-se seus espinhos.

Ó, lastimável Rosa!
Quando te abracei, fizeste-me vestir
De meu próprio sangue.
Poderia eu odiar-te por teus espinhos?
Deus, perdoe-me, não possuo...
Não, não me permito odiar a Rosa
Por ter sido a Rosa...

Sim! Faça de sua existência
Da mais bela deste mundo.
Torne tua cor a mais vívida de todas,
Seja a Rosa com o melhor
Dos vestidos de afeições e beldade.

Desejo-te a maior das bênçãos...
A de machucar sem remorso.
Machuque todos como fizeste comigo.
Assim irá ensinar sobre o amor.

Agora, despeço-me...
Adeus,amável Rosa...
Agora, despeço-me...
Adeus,amável Rosa...

Aos conhecidos

“É difícil existir...

Acordar e se reinventar a cada dia,

Vagar sem rumo,

Conhecer pessoas

E então conviver com elas.

Gostaria de ser esquecido

Pelo mundo,

Pelos amigos,

Pelos parentes

E conhecidos...



Deixem-me padecer sem a esperança

De que alguém comparecerá

Em meu momento de despedida.

Deixem-me acompanhar a solidão!



Então, aos conhecidos:

Quero ser tudo, senão nada

Quero ser nada, senão esquecido.

Esqueçam o nome,

Esqueçam as feições,

As risadas e até o sorriso.



Novamente, aos conhecidos,

Sei que vão descobrir,

Mas atentem-se ao aviso:

A existência pesa,

Apenas existir não basta sempre,

A consciência lhe crucifica

E, acima de tudo,

Saberem que existes lhe corrói.”

⁠Amigo


Se um dia te sentires só, mesmo cercado pela multidão,

lembra-te: sempre há um amigo disposto a ouvir, basta chamar.

Se no meio da brincadeira teu sorriso se perder,

recorda que teu riso já iluminou muitas almas, faz alguém sorrir também.

Se a frustração te fizer sentir pequeno diante da vida,

recorda que existe alguém sincero pronto a te estender a mão, basta confiar.

E se o tempo te roubar os bons momentos,

lembra-te dos encontros que marcaram tua história.

Amigos verdadeiros não se traduzem, apenas permanecem.

Na aurora clara, o pássaro canta,
Seu peito vibra, a alma encanta.
Mas na gaiola, o som se esvai,
Um grito mudo que pelo vento se vai.


As asas pedem um céu azul,
O voo livre, do horizonte ao sul.
Cada grade é uma lágrima presa em si.
Roubam-lhe o sol, a natureza.


Liberdade é vida, é voar muito além,
Sentir o vento, o mundo também.
Que as gaiolas se abram, deixando todos partir
Pois o pássaro nasceram para voar e existir.”

Depressão da depressão!


Sem consentimento chega silenciosa e se instala,
Entrega a nascente de lágrimas, sem estardalhaço,
Intruso no escuro a esmaga o coração,
Mão invisível que tapa olhos e boca, a estrangular,
Dá um nó na garganta para sufocar,
Girando, girando arranca todo sentido,
Dias e noites voando, me perco no tempo,
O zumbido
potencializa, só escuto o chiar,
A fibromialgia não cessa, um martírio de dores eternas,
A cefaleia faz querer bater a cabeça na parede,
A frente dessa loucura, tem ansiedade e tem muito mais,
Olhar fixo á imensidão do todo cinza,
Grito baixinho para saber se ainda estou aqui,
O corpo não aguenta mais, se perdeu nesse caminho,
Na mente que mente, muita confusão,
Quero partir, partir agora, sem desejar o retorno.

Amizade Verdadeira


Amigo é aquele que chega sem avisar,
Que entende o silêncio e sabe escutar.
É quem divide o riso, a lágrima, o pão,
E segura a nossa mão na maior confusão.


Amigo é porto seguro na tempestade,
É abraço que acalma, é pura lealdade.
É quem lembra de você nos dias que parecem iguais,
E faz do simples momento algo especial.


Amizade é riso que não tem explicação,
É confiança que cresce no coração.
É saber que, mesmo longe, alguém estará,
Porque laços assim ninguém pode apagar.

Por ondes andas tu?


Passos os dias te buscando
Em mares e memorias fascinante do navegar, onde destino é tua presença
Por onde andas tu?
Dos nossos encontros
Da singularidade de amar a cada pulsar
a cada abraço, beijo e faltar de ar.
Por onde andas tu?
Razão do meu viver e do meu clamar
Fogo do nosso toque que sempre arderá
Por onde andas tu?

Os Extremos.


Você é o sol que nasce sem pedir licença
Eu sou a luz que cresce junto e se mistura no mesmo céu
Você é o fogo que aquece
Eu sou a chama que responde, e juntos viramos incêndio


Você é o toque que fala sem precisar de som
Eu sou o arrepio que entende a língua da tua pele
Você é o verso calmo no meio do livro
Eu sou a pausa que dá sentido à palavra


Você é o vinho tinto, suave e cheio de mistério
Eu sou o gole lento que sente cada nota e devolve o mesmo calor
Você é o mar aberto, infinito e livre
Eu sou a corrente que te puxa pra dentro e te faz querer ficar


Você é o riso no meio da confusão
Eu sou o olhar que sorri junto, sem precisar explicar
Você é o vento que bagunça o cabelo
Eu sou o corpo que fecha os olhos pra sentir mais


Você é o corpo que dança sem medo do ritmo
Eu sou o passo que segue e inventa o compasso
Você é a calmaria depois da tormenta
Eu sou o silêncio que vem antes da paz


Você é o amanhecer em tom dourado
Eu sou o pôr do sol que pinta o fim com a mesma cor
Você é o canto da cidade viva
Eu sou o eco que responde do outro lado, afinado com teu som


Você é o abraço que prende sem sufocar
Eu sou o peito que encaixa no teu sem precisar ajustar
Você é o amor dito em voz firme
Eu sou o amor sentido no olhar que fica depois


Você é o mundo em movimento
Eu sou o tempo que te observa girar
Você é o desejo que arde
Eu sou o fogo que entende o limite da pele


Você é o caminho que leva pra frente
Eu sou a estrada que acompanha, lado a lado, sem medir distância
Você é a fé que acredita
Eu sou a entrega que confia


E quando a noite cai e tudo se cala
É ali que a gente se entende sem esforço
Você é o brilho, eu sou o reflexo
Você é a razão, eu sou o impulso
Você é o coração batendo
Eu sou o peito que sente


Nem eu sou o caos e nem você é a cura
Somos o meio-termo perfeito entre o amor e a vertigem
A linha tênue entre o que queima e o que salva
E é nesse limite que a gente se reconhece
Inteiros, certos, reais

O Silêncio que Fala




Há um silêncio que não é ausência, mas presença.

Ele não grita, não exige, não se impõe.

Apenas está — como o vento que passa e deixa o cheiro da terra molhada.




Nesse silêncio mora Deus.

Não o Deus das fórmulas, dos dogmas, das vestes pesadas.

Mas o Deus que sussurra no coração inquieto,

que se revela na lágrima que cai sem explicação,

e na esperança que insiste em nascer mesmo em solo árido.




A vida não é feita de respostas prontas.

Ela é feita de perguntas que nos moldam,

de encontros que nos desconstroem,

de fé que não cabe em palavras,

mas pulsa em gestos, em olhares, em escolhas silenciosas.




Não é preciso entender tudo.

É preciso sentir — e permitir que o sentir nos transforme.

Porque às vezes, o maior milagre não é a cura,

mas a coragem de continuar mesmo sem ela.

O mal… é esquecer quem você é.


Eu virei a chave quando percebi que a verdadeira evolução começa dentro.
Quando entendi que o homem não cresce só quando vence,
mas quando aprende a se ouvir, se perdoar e se levantar.


Virar a chave é quando você entende que Deus habita em você.
Não é sobre religião. É sobre presença.
Olha pra você.
Olha de novo.
Diz um ‘bom dia’ pra Deus aí dentro —
e deixa Ele te guiar.


A vida muda quando o homem para de buscar aprovação
e começa a buscar propósito.
Quando ele entende que servir não é ser menor,
é ser grande o suficiente pra levantar outros.


Eu virei a chave quando percebi
que o meu valor não dependia do que o mundo via,
mas do que Deus via em mim.


— Purificação

Se o maior fã é um estranho,
E o maior crítico é um conhecido,
É porque o brilho que te guia
cega quem nunca aprendeu a acender o próprio.
Pra uns, você exagera.
Pra outros, você inspira.
O problema não é você —
É quem não entendeu que autenticidade não pede licença.


— Purificação

A projeção que virou espelho


Achei que te via,
mas o reflexo era meu.


Tuas palavras vinham de fora,
mas quem as moldava por dentro
era o que eu queria ouvir.


Todas as vezes que olhava o pôr do sol no horizonte,
na verdade, era uma projeção de nós dois
iluminando meu inconsciente.


Uma foto sua e se abria um álbum em minha frente,
histórias criadas e até roteiros feitos...


Projetei um enredo,
acreditei no roteiro que escrevi sozinho,
e, quando o silêncio chegou,
percebi que o eco não era ausência tua —
era excesso meu.


Criado por um, mas pertencente em silêncio a dois.
Nesse excesso, criei um mundo todo só nosso —
mas apenas eu tinha acesso.


Hoje olho com carinho todo esse sentimento.
Não acabou, na verdade, é apenas o primeiro dia
fora do nosso mundo encantado.


O que doeu não foi perder alguém,
foi perder o personagem que inventei.


Descobrir que o amor idealizado
tem o brilho exato do pôr do sol:
belo, mas breve,
e feito de despedida.


Observando tudo que criei e senti ao longo desse tempo,
me vejo como um belo arquiteto,
porém, um péssimo projetista —
criei estruturas lindas, dignas de um conto de fadas.


Hoje vejo de fora o “nosso mundo perfeito”,
sem saber o que você acharia dele de verdade.


Hoje entendo:
a decepção é só a luz acendendo no cinema,
mostrando que o filme era projeção.


E no escuro que fica depois,
a vida me convida a assistir de novo —
dessa vez, com os olhos abertos.


Das cenas que eu mais gosto são os créditos.
Pois mesmo sendo o único colaborador físico dessa criação,
todas as cores e formas são méritos seus.


Lhe agradeço por fazer tanto por mim.


Nunca haverá mágoas em um mundo onde nunca existiram
dois corações batendo acelerados
por compartilharem o mesmo sentimento.

Você já se pegou sendo várias coisas ao mesmo tempo?
Astronauta, médica, psiquiatra, professora de educação física e piloto de avião...
Poxa, eu tenho que escrever esses pensamentos - ah, claro, porque também pensei em ser escritora!


Sabe aquelas menininhas que tinham um diário e escreviam tudo o que viviam quando eram crianças?
Pois é, eu era uma delas.
E lá estavam, nos meus dias, todas as coisas que tinham acontecido comigo, para eu ler depois, em paz.


Acho que já era o terceiro diário, e eu ainda não tinha conseguido ler nenhuma folha.
Quando lia, às vezes nem me recordava de muitas das coisas que tinha vivido.
Sempre achei que eu tinha memória ruim.


Quando casei, pensei:
“Nossa... o que fazer com meus diários da adolescência?”
Aí resolvi jogá-los fora.
Mas por quê?
Por que esconder todos os meus segredos?


Caraca, estou lembrando de coisas que há muito tempo não lembrava.
Porque agora, na minha cabeça, não é mais piloto de avião e sim escritora.


Eu já passei por médica, advogada... e com 30 anos, essa menina ainda não consegue saber o que quer da vida.
Também, ela teve 18 anos de influência do pai, e depois disso, de outros homens.
Ela nunca pôde ser ela por ela mesma.


E neste momento, ao se ver sozinha, perdida, sem ninguém para direcionar o caminho, percebe:
agora é hora de andar com as próprias pernas.


E isso assusta.
Dá medo.
Medo de fracassar, medo de não conseguir, medo de não ter ninguém pra apoiar.


Ela sempre sentiu e sentia demais.
Se importava demais.
Queria demais ajudar as pessoas.
E fazia isso com gosto, porque o coração também vinha junto.


E quando ela pensa em realizar um sonho, percebe que o que quer, de verdade, é fazer diferença na vida das pessoas.
Esse é o propósito dela.


Mas com qual profissão isso vai acontecer?
Qual delas vai fazê-la feliz e plena, com o coração doendo de tanta felicidade, por se importar de verdade, por querer fazer o bem?


Só que, pra conseguir tudo isso, ela sabe:
precisa se esforçar.
Ser a melhor versão de si mesma.


Tornar-se... um “f***-se”.
Sim, um “f***-se”.
Porque dessa maneira, com dinheiro, com conhecimento — seja lá como for, vai poder ajudar as pessoas.


“Deus, é medicina? Sim, eu estou com medo de ser medicina.
E de chegar lá e não gostar.
De fazer isso só por fazer.
Isso está me assustando, Deus.”








29/08/2018 — 00h47
Karina Megiato

Tudo o que você precisa virá à tona.
Não há sombra que se sustente em meio à luz.


E o momento pede que nos movimentemos através do não julgamento.
É chegada a hora de tirar o amor incondicional da teoria e colocá-lo em prática.


Durante muito tempo da jornada, caímos na ilusão de que a autorrealização será alcançada quando os desejos do nosso ego forem saciados o que nos faz olhar apenas para nós mesmos e esquecer o bem maior.


A vida não tem um manual de instruções, mas o segredo é colocar-se no lugar do outro e entender que cada um tem a sua verdade, até conhecer outras verdades.


O não julgamento e a ausência de sensação de posse nos permitem abrir o coração e doar amor, mesmo enxergando as imperfeições, porque quem ama, ama o todo.
E quando você encontra o amor em quem ama, é gratificante.


Evoluir é bom, mas evoluir ao lado de quem nos preenche é ainda melhor.
Às vezes, só é necessário deixar o medo não nos vencer e o nosso ego, não nos consumir.










_KM_




13/12/2018 11:22
Karina Megiato

Ele: Por que você me ama?
Ela: Por que eu te amo?? 🤔


Te amo pelo homem incrível que você é,
por ver que meu menino cresceu,
por ver o quanto evoluiu nesses anos que passamos juntos.


Te amo pela admiração que tenho por você
e pelo seu potencial.
Sei que seu futuro será brilhante,
sei o quanto você é merecedor,
e quero poder apoiar e ajudar você a evoluir
e ter sempre o melhor pra sua vida.


Te amo porque você desnuda sua alma pra mim
e me deixa à vontade pra fazer o mesmo.
Te amo porque meu coração dói quando penso
no quanto gosto de você,
porém é um “aperto” gostoso de felicidade,
um abraço com o coração,
um sorriso largo que nunca encontra limites.


Te amo porque, mesmo sabendo que poderia estar em qualquer lugar,
o único lugar em que eu gostaria de estar é ao seu lado.


E mesmo conhecendo você nos seus piores momentos,
eu te amei tanto, que aprendi a amar até seus defeitos.


Eu amo quando, olhando nos seus olhos,
consigo ver a sua alma,
e quero poder cuidar de você
pelo resto das nossas vidas.


E, mesmo sabendo que não preciso de você pra ser feliz,
quero dividir minha felicidade com você.


Só quero saber se você também quer…
Quer casar comigo? 💍






16/07/18 — 00h52
Karina Megiato

Eu te amo porque você é o amor!
Você ouve as pessoas e se importa com elas.
Você se importa se elas vão se dar bem com as coisas que desejam.
Você se importa em ajudá-las a conseguir e conquistar o que querem.


Você é generoso.
Você é otimista.
Você não deixa ninguém se sentir para baixo.
Você fala a verdade.
Você é íntegro, justo e bom.


Trabalhador, busca perspectiva de futuro.
Deseja crescer, mas, acima de tudo, ama amar as pessoas —
e é isso que eu amo tanto em você.








24/06/18 — 21h45
Karina Megiato