Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Sempre te chamo de bonita mas bonita?
Você é princesa mais linda da minha Disney, teus olhos são como os de uma medusa me petrificam pra nunca parar de admirar, sua voz é melhor que o mel mais doce e puro de todo o mundo, seu corpo é perfeito mais é o que menos importa, sua personalidade é viva, cada vez que falo com você meu coração incendeia e acelera mais que um carro de corrida, espero que nossa relação dure 2 pra sempre, 4 sem fim, 6 mil milhões de anos, longe de você parece que algo falta, você é um quadro complexo com mais de 1000 detalhes e eu admiraria cada um
ENTÃO VOCÊ NÃO É BONITA, VOCÊ É PERFEITA
Uma flor me encanta
no jardim?
Sim,
mas nada como
ter você perto de mim.
A feeling came
and changed my mind,
— now it’s all right.
Je sens le climat changé,
maintenant je peux respirer.
⸻
O tempo passa
como a água…
Estou sempre
calma.
Essa poesia vai acabar
e você
não vai nem sonhar
que sem você
eu sou tudo,
e com você
eu sou nada.
Eu achava que, se morresse, tudo bem. A hora podia ser qualquer uma. Então conheci uma mulher e o mundo deixou de ser indiferente.
De repente quis ficar, com uma urgência que me esmagava e iluminava ao mesmo tempo. A ideia da morte deixou de ser teoria e virou um medo que me perseguia dia e noite, invadia os pensamentos e apertava o peito. Não saía da cabeça. Nunca me senti assim, aterrorizado e, ao mesmo tempo, desesperado para continuar vivendo.
E se ficar junto
Parece tanta loucura
Mas quando você fala meu coração bate rápido
Então me mostre você
Não terei medo
Vamos subir juntos
Sem temer a verdade
Que eu amo você
Não diga em palavras
Apenas olhe meus olhos
Brilham como nunca
Só você, só você os deixa assim
Mas por favor não acabe comigo.
Costurando Belchior
Você não sente nem vê mas eu não posso deixar de dizer meu amigo que uma nova mudança em breve vai acontecer, e o que era jovem e novo, hoje é antigo e precisamos todos rejuvenescer, até parece que foi ontem, minha mocidade. Apesar de termos feito tudo o que fizemos, Nós ainda somos os mesmos e vivemos, Como os Nossos Pais.
Amar e melhorar as coisas, me interessam mais.
Saia do meu caminho eu prefiro andar sozinho.
Deixem que eu decida a minha vida.
Não preciso que me digam de que lado nasce o sol, porque bate lá o meu coração.
O tempo andou mexendo com com a gente sim.
Não sou feliz mas não sou mudo, Hoje eu canto muito mais.
“A água é consciência em movimento. Ela não vê fronteiras, não reconhece rótulos, credos ou distinções. Silenciosa e sagrada, ela penetra o corpo do humilde e do poderoso com a mesma reverência. Desde o primeiro batimento do coração até o último suspiro, a água nos guia. É som, é memória, é cura. Quando partimos, é ela quem sobe aos céus como névoa, levando consigo um fragmento da nossa história vibracional."
Dra Zaika Capita
Jornada
No escuro viemos sozinhos.
Chegamos sem nada,
sem pudor, sem medos, sem malas.
Não temos marcas,
não temos dor,
nada.
Damos o primeiro passo
e conhecemos as cicatrizes:
o que é bom, o que é ruim,
as regras, diretrizes.
Passamos, corremos, lutamos,
caímos e levantamos.
Ambição, temor,
frio e calor.
Encontramos nesse turbilhão de informações
o amor vindo de inúmeras direções.
Com ele, a armadura que se usa
para previnir os danos.
Por fim partimos.
Agora com malas pesadas,
bagagens deixadas apenas como uma memória
para o acalento de quem ficou,
que já não nos pertence como foi outrora.
Agora? Escuro,
um frio cortante,
silencioso e barulhento
com nada mais do que as marcas
das guerras que travamos
Da corrida que inventamos
Partimos,
No escuro, vamos, sozinhos.
O amanhecer nasce, sem brilho ou luz,
A sombra me aquece, e a dor me conduz.
O céu está cinza, e a tristeza me invade,
E a vida segue, sem sentido, sem parade.
Deus, ou quem quer que seja,
Nos deu a vida, mas não pediu nossa opinião, não é?
Neste amanhecer, não há grande coisa,
Apenas mais um dia, sem alegria.
As montanhas estão lá, os rios fluem,
Mas não me dizem nada, e a dor não some.
Lembro-me de "perdoar setenta vezes sete",
Mas como posso perdoar, se a injustiça não se mete?
Os políticos prometem, mas não cumprem,
Roubam o nosso futuro, com mãos sujas e frias.
Falam de amor e paz, mas não praticam,
E eu fico aqui, sem paz, sem nada que me sacie.
Mas talvez um dia, as coisas mudem de fato,
E a justiça prevaleça, e a paz seja um contrato.
Talvez um dia, a verdade seja dita e vista,
E a esperança renasça, e a dor seja extinta.
A dor não me afundou — me ensinou a respirar.
Até o naufrágio me mostrou que é possível viver debaixo da dor sem morrer nela.
Não perdi paz, ganhei forma.
Porque a alma só se entende depois de se despedaçar.
E a dor… não me apagou.
Ela me acendeu — e fez da ferida, luz.
Fez das sombras, o lugar onde aprendi a brilhar.
—Purificação
Tudo o que me afundou, me ensinou a respirar.
A dor não veio pra me quebrar, veio pra me moldar.
Não perdi partes — encontrei formas.
Às vezes, é só quando a alma se despedaça que entende quem é.
Porque o que apaga o fraco, acende o forte.
E há feridas que não doem mais — iluminam.
—Purificação
O PESO DE EXISTIR
Quero mergulhar no âmago do que chamamos de vida.
Na dor da perda, na dor do fracasso, na dor do tempo que tudo consome. Qual é o sentido de continuar quando sabemos que cedo ou tarde tudo acabará? Por que esperar? Por que sofrer? Se o fim é certo, por que insistir em caminhar?
Por que abrir os olhos quando tudo dentro de nós grita para continuar dormindo?
Por que caminhar diante do inevitável, quando a estrada termina sempre no mesmo ponto?
Talvez viver seja apenas a coragem de abrir os olhos, mesmo quando não queremos.
Dizem que somos livres, mas que liberdade é essa, se apenas aceitamos o destino sem escolha?
Somos mortais e sabemos disso. Mas de que adianta lembrar da morte se esquecemos como viver?
Viver... Talvez seja apenas colecionar fragmentos de felicidade, instantes breves que logo se desfazem.
“Viver” é buscar incessantemente esses momentos, mesmo sabendo que acabam num sopro.
Onde estamos? De onde viemos? Para onde iremos? São tantas perguntas para poucas respostas.
Diante da imensidão do universo somos nada mais do que um grão de areia perdido ao vento.
Se ao final nada restará, por que damos tanta importância ao que é pequeno? Eu sou só mais um, assim como você, e um dia, não estaremos mais aqui.
Existe uma linha tênue entre a solidão e a solitude.
Até onde suportamos estar sós? No silêncio há o prazer e a liberdade de ser completo em si, mas também a dor e o vazio de quem falta.
O mesmo sentimento que nos liberta é aquele que, às vezes, nos rasga a alma.
Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?
Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?
Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.
Ilusão.
O tempo não cura.
Ele apenas continua.
Indiferente ao seu destino.
Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.
Manifesto ao Amor
Amor… eu nunca entendi direito como as pessoas podem chegar ao seu limite na vida por conta de um sentimento tão natural. Pelo menos, era o que antes faziam. No mundo de hoje, com tanta maldade exposta, com tanto julgamento e ignorância, esse sentimento que era para ser tão puro e natural se tornou algo raro. Ninguém mais faz loucuras por amor, ninguém mais se arrisca por alguém que ama. Mas por quê?
Acredito que o amor é a única prova da vida. Sem o amor no mundo, só sobraria ruindade e solidão, medo, culpa, mágoa… Hoje, estender a mão a um amigo que ama é errado. Hoje, largar uma faculdade de Medicina por amor à música é vergonhoso. Hoje, amar é culposo.
Mas triste é aquele que não ama. Alma que não sabe amar e nem ser amada chora, derrama-se em vazio e solidão. Vaga no corpo e na terra em busca de um sorriso que lhe aqueça como o sol. Seria então um adoecer de felicidade e paixão.
Amor não pode ser definido em algo ruim, nem jamais ser descrito como tal. O amor é o espelho do divino que anda sobre nós. Todos carregamos na alma a luz daquele que nos rege; o que a esconde de nossa realidade é a dor. A dor das dificuldades da vida e do caminho que foi tão mal percorrido.
Mas a cura sempre será o amor. O amor é a chave para a cura da alma e para a esperança do coração. Alívio da mente.
Por favor, me escute. Atenda meus anseios quando falo de um sentimento tão profundo. Note que não é somente uma palavra forte. Dê-se a chance de senti-lo. Sinta com a alma todos os momentos da vida. Entregue para o vento e as águas aquilo que mata. E deixe que eles levem toda sua culpa. Quando voltarem, trarão aquilo que se tem mais valor na vida: o amor.
Se deixe ir embora, vá para longe e volte quando quiser. Viva a cada suspiro e morra a cada dor. Mas assim, renasça para todas as suas curas.
Por favor, ame.
Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?
Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?
Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.
Ilusão.
O tempo não cura.
Ele apenas continua.
Indiferente ao seu destino.
Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.
Dizem que somos livres, mas que liberdade é essa, se apenas aceitamos o destino sem escolha?
Somos mortais e sabemos disso. Mas de que adianta lembrar da morte se esquecemos como viver?
Viver... Talvez seja apenas colecionar fragmentos de felicidade, instantes breves que logo se desfazem.
“Viver” é buscar incessantemente esses momentos, mesmo sabendo que acabam num sopro.
Onde estamos? De onde viemos? Para onde iremos? São tantas perguntas para poucas respostas.
Diante da imensidão do universo somos nada mais do que um grão de areia perdido ao vento.
Se ao final nada restará, por que damos tanta importância ao que é pequeno? Eu sou só mais um, assim como você, e um dia, não estaremos mais aqui.
O trabalho danifica o homem
Não, você não leu errado, o título dessa crônica está correto. Brinquei com um ditado popular que todo mundo conhece, até confesso que concordo com ele até certo ponto, mas existem as entrelinhas e são nelas que mora o problema.
Ninguém é maluco aqui de invalidar as benesses que o trabalho nos proporciona, na verdade os frutos do trabalho, todo mundo precisa comer, se vestir, se divertir e ter uma vida digna. Porém, há coisas obscuras, mas nem tão obscuras, elas estão “na cara” como falam por aí. Sensações que todos possuem, mas que mantemos guardadas porque o status quo não vê com bons olhos quem reclama, quem fraqueja, quem admite suas limitações.
De tanto trabalhar para ganhar a vida estamos perdendo a vida para o trabalho, jornadas extenuantes e esgotamento tomam conta de nós. Um nome chique para algo hediondo “Burnout” que em bom português significa que o seu trabalho está te mantando.
Cansaço, irritação, desmotivação e estresse crônico são alguns dos sintomas desse mal que assola muitos trabalhadores. No início a pessoa acredita que é foi só uma preguicinha que lhe acometeu, uma indisposição. Mas, como uma bola de neve a situação aumenta e fica insustentável, nosso corpo pede socorro.
Eu sempre brinco e digo “a espécie humana foi feita para catar umas frutinhas, comer e depois tirar um longo cochilo seguido de um banho de igarapé”. Nosso corpo clama para que voltemos a nossa origem.
Aprendi cedo demais que algumas respostas
Se perdem no horizonte antes de serem dados,
E que um coração devorado pela indecisão
Só encontra alívio no silêncio do abandono.
Fiz promessas a mim mesmo que nunca cumpri,
Palavras penduradas no ar como roupas molhadas,
Ecoando como feridas não cicatrizadas,
E os ecos do passado aprisionam minha vida.
Carrego a noite inteira no peito,
Um mar de incertezas onde afundo sem saber nadar,
E o medo se torna âncora a me puxar para o fundo,
Enquanto a esperança se desfaz em mudo pesar.
Talvez o sol tenha passado por aqui,
Mas não deixou rastro de calor nem cor,
E eu sigo vivendo de penumbra constante,
Até cansar de esperar por luz e perder o sabor.
A Árvore Que Caiu na Rua de Olavo Bilac
Na esquina da Rua Olavo Bilac
morava uma árvore sem pressa.
Tinha quase meio século de existência,
galhos como braços de mãe,
sombra de abrigo,
e folhas que falavam com o vento
em língua de antigamente.
Os meninos a escalavam
como quem sobe a infância,
os velhos se encostavam nela
como quem repousa a memória.
Pardais faziam festa entre seus ramos,
e um sabiá cantava no fim da tarde,
pontualmente, como um sino natural.
Mas vieram os homens.
Sem nome, sem rosto.
Vieram à noite,
no dia 31 de dezembro de 2024,
quando a cidade brindava o novo ano
sem saber que perdia o que era eterno.
Vieram com motosserras
e um caminhão grande
para levar as galhadas
como quem apaga um traço da história.
Destruíam um legado inteiro
ambiental, urbanístico, afetivo
quando a polícia chegou.
Foi flagrante.
Foram presos.
Mas o crime já estava consumado.
A árvore símbolo de resistência,
de paz, de memória
jazia no chão.
Na rua que leva o nome de Bilac,
poeta da pátria e da civilidade,
a pátria verde tombou
sem discurso,
sem flor,
sem justiça.
As crianças acordaram sem sombra.
O sabiá partiu em silêncio.
E o novo ano nasceu mais seco,
mais quente, mais triste.
No lugar da árvore,
ficou o vazio
e uma placa: Estacionamento.
A MÍSTICA DAS FOLHAS 🍃
...
Horizontes desconhecidos
A imagem da alma
Um ser tão simples
Que mesmo ao chão
Conheceu a beleza de ser casa
...
A beleza dos ciclos
Tempo de plantar, cultivar e colher
Une o natural ao místico
Croton, camedorea, dracenas
Cultivar & guardar.
✨️
Livro: A mística das folhas. 🍃
TRAZ O "CALE-SE" DE VOLTA, PAI!
PAI, lembra daquele “cale-se” que pedimos para o Senhor afastar?
Pois bem...
traz de volta.
Perdão, Senhor — mas éramos nós no ventre de 64.
Estávamos errados, e cometemos crimes:
confessamos no quarto.
E naquele tempo, Chico sussurrou “Apesar de Você”,
e Vandré caminhou com flores.
Mas aquele pedido — afasta de mim —
era fruto da nossa guerra, das nossas dores.
Então o Senhor enviou Elis,
que com “O Bêbado e a Equilibrista”,
cantou profeticamente sobre
a continuidade do “show de todo artista”.
E pronto:
a anistia de 79 abriu as portas
para o fim do exílio.
Assim, Pai,
o Senhor refez a nossa cultura
se reerguer com brilho.
E a nossa música,
nossas novelas,
nossos jornalistas
e até nossos presidentes —
a MPB que nasceu do grito preso,
hoje é reconhecida mundialmente.
Mas Pai, no verso belo,
há um sentimento torto: o rancor.
Porque nessa história em que a luta canta,
sempre fica uma marca: a dor.
Eu sei que estou errado,
mas Pai...
por que fizeste retornar essa história?
Ou queres me curar,
reavivar a minha memória?
Hoje, dizem que o ar pesa outra vez —
prisões sem razão,
bocas amordaçadas:
injustiça e palidez.
A questão é que não é mais com a nossa gente,
é com a galera inimiga.
Se eles têm seus direitos escondidos na sombra,
que façam uma nova cantiga.
Eles querem saber onde está
o remédio de 79 —
a grande anistia
que soltou nossas vozes.
Mas Pai,
eles não têm Caetano nem Gilberto Gil,
não vestem o mesmo manto vermelho.
Como ousam se comparar a nós,
como se o Brasil estivesse
se olhando no espelho?
Ó Pai,
eu sei que é confuso ensinar o povo,
cantar em coro,
pedindo para afastar a bota.
Mas como não é mais sobre nós...
o Senhor pode trazer de volta?
Confesso, Pai — é um erro.
Há veneno no meu canto.
Eu, que bebi da anistia,
hoje aponto o dedo
para meu irmão,
rindo do seu pranto.
Nós, que gritamos por liberdade,
que choramos sob o jugo do medo,
agora negamos aos outros
o que nos salvou:
o perdão, nosso enredo.
Traga o "cale-se", Pai,
mas não pra mim, que já sei da ferida.
Mande-o aos meus adversários,
dê-lhes uma lição de vida.
Que o peso da mordaça esteja sobre eles,
que não sejam perdoados.
E não nos cure, Pai,
da hipocrisia, do orgulho cego,
do ódio inflamado.
Mas o Senhor, em silêncio, apenas sopra:
“Filho, o "cale-se" que pediste para entregar ao seu irmão, é o mesmo que te prendeu e te humilhou com a bota. Só mudou a cor do vinho, a roupa e a rota.”
-------------------------------------
E então,compreendi, Pai—
o eco da censura não tem lado;
ele veste qualquer farda,
qualquer verbo inflamado.
O perdão que negamos hoje,
volta em forma de espelho,
refletindo o mesmo medo,
o mesmo velho conselho:
quem cala o outro, cala a si mesmo no futuro.
Pai... agora entendo:
o "cale-se" não é escudo — é muro.
Por isso, então
não o traga de volta,
nem o deixe se perder.
Ensina-nos a falar da nossa história,
mas também a escutar e a compreender.
Que da dor então, nasça memória,
que da discórdia, venha união,
e que o canto que um dia nos libertou, liberte outra geração.
Amém, Pai.
E que a voz que um dia tremeu na noite
hoje cante —
sem pedir permissão.
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