Textos sobre Dor
Se eu pudesse codificar essa tortura interna, ai ai ai, doí de uma maneira desatenta, infinita, eu sei lá, as vezes abafa, mais depois de tanta felicidade a maré leva de um jeito tão impulsivo, e se vai distante, até que retorna, de uma maneira tão arrebatadora, essa dor as vezes me completa, entre ficar vazia e sofrer eu prefiro sentir algo, mais só peço, que nesse outubro, esse outubro me marque da melhor forma, do melhor jeito, que seja intensa é inesperada a alegria, que eu encontre meus antigos, e talvez até futuros amores, e que não me pese o coração, que eu não derrame lagrimas, que eu ame amando mesmo, e que eu viva, principalmente do jeito que tem que ser, eu quero só assim, e sem ressentimentos coração, fica quieto, do jeito que tá agora, eu tô tão legal, eu tô tão bem, permaneça.
Tristeza dói, magoa da cabeça a ponta do dedo. Mas também fortalece. Revigora aquele coração maltratado. Molestado pelas decepções. Assim como tudo que chega e vai embora, assim como tudo que começa e tem um fim, com a tristeza não seria diferente. Embora carregue pesos insuportáveis, quando superada transforma toda dor em passado. Quando vencida, só resta leveza, sorrisos e aprendizados.
E mesmo com essas lágrimas molhando meu rosto, eu continuo sorrindo. Fingindo que não dói, fingindo que eu não ligo para o fato de que você nunca irá me amar, fingindo que essa cicatriz já desapareceu da minha pele, do meu pulso. Fingindo. Porque para mim fingir as vezes parece a melhor decisão a tomar.
Ser a última escolhida para os jogos de escola, dói. Ser ignorada por todos, dói. Bater o dedinho do pé na quina do móvel, dói. Se olhar no espelho e não gostar do que vê, dói, e como dói. Perder a si mesma e não saber como se reencontrar, ou o que fazer da sua vida e sentir-se um estranho invisível nesse mundo, dói. Pensar que não é suficiente pra nada nem ninguém, dói. Sentir como se você estivesse caminhando por uma linha tênue e frágil á ponto de desabar á qualquer momento, dói. Se sentir ameaçada por todos á sua volta, dói. Cair e ralar o joelho, doi. Mas o amor, quando não é recíproco, faz coisa bem pior.
Sabemos que dói, que decepciona, que não adianta, que não muda e nem vai mudar, e mesmo assim insistimos. Mesmo assim, com tudo, todos os pesares não são o suficiente para abrirmos mão e seguirmos em frente. Temos essa coisa de sofrer para crer. Sofremos, sofremos, sofremos e sofremos até que finalmente entendemos que não vale a pena. Insistimos em quebrar a cara um milhão de vezes até finalmente aceitarmos que não era para ser. Simplesmente isso: não era para ser. Não adianta brigar com o destino, não adianta tentar atravessar os caminhos, não era para ser. Não adianta fazer novena, macumba ou mandinga, quando não é para ser, não adianta, não vai ser. Quando tem que ser acontece naturalmente, por ambas as partes, sem sacrifícios exagerados e tentativas falhas de conquistar atenção. Para tudo há um tempo, para tudo há uma ocasião e não adianta tentar apressar, tentar fazer as coisas acontecerem antes do tempo, não dá certo. Nem tudo depende só da gente, só da vontade da gente. Certas coisas estão fora do nosso alcance, depende de algo muito além de nós, dependem do destino, dos caminhos da vida, das escolhas, das opções. Certas coisas por mais difíceis que sejam deixar para trás, precisam ser superadas, precisam ser afastadas para dar espaço para novos caminhos aparecerem, novas oportunidades surgirem e novas pessoas chegarem. Tenta deixar essa história de perder seu tempo "sofrendo para crer" de lado, só tente crer que quando uma coisa boa não dá certo, é porque algo melhor futuramente virá.
No fundo, compreendo que ela sempre será o meu contraponto e o meu paradoxo: ausência que me dói e, ao mesmo tempo, me fortalece; distância que me fere, mas que me reinventa. Cada passo que dou carrega a marca de sua falta, transformada em impulso para ser maior do que a dor e mais forte do que a saudade. E é por isso que, no íntimo da minha existência, ela permanece como um espelho invertido: não está, mas me mostra quem sou; não volta, mas me faz seguir adiante.
A verdade dói porque ela nos é bastante elucidativa, mas ela só machuca aqueles que não estão dispostos para a vida. Deus, com todos os seus mandatários, utilizará formas sutis, bruscas, grosseiras ou singelas para nos proteger e orientar, e como nos postamos a isto terá mérito totalmente nosso de ser bom ou ruim, coisas boas e ruins ocorrem o tempo todo. Deus nos põe e nos tira o convívio a todo tempo, ora para nos proteger, ora para proteger o outro de nós. A ciência é respeitar os fatos ocorridos e buscar compreensão porque somos falhos e Deus pôde nos bagunçar um pouco para salvar o outro de nós e até mesmo nos bagunçar para nos salvar, então há o dever de cada um. É ter fé e estar desperto pra vida sempre porque Deus de tempos em tempos nos vêm pra fazer uma faxina e curar feridas pra evoluir a algo melhor estruturalmente e nos deixar bem claro que o melhor caminho é a verdade.
A solidão dói e com ela vem o sentimento de inadequação, baixa autoestima e desespero, sentimentos que acompanham a solidão e transbordam em formas de atitudes, palavras, posturas e queixumes. De fato, os seres humanos não nasceram para viverem sós. Nós somos seres gregários, precisamos da companhia, do carinho, da proteção, da amizade, do compartilhar... Mas a solidão que mais maltrata é a solidão a dois. Chega a ser destrutivo viver ao lado de alguém que não vê você.
Eu sinto muito por te-lô magoado. Dói demais. Eu te amo. E sempre irei te amar. Você é meu encanto. Você é a minha pessoa. O meu porto. Amo seu sorriso, amo sua voz, seu jeito, suas mãos grandes e lindas, amo cada milímetro do seu abençoado corpo. Amo quando sorri e vejo formando-se a bolinha na sua bochecha. Amo o tom cinza no seu cabelo. Amo sua gentileza comigo e com as outras pessoas. Amo sua diplomacia. Amo o jeito que toca meu corpo, a maneira que faz sentir-me a mulher mais incrível do mundo. Amo quando toca minha mão, minha perna; quando está conduzindo seu carro. Amo quando troca a marcha com a outra mão só para não soltar da minha. Como eu te amo, moço! E digo que você é o meu amor. E sinto tanto por fazê-lo sofrer, mas quero que saiba que eu sofri e sofro a cada minuto longe de ti. E entendo seu querer manter-se afastado, contudo nunca esqueça que desde o momento que coloquei meus olhos em você, eu te pertenço. E sem você meus dias são amargos. Não existe outro amor que eu quira nesse mundo. Como diz a música [...] "depois de você, os outros são os outros e só"[...]. Te quero. Te amo. Para sempre.
Ainda me dói lembrar do dia em que tudo terminou , em que o meus sonhos de viver a vida ao seu lado para sempre se acabou . mas saber que além de tanta confusão e brigas conseguimos salvar algo que sempre existiu em nós a amizade ! e gostaria muito que você soubesse que sempreee que precisar de mim eu estarei com você , largo tudo pra poder te ajudar se for possivel , porque você teve uma importância imensa em minha vida . e eu ainda te amo como sempre amei . mas agora é um amor maiis leve , um amor de amiga!
Por que gostar de alguém dói tanto? Machuca muito, partir o coração... Sinto uma vontade maluca de gritar “Olha pra mim, Eu que te amo, Não me deixa, por favor...”, mas as palavras não saem, como se naquele momento eu ficasse sem ar. Agora eu sei, acho que me apaixonei, acabei quebrando a cara e eu não quero mais me sentir assim. Machuca demais, chorar por alguém que nem merece suas lágrimas, mas não posso escolher o que sinto, não posso mandar no coração. Só me resta dar tempo ao tempo e... Vê se isso passa, mas eu nunca vou esquecer o que eu senti.
A sua vida muda completamente quando você consegue mudar, leva tempo, dói e arde, afinal você vai errar, vai dar murro em ponta de facas, vai seguir caminhos errados, vai se iludir, vai querer voltar atrás, mas se você tiver amor no coração e fé, cedo ou tarde, você se encontra, então consegue se tornar um ser apto a ser feliz novamente. O tempo resolve tudo, desde que você não fuja da vida e das experiências que ela lhe apresenta, o que inclui toda forma de sofrimento.
Dói muito, ver que todos os planos que fizemos não são mais nossos, que tudo aquilo que me disse um dia, hoje diz pra outra pessoa, dói ver o quanto foi fácil pra você esquecer de mim, dói ver que pra você não foi tão difícil encontrar um outro alguém, um outro amor. Dói saber que nós não existe mais, dói ver que a sua felicidade não é a nossa felicidade, dói saber que nos momentos difíceis eu estava com você, e na melhor parte você nem se lembra de mim. Dói, mais essa dor vai passar. Eu vou encontrar alguém que faça esses mesmos planos comigo, e que realmente mereça estar ao meu lado. Dói mais vai passar.
Por vezes sinto meu coração doer, ele dói por tudo que vivi, sofri e chorei, ele dói pelos sonhos que não realizei, dói pelas pessoas que amei e perdi e dói por te sido machucado por pessoas que confiei, quando meu coração dói assim eu me recolho em mim pra tentar me curar, algumas vezes funciona!
Dói perceber que aquilo que é tão vital para você—sua atenção, seu cuidado, sua preocupação—parece não fazer a menor diferença para o outro. É como gritar em um eco que nunca retorna, ou dar um presente que é deixado de lado. Essa disparidade entre a sua intensidade na entrega e a frieza na recepção é um lembrete silencioso, mas cortante, de que a reciprocidade nem sempre acompanha o amor e o carinho que oferecemos.
Para muitos veteranos, o que mais dói é sentir a distância se multiplicar dos amigos fraternos, com quem compartilharam momentos mágicos e inesquecíveis, tempos em que a felicidade, a cumplicidade, a lealdade e a parceria eram companheiras fiéis. Com o tempo e a fadiga natural da matéria, restam hoje a saudade e, depois, as lembranças, em qualquer dimensão.
Chega um momento em que a distância já não dói, ela esclarece. Olhamos para trás e entendemos que nem tudo o que não aconteceu foi perda. Houve planos interrompidos, conversas que não avançaram e histórias que não seguiram adiante não por falta de amor, mas por falta de sentido. Com o tempo, aprendemos algo difícil de aceitar: algumas relações não acabam para nos ferir, acabam para nos preservar. E quando a maturidade finalmente chega, conseguimos chamar de livramento aquilo que um dia chamamos de destino.
Ai como doi, e que agonia dizer pra voce isso assim sem ter teu ouvido , sem ter teu pecoço pra beijar , sem ter sua lingua na mihna enrolada ai que dor no meu peito saber que você está aí 'd'outro lado numa cama que um dia me pertenceu mesmo não sendo o dono, e nem dono da dona sei bem que na vida é tudo emprestado, o que presta fica ou vai, pra onde não sei , sabido que é tudo demais vira lixo ou luxo pra quem vem atrás, a fila anda rapdo demais , quem tem fogo no mundo do amor tem tudo, mas não esta livre da da dor , macho que sou não aceito mas também não rejeito, essa dor é indiferente estando no cio, e é muito alem disso , o desejo , é algo estranho contamina a alma inteiramente, ah, é a mais pura vontade de dar um , dois ou mil beijos australiano lá embaixo, na curva onde o vento é a respiração ofegante e anestésico depois do prazer. Como é bom, magnificante o pulsar dessa maravilha criada por Deus. Tem sempre o mesmo perfume, fragrância de mel; é divino sentir o depois, mela a boca e eleva o ser. É quase uma luz, eletricidade, choque bom que conduz pra perto do céu. Essa cavinha tem nome: beijo dos deuses. És a boca carnuda que a língua quente adentra, flexionando um ponto fixo centralizado geograficamente na região femoral, sejam elas grossas, finas, malhadas; não importa. És gostosa no aperto que dá. Venero, ajoelho sem rezar, mastro em riste, me ajeito do jeito que dá, "respiro", hora com força, hora com jeito e às vezes cadenciado no amor que merece, sempre seguro do tempo, vou chocando contra as paredes internas quentes e lisas, deslizo e viajo divinamente no mais puro e delicioso vai e vem sem parar, perfeitamente sincronizado com a toda cheia de curvas, chorando, chorando e exalando o redolente e aromático que emana e trescala da pele suada, derramando e molhando meu ser com o mais doce desejo, desejo esse que eleva a alma, misturando a complexidade da química corporal, tornando-se corpo único em um beijo gostoso, no abraço final, as almas se unem e fogem do corpo.
Por que dói tanto? Por que penso em você o tempo inteiro, a cada instante, sem descanso? Por que continuo te trazendo à memória, sonhando com você até mesmo acordado, desejando uma volta que sei que não virá? Minha mente não entende, meu coração se recusa a aceitar que acabou, que você não vai mais voltar, que agora vive seus sonhos, constrói novos planos e finalmente é feliz como sempre quis. E mesmo assim, amando te ver sorrindo, feliz, plena e radiante como no dia em que nos conhecemos, eu não consigo aceitar a sua ausência. Você me faz uma falta que nunca soube sentir antes. Preciso admitir: vou te amar para sempre. Porque quem ama de verdade, mesmo sangrando por dentro, aprende a deixar ir.
Autoconhecimento dói porque obriga a encarar onde erramos, onde aceitamos demais e onde nos abandonamos pra sobreviver. Dói quando ainda existem traumas mal curados, não por fraqueza, mas porque crescer exige tocar neles sem fugir. A autocobrança nasce daí: da consciência de quem você pode ser. Curar não é esquecer nem se punir. É sustentar a verdade sem se abandonar. Se está difícil, é porque você está evoluindo.
