Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
O amor não é apenas encontro, é também espera. Ele ensina a ter paciência, a respeitar o tempo do outro e a compreender que a intensidade não está na pressa, mas na verdade dos gestos.
O amor não é perfeito, mas é sincero. Ele não elimina as diferenças, mas as transforma em pontes. Não exige que o outro mude, apenas que seja.
O amor não é prisão, é liberdade. Quem ama de verdade não sufoca, mas impulsiona; não retém, mas fortalece; não pesa, mas acrescenta.
O amor é coragem. É arriscar-se a sentir, mesmo sabendo que pode doer. É abrir o coração sem garantias, acreditando que compartilhar vale mais do que se proteger.
E acima de tudo, o amor é presença: está no toque, no olhar, na palavra, mas também no silêncio que acolhe e no espaço que respeita.
K.B
O maior erro do ser humano talvez seja esquecer que tudo é passageiro. Ao agir como se a vida fosse eterna, acabamos desperdiçando oportunidades e deixando de valorizar o presente. Movidos pelo egoísmo e pelo orgulho, repetimos erros antigos, criamos conflitos e nos afastamos uns dos outros. Quando não aprendemos com o passado, caímos nos mesmos ciclos de dor. A verdadeira sabedoria estaria em cultivar a humildade, reconhecer nossa finitude e valorizar cada instante, cada pessoa e cada gesto.
K.B
O amor é o mistério que habita o coração humano. Não se prende ao tempo, nem ao espaço, e mesmo invisível, é capaz de mover mundos. Ele nasce no silêncio de um olhar, cresce no gesto simples de cuidado e floresce quando duas almas se reconhecem. O amor é abrigo e tempestade, é calma e vertigem. Não pede explicações, apenas se sente. É a ponte entre o finito e o eterno, aquilo que dá sentido à vida e torna suportável até a dor. O amor é, enfim, o que nos torna humanos.
K.B
Eu estou aqui se for preciso aguentar por nós dois.E eu sei, confio em ti.Quando me sorris, não finges, Não preciso esperar mais tempo. Eu sei que chegou a hora de partilhar o meu sangue.E eu sei, em ti confio
Quando sorris, nunca é vazio.
Não preciso esperar mais nada,
Chegou a hora de dar-te a minha alma.Prometi ao teu pai cuidar da filha querida,
Agora és da minha família, e Deus sabe o quanto amo a minha vida.Se o mundo nos inveja, deixa estar
Se não entendem, não precisam amar.
Se a dor vier, divide comigo,
Carrego por nós, fico sempre contigo.Fecha o coração a quem não quer o nosso bem,
Porque o nosso amor vai durar além.Desde o primeiro olhar, eu logo percebi. És tu, a escolhida do meu coração, a rainha que partilha a minha vida. Cego pelo amor que sinto por ti
Duro como a pedra, tu, minha mulher, és a chama que faz parte da minha carne.
Passar a eternidade ao teu lado é o meu desejo mais profundo.
Quero que sejas a mãe dos meus filhos,Não digas que exagero . Lembra-te de todos esses "amo-te", Lembra-te daquelas noites junto a mim. O calor do teu corpo reacendeu a minha alma.A tua pele dourada reacendeu a chama porque quando não estou contigo essa chama é bem fraca. Doce como o mel, beijarei o teu corpo,
Eternos seremos, tu e eu até à morte.Lembra-te dos nossos sonhos, das nossas promessas, minha deusa.Hoje já nada me assusta.
Cupido não existe. Foste tu que me atingiste bem no coração eu te amo para sempre ❤️
Quem me dera tivesse escolhido não saber; contudo, é por saber que hoje entendo o quanto essa escolha seria impossível.
Quanto mais sei, mais percebo a infinidade de coisas que há para se saber.
Nunca fui submetido a uma escolha; se soubesse o que sei e oportunidade tivesse, certamente escolheria azul e permaneceria na sombra fresca da ignorância, acreditando no que fosse de meu agrado. Viver uma vida fácil e sem grandes preocupações, seguir o fluxo, me bastaria.
A nós, nascidos em outro milênio, se despidos de nossos argumentos plausíveis, o que nos resta além de montanhas de calcário e recados nostálgicos em nossas contracapas?
Não há no mundo um sentir tão profundo,
Quanto o amor que nos une, em nosso mundo.
Um laço que transcende, o tempo e o lugar,
Apenas o nosso amor, a nos guiar.
Em cada olhar, um universo se revela,
Em cada toque, a alma se desvela.
Não precisamos de mais, nem de algo a provar,
Nosso amor é a verdade, o nosso eterno amar.
É a calma na alma, o riso que ecoa,
A certeza que acalma, a vida que voa.
Um sentimento puro, que em nós se faz lar,
Apenas o nosso amor, para sempre amar.
Ah, você me machuca,
com essa mania cruel de me ignorar.
Prefiro falar com o Dobby, meu gato,
Pois ele me entende bem melhor
Que você.
Ele não me faz chorar,
não me faz sofrer,
às vezes, brincando,
me faz até renascer.
Você duvida de mim a cada instante,
como espera que eu queira você?
Se acerto, não há louvor,
mas se erro, é castigo sem porquê.
Sempre pergunta aos outros
o que pensam de mim,
mas nunca declara confiança,
nem para fingir, nem por um fim.
Busca dinheiro, busca aplauso,
mas não me busca, não me vê.
Esquece o respeito, o amor,
e deixa meu peito arder.
Ignora minhas dores antigas,
não sabe o que enfrentei.
Repete comigo o mal
que em seu passado também deixaram, eu sei.
Ninguém confiou em você
Eu sei, e sinto muito por isso
Eu não gostaria que tivesse sido assim
Queria mesmo que tivesse sido amado
E compreendido
Mais uma vez eu respondo a você
Com a tristeza de perceber que você não me escuta
Insisto em dizer em vão
Sabendo que amanhã tornará a repetir
e perseguir suas dores
E buscará caça-las
Queria que tivesse sido amado,
acolhido de forma inteira.
Pois minha paixão é febril,
mas teu coração é frio, sem paz.
E no silêncio, percebo:
a história se repete sempre mais.
Ainda assim, digo em vão,
mesmo sem você me escutar:
“Não há ninguém mais bela que você,
Seu espelho, espelho seu diz
nem a branca neve pode igualar."
**Música: “De longe a meu lado”**
(1)
Foram dias, foram meses,
Sentindo falta do teu olhar,
Caminhos longos, estradas frias,
Mas o destino quis nos juntar.
(Pré-refrão)
E agora que eu te tenho aqui,
Não deixo mais você partir.
(Refrão)
De longe a meu lado, enfim você chegou,
Fechou a distância que a vida nos separou.
O amor que a gente guardou,
Venceu o tempo e a dor,
Agora é pra sempre, você e eu, meu amor.
(2)
No silêncio da noite eu sonhei,
Com o dia de te abraçar,
E quando a porta se abriu,
Foi o céu que veio me encontrar.
(Pré-refrão)
Nada mais vai nos separar,
Nosso amor veio pra ficar.
(Refrão)
De longe a meu lado, enfim você chegou,
Fechou a distância que a vida nos separou.
O amor que a gente guardou,
Venceu o tempo e a dor,
Agora é pra sempre, você e eu, meu amor.
(Ponte)
Não importa o que passou,
O que vale é o que chegou,
Nosso sonho realizado,
Dois corações lado a lado.
(Refrão)
De longe a meu lado, enfim você chegou,
Fechou a distância que a vida nos separou.
O amor que a gente guardou,
Venceu o tempo e a dor,
Agora é pra sempre, você e eu, meu amor.
Daniel Vinicius de Moraes
Dores na minha alma
o coração sangrando
e a minha mente pede calma
um passo para trás
sinto que não valeu de nada
eu entreguei amor
pra quem se que tinha palavra
me afoguei no mar
enquanto ele admirava
gritei pedindo ajuda
enquanto ele ignorava
um ultimo suspiro
antes de me tornar agua
me puxando pro fundo
estou preso entre algas
a lembrança eterna :
o sorriso que eu te dava
o seu maior castelo :
esquecer como se nada!
Eu sou o vento, a correria sem fim,
Mil ideias na mente, dançando pra mim.
Um ser atentado, que a vida me chama,
E você, meu amor, é a minha calma.
Enquanto eu pulo, quebro e invento,
Seu olhar me serena, me traz o alento.
Um sorriso que acalma, um abraço que é lar,
Você me entende, me ensina a amar.
Não me julga, me aceita, me faz florescer,
Com esse seu jeito que me faz querer
Ser melhor, ser mais calmo, mas sem perder
A essência que me faz, Alessandro ser.
E no fim do dia, quando tudo acalma,
Seu amor é a paz que repousa na alma.
O atentado e a calma, num laço sem par,
Nosso amor é a força, que nos faz continuar.
O engraçado que quando te vejo,
eu enxergo além da tua beleza física,
teus olhos sempre é um convite
para me chamando para explorar
tua beleza interior e também decifrar teus mistérios,
cada vez que mergulho dentro de vc,
me sinto renovado, é algo surreal.
É algo tão profundo que cada letra aqui
não consegue decifrar a fundo
o verdadeiro sentimento.
(05 de Setembro de 2025)
O que me inspira? A viagem de domingo.
E eu que estou com mania de jeans preto, camiseta básica preta ou branca e jaqueta jeans, junte-se a isso uma botinha ultra confortável, com solado tratorado.
Porque estou falando isso?
Saí no domingo, e do nada estou em um trem lotado de gente vestida igual a mim, esqueci de tirar uma fotinho, olhei para os lados e pensei: " O que tá acontecendo? Aí lembrei de um show de rock em Interlagos.
Fiquei com medo, de chegar na estação e alguém me chamar e falar;
- hey tia, chegamos! Bora pro show!😳
Agora não sei se preciso mudar meu estilo.
Aiai
O ser humano se autoproclama racional, mas é justamente a sua razão que o conduz à crueldade. Nenhum animal constrói abatedouros em massa, nenhuma espécie além da nossa mata por prazer, ostentação ou vaidade. O lobo mata para sobreviver, o leão para alimentar a sua prole. O homem, porém, mata para afirmar um poder que não possui, para preencher um vazio que nunca será saciado.
Enquanto o animal carrega a pureza do instinto, o humano carrega a corrupção da consciência. Ele se orgulha de sua inteligência, mas a usa para torturar, explorar e subjugar os mais frágeis. É o único ser capaz de transformar a Terra em cemitério e chamar isso de progresso.
Chama os animais de irracionais, mas quem é mais irracional: o que segue sua natureza ou o que destrói a própria casa onde vive? O homem constrói religiões e fala de alma, mas não enxerga o sagrado que pulsa em cada vida que ele despreza. Ele se coloca no trono da criação, quando na verdade não passa de um predador travestido de civilizado.
O animal não conhece o ódio, o rancor ou a vingança. Já o homem se alimenta disso, como se fosse parte de sua essência. Talvez por isso tema tanto os animais: porque neles há uma pureza que escancara a podridão que o humano insiste em chamar de “evolução”.
Glaucia Araújo
O vento batia no meu rosto com tanta rapidez quanto as pernas entre 2 rodas da motoquinha, nesse momento só tinha 1 única rota onde o final era sair correndo e voltar ao início dela, inúmeras vezes. Eu podia falar de coisas que não existem e fugir dos monstros que a gente via, podia falar por horas e também não conseguirem arrancar nem se quer uma palavrinha minha, meu nome.
O vento batia em nosso rosto com tanta rapidez quanto as pernas que faziam força para descer mais rápido, em um morro, nesse momento o final da rota podia ser um céu estrelado ou bem azul. Eu podia falar do mundo dentro da minha cabeça enquanto o mundo explorável de fora aparecia e você corria, ás vezes mais longe que eu nem ser quer poderia te ver nem falar, seu nome.
O ar e o fogo. Quanto mais vento mais fogo. O vento soprava meu rosto, o vento soprava seu rosto, nesse momento não tinha mais rota, você é o vento, eu o fogo. Enquanto o vento quer ir, o fogo que ficar, enquanto o vento derruba, o fogo consome, enquanto o vento refresca, o fogo aquece. Juntos existem, separados existem. Eis a vontade do fogo que queima. Eis a vontade do vento que sopra. Quanto mais vento mais fogo. O sol batia em seu rosto enquanto com tanta rapidez nossas pernas pedalavam e o vento batia em meu rosto, do meu lado está você. Em um dia de verão. Em um dia divertido. Em um dia não tão divertido. Lá está você.
Ninguém vive para semente. A vida é um sopro, um instante passageiro, e por mais que lutemos para deixar raízes firmes, o tempo sempre mostra que nada é eterno. Muitas vezes, somos obrigados a pagar por dores que não nos pertencem, por culpas que não são nossas e por escolhas que nunca fizemos. A injustiça caminha ao lado da existência, e, ainda assim, precisamos seguir, como se fôssemos responsáveis por fardos alheios.
A verdade é que a vida não pergunta se estamos prontos, ela simplesmente cobra. E, nesse caminho de cobranças silenciosas e contas que nunca abrimos, aprendemos que nem sempre a justiça vem de fora — às vezes, só nasce dentro de nós, no momento em que decidimos não carregar mais aquilo que não nos cabe.
Gláucia Araújo
Queria sentir-me viva de propósito;
Sinto-me enclausurada dentro de mim;
Sou meu próprio algoz;
Sufocada pela inércia;
Como sair desse vazio?
Como vencer meu Eu?
Talvez eu goste do sofrer;
Talvez a felicidade não seja suficiente;
Estou enlouquecendo?
Torturando-me dia após dia;
Não consigo chegar no ponto de partida;
Não consigo enxergar a saída desse círculo vicioso;
Estou vendo o tempo passar diante dos meus olhos;
Estou presa sem grades ao meu redor;
Paralisada na imensidão de pensamentos inúteis, que não chega a nenhum lugar;
Esperando, esperando e esperando;
Apenas existindo.
SOMOS CARROÇAS VAZIAS?
Existe uma música chamada “The First Cut Is the Deepest” (algo como “o primeiro corte é o mais profundo”). Assim também são as primeiras chuvas depois da estiagem: a eletrostática, a poluição e as diferenças gritantes de temperatura fazem com que essas primeiras águas sejam, na maioria das vezes, assustadoras.
Ventos fortes, raios, às vezes granizo — dependendo da região em que vivemos. Não faz muito tempo, tempestades eram situações raras. Embora sempre tenhamos sido palco de descargas elétricas, já há bastante tempo somos o país mais atingido por raios no mundo.
O clima perdeu o controle. A princípio, eu não acreditava em mudanças climáticas. Achava que era apenas mais uma forma de alguém enriquecer espalhando pânico entre a população. Aliás, espalhar medo parece já fazer parte da rotina humana.
As notícias hoje são instantâneas, viajam na velocidade da luz. Cai um avião no Japão e, em questão de segundos, os noticiários do mundo inteiro já exibem imagens do acidente: as últimas palavras do piloto, vídeos dos passageiros... É o preço que pagamos por vivermos conectados.
Mas, falando nisso: até onde somos realmente independentes? Gostamos de estufar o peito e afirmar “não dependo de ninguém”. Até onde isso é verdade? Alguém fabricou este caderno, esta caneta, esta mesa, esta cadeira. Dependo dessas coisas para me sentar, escrever, dormir, escovar os dentes — e em tantas outras situações banais e repetidas da vida cotidiana.
O que seria de nós sem os lixeiros ou sem os coveiros? Claro, poderíamos voltar à moda antiga: cada um cuidando do seu morto, abrindo sua própria cova. E o lixo acumulado? Como descartaríamos? Cada um se viraria com o seu? Uso exemplos extremos apenas para mostrar que somos todos dependentes, mesmo propagando aos quatro ventos que somos livres e independentes.
O livre-arbítrio volta e meia vira assunto de mesa de bar, onde todos sabem quase nada e acham que o pouco que sabem basta para sustentar uma tese acadêmica. Falam bobagens sem parar, misturam assuntos, distorcem impressões e acreditam que, no fim, o bolo — mesmo bizarro — é apetitoso.
Santo Agostinho frequentemente aparece nessas conversas. Para ele, o mal não foi criado por Deus, mas é consequência do mau uso do livre-arbítrio: um dom que pode levar à busca de bens inferiores e ao afastamento da verdade e da salvação divinas. Mas até onde somos realmente livres para escolher?
Ou melhor: até onde nossas escolhas não nos criam problemas?
Acreditamos que podemos fazer o que quisermos, mas poucas verdades existem nessa máxima. Somos todos atrelados uns aos outros. Tudo o que fazemos gera uma reação em algo ou alguém. Vestimo-nos em função da relação com os outros — mesmo quando nossas roupas são um protesto. Tudo o que falamos busca uma reação, seja em momentos bons ou ruins.
Dizem que o silêncio é a melhor forma de protesto. Faz sentido: uma provocação sem resposta se perde, fica sem conclusão.
Então, por que, quando provocados, não conseguimos permanecer em silêncio?
Arrogância: orgulho desmedido, atitude excessiva, senso inflado de importância, sentimento de superioridade, desprezo pelos outros, falta de humildade e visão distorcida das próprias competências. Nunca pensei que encontraria tão facilmente uma definição tão completa do comportamento humano.
Por sermos arrogantes, sentimos que precisamos nos impor, mostrar que somos mais sábios ou mais importantes que aqueles que nos ofendem. Mas o silêncio, em certos casos, pode parecer submissão. Lembro-me de uma discussão com alguém tão teimoso quanto eu (ou até mais, o que é raro, mas existe). Nela, concluí com a frase:
— Vou ficar em silêncio. Isso não significa que concordo com você, apenas que qualquer palavra dita só prolongará um assunto que não me interessa.
Duro? Seco? Mal-educado? Talvez. Mas a ocasião exigia firmeza: a discussão já se estendia, os ânimos estavam exaltados, e nenhum dos dois tinha argumentos consistentes para prosseguir.
Existem assuntos — geralmente os mais debatidos — que talvez nem devessem ser abordados. Somos como técnicos de natação que mal sabem nadar “cachorrinho”, mas querem competir nas Olimpíadas sem aceitar que jamais chegarão ao pódio.
Conta-se que um pai e um filho caminhavam por uma estrada. O pai parou, encostou o ouvido no chão e disse:
— Vamos sair do caminho, está vindo uma carroça vazia.
O filho, curioso, perguntou:
— Como o senhor sabe que está vazia?
E o pai respondeu:
— Carroça vazia faz muito barulho.
Será que nós também somos carroças vazias?
Há muitos que vivem dentro da igreja, mas a igreja não vive em seus corações.
Ser parte de uma instituição religiosa não é o mesmo que ser Igreja.
É simples vestir-se de cristão em um dia da semana, cercado de iguais em um lugar seguro. Difícil é ser cristão no cotidiano, entre hostilidades, onde muitos rejeitam quem você é e a luz que te guia.
O mal cerca, mas não toca. Os que tramam contra você se levantam, mas não te derrubam.
A mentira e a injustiça são as armas dos maus; porém as suas são a fé, a honestidade e a justiça que vêm de Deus.
Fazer o bem é mais do que um acto, é uma responsabilidade moral.
Por vezes, o ser humano deseja ajudar, mas não dispõe dos meios; noutras, possui todos os meios, mas falta-lhe a vontade. Assim, o bem não depende apenas das condições exteriores, mas sobretudo da liberdade interior que move a decisão de cada um.
Furucuto, 2025
Carta para o Futuro
Olá, pessoa do futuro.
Tomara que você seja tão fascinada pelo passado como eu sou... Se você se pergunta se aqui no passado nós somos parecidos com vocês, essa é uma ótima pergunta. A resposta é: provavelmente não. Mas esse "não" é relativo. Não temos essas facilidades que vocês têm e, na verdade, ainda não sentimos falta delas.
Mas a vida continua relativamente igual. Eu tenho mãe e amigos. Tenho uma esposa, muito bonita, por sinal. Eu me levanto cedo para trabalhar, como imagino que você deve fazer também. Ao meio-dia, almoço em um restaurante: como arroz e feijão, carne de gado ou frango, maionese, vinagrete e tomo uma Pepsi (um tipo de bebida gaseificada, com muito açúcar). Chego em casa, ligo o computador e fico horas programando apps ou trabalhando com segurança da informação.
Nossa vida tem alegrias comuns aos homens, como piadas, comida, amigos, música e prazeres. Nós também temos problemas: roubos, doenças, mortes.
Estamos passando por um período muito terrível. Pessoas entram em escolas e matam crianças para ganharem notoriedade. Elas querem ser lembradas como "Fulano de tal, o assassino da escola". Outra onda de morte está sendo por envenenamento de comidas. Teve um caso com um bolo com arsênio aqui no Sul, depois um caso com chumbinho no Nordeste, e outros dois em São Paulo.
O presidente atual é o Lula (Brasil) e o Trump (EUA). Já não nos parecemos em nada com o que éramos há 500 anos atrás, quando os portugueses chegaram em nossas terras.
Espero que aí no futuro você esteja bem. Não fique pensando tanto no passado; as paixões que você teria aqui pode muito bem vivê-las no seu tempo.
Summer Bittencourt
22 de Julho de 2025
Terça-Feira
(Carta escrita em Canoas-RS)
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