Textos de Amor Próprio
O outro não te vê como a si próprio, assim como não vês o outro como a ti mesmo. Isso é normal, comum e não há problemas nisso. Problema há quando o que fazem afeta de maneira ruim a tua existência, ou o que você faz afeta de maneira ruim a existência do outro, e ninguém se sente mal por isso.
A independência buscada advém da vontade de ser dono do próprio suor. Suor este que ainda hoje não é pago dignamente. Não é preguiça, tampouco falta de vontade de fazer acontecer, mas sim um desejo de curtir o resultado das artes que pelo suor brilham o mundo, mas que emanam das mãos de quem merece ser o principal produto, a principal matéria prima, o autor da grande obra.
Cortar um pedaço de um animalzinho vivo, desnecessariamente, por capricho próprio, interesse financeiro, ou motivo torpe, é uma atitude antideus. E há retorno da Lei do Retorno. Depois acontece certas coisas inesperadas na vida, ou na família, e fica perguntando “Por quê ?”, sem se dar conta do porquê.
Hoje é dia de recolhimento, de silêncio e introspecção, dia de tomar consciência do seu próprio espírito imortal, pois o corpo morre, mas a energia da alma nunca se esvai. Então deixe esvair todo e qualquer pensamento ou sentimentos negativos e eleve-se na paz interior,pois se estiver em paz você ajuda drasticamente o sistema energético planetário. Hoje independente de religiões aproveite o dia para jejuam de palavras, de julgamentos que ferem, aproveite para Amar, pois o amor é a força maior que protege, que afaga e que nos trás a alegria de fazer parte deste maravilhoso momento da vida. Jesus é uma figura religiosa, mas para mim ele é muito mais que isto; ele é um mestre Ascensionado que teve a coragem de iniciar o movimento que é o Amor 💙 ele vive e quer que vivamos intensamente com o coração puro. Aprenda o grande legado que ele deixou para nossa existência e desapegue-se de esteriótipos, cultuem uma energia viva e aproveite seu caminho sagrado do amor, do coração no silêncio e na alegria da sua paz interior. Viva o amor 🙏🏻💙 Giovana Barbosa
Deixe que façam seu próprio julgamento, não tente colar na mente do outro o seu pensamento sobre outra pessoa, pois o que você pensa do outro, não quer dizer o que outro pensaria, contudo a elegância de tudo é não falar do outro, a não ser que seja para edificação pois, com a mesma medida que se mede também é medido. Ocupe seu tempo e conversas nos conhecimentos que você adquiriu e experiência vividas por você! Faça a sua história não a do outro.
Avaliar a moral humana com base no próprio homem é como medir a escuridão com sombras. O resultado parecerá aceitável. Mas quando usamos Deus como referência — santo, puro e perfeito — toda nossa pretensa bondade se desfaz. Diante Dele, somos revelados como pecadores indignos da Sua glória.
A independência nos libertou do jugo Colonial e, torno-nos, donos e senhores do nosso próprio destino, por isso, protejamos a nossa liberdade como se da nossa vida se tratasse, respeitando a data mais importante para esta Nação, não banalizando com manifestações, que acabam por desonrar a memória dos muitos dos que tombaram em nome desta terra.
No cristianismo, é impossível alcançar o nível de tzaddik (Justo) por mérito próprio. Em vez disso, fazemos uso dos méritos de Cristo, superior a qualquer tzaddik já mencionado na Bíblia. Como Justo Perfeito, Ele intercede como Sumo Sacerdote eterno (Hb 7:25). Por nunca ter pecado, sua oração tem poder, pois “a oração do tzaddik pode muito em seus efeitos” (Tg 5:16). Na visão cristã, Jesus é o único tzaddik perfeito, pois consagrou Seu corpo e venceu a morte.
Não perca jamais o respeito por si próprio, nem fique muito à vontade consigo mesmo quando estiver sozinho. Deixe que a sua integridade seja o seu próprio modelo de retidão, e confie mais na severidade do seu próprio julgamento do que em todos os preceitos externos. Abandone a conduta indecorosa, mais pelo respeito à sua própria virtude do que à censura da autoridade externa. Respeite-se, e não precisará do tutor imaginário de Sêneca.
O curioso, é que no próprio pensamento mitológico, o surgimento do Homem não é exatamente um episódio nobre .Você se lembra que o homem surge da iniciativa de Epimeteu e Prometeu, de compensar o tédio cósmico promovido por Zeus. O homem surge tanto ele como os demais mortais como uma tentativa de divertimento, não é exatamente a aparição triunfal que imaginávamos para nós, e o que é mais curioso, que em relação aos animais o homem surge à partir de um erro. O erro de ter entregue aos animais, todos os atributos, acessórios, prerrogativas e todas as armas que a natureza poderia ter para enfrentar o mundo e a eles mesmos e , ao homem nada sobrou. Talvez por isso Prometeu tenha entregue ao homem a astúcia, para que ele mesmo fabricasse o que lhe faltava, porque o homem nasceu zerado, incompetente, incapaz de sobreviver por contra própria, se entregues à si mesmo, perece. Coube ao homem aprender a viver no meio do caminho, como se fora aprender a remar, remando. Desprovido de tudo e coube ao homem desenvolver uma tecnologia de vida que a natureza pode lhe dar. Lembra-se que a tartaruguinha sai do ovo, e vem a primeira onda e já é tartaruga, um recém nascido ao lado, vem a primeira onda e já é um recém nascido afogado. Portanto, se o valor é concomitante ao surgimento do homem, o valor tem a ver com a própria condição humana e esta , não é a mais auspiciosa e a mais rica, pelo contrário, é a de carência, de escassez ,debilidade. Se o valor é uma invenção humana ,aparentemente faz parte desse aprendizado para a vida que o homem teve que se desenvolver para apetrechar os seus, que como ele ,nasceram na carência e carestia e na impossibilidade .O valor então, faz parte dessa tecnologia que o homem desenvolveu para se virar, sem os recursos que a natureza por alguma razão, lhe privou.
Muitas vezes somos reféns do nosso próprio medo. Isso se dá por ideias produzidas pelas nossas fantasias estimuladas por experiências emergidas do passado ou presentes em afetos conflituosos. Isso causa sofrimentos profundos de uma realidade fluida. Não importa qual é a sua escolha, nada será tão ruim que justifique viver um momento aprisionado por um sentimento que assuma o controle da sua vida.
A escrita é a arte de criar seu próprio mundo. Vindo de contos, crônicas e romances. Fugir da realidade ou criticá-la, sentimentos genuínos como amor, solidão, paixão, felicidade, tristeza, coragem, medo e improvisação estão presente nas maravilhas da escrita. Vejo e revejo minha criação, personagens e a construção promissora de minha arte. O melhor é ser diferente dos demais escritores.
“O catolicismo dá essa definição desde os primeiros anos. O próprio Cristo nos ensinou a rezar. Desde o começo do cristianismo a oração se define como elevar o coração direto a Deus ou àqueles que nos precederam na fé, para que eles intercedam a Deus por nós, e Deus, pelos méritos e intercessão dos que nos precederam na fé, nos atenda. Então, orar, levantar o coração a Deus ou aos santos. Invocação, sim; evocação, não. Oração, sim; espiritismo, não.”
Até reconheço que o desânimo vem sem ser convidado e que o nosso próprio mundo algumas vezes aparenta ser monótono, sem graça, bem indesejável, entretanto, mesmo que não seja agradável o tempo todo, tendo seus altos e baixos, é fato que graças ao Senhor também possui os seus encantos, a sua relevância e cada um do seu jeito, tem o seu valor, algo único que será apreciado por uns e ignorado por outros, o que acaba sendo comum com relação aos demais mundos.
O próprio Cristo, mesmo diante de seus discípulos, que posteriormente se tornaram apóstolos, vivenciou a maioria dos atos só com Deus! Só com o Espírito Santo! Desde os momentos de profunda oração no jardim do Getsêmani, onde suou sangue em agonia, até sua tentação no deserto, onde enfrentou o maligno sozinho, Jesus demonstrou sua íntima conexão com Deus Pai e o Espírito Santo. Mesmo em sua crucificação, ele enfrentou a agonia do abandono divino, exclamando 'Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?' Esses momentos solitários e impactantes revelam a plenitude da relação divina que Jesus compartilhava, tanto como Deus encarnado quanto como homem.
''O Próprio opositor manifesta,nas causas pessoais do seres humanos sejam elas no envolvimento com a pessoa das trevas ou em sua mente totalmente frágil nas questões da vida,um antidoto para isso?!!o Estudo da Bíblia,muito louvor e o contato especial com a pessoa de Cristo através da oração''Luciano Costa''
Quem trabalha com escrita sabe que as palavras orbitam seu próprio tempo, e mesmo entrar em órbita com elas não significa domá-las. Por isso deixo as palavras completarem seu ciclo. Eu as sigo com os olhos e os ouvidos atentos. Eu as persigo com o coração. Eu as colho quando estão maduras e amadureço com elas. Mas toda colheita requer alguma força.
Eu sou o Peso e a Introversão...Mesmo estranho eu posso ser comum, talvez. Meu próprio mundo já basta. a solidão é uma companhia e eu gosto dela. Mas frequentemente eu me importo com o mundo afora sem com isso demonstrar. e sei que para os mundos lá fora eu faço uma infinita diferença pois trago comigo uma beleza para a realidade. O que me faz ter excelência e perfeição mas ao contrário, o meu egoísmo pode me fazer ser inútil até para mim mesmo.
Já dizia um sábio: Ao reclamar do mundo, estamos falando mais de nós mesmos do que do próprio mundo. Isto é, choramingar dizendo que o mundo é injusto, não seria um reflexo da nossa própria injustiça, já que nesse mundo, nós somos os agentes, e ele as coisas visíveis e existentes? E se ao invés de reclamarmos da injustiça, buscássemos uma mudança e as virtudes, de forma que pudéssemos alcançar o melhor de nós mesmos? Vale lembrar que lamentar não vai alterar nada do que se passou, nem do que se passa, mas mudar o que se foi e o que se é, isso sim pode refletir algo melhor no nosso simples viver.
Quando se torce para o insucesso de outra pessoa, se esquece de trilhar o próprio caminho, retarda a sua evolução, vive em função da inveja de seu semelhante, caminhando e mancando, mas sem ter um único ferimento, nem mesmo um arranhão... Será triste esta situação, perceber que o seu desejo era apenas uma ilusão, que viveu na sombra daquele que venceu e se tornou o único campeão... Ah, que enorme decepção!
