Textos de Feliz Ano Novo para celebrar com esperança e otimismo

Minha Face

Conhecer minha face por completo
Poucos apresentam essa sensibilidade
Revelo-me aos poucos
E para poucos

Talvez minha presença já tenha te possibilitado
A discerni o outro lado dela
Que não é oculta
Ela estar presente em cada olhar
Dos outros
No seu.

E pode ser sentida
A qualquer instante
É só você fechar os olhos
E sentiras
Estou do seu lado!

Tudo se perdeu, as letras não conseguem se definir.
Nada mais pode ser reencontrado.
Nada mais pode ser consertado.
Por que?
Nada mais tem porque,
Nada mais tem razão,
Nada mais existe.
É tarde.
É inútil.
Sinto-me como um fantasma.
O que será de mim?
Sou vazio,
Sou lágrima.
O que será de mim agora?
Já não o tenho mais.
Já não ouço sua voz.
Já não sinto seu cheiro.
O que será de mim agora que já sei que não posso mais contar com você?
Sou ave sem ninho,
Sou corpo sem alma.
Sou apenas escuridão.
Sou só tristeza.

Preconceito é uma palavra tão repugnante quanto cansativa. Mais ainda para nós, gays, que temos que lutar diariamente para sobreviver à batalha da vida em uma sociedade que não respeita, não aceita e não nos entende. Pior mesmo é quando o preconceito parte dos próprios gays.

Por décadas buscamos uma sociedade mais justa, tolerante e menos preconceituosa. Mas, em contrapartida fechamos os olhos para o preconceito existente na própria comunidade GLS!

São gays que não andam com travestis, os efeminados são vítimas de piadas, lésbicas só andam com lésbicas, travestis e trans sendo alvo de agressão; ativos contra passivos e virse e versa. Ou seja, um subgrupo não se mistura ao outro. Isso não seria uma forma de preconceito?
Como exigir algo de alguém, se na verdade somos nós que ainda temos muito a melhorar? Devemos praticar a tolerância primeiramente em nós mesmos. Somente assim é que vamos poder fazer a “diferença” de um modo positivo!

Descrição dos sentimentos.

Escrevo,
e chego a recitar poesias,
mas pra quem ouvir?
Discursos de amor sem demagogias,
é pra fazer-me rir.
É pura fantasia,
é o êxtase do momento,
nesse mudo silêncio que me cerca de incertezas,
que arranca de mim a pureza e me derruba ao chão.
Revela-me o caos, me mostra o mais sujo e imperfeito abismo.
Ah, quanta solidão!
Essa é a descrição dos meus sentimentos,
que no momento é de tormentos,
que me leva ao lamento,
ou a loucura escura,
e profunda do meu coração.

Autora: Darlene Glória Sousa santos(Soustandark)

"Here's to the Crazy Ones"

Here’s to the crazy ones.
The misfits,
The rebels,
The troublemakers.
The round pegs in the square holes.
The ones who see things differently.

They’re not fond of rules,
And they have no respect
for the status quo.

You can praise them,
disagree with them,
quote them,disbelieve them,
glorify or vilify them.
But the only thing you can’t do is ignore them.

Because they change things.
They invent. They imagine. They heal.
They explore. They create. They inspire.
They push the human race forward.

Maybe they have to be crazy.
How else can you stare at an empty canvas
and see a work of art?
Or sit in silence
and hear a song that’s never been written?
Or gaze at a red planet and see a laboratory on wheels?

We make tools for these kinds of people.

And while some see them as the crazy ones,
we see genius.
Because the people who are crazy enough
to think they can change the world,
are the ones who do.

Alguém à busca!
Busco tudo que perdi de forma eminente... Tudo que - por algum motivo - deixei para trás, de lado ou até mesmo o fiz desaparecer. Nesse conjunto possui sentimentos, gestos, momentos e muitos enigmas que nem eu mesma consegui desvendar.
Gosto da verdade e da sinceridade, mas como dizia Cazuza, “mentiras sinceras me interessam”, deixando a hipocrisia de lado assumo que muitas vezes não estou preparada em ouvi-lá e nem mesmo dizê-la. Ainda sou muito falha e não busco a perfeição de imediato, creio que quando a encontramos já é hora de “subirmos”. rs Não abro mão da fidelidade, do caráter, da lealdade e principalmente da educação. Consigo sorrir obrigatoriamente, presumo que essa grande técnica seja a arma mais potente no nosso mundo atual.
Entretanto, não fui sempre assim. Já apanhei muito da vida, já cheguei a extremos onde pensei que nunca conseguiria sair. Com muita ignomínia já cheguei a achar que a vida não valia à pena. E se alguém me julgar como louca por tantas atitudes equivocadas eu o desafio, às vezes precisamos passar por situações penosas para chegar à elevação, e essas situações devemos passar sozinhos. Sinto que continuo trilhando a minha estrada sozinha, mas agora sei que minha família estará sempre na estrada do lado e quando eu precisar poderei encostar-me à barreira para “tomar” um pouco da força que eles possuem.
Apaixonada por música, há pouco averigüei que elas servem como terapia para a minha alma. Apaixonada por culturas! Apaixonada por pessoas! Apaixonada por lugares! Apaixonada por livros! Apaixonada por minha mãe e minha avó, a base e o alicerce do que eu sou e do que serei!
Sei que não sou a metade do que ainda me tornarei, mas também sei que me tornarei muito mais do que a metade que deverei me tornar. Afinal, a vida é movida por ousadia!

Abaixo ao comodismo

A comodidade é uma situação adversa à felicidade, ela representa estagnação e covardia. O comodismo torna o ser medíocre, um alguém sem graça...
Eu quero da vida o gosto da aventura, o frio na barriga, adrenalina e arrepios...
Eu quero a raça a força e a coragem, quero ser a heroína do meu destino.
Eu quero música, canto, dança, rodopios...
Eu quero extravasar a minha vitalidade, aproveitando cada oportunidade.

Vou transformar sonhos e planos em realidade, retomar o fôlego e continuar a caminhada percebendo cada detalhe, apreciando cada qual com o valor necessário.
Vou investir no que tenho de melhor e mostrar ao mundo.
Não tenho tempo a perder!
Estar vivo vai muito além do ato de respirar, estar vivo é estar atento a tudo que encontra no caminho e saber tirar o melhor proveito de tudo. É saber dar o valor merecido a cada coisa, a cada pessoa, a cada momento e principalmente é saber valorizar-se.

Certas palavras tem o significado errado. Falácia, por exemplo, devia ser o nome de alguma coisa vagamente vegetal. As pessoas deveriam criar falácias com todas as suas variedades. A Falácia Amazônica. A misteriosa Falácia Negra.
Hermeneuta deveria ser o membro de uma seita de andarilhos herméticos. Onde eles chegassem, tudo se complicaria.
- Os hermeneutas estão chegando!
- Ih, agora que ninguém vai entender mais nada…
Os hermeneutas ocupariam a cidade e paralisariam todas as atividades produtivas com seus enigmas e frases ambíguas. Ao se retirarem deixariam a população prostrada pela confusão. Levaria semanas até que as coisas recuperassem o seu sentido óbvio. Antes disso, tudo pareceria ter um sentido oculto.
- Alo…
- O que é que você quer dizer com isso?
Traquinagem deveria ser uma peça mecânica.
- Vamos ter que trocar a traquinagem. E o vetor está gasto.
Plúmbeo deveria ser barulho que um corpo faz ao cair na água.
Mas, nenhuma palavra me fascinava tanto quanto defenestração.
A princípio foi o fascínio da ignorância. Eu não sabia o seu significado, nunca me lembrava de procurar no dicionário e imaginava coisas. Defenestrar deveria ser um ato exótico praticado por poucas pessoas. Tinha até um certo tom lúbrico. Galanteadores de calçada deveriam sussurrar ao ouvido de mulheres:
- Defenestras?
A resposta seria um tapa na cara. Mas, algumas… Ah, algumas defenestravam.
Também podia ser algo contra pragas e insetos. As pessoas talvez mandassem defenestrar a casa. Haveria, assim, defenestradores profissionais.
Ou quem sabe seria uma daquelas misteriosas palavras que encerram os documentos formais? “Nesses termos , pede defenestração..” Era uma palavra cheia de implicações. Devo até tê-la usado uma ou outra vez, como em?
-Aquele é um defenestrado.
Dando a entender que era uma pessoa, assim, como dizer? Defenestrada. Mesmo errada era a palavra exata.
Um dia, finalmente, procurei no dicionário. E aí está o Aurelião que não me deixa mentir. “Defenestração” vem do francês “Defenestration”. Substantivo feminino. Ato de atirar alguém ou algo pela janela.
Ato de atirar alguém ou algo pela janela!
Acabou a minha ignorância, mas não minha fascinação. Um ato como esse só tem nome próprio e lugar nos dicionários por alguma razão muito forte. Afinal, não existe, que eu saiba, nenhuma palavra para o ato de atirar alguém ou algo pela porta, ou escada a baixo. Por que então, defenestração?
Talvez fosse um hábito francês que caiu em desuso. Como o rapé. Um vício como o tabagismo ou as drogas, suprimido a tempo.
- Lês defenestrations. Devem ser proibidas.
- Sim, monsieur le Ministre.
- São um escândalo nacional. Ainda mais agora, com os novos prédios.
- Sim, monsieur lê Mnistre.
-Com prédios de três, quatro andares, ainda era possível. Até divertido. Mas, daí para cima vira crime. Todas as janelas do quarto andar para cima devem ter um cartaz: “Interdit de defenestrer”. Os transgressores serão multados. Os reincidentes serão presos.
Na Bastilha, o Marquês de Sade deve ter convivido com notórios defenestreurs. E a compulsão, mesmo suprimida, talvez ainda persista no homem, como persiste na sua linguagem. O mundo pode estar cheio de defenestradores latentes.
- É essa estranha vontade de jogar alguém ou algo pela janela, doutor…
- Humm, O Impulsus defenestrex de que nos fala Freud. Algo a ver com a mãe. Nada com o que se preocupar – diz o analista, afastando se da janela.
Quem entre nós nunca sentiu a compulsão de atirar alguém ou algo pela janela? A basculante foi inventada para desencorajar a defenestração. Toda a arquitetura moderna, com suas paredes externas de vidro reforçado e sem aberturas, pode ser uma reação inconsciente a esta volúpia humana, nunca totalmente dominada.
Na lua-de-mel, numa suíte matrimonial no 17º andar.
-Querida…
- Mmmm?
-Há uma coisa que preciso lhe dizer…
-Fala amor.
-Sou um defenestrador.
E a noiva, na inocência, caminha para a cama:
- Estou pronta pra experimentar tudo com você. Tudo!
Uma multidão cerca o homem que acaba de cair na calçada. Entre gemidos, ele aponta para cima e balbucia:
- Fui defenestrado…
Alguém comenta:
- Coitado. E depois ainda atiraram ele pela janela.
Agora mesmo me deu uma estranha compulsão de arrancar o papel da máquina, amassa-lo e defenestrar essa crônica. Se ela sair é porque resisti.

É preciso não saber. É preciso ser o erro mais correto. Ter todo um sentido, mas não ter idéia. Amar de verdade uma pessoa só, e pensar que isso dura pra sempre, e aceitar que a outra pessoa só ache que 'ainda não acabou'. Esperar que o seu corpo, sua mente e sentimentos mudem de um dia para o outro. Ter 10 horas do dia pra deixar os pensamentos e sonhos em primeiro membro.
Eu sei o que eu quero de você, sei exatamente o que eu quero do mundo. Mas não sei como o 'todo' pode usufruir de mim. Não que eu seja um nada. Mas talvez eu seja mais uma, talvez eu seja só um pouco, um obstáculo que serviu pra acertar as coisas pra alguém. Algumas pessoas só nascem pra isso mesmo. Portanto, vou me queixar menos, e esperar que eu esteja fazendo bem o meu trabalho.
Os meus segredos? Agora meus. Minhas dúvidas? Minhas. Minhas revoltas? Minhas. Meus sonhos? Absolutamente meus. Meus sorrisos? Inutilmente e inegavelmente seus.

Eu tento te esquecer,mas tudo que eu escrevo,é sobre você,eu não posso me enganar,fingir que estou bem,porque não estou,preciso de você,essa noite,e hoje estou aqui,só pra te cobrar,o que você disse,que iria ser pra sempre,mas não foi assim,agora o que me resta,escrever nessa carta, pra lembrar,eu passo tanto tempo,só te procurando,em um outro alguém,mas não posso me enganar,sinto sua falta,e ninguém pode ver.


eeuu Tee amoo Mt mt Vey ...

Nas gavetas da velha cômoda!!!
Todo dia eu acordo e me separo de você. Levanto, guardo os sonhos na gaveta da velha cômoda e troco o pijama. Saio de casa em rotineira condição. Reparo em minha própria sombra no chão e sinto falta da outra que sempre esteve ali ao lado. Como distrair o pensamento de algo que se quer pensar, mas não se deve? Como amordaçar o que se sente para não mais sentir? Não sei.

Todo dia eu acordo e me separo de você. Sigo meu caminho e busco outros prazeres. Preencho as lacunas de pensamento com chocolate e televisão. Troco os móveis de lugar para que nada me lembre o que eu não devo lembrar. E diante do espelho me convenço de que tudo isso é essencial. Chega uma hora, na vida, que temos que adotar certas medidas de segurança. É quando percebemos que só nós podemos nos salvar. Então, fica combinado assim: eu me salvo e você se salva. E a gente se vê qualquer dia. No último instante da história ou, quem sabe, nunca. Só em sonhos. Daqueles que guardamos nas gavetas da velha cômoda.

Todo dia eu acordo e me separo de você. Pago contas, anoto recados, vou ao cinema, pego transito e pareço seguir em frente. Me separo de você e de tudo o que eu não quero mais viver. E encerro qualquer possibilidade de diálogo que possa nos fazer voltar atrás. Pois o tempo não se curva. E já não somos mais os mesmos. Faz tempo.

E todo dia eu acordo de me separo de você mais um pouco...enquanto passam os anos...nove, dez...o tempo sorri do meu esforço diário. E já não tenho notícias suas. E já não sei o que dizer quando me perguntam """"e fulano que fim levou?"""". E percebo que aprendi a adestrar os pensamentos e lidar com as mordaças adequadas aos arredios sentimentos.

E assim, todo dia eu acordo e me separo de você de novo. E preencho mais gavetas, com mais sonhos improváveis. Porque chega uma hora, na vida, que temos que adotar certas medidas de segurança. E ando pelas ruas somente com a minha sombra e tudo parece estar no seu lugar. Pareço seguir em frente. E, assim, vou me separando de você, em frações de tempo, todo dia de manhã quando acordo.

O problema é que toda noite eu adormeço e me caso com você de novo.

Eu tenho algo a dizer, explicar pra você
Mas não garanto porém,que engraçado Eu serei dessa vez
Para os parceiros daqui
Para os parceiros de lá
Se você se porta Como um homem, um homem.
Será?
Que você mantém a conduta
Será?
Que segue firme e forte na luta
Onde os caminhos da vida vão te levar
Se você agüenta ou não o que será, será (...)

Quantas vezes já cheguei no fim da festa
Quantas vezes o bagaço da laranja é o que resta
Não me dou por vencido, vejo a luz no fim do túnel
A corrente tá cerrada com os meus punhos
Vai dizer que você é um perdedor?
Daqueles que quando sua família precisa cê dá no pé?
Vai dizer que você prefere o ódio ou amor?
Então me diz neguinho
Qual é?...

Sorisso falso

O teu sorriso pra mim foi ignorado,
E desprezado
Igual o papael rasgado
E o espelho quebrado

E praticamente como o livro empoerado
E abandonado
Igual uma pessoa falsa de nariz arribitado
Mais o meu pensamento foi apagado

E o que passo e passado
Quero que seja abisorvido o pecado do teu sorriso
Quero ser o vento que passa percebido
E quero um outro amor Poderoso

Eu sou um grande curioso sobre tudo que diz respeito ao comportamento humano. O assunto me interessa bastante — não chega a ser um hobby, pois como dizia o velho George Carlin: hobby’s custam dinheiro, interesses são de graça. E não pense que eu mencionei o genial comediante americano somente por falta de um jeito criativo de começar o texto; menciono o falecido Carlin simplesmente por ter ficado enjoado com um vídeo que vi recentemente, estrelado pelo pastor americano Fred Phelps. Segundo consta em dos seus longos e tediosos sermões, divulgado em um dos tantos canais conservadores americanos: George Carlin está no inferno.

Carlin, uma lenda do stand-up comedy americano, dedicou muitas de suas sátiras aos pontos nebulosos e criticáveis das grandes religiões. Foi acima de tudo um crítico feroz dos costumes americanos, não tendo deixado passar em branco nenhum dos outros grandes temas polêmicos, como racismo, consumismo, e o avanço do comportamento politicamente correto no cotidiano americano. Talvez por isso tenha feito tanto sucesso no resto do mundo; suas sátiras eram universais.

Ao assistir o vídeo onde o pastor Fred Phelps, afirma de forma muito contundente, que George Carlin está e estará eternamente no inferno agonizando por seus pecados, não pude deixar de ficar um pouco intrigado.

Primeiro por não acreditar no inferno, segundo por saber que o próprio Carlin também não, e que o pastor Phelps sabia das convicções de Carlin quando gravou seu vídeo. O que me causou uma dúvida: o que o pastor Phelps ganharia ao ficar gritando pra todos os ventos que George Carlin estaria eternamente no inferno?

Para ajudar na argumentação, vamos por alguns instantes conceder a proposição de que o inferno exista. O que um cristão poderia ganhar ao se vangloriar de um destino tão trágico, e eterno? Soberba não é mais um pecado capital? E o que é a soberba senão “o sentimento negativo caracterizado pela pretensão de superioridade sobre as demais pessoas, levando a manifestações ostensivas de arrogância, por vezes sem fundamento algum em fatos ou variáveis reais.”?

No instante em que o Pastor Phelps se coloca em um lugar superior ao de George Carlin, e de todos os ateus, agnósticos, e não cristãos em geral, será que ele não caminha em direção ao mesmo inferno por sua soberba? Se o pastor não for direto para o inferno por causa dessa afirmação, será que ele não estaria pelo menos garantindo uma temporada prolongada no purgatório? Pra dizer a verdade, eu não sei dizer qual dos dois lugares o pastor iria depois de sua morte — e vamos admitir, com tantas mudanças nas regras pra se entrar no purgatório ou no inferno, fica difícil saber com certeza…

Deve-se, claro, levar em conta que racionalização nunca foi o ponto forte de nenhuma religião. Eu, pessoalmente, não tenho nada contra isso. Acho tremendamente divertido observar adultos discutirem aos gritos sobre qual deus é melhor que o outro. Mas, infelizmente os radicais religiosos não pensam como eu. Por que não ignorar, ou pelo menos respeitar a decisão pessoal de alguém ir para o inferno. Vamos considerar uma coisa: e se eu acreditasse na existência do paraíso, e ainda assim quisesse ir pro inferno? Não seria um direito meu? O que houve com o livre arbítrio? O criador onipotente e onipresente — se ele de fato existisse — não concedeu a todos o livre arbítrio pela lógica cristã? E se o criador supremo dessa bodega, respeita minha decisão ou opinião pessoal, por que os cristãos conservadores não podem fazer o mesmo?

Se eu quisesse abortar uma criança e condenar minha existência às chamas eternas, isso não seria um direito meu? E se eu abortasse uma criança e realmente me arrependesse, não seria correto afirmar que de acordo com a doutrina cristã, eu estaria plenamente absolvido?

Porque algumas pessoas sentem essa necessidade de tentar forçar os outros a serem como elas? Que cumpram as leis divinas com a mesma seriedade que elas? Eu tenho lá minhas desconfianças sobre a fé dessas pessoas. Para mim, elas não acreditam no que pregam. Não de verdade. Se radicais religiosos acreditassem realmente nos valores fundamentais encontrados em qualquer uma das grandes religiões — como por exemplo, fraternidade e perdão — eles perdoariam as supostas falhas encontradas em qualquer ser humano, ao invés de se sentirem felizes pela condenação de um pecador ao inferno. Se examinarmos ou julgarmos a vida de qualquer pessoa cuidadosamente de acordo com as leis bíblicas, o veredicto seria bem claro: o céu não vai sofrer problemas de super-lotação, enquanto o inferno e o purgatório teriam que arrumar novas maneiras de estocar pessoas…

Há quem pense que esse fanatismo conservador é um privilégio de países mais conservadores como os EUA, lamento informar que por aqui não falta gente do mesmo calibre. Podemos a qualquer momento acompanhar os R.R Soares da vida pregando descaradamente a favor da homofobia; podemos flagrar alguns bicadores de santa gritando em um ou dois canais de TV durante as madrugadas, e podemos facilmente encontrar uma horda de pessoas dispostas a contestar a teoria evolucionista de Darwin baseando-se única e exclusivamente em palpites e conjecturas filosóficas.

Estima-se que mais de 200 senadores estejam ligados à chamada bancada da fé, sem contar os diversos lobistas conservadores que impedem o debate público sobre assuntos mais variados, como a descriminalização do aborto, e a criminalização da homofobia. Não é muito exagero afirmar que ainda hoje, o conceito de estado laico seja algo inatacado por superstições.

Mas porque a ala conservadora é tão ativamente contra o debate, sem deixar brechas para outras opiniões? Se a ala conservadora do país está tão convencida de sua própria certeza, por que não tentar debater o assunto racionalmente? Existem diversos argumentos válidos contra o aborto — eu só nunca ouvi um que me convencesse… talvez por nunca ter visto um debate público e aberto sobre o assunto. Também nunca ouvi um argumento racional que me convencesse que alguém é pior do que eu por suas opções sexuais ou religiosas.

Se querer debater abertamente estas questões, ou discordar e satirizar opções que não parecem razoáveis garante um lugar no inferno, surgem mais duas dúvidas: será que o George Carlin vai estar se apresentando no inferno? E se este for o caso, qual a fila que entro para a danação eterna?

Procuro alguém em que eu possa demonstrar todo meu amor que em mim guardo durante todos esses anos.
Procuro alguém que seja muito mais que uma amante.
Alguém que seja uma amiga nas horas difíceis, uma companheira nos bons momentos e em minhas aventuras, ate mesmo uma mãe quando necessário.
Alguém que acorde ao meu lado só para eu poder dar bom dia e dizer todos os dias que eu a amo de um jeito simples e sincero.
Procuro alguém que eu possa enviar as mais belas flores que eu encontrar e que comigo viaje o mundo.
Quero dividir com esse alguém todas as minhas historias, minhas alegrias e minhas tristezas. Procuro um amor verdadeiro e belo sem ultrapassar limites! Sem ser ausente nem presente por demais. Não procuro a perfeição, pois sei que jamais a encontrarei.
Procuro apenas alguém que me faça feliz e que me permita fazê-la feliz e que todos os dias eu a conquiste como se fosse à primeira vez.
Busco um amor que seja eterno enquanto durar... Apenas alguém que eu possa olhar nos fundos dos olhos e ter a certeza que: É ELA

Será possível que as pessoas com quem mais nos preocupamos e amamos não reconheçam que fazemos de tudo por elas. Todos os dias quando acordamos pensamos nelas e cada ação que fazemos no decorrer do nosso tempo são em função a elas, para beneficiá-las ou para agradá-las.
Estamos cansados de não sermos reconhecidos pelos nossos atos! Não fazemos nossas ações esperando algo em troca, mas como seres humanos que somos precisamos ao menos ser reconhecidos pelo que somos e fazemos, nem que seja em pequenos gestos como um simples abraço ou um simples obrigado.
Estamos cansados de passar tardes com um sentimento de angustia por acharmos que somos rejeitados e mal amados, quando na verdade descobrimos que sentimos tudo isso por não sermos amados do jeito que gostaríamos e então descobrimos que cada pessoa tem seu próprio jeito de amar e temos que saber respeitar a vontade de cada um e parar de fazer o mundo se adaptar ao seu modo de enxergar as coisas e fazer com que você se adapte a ele para poder ter uma vida melhor.
Temos que parar de viver nossa vida em função dos outros, pois seremos muito mais felizes assim. Se vivemos correndo atrás dos interesses dos outros acabamos sendo evasivos e inconvenientes mesmo que tudo o que fazemos é para o bem das pessoas que amamos
Vivendo mais nossa vida sem se preocupar tanto com os outros permitiremos a pessoa amada de sentir nossa falta e até mesmo saudade, pois uma das coisas mais emocionantes da vida é conquistar e construir aquilo que mais desejamos se quisermos que algo de certo, temos que nos permitir dar certo e fazer tudo acontecer naturalmente.
Aos que tem medo de perder aquilo que já tem aqui fica um conselho de alguém que quer mudar e já cansou de sofrer, arrisque, pois quem não arrisca não vive, e se tudo começar a ir por água abaixo é porque você não representa para essa pessoa tudo aquilo que ela representa para você. Esteje presente nas horas mais felizes e mostre-se presente quando necessário, mas viva sua vida e deixe-a viver a dela.

Um simples laço

Laço? Sim um laço!
Um simples laço de fita
Que sempre acompanha o presente
Mas que no fundo a gente nem liga

Como é um simples laço
As vezes nem é lembrado
Mas por não ocupar muito espaço
Espera sempre ser guardado

Para o laço, envolver-se ao presente
É a razão de sua existência
Pensar no laço e pensar na gente
Me fez ter a consciência

De que também podemos ser laço
Se for verdadeiro o que se sente
E então envolvê-la com um abraço
Como o laço envolve o presente

Com você me sinto um laço
Meio enrolado eu sei, esse sou eu
Mas sempre que eu te abraço
Me sinto envolvendo um presente de Deus

Como um laço envolvendo o presente
Imagine eu te dando um abraço
Não sei se você me entende
Mas sou feliz por ser um simples e "enrolado" laço!

“Pra te agradar”

Não sou perfeito,
Mas posso ser o que você quer.
Não sou completo,
Mas posso completar você.
Não sou o tempo,
Mas posso te dar bons momentos.
Não sou felicidade,
Mas posso te arrancar um sorriso.
Não sou louco,
Mas pra te surpreender,
Posso ser um pouco...
Posso não ser tudo o que você quer,
Mas posso fazer de tudo um pouco só pra te agradar.
Porque eu amo você,
E sempre vou te amar.

23/09/2010

O FUSQUINHA

Se este fusca fosse meu
eu mandava adaptar
um motor de avião
para ver o fusca voar

Lá no alto só nos dois
minha princeza e rainha
voando pelo universo
dentro deste meu fusquinha!!!

(devanir pirolla)

Publicado no site: O Melhor da Web em 13/08/2010
Código do Texto: 61803

ELEIÇÕES
Aqui no Brasil, eleição é coisa séria...para o eleitores é claro!
Voto obrigatório, secreto, urna eletrônica e tudo isso porque?
Porque os politicos não são sérios e esta é a forma de fazer com que os eleitores, se sintam culpados pelos desmandos dos candidatos eleitos.
Pois se o voto, como nos outro paises, fosse facultativo, ninguem votaria. Mas,como se é obrigatório, nós temos que ir até os locais de votação e escolher o menos pior. Porque se votarmos em branco nos sentiremos culpados por não ter ajudado a escolher o melhorzinho ou o mais o menos.
Enfim de qualquer forma o eleitor é que sera sempre o culpado!