Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
Menina
Hum por onde começar? Que hum... É.... Já sei... Hum, acho que não.
É vou começar pelo começo. Mas qual é o começo ?
Ta bom ta bom falarei aqui sobre uma menina indecisa, que planeja uma vida de sucesso que tem enormes sonhos, que viaja no mundo, que se ilude com pouco, que enxerga a realidade, uma menina doida que quer viver os mínimos detalhes da vida, quer saber, aprender, se relacionar, ver, ouvir, crer, perceber, apanhar, ajudar, uma menina que quer ser alguém na vida, diferente, única, exclusiva. Uma menina que tem medo de crescer, medo de ser mais responsável, medo de perder, medo de não saber lidar com as situações, aflita de medo de errar. Mas de uma coisa ela sabe, que ela vai ter que viver e aprender com a vida.
Afinal, quem nasce sabendo? Ela não, ela acha que já sabe bem da vida, mas na realidade ela não sabe nada de nada, ela vive uma aventura a cada dia, ela vive tentando descobrir a si própria, imaginando como será seu futuro, como será amanhã se nem o hoje ela consegue resolver direito, mas essa menina é determinada a viver e viver. Porque a razão do viver para ela, é descobrir porque ela vive.
Que tarefa difícil, mas essa menina que ama sua família adora seus amigos, entende os necessitados, odeia falsidade, perdoa facilmente, pede perdão milhões de vezes, não suporta ter alguém que não goste dela por mínimo que seja o detalhe, não quer ver ninguém chorar, a não ser de alegria, que não suporta a desigualdade, que ama com intensidade, que se entrega mesmo quando não deve, acreditando que existem pessoas diferentes, uma menina cheia de defeitos muito mais do que qualidades que pensa que ela pode mudar o mundo.
Impossível? Não para essa menina o impossível é só para os fracos, ela acredita no possível, e quer viver o possível e custe o que custar ela quer mostrar para o mundo para todos que o mais impossível fazemos que é o viver.
“- Menina isso é ilusão!!! E uma lágrima desce seu rosto, simples e profunda. Não acabe com as expectativas de uma menina, não frustre os sonhos de uma menina, essa menina vive, não por viver mas por ter o dom da vida.
“- Menina não chore, a vida não acabou, acorde, viva, ame, olhe para mim, menina sonhe, imagine, aprenda, se aventure, mude o mundo... menina.....menina....menina VIVA.......!!!!!
Que silêncio é esse?...
Cadê a menina dos sonhos? Ela esta ali olhe...
Mas olhe... Se foi a menina, é apenas mais uma mulher.
PROSTRAÇÃO
Eu se chorar, fraqueza lhe parece,
pois não sentiste o que sinto agora,
quando triste, prostrado rezo a prece
de um homem só que na tristeza chora.
E quando sinto que meu rosto empalidece,
olhando alguém que se vai embora,
cumprindo a teia que o destino tece,
levando o amor de quem mais te adora.
E quando em mim nada mais resta
e já a noite com seu manto empresta
a escuridão a meu triste mundo,
eu choro e sem vergonha eu clamo
que a vida que pela vida eu amo
jaz perdida num abismo fundo.
EXPERIMENTA! EXPERIMENTA! EXPERIMENTA!
Experimenta fazer o bem...
Experimenta sorrir para alguém...
Experimenta fazer um carinho...
Experimenta falar algo doce...
Experimenta ouvir atentamente alguém em aflição...
Experimenta ser sincero...
Experimenta dançar como se ninguém estivesse te olhando...
Experimenta enxergar com os olhos da alma...
Experimenta fechar os olhos e se imaginar num lugar lindo, fazendo coisas que vc mais deseja (OPS! Cada um pense o que quiser, contato que seja algo que lhe faça sentir bem...::)))...)
Experimenta parar um pouco, esquecendo das preocupações da vida, e contemplar o céu à noite, as estrelas e a lua bem cheia...
Experimenta ficar um pouco sentado na areia da praia em frente ao mar acompanhando o balanço das ondas, o sol...
Experimenta algum prato que vc adore, mesmo estando de dieta...Saia um pouco dessa nóia! rsrsrs...
Experimenta ouvir um boa música...
Experimenta inventar algo...qualquer coisa...mesmo que seja uma receita nova...É muito boa a sensação de ver sua alma, seu sentimento como parte de algo único...
Enfim...
Experimenta de vez em quando fazer algo que te faça bem, mesmo que aos olhos dos outros pareça ridículo ou fora dos padrões normais...Mas é claro, com responsabilidade e sem prejudicar ninguém. O que vale é sua felicidade, seu bem-estar...Pois a vida passa e cada segundo passado não volta atrás...O passado não importa...o futuro é uma incógnita...O que conta mesmo é o presente...::)))
Buraco Negro
Tentando dormir,
tropecei em meu sono
e caí no buraco negro
da mente.
No susto, não consegui
achar o caminho da volta,
pois, no escuro
tudo se voltava,
de repente,
num turbilhão
de cenas e pensamentos
difusos, confusos;
era eu….não era mais,
um animal….um cão?
Era tudo ou só momentos
de cenas em confusão,
talvez vividas ou sonhadas?
Sem ordem, sem senso
lógico
nem cronológico.
Sem seguimentos,
sem nomes,ou com muitos,
em gritos, chamados…espantos.
Risos de alegrias,
e longos silêncios,
soluços,
de tristezas.
O belo…sem belezas.
Em cenários sucessivos,
alguns quase mortos
outros muito vivos,
fui herói, fui bandido,
fui aclamado
fui banido,
fui amado,
fui traído.
Mas, traidor,
também fui
e fui perdido,
num mar de ondas
rebeldes e negras,
sem me conhecer
e fui caindo,
ainda mais fundo,
no negro mundo,
sem saber.
Caminhada
Entre palavras,
Murmúrios,
Entre silêncios
E mentiras…
Entre amores, desilusões
E iras…
Segue a vida-busca
A buscar a vida.
Nas ruínas
De antigos castelos,
Derrubados
Ao longo dos caminhos;
Dia-após-dia
Ano-após-ano.
No cerrar do pano
Que marca o fim
De mais um ato,
Sem aplausos,
Sem consagrações,
Sem esperanças.
E eu parto
Mais uma vez,
Com um pouco menos
De mim,
Com um pouco menos
De tudo;
Mudo,
Na correnteza humana,
Insana!
Na força
Que meu corpo arrasta,
O coração dilacera,
Devasta a mente
Na espera
De um outro dia
Igual.
Caravana infernal
De solitários,
Homens-máquinas,
Sem razão,
Sem fim,
A carregar mil cruzes
Sem nexo,
Sob as luzes
Do grande palco.
Mas, eu sigo,
Perplexo,
No andar
Dos que apenas andam,
Sem destino.
E, atrás de mim,
Eu sinto o ranger
De um infinito
Que caminha,
Que ri
E chora.
Mas, eu sei,
Agora
Que já sem rosto
Esse infinito,
Como a própria vida,
Também é morto.
Encanto arrebatador
Meus olhos extasiados pela tua presença
Esqueceram-se do meu eu.
E meu coração na busca de um amor,
acolhe-te, inocentemente
sem perceber que seria teu prisioneiro.
Enquanto minha vontade adormecida
Transforma-se em coragem para amar outra vez.
E no intimo afugentada pela paixão,
fez-me tremer de emoção.
E assim foram longos e maravilhosos dias
ate que percebo, não sou mais eu,
sou como um corpo celeste
que dentre milhão se destaca brilhante
por esta paixão alucinante.
e se um dia este corpo deixar de brilhar,
levarei na imensidão do tempo o teu encanto
e determinada a não deixar me esquecer
deixarei as chamas desta paixão
aquecer para sempre teu coração
e tornar-me-ei volúpia
para sufocar nos desejos dos teus pensamentos.
Sem licença sem permissão.
Sombras, 2010
Um peso, uma tristeza,
Frustações, cansaços.
Sensação do nada,
Desilusões.
Vazios, sombras,
Passadas.
Não mais reconheço
Minha natureza
De outrora.
Fim de jornadas,
Ciclo de vidas,
Vividas,
Em mil lugares;
Perdidas,
Em mil pedaços.
Dores, alegrias,
Sofrimentos.
Vitórias, conquistas,
Derrotas, arrependimentos.
Encruzilhada do ser
E do não-ser.
A espera
Fiquei sentado,
esperando
a campainha
(que não tocou).
Afinal o que sou?
Um pobre coitado,
um incompreendido,
um mal amado?
Olho figuras que passam,
cavalgando na mente
estórias não realizadas.
De repente,
estou só,
a ruminar
em meu estábulo
dourado,
sentado,
esperando a campainha
(que não tocou).
Por que não grita,
meu Deus,
esta máquina infernal
que me revela
a triste lembrança
de um nada?
Brinquedo de criança
em ruas desertas
de minha meninice,
em desabaladas carreiras,
liberto.
Risos apertados,
traquinices,
de um – quem é?
perdido no vazio.
Mas, eu agora
já não rio,
sentado,
esperando,
esperando,
no meu estábulo dourado,
ruminando,
a dor,
a descrença,
a solidão.
Seja o que for,
que me faz alheio,
apartado de tudo
e de todos,
sentado,
esperando a campainha
(que não tocou).
(1968)
O que você nunca vai saber
Não pretendo te contar sobre minhas lutas mentais. Você terá nas mãos minha simplicidade e minha leveza, que podem não ser totalmente verdadeiras, mas foram criadas com muito carinho pra não assustar pessoas como você. Não vou ficar falando sobre a complexidade dos meus pensamentos, minha dualidade ou minhas dúvidas sobre qualquer sentimento do mundo. Vou te deixar com a melhor parte, porque eu sei que você merece. Guardo pra mim as crises de identidade e a vontade de sumir. Não vou dissertar sobre minhas fragilidades e minhas inseguranças. Talvez eu te diga algumas vezes sobre minha tristeza, mas só pra ganhar um pouquinho mais de carinho. Ofereço meu bom humor e minha paciência e você deve saber que esta não é uma oferta muito comum.
Se você tivesse chegado antes, eu não teria notado. Se demorasse um pouco mais, eu não teria esperado. Você anda acertando muita coisa, mesmo sem perceber. Você tem me ganhado nos detalhes e aposto que nem desconfia. Mas já que você chegou no momento certo, vou te pedir que fique. Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. Mas por outro lado, posso te fazer feliz também. É um risco. Eu pulo, se você me der a mão.
Você não precisa saber que eu choro porque me sinto pequena num mundo gigante. Nem que eu faço coisas estúpidas quando estou carente. Você nunca vai saber da minha mania de me expor em palavras, que eu escrevo o tempo todo, em qualquer lugar. Muito menos que eu estou escrevendo sobre você neste exato momento. E não pense que é falta de consideração eu dividir tanto de mim com tanta gente e excluir você dessa minha segunda vida, porque há duas maneiras de saber o que eu não digo sobre mim: lendo nas entrelinhas dos meus textos e olhando nos meus olhos. E a segunda opção ninguém mais tem.
O ANJO SEM ASAS
( 23/04/2007 )
Deus enviou à terra, assim como muito outros, um de seus anjos mais amados, porém a este não entregou suas asas. Ele teria que consegui-las sozinhas durante sua missão terrena, depois
voltaria ao céu.
Na terra o anjo cresceu n uma família feliz e desde pequeno já sorria quando olhava o vôo dos pássaros no infinito. Aos poucos foi construindo um mundo de paz e de sonhos e foi assim que começou a confeccionar as suas asas para voar. Eram asas de metais e sempre que queria conversar com seu Pai Celestial saía voando com suas asas mecânicas sobre os rios, cidades, serras e oceanos.
Era tão grande o seu amor pelo vôo que Deus resolveu colocar em seus olhos dois pedaços azuis do céu. Ele vivia no seu dia a dia a fazer amigos, distribuindo bondade e sorriso por onde passava e aos poucos se tornava bastante querido por todos que o conheciam, mas o que mais gostava era de voar, voar bem alto todos os dias...e por enquanto voava com suas asas de metal.
Ao cumprir sua missão aqui na terra, ele não sabia que a cada bondade sua Deus colocava uma pena a mais na confecção de seu par de asas. E como não sabia deste critério, ele mesmo fabricava suas asas mecânica cada vez mais modernas a ponto de um dia, quem sabe levá-la de volta ao céu- pensava.
Durante seus vôos ele fazia favores para amigos, parentes e até simplesmente para pessoas que apenas conhecia pelo caminho. Tinha o dom de fazer amigos e era isso que, sem que ele soubesse, acelerava mais ainda a fabricação de suas próprias asas.
O tempo passou e numa manhã, quando faltava somente uma pena para que Deus terminasse de confeccionar as asas e colocá-las em seu anjo, este voava debaixo de um temporal que caiu de repente sobre a bela cidade que ele tanto amou e tanto admirou em seus passeios alados.
A chuva tornava difícil o vôo, mesmo assim ele estava seguro, pois sabia que era anjo, no entanto, levava consigo sua alma gêmea, aquela a quem mais amou e que escolheu para ser a mãe de seus três maiores tesouros, então, esquecendo de si mesmo, fez de tudo para salvá-la e não abandonou um só momento sua outra metade.
Esta grande prova de amor por parte do anjo foi suficiente para que Deus terminasse de confeccionar suas asas, que de imediato surgiram nas suas costas segundos antes da ultraleve chocar-se contra a parede de um edifício.
Ninguém viu, mas ainda deu tempo do anjo abandonar seu corpo já sem vida e proteger com suas asas aquela a quem mais amou e continuará amando na eternidade.
Assustado ele a viu desmaiada em seus braços, quando policiais chegavam para socorrê-la, mas Deus o conformou: Calma, ela apenas dorme. Veja você conseguiu suas asas ao doar sua própria vida para salvá-la. Cumpriu pois sua missão e já pode voltar. Mas sei do seu pensamento e vou lhe conceder um pedido, completou Deus sorrindo.
- Deixe-me continuar ao lado de minha família, falou.
E Deus concedeu o seu pedido, porém, o tornou invisível como todos os outros anjos da guarda.
Hoje, Maurocélio, não voa mais no seu ultraleve, pois agora tem suas próprias asas. Não o vemos mais, mas com certeza está voando em silêncio por aí, protegendo a todos aqueles
a quem continuará amando eternamente.
_____________________________________________________________________________
Crônica escrita por Vaumirtes Freire, o poeta do silêncio, In memória de Maurocélio, um anjo sem asas que voava entre nós, e que numa manhã chuvosa tornou-se invisível para continuar sua missão de anjo da guarda. Durante sua vida terrena nunca quis os holofotes dos palcos, nem os aplausos dos amigos a quem tanto serviu, viveu sempre nos bastidores, invisível como um anjo, a plantar sementes de bondade e conquistar amigos, que se fizeram presentes às centenas no instante em que ele finalmente recebeu suas asas para voar como sonhou um dia...
* Maurocélio partiu para a vida eterna em abril de 2007 após uma queda de ultraleve quando passeava sobre os céus de Sobral,ce numa tarde chuvosa com sua esposa, que sobreviveu a queda, graças a atitude do seu anjo sem asas.
Aprendi que meninas boazinhas colecionavam elogios e presentes.
Eu colecionava bolinhas de gude e cicatrizes.
Hoje, enquanto algumas esperam viver um conto de fadas
Eu já beijei príncipe que virou sapo, construí castelos para morar sozinha,
despedi a fada madrinha, escolhi viver com o "lobo",
ouvi várias histórias mas resolvi escrever a minha.
Talvez eu seja um pouco de tudo que já li
Um pouco de tudo que meu olhar já apreendeu do mundo
Um pouco das belas músicas
Um pouco daqueles que me são queridos
Um pouco de múltiplos sentimentos e algumas fraquezas.
Talvez eu seja um pouco do que você deixou em mim,
Mas em essência, o muito da minha essência
É algo delicado e misterioso.
VOCÊ
De repente, você está fora
de qualquer razão,
de qualquer entendimento.
Você deixa de ser, de ocupar
um lugar. É um não!
Você é um enorme nada,
vazio.
Ser anti-social, desgarrada
criatura errante
na jangal dos homens,
(ou serão feras?),
desde antigas eras
amalgamadas.
Na agitação dos passos
que varrem as ruas
perdem-se suas
mais íntimas confissões,
de um homem só.
Vida marcada no compasso
da solidão e do desencontro.
Na terceira década
de sua existência,
você é um aborto,
morto!
Avança rápido na direção
do espaço infinito,
longínquo,
transcendental.
Ser espiritual
em sonhos envolvido,
perdido na irrealidade
de uma fuga patológica,
ilógica,
irreal.
Arquiteto prodigioso
de ruínas,
você é um colosso,
em tristes fantasias.
O poder, a beleza, o amor,
em rápidas braçadas
são alcançados,
ultrapassados,
no ardor freudiano
de suas compensações,
emocionais.
Este não é seu mundo,
aqui não há correspondência
para sua vida, nem clemência
para suas súplicas.
Mergulhe profundamente
em seus sonhos azuis
e esqueça.
Talvez assim, um dia,
você cresça
e se torne um homem.
Túnel do tempo
Apenas uma folha ao vento,
no túnel do tempo, solta,
a vida é apenas um momento
entre alegrias e tristezas
de quem nas vitórias perdeu
o sentido maior de crescer.
Passageiro de seu destino,
segue só, ao sabor de viver
sem um rumo seu e verdadeiro,
escravo de um futuro incerto,
vivendo a vida no presente
e olhando o tempo que passou.
Caminha para o nada e o escuro,
mas quem sabe sejam as trevas
a luz dessa vida que nos leva
desse mundo tão cheio de misérias.
O Rio
Da minha janela
eu via o rio.
Um rio imenso,
tenso,
de diferentes cores,
de história, e de estórias,
de vida e de mortes,
de mil valores,
de risos e ais,
brutais.
E todas as tardes
eu vinha à janela
e via o rio,
um braço brilhante
de amante
a envolver as terras
que despencam da cidade
(sem piedade).
Eu via o rio
até aonde a vista
alcança
e se lança
a mente.
Eu via o rio
deitar sobre a terra
em tons variados,
que o céu, de ciúme,
lhe emprestava.
E eu estava ali
a ver o rio,
todas as tardes,
sem alardes,
quieto como o rio,
triste como ele,
nessas horas cinzas
de todas as tardes.
E tantas vezes
eu vi o rio
que aprendi a conhecê-lo
em todo o seu íntimo.
Em um átimo,
eu o senti;
seu braço me envolveu
também.
Brilhou dentro de mim,
e eu senti o rio
a correr em meu corpo.
Nunca mais precisei
chegar à janela
para ver meu rio.
No Início, há quem te chame de sonhador, de louco
Há momentos difíceis que realmente derrubam e nos deixam de cara com tudo
Mas Você levanta, ergue a cabeça e a alegria te atinge com força feito um Meteoro
O Jogo do amor recomeça e a vida te pergunta: Aqui é o seu lugar?
São desafios e provas a cada dia
E Ter você do meu lado nesse dia tão especial é maravilhoso
Dizem que só quem sonha consegue alcançar
Nós Alcançamos!!!!! E Pode ter certeza, Venha o Que vier,
Eu vou estar pra sempre com você
(Meteoro) ( Se for sonho)
Dizem que só quem sonha consegue alcançar
( Eu Preciso flutuar)
Nós Alcançamos
Para Ti
Foi para ti
que desfolhei a chuva
para ti soltei o perfume da terra
toquei no nada
e para ti foi tudo
Para ti criei todas as palavras
e todas me faltaram
no minuto em que talhei
o sabor do sempre
Para ti dei voz
às minhas mãos
abri os gomos do tempo
assaltei o mundo
e pensei que tudo estava em nós
nesse doce engano
de tudo sermos donos
sem nada termos
simplesmente porque era de noite
e não dormíamos
eu descia em teu peito
para me procurar
e antes que a escuridão
nos cingisse a cintura
ficávamos nos olhos
vivendo de um só
amando de uma só vida
Soneto do amor sem fim
Em busca do verdadeiro amor sempre andei
E em cada novo dia uma prece
Não se procura o amor! Acontece
E um dia sem querer te encontrei.
Por um instante houve um silêncio total
Não girou a Terra em sua órbita
Quando olhei não acreditei, te vi a porta
Com um olhar doce e um rosto angelical.
Agora será sempre assim, esse amor sem fim
Adoravelmente nostálgico e sincero
Que sempre me dá mais do que espero
Desse ardente amor reservado para mim.
E com o passar dos longos anos
Seguirei vivendo a cada dia
Em cada palavra, gesto ou mania
Essa maravilhosa tarefa de amar.
Porque ela tem corpo de mulher e um olhar de menina
porque ela cresceu mas não deixou de lado a doçura ou a inocência,porque apesar de saber bem o que quer e ter esse seu lado forte o que ela mais precisa é de um abraço protetor de um porto seguro
porque apesar de nunca dizer o que ela mais precisa é de você de tê-lo ao seu lado pra poder te dizer e sentir que é tua e você é só dela
Porque ela simplesmente TE AMA
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
(...)
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
"Trouxeste a chave?"
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