Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

A vida é a vida
um dia se brinca e no outro não
um dia se bate e no outro não
um dia se quer crescer e no outro não
um dia se sente amor e no outro não
um dia se quer morre e no outro quer viver
um dia se confia e no outro desconfia
um dia se mata e no outro vc morre
um dia está triste e no outro está feliz
um dia se pensa na pessoa 24hrs e no outro nem lembra dela
um dia está brincando na rua e no outro está se matando no trabalho
um dia fica feliz por causa de alguém q nasceu e no outro está triste
e essa é a vida, a bela mais triste...

"Tambor de Mina do Maranhão e Seus Encantos"
Por Prof. Esp Fernando Luis



O Tambor de Mina é mais do que uma expressão musical; é um verdadeiro coração pulsante da cultura maranhense, que ecoa nas ruas de São Luís e nas almas de seu povo. Essa tradição, que une música, dança e espiritualidade, carrega consigo a rica herança afro-brasileira, refletindo a diversidade e a resiliência de um povo que celebra suas raízes.


No centro dessa história, encontramos figuras icônicas que moldaram e continuam a moldar o Tambor de Mina. Jorge Babalaô, com sua Casa de Iemanjá, foi um dos grandes mestres que dedicou sua vida ao ensinamento e à preservação dessa cultura. Seu legado é sentido até hoje, reverberando nas vozes de seus seguidores e na prática religiosa que ele tão bem representou. Pai Jorge foi mais do que um sacerdote; ele foi um guardião da sabedoria ancestral, cuja influência se estende muito além de sua passagem.


Hoje, Wender Pinheiro, conhecido como Obajedô, assume essa responsabilidade com um carinho e uma devoção admiráveis. Sacerdote do Ilê Axé Oba Yzoo e iniciado no tambor há mais de 21 anos sob a orientação de Pai Jorge, Wender traz consigo um vasto conhecimento acumulado ao longo dos anos. Ele não é apenas um praticante, mas um verdadeiro instrumentador da cultura, unindo o sagrado ao cotidiano, e promovendo uma conexão profunda entre as gerações.


O Tambor de Mina, com suas batidas envolventes e danças vibrantes, é um convite para a comunidade se reunir. É um espaço onde as pessoas se conhecem, compartilham histórias e se conectam com suas ancestrais. Em cada celebração, a energia coletiva se eleva, criando um ambiente de amor, respeito e alegria. Os rituais são momentos de encantamento, onde a ancestralidade é exaltada e a identidade afro-brasileira é reafirmada.


Wender, em sua posição como líder, traz à tona a importância da tradição em um mundo que muitas vezes tenta desviar o olhar das raízes culturais. Ele tem a missão de manter viva a chama do Tambor de Mina, não apenas como um rito religioso, mas como uma forma de resistência cultural. Sua atuação vai além dos templos; ele se envolve na comunidade, promovendo eventos que celebram a cultura e educam as novas gerações sobre sua importância.


Através do Tambor de Mina, o Maranhão se apresenta ao mundo como um mosaico de ritmos, cores e histórias. É um testemunho do poder da cultura em unir as pessoas e fortalecer laços. À medida que o tambor ecoa, ele nos lembra que, independentemente dos desafios, a riqueza cultural é um legado que deve ser celebrado e perpetuado.


Em suma, o Tambor de Mina do Maranhão é um verdadeiro tesouro que, através de mestres como Jorge Babalaô e Wender Pinheiro, continua a encantar e a inspirar. A cada batida, a tradição se renova, garantindo que os encantos do passado permaneçam vivos e vibrantes no presente, enriquecendo ainda mais a diversidade cultural da capital maranhense e de todo o Brasil.

A Lapidação das Almas


Cada ser humano é uma pedra bruta.
Uns nascem como diamantes escondidos no carvão, outros como esmeraldas com rachaduras que contam histórias. Nenhum nasce pronto. Nenhum nasce polido.


A vida é o lapidador.
E cada golpe, cada perda, cada recomeço é uma passada do disco que remove as arestas.
Dói, sim. Mas é na dor que o brilho nasce.
É no atrito que a alma aprende a refletir luz.


Tem gente que brilha rápido. Tem gente que demora um pouco mais.
Mas brilho verdadeiro não é só reflexo — é resistência.
A pedra que suporta o processo sem se quebrar é a que mais vale.


Agora, tem algo que o mundo ainda precisa entender:
No mercado das pedras, o valor muda conforme a cor.
Na vida também.
Quantas vezes nossa cor, nosso jeito, nossa origem fazem o mundo tentar colocar preço onde devia haver respeito?


Mas a verdade é que cor nenhuma diminui brilho algum.
O brilho é interno. É alma. É essência.
E nenhuma mão humana pode apagar o reflexo de quem foi lapidado por dentro.


Somos pedras raras, moldadas pelo tempo, polidas pela dor e destinadas a refletir a luz que um dia tentaram apagar.
Uns tentarão nos comparar, mas o lapidador sabe:
não existe brilho igual — existe brilho verdadeiro.


E talvez ser lapidado doa, mas permanecer bruto custa o brilho que o mundo precisava ver.


ReflexãoDaAlma LapidaçãoHumana EngenhariaDaAlma BrilhoInterior




—Purificação

Te desejo um dia abençoado e todo bonito,
daqueles em que o coração acorda leve
e a alma parece flor recém-aberta no jardim da fé.
Que cada passo seja guiado pela paz,
cada pensamento guiado no cuidado de Deus,
e cada instante traga um motivo novo pra agradecer.
Que a esperança floresça mesmo sem motivo,
que o amor se renove nas pequenas coisas,
e que a graça do Senhor te alcance
em tudo o que teus olhos tocarem hoje.
Que seja um dia de sorrisos sinceros,
abraços que acalmam e ventos que trazem boas notícias.
Um dia em que você olha para o céu
e sente Deus sorrindo de volta,
como quem diz baixinho:
“Eu estou contigo, sempre.”


- Joelma S Souza

Redias


Eu não sou que nem você.
Eu não consigo ser assim.
Eu não posso aceitar tudo
como você —
sem questionar,
sem bater o pé.


Essa vida não é pra mim.
Você apenas aceita,
aceita,
e aceita…
e nada mais.


Eu sou diferente.
Sou mais que isso.


Odeio a sensação de não escolher o que quero,
de conviver com a verdade de outro
na minha vida,
de viver algo que não escolhi
porque alguém por aí
achou saber o que seria melhor pra mim.


Mas eu sei.
Apenas eu sei
o que é melhor pra mim.


Se eu me arrepender, tudo bem —
eu escolhi isso.
Escolhi cair,
escolhi o caminho mais difícil,
até escolhi a pessoa errada.


Mas eu decidi.
Tomei rédia da minha própria,
única vida.


E no final do dia,
eu durmo em paz.
Porque posso afirmar:
foi escolha minha,
para mim⁠


Mimira (^w^)

O meu maior presente é ver você feliz, pois não há tesouro no mundo que se compare à alegria de quem amamos.
​Gratidão por você existir e por ter percorrido este caminho até mim.
​Que a luz divina ilumine sua jornada, para que em todos os meus aniversários e dias, você esteja ao meu lado, com vida plena, saúde e serenidade.
​Meu amor por você é eterno!

Eu apenas eu

Eu já fui humano um dia
Queria ser feliz
Hoje não me faz sentido
O que um dia eu quis


Fui alguem que sentia
Que expunha o coração
Em forma de poema
Sem entar em contadição


Tinha ideias invadoras
A respeito de relações
Pego me um dia
Enrrolado em contradições


Não importa as palavras
Eu só quero paz
O mundo vai te engolir
Não importa o que você faz


Só para elucidar
E apenas formas de me proteger
Não sou revoltado com o mundo
Só não quero me constranger


Pensando mais profundo
Com a atual legislação
Nao creio esse mundo
Seja luga pra eu viver

O Artesão do Universo


Meu pai é o artesão do universo, o mestre que teceu as maravilhas que habitam nossa terra. Cada flor, desde a mais humilde violeta até a grandiosa rosa, é uma obra de arte criada por suas mãos. Entre elas, as margaridas se destacam, com suas pétalas brancas perfeitas como raios de sol congelados em forma de flor. O brilho das estrelas que ilumina o céu noturno é o reflexo do amor infinito que ele tem por sua criação, um espetáculo que nos lembra de sua presença mesmo nas horas mais escuras.


As profundezas dos oceanos são um mistério majestoso, com criaturas de cores e formas inimagináveis, dançando nas correntes marinhas como se fossem guiadas por uma sinfonia invisível. É lá que as baleias entoam seus cânticos melódicos, ecos que ressoam nas profundezas como hinos angelicais, tocando nossos corações e nos conectando ao coração do oceano.


O pôr do sol é uma pintura viva, com tons de laranja, rosa e dourado que transformam o céu em um mosaico brilhante. Cada tarde se despede com um espetáculo de cores, iluminando o horizonte e nos lembrando da beleza efêmera de cada dia. No céu, as aves planam graciosamente, desenhando padrões invisíveis com seus voos. As borboletas, com suas asas vibrantes e delicadas, flutuam de flor em flor, como pequenas faíscas de cor que trazem alegria aos nossos olhos.


Meu pai, em sua infinita sabedoria, também criou a diversidade dos animais terrestres, cada espécie com sua própria beleza e propósito. Desde os leões majestosos que rugem nas savanas até os pequenos insetos que trabalham incessantemente, cada criatura é uma peça vital no grande quebra-cabeça da vida.


Os rostos e cores da humanidade são outro testemunho de sua genialidade. Cada pessoa é uma expressão única de sua criatividade, com histórias, culturas e sonhos que enriquecem nosso mundo. A cor do arco-íris, com seu espectro radiante, é a promessa eterna de que ele está sempre conosco, uma aliança de luz que atravessa os céus e toca nossos corações.


Em tudo que vejo, em cada detalhe da criação, sinto a presença de meu pai. Ele foi perfeito em tudo que criou aqui na terra, e sua obra é um constante lembrete do amor e da beleza que nos cerca. As maravilhas do universo, desde o menor grão de areia até a vastidão das galáxias, são testemunhas silenciosas da grandeza de sua criação. E eu, humilde observador, sou eternamente grato por cada maravilha que ele fez.

O Haka da Terra na cop 30


O grito que vem da Nova Zelândia ecoa no mundo.
É o haka, voz antiga do povo Māori,
que atravessa oceanos e chega até Belém,
trazendo o mesmo pedido que a floresta faz em silêncio:
respeitem a Terra.


O haka não é apenas uma dança.
É o coração pulsando no corpo do povo.
É o som da alma quando o homem lembra que também é natureza.
Cada batida no peito é um trovão chamando à consciência.
Cada olhar feroz é um espelho, perguntando:
O que você tem feito pela vida que te sustenta?


Na COP30, esse grito se transforma em símbolo.
Símbolo da resistência dos povos que nunca deixaram de ouvir a voz da Terra.
Símbolo da união entre culturas que sabem que o planeta não é propriedade —
é mãe, é lar, é vida em movimento.


O haka é o despertar.
É o rugido da floresta, o choro dos rios,
o sopro dos ventos pedindo respeito.
É o lembrete de que somos filhos do mesmo chão
e que lutar por ele é lutar por nós.


Hoje, o haka ecoa em Belém.
Ecoa nas ruas, nas vozes, nos corações.
E cada batida de pé no solo é uma promessa:
a Terra viverá — porque nós decidimos lutar com ela.

AÇÃO FORJA O DESTINO.
ESFORÇO ESCULPE A VITÓRIA.
O sucesso não é herança.
Não é sorte.
Não é espera.
É conquista diária,
meritocracia em movimento,
proatividade que não pede licença.
Quem age antes do sinal,
Quem sua antes do aplauso,
Quem persiste quando ninguém vê...
Esse merece.
Esse recebe.
Esse domina.
TRABALHE COMO SE O FUTURO FOSSE HOJE.
Porque ele é.

Os pensamentos são como as flores, delicados e preciosos. Aqueles que apanhamos de manhã, com a mente fresca e o coração aberto, podem se manter viçosos e inspiradores ao longo do dia.


Que possamos cultivar pensamentos positivos e belos, regando-os com gratidão e fé, para que eles floresçam e nos tragam alegria e paz! 🌻

Na liberdade democrática, reconhece-se às pessoas o direito de se expressarem livremente; contudo, impõe-se-lhes, simultaneamente, o dever de saber escutar os outros. Exercer a liberdade sem permitir que os demais igualmente a exerçam constitui traço característico dos regimes ditatoriais.


Huambo, 11 de Novembro de 2025

DIA MUNDIAL DA GENTILEZA


O ser humano traz consigo
A mais sublime riqueza
Sabe estender às mãos
Essa é a maior grandeza
Tratar com humildade
Sempre gera gentileza.


Ser gentil é qualidade
Faz bem só coração
Dizer muito obrigado
Se chama consideração
Ser gentil faz tanto bem
Faz parte da educação


Um sorriso engrandece
Importante pedir licença
Distribuir gentileza
Sem precisar cobrança
É algo que se aprende
Desde o tempo de criança.


Então seja sempre gentil
Com amigo, com a vizinhança
Esqueça a arrogância
Valorize essa mudança
Fazer a nossa parte
A gentileza se alcança.


Irá Rodrigues

Adoção:
“A vida é feita de fases, e nem todas são fáceis.
Há dias em que a dor parece mais forte que o amor, e o silêncio parece maior que a esperança.
Mas é justamente nessas fases que Deus prepara reencontros — como o da adoção, que transforma solidão em família e lágrimas em novos começos.
Porque adotar é reescrever o destino com amor, mesmo depois de ter chorado o impossível.”

Eu queria muito, mas muito mesmo, que você sentisse o mesmo.
Eu queria muito, mas muito mesmo, entender o porquê de você simplesmente ter parado de sentir aquilo que parecia no começo.
Eu queria muito, mas muito mesmo, ao menos entender tudo isso e o porquê de ter acontecido da maneira que aconteceu.
Eu queria muito, mas muito mesmo, entender o que foi que eu fiz de errado — qual foi a palavra que eu disse, ou qual o segundo atrasado que eu errei.
Eu queria muito, mas muito mesmo, que você me amasse como disse no início — não como amigos, mas como um casal.
Eu queria muito, mas muito mesmo, te entender e te ter. Eu só queria, mas muito mesmo, que você aceitasse ser amada em voz alta por mim.
Eu queria não querer te querer. E, no fundo, eu queria — mas queria muito mesmo.

Somente ele

Ninguém tem o direito de dizer que um católico ou de outra religião foi para o inferno! A salvação é pele fé em Jesus Cristo e não por qualquer religião! No fundo quem julga depois da morte é Jesus Cristo! Não somos nós a decretar o destino dos homens após a morte!

Nem religião católica, evangélica ou qualquer outra salva o homem! O que salva o homem é um novo nascimento! E quem tem o direito de julgar após a morte é Jesus Cristo. Nós humanos não temos o direito de enviar para o inferno após a morte alguém! Somente ele pode fazer isso!

No tempo da escravidão corrente e cadeado no pescoço
hoje em dia a escravidão continua
acordo bem cedo para ir ao trabalho
do trabalho para casa
da casa ao trabalho


bem-vindo à nova realidade da escravidão
pois é, ela acabou
só que agora sem chicotada nas costas
sem marcas no braço
a marca é no cansaço


noite após dia
dia após noite
tudo isso para ganhar
menos de um salário mínimo


pois é
essa é a escravidão
nos dias de hoje

A Pressa Que Está Engolindo a Vida.

Os adolescentes querem ser adultos.
Os adultos querem voltar a ser jovens.
E no meio dessa confusão de desejos, a vida passa — rápida, rasa, silenciosa.

Os jovens correm para serem independentes, mas não sabem que junto com a liberdade vem a cobrança, o cansaço, a responsabilidade que pesa.
Os adultos fogem das responsabilidades fingindo juventude, tentando apagar rugas que não estão no rosto, mas na alma.

Enquanto isso, a internet dita as horas, rouba conversas, interrompe jantares, apaga olhares.
Famílias inteiras vivendo na mesma casa e em mundos diferentes.
Os filhos crescendo sem testemunhas.
Os adultos envelhecendo sem perceber.

Estamos todos acelerados, desconectados do que importa e ligados ao que não significa nada.

A verdade é simples e dura:
**ninguém está vivendo o agora.**

Mas a vida não espera.
O tempo não devolve.
A infância não repete.
A juventude não renova.
A maturidade não recomeça.

Um dia, quando a correria parar — e ela sempre para — vamos olhar para trás e perceber que aquilo que queríamos estava exatamente no momento que ignoramos.
E aí vem o golpe: **não dá para voltar.**

Por isso, antes que a vida vire lembrança, antes que as pessoas virem saudade, antes que o tempo vire arrependimento…

**desliga o mundo, olha nos olhos de quem você ama, respira o instante.**

Porque no fim, o que salva não é ter sido jovem ou ter sido adulto.
**O que salva é ter sido presente.

✨35-36 ( Transição de idade)

Carta aberta.

Quando sentir se tornou meu ponto de virada.

Todo ano eu me prometia recomeçar. Me prometia cuidar mais de mim, prestar atenção no que eu sentia, mudar o que precisava ser mudado. E, ainda assim,

o tempo passou… anos passaram… até que, finalmente, eu me enxerguei.
Logo eu, que sempre me achei tão atenta, tão pronta para resolver qualquer situação que surgisse — desde que não fosse dentro de mim.

Porque para o outro sempre foi fácil.
A palavra saia rápida, certeira, quase automática.
A gente fala, aconselha, acolhe… e acredita que isso basta. E, para o outro, basta mesmo.
Mas quando se trata de nós… ah, aí tudo pesa diferente.

Com a gente própria, a cobrança vira eco.
“Você precisa emagrecer.”
“Você precisa mudar.”
“Você precisa melhorar seus hábitos.”
E essas frases, sem sentimento, viram só barulho. Viram vento.

O difícil nunca foi saber o que fazer.
O difícil sempre foi sentir.
Sentir a dor, o incômodo, a verdade crua.
Mas também sentir orgulho, força, vitória.
Porque é quando a gente sente de verdade que a gente se posiciona.
É quando a gente decide sair do piloto automático e tomar de volta as rédeas da própria vida.

O meu ano 35 foi exatamente isso: um encontro comigo.
Confesso — vivi o que muitos chamam de crise da meia-idade.
Eu chamaria de transição.
Chegaram os questionamentos, as reflexões, as inquietações, as rupturas… e, principalmente, as mudanças internas.

Aquelas que ninguém vê, mas que transformam tudo.

Hoje, olhando para mim com mais honestidade e carinho, reconheço o quanto precisei quebrar para entender minhas peças. O quanto precisei me ouvir. O quanto precisei sentir para, enfim, começar a me reconstruir.

E se tem algo que aprendi, é que o recomeço não mora no calendário.

Mora na coragem.

E essa, eu descobri que eu tenho — e sempre tive.

Cuidar da minha saúde foi meu maior ato de amor próprio.

Perdi 26 quilos, mas o que realmente perdi foram os medos, os hábitos que me prendiam, as versões minhas que já não cabiam mais.

E tudo isso começou por onde todo mundo deveria começar: pela mente.

E como a vida gosta de recompensar quem se reencontra, ganhei meu maior presente:

A minha bebê, que em breve vai chegar trazendo mais luz, mais propósito e ainda mais alegria para os meus dias.

Hoje, finalmente, posso dizer:
eu recomecei.
E dessa vez, por mim.

Anely Sofia 2025.

Porque a vida é uma mentirosa: sorri para nós enquanto prepara, em um silêncio cruel, sua fatal armadilha. Faz-nos crer na eternidade, nos laços, na permanência, no amor.
Mas no fim… nascemos para sermos deixados. Para sermos atropelados por promessas não cumpridas. Para sermos assassinados pelas mãos frias do tempo que, sorrateiramente, nos vigia

[…]
A vida é quem mata, com crueldade, com prazer, com pretensão.
E o pior?
É que ainda a chamamos de um magno milagre.