Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo
E meio que a gente se destrói,
Quando vemos o amor da nossa vida sendo o amor de outro alguém, nos despedaçamos como o papel,
Caímos como uma parede podre,
Mas caímos de dor, por amor
Pode parecer exagero, mas nunca nada me doeu tanto
Como gostar de alguém, afinal.
Os médicos podem curar a dor do corpo, a casa pode ser reconstruída pelo pedreiro, mas o papel vai ser sempre um pedaço de papel rasgado e sem valor.
E o meu peito descartável sem o teu amor.
Ah, como dói.
Eu deveria ter escutado minha mãe.
Talvez as surras devessem doer menos.
Dentro de ti
Percebo que você circunvague-ia a sua
própria sombra,e vejo um espaço vago e oculto dentro de ti e que eu gostaria de preencher .Sei que estas sofrendo vejo isso bem nítido em teus olhos eles me dizem
que : o que você me diz ,não condiz com
a sua condizência :a todos os dias eu acordo e me esforço para não esquecer o seu nome por que você foi e é o melhor
acontecimento em minha vida e tornou-se
parte de mim ,tanto que a quando se
afasta de mim ,sinto-me rasgado ao meio.
Eu sei que o mundo é feito de mentiras e
verdades ,e as lagrimas tristes ou felizes são inevitáveis ,de tudo que vivemos e
possamos viver a única certeza é a de que lhe amo ,possivelmente nem você ,nem o
mundo me entendam ,quanto mais me compreendam ,mesmo assim sigo lhes
amando sempre confiante e me confortando na eternidade e de que noutra oportunidade
o amor possa ser mútuo e eu possa me
encontrar dentro de ti.
NOSSA BÚSSOLA MORAL
Se o meu povo [...] se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. —2 Crônicas 7:14
Quando Abraão Lincoln foi apresentado à escritora Harriet Beecher Stowe, dizem que afirmou que, ela foi a “pequena mulher que escreveu o livro que iniciou esta grande guerra”.
Apesar do comentário do presidente Lincoln não ser inteiramente sério, o romance de Stowe A Cabana do Pai Tomás foi um instrumento para a abolição dos escravos nos Estados Unidos. A representação gráfica do racismo e a injustiça da escravidão ajudou a liderar o início da Guerra Civil. Finalmente, a Proclamação de Emancipação de Lincoln declarou que todos os escravos “devem ser livres”. Deste modo, o romance de Stowe ajudou a transformar a bússola moral da nação.
Séculos antes, o rei Salomão foi avisado sobre algo que poderia mudar a bússola moral do povo de Deus — Israel. Era para começar com humildade e confissão. O Senhor falou a Salomão: Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra (2 Crônicas 7:14).
Como uma comunidade cristã, devemos em primeiro lugar fazer um inventário de nossas vidas. À medida que buscamos humildemente a Deus em oração e arrependimento dos pecados, as mudanças começam acontecer em nossas vidas. Deus então pode nos usar para transformar a bússola moral de uma nação. —HDF
Nada é politicamente correto se for moralmente incorreto. Dennis Fisher
[....] e talvez por haver tanto amor em mim, eu seja assim, dócil, irrequieto, preocupado, às vezes até sem moderação, exagerado. Por isso sempre quero estar tão perto de alguma forma, mesmo estando tão longe. Tem coisas que a mão não alcança, mas pode apostar, que o coração sempre chega.
Ricardo F.
Folha Morta
A manhã de outono, varrida pela ventania, anunciava o inverno que daqui a pouco chegaria, o salgueiro quase desfolhado, um estranho "Ser" parecia, já era tardinha e sua última folha caia.
Outrora verde, macia, agora, sem vida, sem cor, a última folha morta, do salgueiro se despedia, sem destino certo, levada pelos ventos, perdida entre prados e cercanias, uma nova história escreveria.
Nessa viagem que a vida é, nas breves paradas, transformada, muitas coisas viveu, a folha morta, da chuva o besouro protegeu, um casulo em sí, a lagarta teceu, com outras se juntou, o ninho da coruja se formou.
Folha morta largada ao léu, entre a terra e o céu, se fez leito pro viajante errante que sua amante deixou, amanheceu o dia, o vento que nada sabia, pra longe a levou, a folha morta, do salgueiro lembrou.
Nessas andanças, arrastada de lá pra cá, a folha morta seus pedaços, aos poucos perdia, não reclamava, ela sabia que outras vidas servia, lá no fim da tardinha, solitaria, em algum lugar se escondia.
Ela mesmo morta vivia, levada pelos ventos pra casa voltou, debaixo do salgueiro, em mil pedaços se deixou, adubando a terra, o salgueiro alimentou, na sombra frondosa sua história terminou.
Autor
Ademir de O. Lima
Sentir
Me sinto útil e inútil
Me sinto grande e pequeno
Me sinto forte e fraco
Sinto isso e muito mais
Mas há dias, que não sinto mais
A dor não é boa de sentir
O amor é belo se recíproco
Mas ele mesmo causa dor
A cada um de seu admirador
Os olhos concedem visão
Mas nem tudo que vemos
Faz bem ao nosso coração
Todos querem a felicidade
E fazem de tudo para senti-la
Em pequenos prazeres temporários
Buscam encontra-la
Mas nada deste temporário
Trará uma nova eterna realidade
Esta é a real verdade
Podemos deixar de sentir
Mas neste exato momento
Deixaríamos de existir
Seríamos apenas decorações
Sem corações, sem emoções
Mesmo com tudo
A dor, amor
Tristeza e alegria
Necessitamos sentir
Pois somos humanos
Sim , nós erramos
Mas além de tudo
Nós também amamos
Cada lágrima
Será um sorriso
Cujo brilho trará alegria
Para todos do seu dia
CORRENDO UMA MARATONA
Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. —Filipenses 3:14
A Maratona dos Camaradas, que começou em 1921, é a ultramaratona mais antiga. É realizada anualmente na África do Sul e tem um percurso de 90 km. Bruce Fordyce dominou esta maratona nos anos 80 vencendo-a nove vezes entre 1981 e 1990. Em 1986 bateu o recorde de 5h24min7s, o qual perdurou por 21 anos, sendo superado em 2007. Fico impressionada com o fato dele continuar disputando esta corrida todos os anos.
De certa forma, nós como cristãos estamos numa maratona. É preciso ter resistência para correr e completar a corrida da vida. Quando o apóstolo Paulo escreveu sua carta aos filipenses, mencionou que estava “avançando para as que diante de mim estão” (3:13) e prosseguindo “para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (v.14).
O nosso Senhor Jesus nos deu um exemplo para corrermos a maratona da vida. A Bíblia diz que Jesus “em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus” (Hebreus 12:2). Apesar da “oposição dos pecadores” Ele completou Sua corrida (v.3).
O segredo de terminar bem é aguardarmos a alegria que nos espera ao completarmos a corrida da vida — vida eterna com Ele. —CPH
A corrida cristã não é um evento competitivo, mas uma prova de resistência. C. P. Hia
Declaração de amor
Um brilho no olhar ao ver você chegar caminhando contra a direção do vento. Estou atento para progredir meu sentimento imenso e verdadeiro. Nos teus beijos, me sinto totalmente sem chão, sem rumo ou direção. Através dos seus encantos vou aos prantos em perceber que você é a melhor parte de mim. E que seja assim nossa história, com trajetória e glória, que floresce na nascente ardente. São os seus abraços apertados nos dias congelados. As palpitações de cada aceleração do meu coração fazendo parte sonora em meu ouvido, descobrindo que o proibido é mais atrativo. E sussurro com voz baixa no seu ouvido: quer casar comigo?
Não importa o que você está passando. Não importa o quanto já adiou seus sonhos por depender de outras pessoas ou “do dinheiro” que aguarda para entrar. Não importa para quem deve ou com quantos possui alguma dívida. A importância mora no ato de cumprir as suas promessas, pagar quem deve, visitar quem o espera e pedir perdão aos que ofendeu ou fez muitas lágrimas derramar. Não se engane: o que for seu e do outro, virá. E se for Amor “mesmo massacrado”, ressurgirá como tudo aquilo que é sublime volta.
Eu Acredito em Você “em Mim” 🙏
Prof. Anderson Araújo
OFFLINE
Virtualmente esbanja sutileza
E gratidão em uma vida repleta
De artimanhas superficiais na
Tentativa falha de alimentar
O bom espírito. O ego.
Online para o status que acredita
Futilmente em ser o ápice da sua
Fortuna. Offline para a sua
realidade e aquela que acerca.
Offline de sorrisos sinceros,
olhares memoráveis e sentimentos
Que acalentam a alma. Infelizmente
Estão preferindo a luz artificial ao alvorecer, e talvez seja tarde demais
Para recarregar a sua autêntica bateria...
O grau de inflamabilidade moral é desconhecido. - do fato de termos tido ou não certas visões ou impressões abaladoras, por exemplo, um pai injustamente condenado, morto ou martirizado, uma mulher infiel, um cruel ataque inimigo, depende que as nossas paixões atinjam a incandescência e dirijam ou não a nossa vida inteira.
Ninguém sabe a que podem levar os acontecimentos, a compaixão, a indignação, ninguém conhece o seu grau de inflamabilidade. Pequenas circunstâncias miseráveis tonam miserável; geralmente não é a qualidade, mas a quantidade das vivências que termina o homem baixo ou elevado, no bem e no mal
Af. 72
A justiça premiadora- Quem compreendeu plenamente a teoria da completa irresponsabilidade já não pode incluir a chamada justiça punitiva e premiadora no conceito de justiça; se esta consiste em dar a cada um o que é seu. Pois aquele que é punido não merece a punição: é apenas usado como meio para desencorajar futuramente certas ações; também aquele que é premiado não merece o prêmio: ele não podia agir de outro modo, o prêmio tem apenas o sentido, portanto, de um encorajamento para ele para os outros, a fim de proporcionar um motivo para ações futuras: o louvor é dirigido àquele que corre na pista, não aquele que atingiu a meta. Nem o castigo nem o prêmio são algo devido a uma pessoa como seu são lhe dados por razões de utilidade, sem que ela possa reinvidicá-los justamente. Deve-se dizer que "o sábio não premia porque se agiu bem", tal como já se disse que "o sábio não castiga porque se agiu mal, mas para que não se aja mal".
Se desaparecessem o castigo e o prêmio, acabariam os motivos mais fortes que nos afastam de certas ações e nos impelem a outras; o interesse dos homens requer a permanência dos dois; e na medida em que o castigo e o prêmio, a censura eo louvor afetam sensivelmente a vaidade, o mesmo interesse requer também a permanência da vaidade.
Aforismo 105
O caráter imutável. - Que o caráter seja imutável não é uma verdade no sentido estrito; esta frase estimada significa apenas que durante a breve duração da vida de um homem, o smotivos que sobre ele atuam não arranham com profundidade suficiente para destruir os traços impressos por milhares de anos.
Se imaginássemos um homem de oitenta mil anos, nele teríamos um caráter absolutamente mutável: de modo que dele se desenvolveria um grande número de indivíduos diversos, um aós o outro. A brevidade da vida humana leva muitas afirmações erradas sobre as características do homem.
Sabe quando uma pessoa babaca se faz de esperta e perde totalmente a sua credibilidade?
É quando ela mente e depois que descobrem as suas mentiras, as sustenta apenas por orgulho, insiste em uma mentira que ninguém mais acredita.
Aquele que se usa de mentiras pra viver não vive de verdade, vive de aparências!
Vaso Chinês
Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.
Fino artista chinês, enamorado,
Nele pusera o coração doentio
Em rubras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.
Mas, talvez por contraste à desventura,
Quem o sabe?... de um velho mandarim
Também lá estava a singular figura;
Que arte em pintá-la! a gente acaso vendo-a,
Sentia um não sei quê com aquele chim
De olhos cortados à feição de amêndoa.
Flor de caverna
Fica às vezes em nós um verso a que a ventura
Não é dada jamais de ver a luz do dia;
Fragmento de expressão de ideia fugidia,
Do pélago interior boia na vaga escura.
Sós o ouvimos conosco; à meia voz murmura,
Vindo-nos da consciência a flux, lá da sombria
Profundeza da mente, onde erra e se enfastia,
Cantando, a distrair os ócios da clausura.
Da alma, qual por janela aberta par e par,
Outros livre se vão, voejando cento e cento
Ao sol, à vida, à glória e aplausos. Este não.
Este aí jaz entaipado, este aí jaz a esperar
Morra, volvendo ao nada, – embrião de pensamento
Abafado em si mesmo e em sua escuridão.
Beija-flores
Os beija-flores, em festa,
Com o sol, com a luz, com os rumores,
Saem da verde floresta,
Como um punhado de flores.
E abrindo as asas formosas,
As asas aurifulgentes,
Feitas de opalas ardentes
Com coloridos de rosas,
Os beija-flores, em bando,
Boêmios enfeitiçados,
Vão como beijos voando
Por sobre os virentes prados;
Sobem às altas colinas,
Descem aos vales formosos,
E espraiam-se após ruidosos
Pela extensão das campinas.
Depois, sussurrando a flux
Dos cactos ensanguentados,
Bailam nos prismas da luz,
De solto pólen dourados.
Ah! como a orquídea estremece
Ao ver que um deles, mais vivo,
Até seu gérmen lascivo
Mergulha, interna-se, desce...
E não haver uma rosa
De tantas, uma açucena,
Uma violeta piedosa,
Que quando a morte sem pena
Um destes seres fulmina,
Abra-se em férvido enleio,
Como a alma de uma menina,
Para guardá-lo no seio!
Luva Abandonada
Uma só vez calçar-vos me foi dado,
Dedos claros! A escura sorte minha,
O meu destino, como um vento irado,
Levou-vos longe e me deixou sozinha!
Sobre este cofre, desta cama ao lado,
Murcho, como uma flor, triste e mesquinha,
Bebendo ávida o cheiro delicado
Que aquela mão de dedos claros tinha.
Cálix que a alma de um lírio teve um dia
Em si guardada, antes que ao chão pendesse,
Breve me hei de esfazer em poeira, em nada…
Oh! em que chaga viva tocaria
Quem nesta vida compreender pudesse
A saudade da luva abandonada!
O Ídolo
Sobre um trono de mármore sombrio,
Em templo escuro, há muito abandonado,
Em seu grande silêncio, austero e frio
Um ídolo de gesso está sentado.
E como à estranha mão, a paz silente
Quebrando em torno às funerárias urnas,
Ressoa um órgão compassadamente
Pelas amplas abóbadas soturnas.
Cai fora a noite - mar que se retrata
Em outro mar - dois pélagos azuis;
Num as ondas - alcíones de prata,
No outro os astros - alcíones de luz.
E de seu negro mármore no trono
O ídolo de gesso está sentado.
Assim um coração repousa em sono...
Assim meu coração vive fechado.
Amor e Vida
Esconde-me a alma, no íntimo, oprimida,
Este amor infeliz, como se fora
Um crime aos olhos dessa, que ela adora,
Dessa, que crendo-o, crera-se ofendida.
A crua e rija lâmina homicida
Do seu desdém vara-me o peito; embora,
Que o amor que cresce nele, e nele mora,
Só findará quando findar-me a vida!
Ó meu amor! como num mar profundo,
Achaste em mim teu álgido, teu fundo,
Teu derradeiro, teu feral abrigo!
E qual do rei de Tule a taça de ouro,
Ó meu sacro, ó meu único tesouro!
Ó meu amor! tu morrerás comigo!
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