Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Que de mim emane!


Que de mim emane,
não o reflexo dos outros,
mas a centelha do que sou.


Mesmo que venha o viés,
que eu emane coerência —
pois coerência é o abrigo
dos que ainda creem na verdade.


Se houver confusão,
que eu emane clareza;
não a clareza dos que explicam,
mas a dos que compreendem.


Se houver divergência,
que eu emane convergência;
não por desejo de consenso,
mas por amor ao encontro.


Se me impuserem a arbitrariedade,
que eu emane colaboração;
porque o poder que se impõe
é pequeno diante do gesto que partilha.


Se eu vir a injustiça,
que eu emane ética —
mesmo que doa,
mesmo que me isole,
mesmo que me cale.


E se o mundo se encerrar no próprio umbigo,
que eu ainda emane comunhão.


Que assim eu emane,
ainda que nada volte.
Pois quem emana o bem
não o faz por retorno —
mas porque já o habita.

Na Superfície do Ser
William Contraponto


Vivemos tempos em que a superfície parece suficiente. Alguns permanecem nela por alienação: distraídos, anestesiados pelo cotidiano, pelos hábitos repetidos, pelo brilho falso das conveniências sociais. Seus olhos não enxergam além do espelho que lhes é oferecido; caminham sobre o mundo como quem atravessa um lago congelado, sem perceber a profundidade das águas abaixo.


Outros permanecem na superfície por escolha — ou melhor, para alienar. Criam ilusões, distorcem verdades, constroem muros de banalidade que escondem o abismo da realidade. Manipulam, distraem, desorientam. Mantêm os outros na superfície para preservar seu próprio conforto, sua própria sensação de controle, sua própria fuga do que é essencial.


Entre os que se deixam levar e os que conduzem, há a fratura do pensamento: a consciência, quando desperta, percebe o vão que separa a vida plena da vida aparente. E é nesse vão que reside a urgência do questionamento — da busca por profundidade, da recusa em aceitar o mundo tal como nos é apresentado.


Viver é decidir entre ser superfície ou mergulhar. Mas talvez o maior risco seja descobrir que, mesmo mergulhando, a superfície nunca desaparece: ela nos observa, sempre pronta a nos chamar de volta.

A Menina e o Cachorro


Uma criança brinca com um cachorro
no meio da praça.
Na Praça do Patriarca,
foi lá que eu vi.
Entre cinco e seis anos de idade,
tinha a criança.
Igualmente jovem era o animal.


A garota abraça, beija,
se desmancha em carinhos...
O cachorro retribui lambendo animado
o rosto da menina.
Os dois caem,
rolam no chão.
A menina ora por cima do cão,
ora por baixo.


Alguns pedestres param,
observam, riem, tiram fotos,
maravilhados com a beleza da cena.
Outros, apressados,
submersos em seus problemas,
incapazes de enxergar o mundo à sua volta,
passam sem nada perceber.


Uma mulher se aproxima,
afaga a cabeça do cachorro.
A menina se levanta,
fica de pé, imóvel, séria.
Em sua seriedade,
o esboço de um sorriso enigmático,
quase imperceptível,
me fez lembrar Mona Lisa.


Com o olhar fixo na mulher
acariciando o pequeno animal,
a menina parecia esperar sua vez
de também receber carinho.
A mulher, no entanto, se levanta,
faz um último carinho no cão, arruma a blusa,
ignora a criança e vai embora,
diluindo o sorriso de Mona Lisa da menina,
que a acompanha com o olhar desapontado.


E eu, que a tudo assistia, pensei:
— Infelizmente é assim que nós estamos agora!


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Nascida em meio à pandemia, em 2020, esta crônica em versos descreve uma cena real: uma garotinha em situação de rua e seu cachorro, na Praça do Patriarca, em São Paulo.

Face 6

Para alargar horizontes,
precisa mesmo de uma lida
nas linhas clássicas da beleza
distorcida.

Escrita dura, indelicada,
treina tua alma.
Relaxa.
Deixa assim — aceita.
Não te rebele.

Guarda as lágrimas salgadas,
geladas,
e ora.

Para alargar horizontes
(sem dificuldade),

uma varinha…
um
mago inglês,

transformando a vida
num amontoado de dados —
todos com a face seis.

o sol às vezes só sabe ferir e queimar.
Mas depois de tanto tempo a caminhar,
a lua surge devagar — para te curar.

Ela não fere, só sabe escutar,
fica contigo até o dia clarear.
E quando a noite voltar a brilhar,
vamos juntos para o mar,
sentir a brisa do luar a nos tocar.

Meu amor, a dor é temporária — pode acreditar.
Porque sempre haverá uma nova noite
para recomeçar.

A dor é a única sensação boa que nos prova vivos,
a chama que conserva nossa humanidade —
bondosa, frágil, e curiosamente estranha.

Vivemos presos num corpo que abriga uma alma partida,
oscilando entre depressão e felicidade,
tão diversas e profundas quanto a própria existência
neste mundo sem sentido concreto

Com o passar dos anos e com a chegada dos meus 37 anos, a maturidade trouxe consigo uma compreensão mais profunda sobre minhas próprias necessidades e limites. Passei a identificar, de forma cada vez mais clara, a importância de preservar minha paz espiritual e, por esse motivo, tenho me abstido de prazeres momentâneos e superficiais. Estou em busca de conexões verdadeiras e profundas, que contribuam para a minha evolução pessoal.
Diante disso, optei por permanecer solteira até encontrar alguém cuja visão de mundo se alinhe à minha e que ressoe com a perspectiva de vida que venho construindo. Não estou em busca ativa, pois alcancei a plenitude em estar só e em apreciar minha própria companhia. Tenho escolhido não me envolver carnalmente com outras pessoas, pois acredito fielmente em valores que considero cada vez mais raros, como fidelidade, reciprocidade e integridade.
Somente me permitirei envolver novamente com alguém que desperte meu interesse de forma genuína e que respeite integralmente minha maneira de ser, agir e pensar. Almejo uma relação com alguém disposto a assumir-me e a assumir, de maneira consciente, todas as responsabilidades afetivas que esse compromisso exige. Portanto, só me envolverei novamente com alguém que deseje, comigo, construir uma família.

CHEGANDO EM GRAMADO


É mesmo muito matuto
Na entrada de Gramado
Zé Matuto deu um grito
Motorista atrapalhado
Eu fico por aqui mesmo
Vou descendo com cuidado.


Gritou: para motorista
O senhor é abestado
Veja o nome aí na frente
Sou um matuto letrado
Não me faça de bobo
Eu fico aqui em Gramado.


Foi aquela gozação
Mas Zé não queria ouvir
Agarrou a mala no braço
O senhor pode seguir
Meu destino é esse
Sei bem pra onde ir.


O dia passava rápido
Zé nunca via maldade
Quando dois elementos
Lhe sorriu com falsidade
Agarraram a sua mala
Partindo em velocidade.


Zé viu seus sonhos
Perdido numa estrada
Sentou começou chorar
Já passava da madrugada
Quando aparece um casal
Levando pra sua morada.


O pobre relatou tudo
Mas estava tão cansado
Depois de um bom jantar
Caiu de sono pesado
Acordou com o Sol alto
Tava todo atrapalhado.


O casal lhe prometeu
Levar pra conhecer a cidade
Zé Matuto se escantou
Com aquela claridade
Era luz pra todo canto
O cheiro de felicidade.


Seu dinheiro foi roubado
Não tinha como viajar
O casal comprou passagem
Zé então pode voltar
Em agradecimento ao casal
O dinheiro iria enviar.


Enfim, Zé chegou em casa
De joelhos agradeceu
Nao acreditava em sonhos
Sabe o que padeceu
O nordeste era seu lugar
De cansado adormeceu.


Autoria Irá Rodrigues.

Hoje é o dia mais especial do mundo, porque é o teu dia.
O dia da minha princesa, da minha bbzinha dengosa, da mulher que, para mim, é a coisa mais linda que Deus colocou neste mundo.

Quero que saiba de uma verdade que carrego no peito: você é uma bênção na minha vida. Desde que apareceu, mudou meus caminhos, acendeu em mim uma força que eu nem sabia que tinha, uma vontade imensa de conquistar o mundo só para colocar aos teus pés.

Eu sei que o destino já foi cruel contigo… sei das noites silenciosas em que você carregou um vazio no peito, das vezes em que a vida pesou e você pensou que não ia suportar.
Mas escuta bem: tudo isso ficou para trás.
Hoje começa um novo capítulo. Um capítulo onde você não está mais sozinha.

Eu estou aqui. E eu fico.
Nos dias bons, nos dias ruins, nas vitórias e nas quedas.
Se faltar forças, eu te empresto as minhas.
Se o caminho apertar, eu seguro tua mão.
E se for preciso, eu te carrego no colo sem pensar duas vezes.

Você é minha paixão, minha paz, minha família.
Eu te amo com verdade, com lealdade e com presença.

Feliz aniversário, meu amor.
Obrigado por existir e por ser essa mulher maravilhosa, forte, determinada, mandona, inteligente, e completamente única.
Eu amo cada detalhe teu. 🌹

Do teu louco apaixonado,
Francisco Leobino Assunção

“Falo do que não vivo”
✍️ Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua


Em meus poemas,
falo de cigarros que nunca acendi,
mas sinto a fumaça deles
entrando na alma.


Falo de bebidas que não bebo,
mas conheço o gosto amargo
de quem tenta afogar o que sente
no fundo de um copo imaginário.


Falo de lágrimas que não caem,
porque já chorei demais por dentro —
lá onde ninguém enxerga,
mas tudo dói.


Falo de amor,
mesmo sem saber amar,
porque o amor é isso:
tentar entender o fogo
sem nunca ter tocado a chama.


Escrevo pra não morrer calado,
pra dar nome ao vazio,
pra fazer das palavras
o abrigo que o mundo me negou.


E talvez seja isso o que me salva —
mentir em versos
pra dizer a mais pura verdade.

As maiores feridas não são as que o corpo carrega, mas as que o coração guarda. Muitas famílias estão doentes porque o silêncio virou muro, as palavras se transformaram em armas e o orgulho tem ocupado o lugar do perdão.


Deixa eu te dizer uma coisa: a falta de perdão é uma prisão invisível. Enquanto você não libera, o inimigo aproveita para semear divisão, frieza e afastamento.


Mas quando o perdão entra, as cadeias caem, os lares são restaurados e o amor de Cristo volta a reinar. Hoje é dia de você dar o primeiro passo: peça perdão, libere perdão, restaure o diálogo.


Não deixe o orgulho falar mais alto do que o amor!


“Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou.”
Colossenses 3:13

Eu posso fazer um contrato contigo
Em troca do meu bem mais precioso
Eu quero a riqueza


A riqueza mais procurada
Algo que muitos procuram, mas não acham
E por meios hediondos, eles farrejam


Eu posso te dar a minha alma
Em troca da felicidade
Mesmo que seja curta


Mesmo que isso seja um pecado
Eu mesma estarei sujando a minha alma
Mas, por pouco tempo


Eu quero me lembrar como é

De porta em porta,
com pires na mão,
soma-se miséria,
sobra opinião.


Cabeça baixa,
voz sumida,
a sombra da existência
rascunha a vida.


Diante do retrovisor do carro,
olhares se distanciam
solitários
de mãos vazias.


No oco,
a fome
e o medo
estendem
as mãos.
Degredo.

Chegada ao Mundo

Na chegada ao mundo, um sopro de luz,
um caminho aberto que ninguém traduz.
Aprendendo a cada dia, sigo a caminhar,
o que nos livros jamais eu poderia encontrar.

Sem paredes para me agarrar,
descubro no vento o segredo de voar.
No botão de uma rosa, tão frágil, tão forte,
aprendi que o amor é quem guia a sorte.

Ali encontrei a vida em sua canção,
a fé que floresce no coração,
a força que ergue quando tudo desaba,
o poder que brota quando a alma se cala.

Sou aprendiz da terra, do céu, do mar,
na escola do tempo, venho me formar.
E cada dia é milagre, é eterno saber,
que a vida é um livro que só se escreve ao viver.

Se observarmos alguém com verdadeira atenção,
acabaremos por conhecer aspectos dela
que talvez nem ela mesma perceba.

Pois ver não é apenas olhar,
e ouvir vai além da audição.

A sabedoria está em enxergar o que os olhos não captam,
e escutar o que o silêncio revela.
A atenção profunda é um espelho da alma
e quem sabe ver de verdade, sabe compreender sem palavras.

Caçadores de Mentes
Vivemos em um tempo onde não se rouba apenas o que está nos bolsos. Rouba-se o que é mais precioso: a mente.
São caçadores invisíveis. Estão nas telas, nas vozes disfarçadas de conselhos, nos sorrisos que parecem verdadeiros mas escondem armadilhas. Eles não levam correntes de ferro — levam ideias distorcidas. Eles não invadem casas — invadem pensamentos.


O caçador de mentes não quer o que você tem, quer o que você acredita. Quer moldar seus desejos, suas escolhas, sua fé. Quer que você viva a vida dele, não a sua.


E aqui está a reflexão: ou você vigia sua mente, ou alguém a caça.
A disciplina é o escudo. A resiliência, a espada.
Só quem aprende a cuidar do que pensa pode ser livre de verdade.


No fim, o verdadeiro campo de batalha não está fora. Está dentro.
E a vitória é não deixar que ninguém, nunca, dite o ritmo da sua alma.


— Purificação

Caçadores da Consciência
“Caráter é sentar-se à mesa com quem nos trai, e ainda assim oferecer respeito e compaixão.”
É assim que a verdadeira força se revela.
Não é sobre quem nos machuca, mas sobre como escolhemos responder.
Cada gesto de bondade diante da traição é como plantar uma semente de consciência:
ela exige coragem, exige ciência do próprio coração, exige rebelião contra a raiva que quer nos consumir.


Amar, nesse sentido, não é ingenuidade.
É disciplina, é grandeza, é resistência silenciosa.
É continuar firme, educado, íntegro, mesmo quando o mundo parece querer arrancar a luz que carregamos.


A verdadeira evolução acontece quando transformamos cada ferida em aprendizado, cada decepção em impulso para ser maior.
E assim, a mente cresce. A alma floresce.


— Purificação

Rarear

Quando o pouco de bom rarear
E a vida for escura e ruim,
Quando o riso se esconder no ar
E o peito doer sem ter fim…

Quando o dia não nascer lá fora
E a esperança se vestir de ausência,
Quando tudo gritar “vai embora”
E o tempo calar a paciência…

É nesse silêncio sombrio e profundo,
Que mora uma força que ninguém vê,
Um brilho que não é deste mundo,
Mas que arde em mim, sem porquê.

Nunca é tarde pra lembrar,
Mesmo entre as pedras do caminho,
Que o sol, sem precisar se mostrar,
Segue aceso, dentro de mim, sozinho.

É chama, é fé, é vontade
De florescer na contramão do vento,
Mesmo que falte claridade,
Sou eu quem trago o firmamento.

Pois quem carrega o sol no peito
Pode enfrentar qualquer fim,
E mesmo em dias de imperfeito,
Ainda há luz… Dentro de mim.

Marcadores de sensação

Meus marcadores de sensação
não se prendem à imagem crua,
vão onde a vista não alcança,
onde a alma se insinua.

São pulsares no silêncio,
ecos de um sentir sem cor,
onde o olhar é só passagem
para o rastro do amor.

Eles vivem no arrepio,
no som que dança no ar,
no cheiro que conta histórias
que ninguém pode escutar.

Atravessam o olhar
como a luz atravessa o vidro:
sem pedir licença,
sem deixar o sentido perdido.

Meus marcadores são tempo,
memória viva a vibrar,
para além do que se enxerga,
onde só o sentir pode tocar.

Ser decepcionado por alguém é uma experiência que todos enfrentam em algum momento da vida. A primeira vez costuma ser inesperada, quase como um choque. A decepção chega de surpresa, porque ainda acreditamos na imagem que criamos da pessoa. Na segunda vez, já não há o mesmo espanto: é um aviso. Um sinal claro de que algo não está em equilíbrio. Porém, quando a mesma situação se repete mais de duas vezes, já não estamos mais diante de um simples erro do outro, mas diante de uma escolha nossa.

É duro admitir, mas a insistência em permanecer em um ciclo de decepções revela mais sobre o que aceitamos do que sobre o que nos fazem. Quando alguém mostra repetidamente quem é e ainda assim escolhemos ficar, a dor que sentimos deixa de ser apenas consequência do comportamento alheio. Passa a ser também o resultado de nossa permissão silenciosa. Nesse ponto, não se trata mais apenas do outro, mas do limite que colocamos , ou não colocamos em nossa vida.

Decepções que se repetem são lições não aprendidas. Elas carregam a mensagem de que precisamos olhar para dentro de nós mesmos, identificar o porquê de tolerarmos atitudes que ferem, e entender que não merecemos menos do que respeito e verdade. Continuar em um vínculo que machuca é como insistir em uma porta que já demonstrou estar fechada. A cada tentativa, a frustração aumenta, e o coração se desgasta.

É natural querer acreditar que as pessoas mudarão, mas a transformação não acontece pelo nosso desejo. Cada um só muda quando reconhece a própria necessidade. Enquanto isso não ocorre, a escolha de permanecer se torna um fardo que carregamos sozinhos. Por isso, compreender o valor do “basta” é um ato de coragem. Ele não representa desistência, mas sim a defesa da própria dignidade.

O coração pede, em silêncio: “me escolha desta vez”. Escolher-se significa priorizar a própria paz, mesmo que isso implique deixar para trás quem gostaríamos que tivesse ficado. É doloroso, mas também libertador. Quando aceitamos que não temos controle sobre os atos do outro, mas temos total controle sobre o que permitimos em nossa vida, damos um passo rumo ao amadurecimento.

A repetição da decepção serve como um espelho. Mostra-nos nossas próprias fragilidades, nossos medos de estar só, nossas esperanças insistentes. Mas também nos convida a romper o ciclo, a reescrever a história a partir de uma decisão consciente. Afinal, permanecer onde não há reciprocidade é se condenar a reviver a mesma dor inúmeras vezes.

Aprender a se escolher é, portanto, uma prática de amor-próprio. É entender que a verdadeira lealdade deve começar dentro de nós. Quando decidimos dar prioridade ao que nos faz bem, abrimos espaço para relações mais saudáveis, autênticas e respeitosas.

Ser decepcionado não é o fim. É um chamado para enxergar a verdade, para aprender sobre limites e para crescer. A vida não se resume àqueles que nos ferem. Pelo contrário, ela se expande quando entendemos que merecemos vínculos mais sinceros. E, quando escolhemos a nós mesmos, não perdemos , ganhamos de volta a liberdade de viver em paz.

Por André Luiz Santiago Eleuterio.