Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Não é só uma questão de bons hábitos ou de responsabilidade comportamental;


Mas sempre que você inicia o dia dando prioridades ao que realmente deseja na vida!?


O universo e as forças espirituais, começam a enxergar o quanto você está determinado no seu propósito de vida.


Às realizações acontecem com mais frequência desta forma.

Às vezes eu finjo entender o sentido da vida, repito para mim mesmo que tudo é passageiro, que o agora é tudo o que existe.

Mas, no silêncio da noite, a mente me trai.

Começo a pensar nas escolhas que não fiz, nas palavras que calei, nos caminhos que abandonei.

E percebo que, mesmo aceitando quem me tornei, ainda há uma parte de mim que sente falta do que nunca aconteceu.

117- VELHA MESA

POR: José Luiz Mak.

Sobre a mesa velha, marcada e surrada pelo trabalho duro venho escrevendo, tranco as portas e janelas para que nem o vento toque o meu pensamento, frases aprecem do nada, de coisas da vida e coisas marcadas, invadem minha mente como se fosse semente, gera em meu pensamento em algum momento, momentos lembrados e até sonhados, dos dias que vivi de quando nasci, hoje escrevo aqui em cima de ti versos e poemas dos velhos amigos de tempos esquecidos, os verdadeiros guardo comigo,

Minha velha mesa, fico entre dias e noites deitado em seu corpo, pelo vão da janela vou espiando o tempo passar, assim como o vento que chora no cume da montanha, de lágrimas de chuva que escorrem pelas fendas alargadas pelo tempo banhando a relva, inundando de fúria o campo, levam embora a beleza das flores, dos sonhos e dos amores.

Velha mesa, quanto já sentiu as palavras que escrevi, aquelas que menti, velha mesa que sustenta meus punhos e o caderno de folhas macias, descansa o lápis companheiro de tantas poesias, velha amiga já foi testemunha dos meus versos e minhas palavras, foste a parceira, aturou minha teimosia, minha tristeza, as lágrimas e minha alegria,

Ohh velha amiga, quanto temos para contar, quanto ainda para declamar, falaremos sobre o céu a água e o mar, do menino que corre no tempo, das flores do jardim, dos amores, da vida e também de mim, falaremos deste lampião na mesa que ilumina com muita fraqueza, do cheiro da tua idade de madeira nobre e o da pobreza,

Minha velha mesa, janelas abertas, sente o vento forte que vem do norte, vem deitando palmeira, a grama rasteira e até capoeira, recebe as frutas do dia, a pequena toalha e a velha bacia, minha velha companheira, já é fraca tua madeira, os pés já não te sustentam, pregos enferrujados, foram anos ao meu lado, mas sinto que por baixo do meu caderno não mais estará, agradeço pelos sonhos emprestados e os serviços prestados,

Ahh velha amiga, só de pensar dá um frio na barriga, minha companheira, a dor da despedida ao vê-la naquela fogueira, eu lhe garanto velha amiga não será esquecida.

10 - TAÇAS DE VINHO

POR: José Luiz Mak.

A luz que me dá a vida e me faz feliz é a beleza do seu sorriso, sua pele rosada e o brilho dos seus olhos me fascinam, o suave beijo em seus lábios e o aroma do teu perfume me embriagam de paixão, o som do silêncio me envolve em pensamentos ardilosos, a busca incessante de seu corpo em noites frias me transformam em poesia.

O som dos cristais na varanda anunciam o vento trazendo felicidade, a brisa entrando pela janela nos traz arrepios insinuantes, vontades e gestos perfeitos próximos a lareira, roupas jogadas se misturam, taças de vinho deitadas ao chão, tudo tão incerto.

Tempestades de sonhos invadem meus pensamentos, teu corpo envolvido em minha camisa molhada, cabelos totalmente descontrolados, confesso que sua voz me chama com paixão, pedindo para ficar, confesso que por segundos fui feliz.

Não importa agora, tentei te ouvir, tentei falar, tá tudo tão incerto, não importa se é um sonho, as janelas se fecham, os olhos já marcados pelas lágrimas, tentei te roubar pra mim, você mexe com minha vida, te amei mais que a mim, sonhei eu sei, mas a lareira ainda está acesa, as taças ainda nos esperam.

125- CALLIANDRA

POR: José Luiz Mak.

Todas as manhãs calliandra rosa me dá bom dia,

Vasta beleza que encanta no seu arbusto empenhado,

No colo da natureza, com sua destreza vai florindo o meu serrado,

Primavera ou verão, resiste na imensidão, perpétua por natureza,

Perenes ao tempo, seus encantos por todos os cantos,

Chora nas margens dos rios a beleza em fios, um toque de pureza,

Suaves pétalas em finíssima delicadeza, bailarina do serrado,

Musa das flores envolve seus amores, de enfeite ou de ramalhete,

Banhada pela luz do luar adormece sem fechar, com charme felpudo,

Vai enfeitando com graça o meu jardim, flor reluzente, me deixa mudo,

Em cachos vai ganhando espaços, vai me deixando refém,

Agradeço a mãe terra pela beleza no traço, ao meu Deus digo amém.

Uma civilização se constrói sobre um conjunto de valores internalizados. Inúmeras civilizações desenvolveram visões radicalmente diferentes de como organizar as sociedades, e estas competiram num processo semelhante à seleção darwiniana para estabelecer qual ethos civilizacional permite o florescimento máximo. O excepcionalismo americano é um desses sistemas e produziu a maior sociedade que o mundo já conheceu. A empatia suicida vai destruí-la porque a tolerância ocidental é o seu calcanhar de Aquiles fatal. Lembrem-se das minhas palavras.

- Gad Saad

As culturas não são iguais nem indistinguíveis. O relativismo cultural (uma ideia parasitária), aliado a uma empatia suicida, erradica essa realidade óbvia. É uma forma de lobotomia que impede as pessoas de afirmarem que não desejam acolher pessoas provenientes de culturas antitéticas aos seus valores fundamentais. Essa simples realidade está destruindo o Ocidente.


- Gad Saad

Amor


Amor é um sabor,
Amor é igual a paixão
Se você nunca amou
Nunca vai saber a sensação.


Amor é um sonho,
Um sonho bem bonito
Quem nunca amou,
Nunca irá longe, pro infinito.


Amar, amarei,
Gostar, gostarei
Quem sabe amar,
Saberá a emoção que sentirei.


Amor é bom,
Amor é emoção
Se quiseres amar,
Ame do fundo do seu coração!

O Fim da Espera: um Diário de Retorno a Si




Entre o Silêncio e o Reencontro – Diário de um Ciclo de Clareza


Hoje, dia 2 de novembro de 2025, encerro um ciclo que não é apenas sobre alguém, mas sobre o modo como aprendi a amar e a me ver dentro das relações. Este texto é uma forma de reconhecer o caminho que percorri entre a entrega, o medo, a espera e, por fim, o reencontro comigo mesma.


Escrevi uma carta, porque o que sinto só ganha sentido quando se transforma em palavras. Foi assim que me expressei com sinceridade e respeito, como sempre foi entre nós. Depois que escrevi, percebi que a carta não era apenas para ele, era para mim.


Era o fim de uma espera e o começo de uma escolha. Ela trazia, escondido nas entrelinhas, o recado que eu mesma precisava ouvir:


“Você pode sentir falta e, ainda assim, seguir.”


Percebo que o que mais me doía não era a ausência dele, mas o silêncio, o vazio de não saber o que se passa do outro lado, o eco de tudo o que ficou sem resposta.


O silêncio sempre foi o gatilho mais difícil para mim, talvez porque, na infância, quando eu pedia carinho, às vezes recebia afastamento. Meu corpo aprendeu a confundir amor com conquista e presença com merecimento.


Ele, com sua forma contida e distante, acabou ativando exatamente essa antiga ferida. Mas, ao mesmo tempo, me mostrou o espelho que eu precisava ver: “Não posso mais tentar provar que mereço amor.” O amor precisa fluir de forma natural, recíproca e leve.


Hoje, olhando para tudo isso, percebo que o vínculo que criamos foi, sim, importante, mas talvez tenha sido importante para me ensinar o que é amar sem desaparecer. Não preciso mais ser a mulher que espera, que entende tudo e que se encolhe para caber. Posso ser a mulher inteira, a que se entende, se cuida e se escolhe.


O silêncio dele, por mais dolorido que tenha sido (e que ainda possa ser, por enquanto), me empurrou de volta para mim. E agora, o que antes era vazio começa a se transformar em espaço, um processo que está se tornando um lugar de paz, autonomia e descanso da alma.
Não sei o que ele vai fazer, e talvez nunca saiba. Mas sei que eu fiz o que precisava ser feito. Falei com clareza, com verdade e com amor, e isso é o que me permite caminhar sem arrependimentos.
Hoje, o que fica é uma frase simples, mas que carrega toda a maturidade dessa travessia:


“Eu posso sentir falta, e ainda assim, seguir.”


Evoluir e mudar padrões requer muita coragem, pois dói, e dói muito.
Você retira tudo aquilo em que acredita ser, remove o véu, as camadas, desfaz-se da única identidade que um dia conheceu, daquilo que aprendeu por uma vida inteira. E, quando começa a entender o que é realidade em vez de utopia, a briga entre mente e coração, que antes era enorme, vai diminuindo, porque o entendimento começa a tomar forma. A razão diz que você fez o certo, mas o corpo ainda entende como errado e leva um tempo para absorver toda essa mudança.


O que prevalece é a decisão de manter o impulso da mudança. Decisão é decisão, e devemos agir de acordo com o que escolhemos. E, neste caso, escolhi a mim. Mesmo que, às vezes, o reflexo pareça dizer que tudo isso ainda é errado, eu sei que não é. O amor-próprio está ligado a parar de se perder e de se anular diante do outro.
O mais difícil nisso tudo? É que sabemos o que devemos fazer… Mas o mais importante é entender que tudo muda quando alguma coisa muda, e eu estou mudando.Não sou mais a fada madrinha. A varinha de condão quebrou, e agora a magia só pode ser interna, não externa.


Se ainda tenho espaço para o amor?


Claro que sim.


Se eu o amaria intensamente?


Claro que sim.


Mas não mais do que me amarei de hoje em diante.


Ana Cláudia Oliver- finalizado em 06/11/2025

Vigília da vela


Onde a bússola se quebra
e a palavra não alcança,
acendo esta vela.


Não para iluminar a essência - que já é sol
e no véu do silêncio, ainda arde. Mas para oferecer relevo ao seu lugar no mundo.


Acendo esta vela
num lugar que não vem pronto,
que não se herda, nem se impõe,
um lugar que não se entrelaça,
fio que corta,
corte que fia,
na trama teimosa da travessia.


Para a criança em sua encruzilhada,
a pergunta queima, mansa,
sussurra no meio do caminho,
entre o sonho e o desejo.


Acendo esta vela
na penumbra da porta que não se abre.
Seremos nós a fresta?


Acendemos esta vela?


Arthur Ian

A escola


Era uma escola tão bem fechada,
Porta e janela sempre trancada.
Ali se entra só com permissão,
De quem vigia o saber e a ação.
Não tinha espaço para escutar,
Quem era outro tinha que calar.
O saber preso na condição,
De diagnosticar, não dar a mão.
Mas foi erguida com muito esmero,
Pra ser espelho de um mundo severo.


Fonte: Arthur Ian Teodoro Barbosa


Adaptação da canção de Vinicius de Moraes “A casa”

Servir

Em momentos de infortúnio a postura se revela.
O caráter de um homem só se prova em meio a guerra.
Há um fardo sobre a jura da defesa da nação
Esse fardo custa sangue e muita determinação

Quem o porta não lamenta e rejeita monotonia,
Premeditando o caos em momentos de calmaria.
Alter ego que anseia o conforto de seu lar,
Mas prepara-se no aguardo das missões que irá herdar.

Não acolhe elogios, nem reciprocidade,
Ele atua em prol da defesa da liberdade.
Quer conheça ou desconheça o semblante deste ser,
Ele sabe, não espera, apenas faz por merecer.

Não o veja com os olhos de alguém que sente pena,
Pois “lamento” é um fruto da árvore que ele condena.
Quando há adversidades seu dever é atuar,
Pois é isso o que se espera do indivíduo militar.

O seu mais sábio instrutor foi pregado em uma cruz,
E por trás da escuridão deixa um verbo em sua luz.
A palavra iluminada é a razão para o seguir,
O maior verbo da história, com certeza é SERVIR.

Catedral da Noite

Na abadia do crepúsculo, sombria e ancestral,
Onde teias pratejam o mármore funeral,
As estátuas choram lágrimas de pó e solidão,
Guardando um segredo morto em cada coração.

A lua, farol pálido de um destino amaldiçoado,
Beija os vitrais quebrados do tempo condenado.
Sombras se arrastam lentas,em dança sem perdão,
Vestidas de nevoeiro e eterna desilusão.

Os corvos são os monges deste claustro sem fé,
Gravando em suas asas o eco de um réquiem.
O vento sussurra salmos de um hymno funeral,
Enquanto a podridão exala seu perfume eternal.

E na nave do abismo, onde o tempo desmorona,
Uma alma ainda vaga,pálida e abandonada.
Ela busca um reflexo na fonte do esquecimento,
Preso no laço eterno de um frio tormento.

O órgão toca uma fuga de notas de agonia,
É a música das almas que a luz já não guia.
E cada gota que cai da umidade sem fim,
É um verso da poesia que a morte escreve aqui.

Assim, na catedral que o musgo vai coroar,
O gótico se ergue,sem fim para findar.
Onde a beleza mora na mais profunda dor,
E o silêncio é o verso mais puro do terror.

CATÁLOGO DE UM AMOR EXTINTO
Juvenil Gonçalves


Encontrei teus ossos no baú do tempo,
fósseis de um verão que o outono esqueceu
cada osso, um verso; cada verso, um tempo
em que éramos mais que o amor que se deu.


Teu fêmur ainda trazia as marcas
dos meus dedos, tão leves, tão sem perdão...
E o teu crânio, qual taça de arcas,
guardava o vinho amargo da solidão.


As costelas, outrora meu abrigo,
agora são grades de um museu vazio.


Catalogarei cada fragmento teu
na prateleira dos amores falidos:
— úmero que me sustentou como véu,
— fíbula de nossos passos unidos.


E o que dizer da coluna, outrora erguida,
templo de carne, altar de nosso enleio?
Hoje é apenas ruína esquecida,
poema sem sujeito, verso sem meio.


Mas ah! Entre as relíquias desfeitas,
encontro teus dedos — frios, sem vida
e lembro que, um dia, nestas mesmas digitais,
eu li o futuro... e não soube ver a despedida.


Agora resta-me o catálogo frio:
um osso por amor, um verso por ossada.
E assim, entre rimas e pó, eu crio
um museu para nós, na página arruinada


Juvenil Gonçalves

Meu peito arde quando te vejo, mas não é de desejo, é de anseio
desejar não é ansear, ansear é algo mais profundo de se pensar
não é momentâneo, é sentimental e espontâneo.
pois, tolas foram as noites que pensei que podia te ter, mas, mais ainda fui eu, por não ver.
já me perdi no vazio que há em mim, e tudo isso foi porque no meio do barulho, você não me deixou por um fim.

geralmente atraio espinhos, mas agora estou sendo uma rosa para você
mas com o caule com os mesmos que eu costumava gostar
quero te pedir para se afastar, se não eu posso te machucar
presa em alguém que nao enche os olhos quando me vê, diferente de você
queria tentar algo com nós dois, mas
ficar com você não vai nos fazer bem.
não agora, enquanto eu gostar de outro alguém

O poeta é um fingidor (mas sente de verdade)




o poeta, às vezes, sente o que nunca viveu
e jura pra si que doeu.
mas não doeu.
é só que ele viu alguém doendo
e achou bonito o jeito que o mundo sangra em silêncio.


ele sente por nós,
por quem esqueceu de sentir,
por quem cansou de tentar entender o próprio peito.


finge tão bem
que a gente acredita,
que a dor dele é nossa,
que o amor que ele perdeu
era o mesmo que a gente procurava.


o poeta cria sensações
não pra enganar,
mas pra lembrar a gente
de que o coração ainda existe,
mesmo quando a vida não deixa.


e no fim,
não é que ele minta.
é que ele traduz.
traduz o que a gente não sabe dizer,
e chama de poesia
aquilo que ainda resta de humano em nós.

Entrega não realizada.
O amor não é correio expresso.
Se eu tivesse que rastrear, o meu já deve ter morrido na triagem.
Ele me apareceu do nada, miando na minha porta, fingindo que sempre morou aqui.
Eu ofereci um pouco de leite, ele aceitou, e de brinde levou meu sofá, minha paz e o controle da minha TV!
Mas tudo bem... Eu sempre quis companhia para reclamar da vida.

ONDE NASCE O PENSAMENTO
William Contraponto


O pensamento surge quando algo não se encaixa, quando a realidade apresenta contradições ou lacunas que exigem ser compreendidas. Ele não nasce em situações de conforto ou estabilidade, mas diante de problemas, dúvidas e choques com o inesperado. Quando tudo parece estar resolvido, a mente tende a relaxar e a repetir ideias sem questioná-las. É o impasse que estimula a reflexão e move o raciocínio.


Pensar significa duvidar do que se apresenta como certo e revisar o que se considera verdadeiro. A dúvida não é um defeito, mas uma etapa necessária do entendimento. Aceitar tudo sem questionar é uma forma de renunciar à própria capacidade de pensar. A certeza absoluta, por sua vez, transforma-se em limitação, pois impede a revisão de ideias e o aprendizado contínuo.


O pensamento é, portanto, um processo em constante movimento. Ele não busca um ponto final, mas procura compreender o sentido das coisas dentro de seus limites. Cada resposta gera novas perguntas, e é essa sequência de questionamentos que mantém a mente ativa.


Pensar é um exercício de liberdade intelectual. Implica não se contentar com explicações prontas e reconhecer que o conhecimento é sempre provisório. O pensamento nasce, cresce e se renova na dúvida, e é isso que o torna essencial para a consciência e para o desenvolvimento humano.

empatheia
perdeu-se com o impetuoso tempo
e a consolidaram na PSYKHÉ+PATHOS e seus derivantes
só a única criatura perversa desse mundo é capaz disso
reconhecem? "princípios" - hipócritas!
são atoardoados pela "sobreiedade" - "eu" - "ego"
suas distorções manifestas
não é tudo, senão, motivados aos interesses?
a quem tanto louvam não deu um tapa na cara de vocês antes de ser crucificado?
voltemos às palavras
hypocrisis - cotidianamente
de fato, altruístas de suas psykhosis.
aqui registro, o mais Hipócrita de todos.

- Conflito dos Manifestos