Textos de Amor Próprio
Hoje me é ser, próprio, romântica, porque um dia experimentei a solidão, essa me fez aconchego, mas não me fez bem, digo, ela é tão deliciosa em certas partes e tão odiosa em outras, quem me dera lembrar do vil escarlate de seus olhos ainda cedo depois de tomar café, me diga, minha amada, se ainda lhe sou suficiente? Então por que não te bastei, minha flor graciosa? Me fiz jardim para ti, me fiz adubo, água, sol, jardineiro para ti e do que adiantaste? Ó tenha pena de minha alma, minha querida, eu lhe amo tanto que faria de mim quem sabe lá o quê? Fique comigo, te imploro, pois sei que a solidão amarga me fará perturbação, mas não digo tudo isto como reclamação por ficar só, mas por estar se esvaindo de meus braços, querida, como me é doloroso ver diante de minhas pupilas já cansadas e marejadas seu espírito junto de teu corpo sumindo aos poucos, na verdade, digo que tão depressa, para quê? Não gostas do que fui? Não gostas de meu solo, meus cuidados? Por que me fez sofrer desta forma? Sou um pobre rapaz que se apaixonou por uma dama que não estava preparada para amar, ó que confusa ela está! Pobre homem também será o próximo, até que a vil dama se torne mulher, desabroche suas flores e frutos do amadurecimento junto da juvenil paixão, te é próprio ser má com bons rapazes? Jogue fora todos os meus presentes para que nem por um segundo se lembre de mim, assim farei com a doce lembrança do teu amor e de teus beijos. Em algum dia, se nos esbarrarmos, já não me lembrarei mais de ti e nem me faça questão de não lhe falhar-lhe à memória, esqueça, basta!
Ser ignorante e inocente nestes dias – tornando-se incapaz de confrontar os inimigos em seu próprio território – seria como lançar ao chão nossas armas e trair nossos irmãos de pouca formação, que não possuem, abaixo de Deus, nenhuma defesa, exceto nós, contra os ataques intelectuais dos descrentes. A boa filosofia tem de existir, se não houvesse outra razão, porque a má filosofia precisa ser contestada.
O próprio budismo: buda não é Deus. Apesar de algumas tradições budistas podem ter visões mais místicas, Buda não é uma figura para temer, e se submeter, e ter aprovação. Buda seria como o Albert Einstein: todo cientistas tem um imagem dele na parede, e isso não o idolatrar. Isso seria um referencial de ciência, mesmo que seja inalcançável para a maioria dos cientistas.
Me alimento do que está vivo. Remonto meu destino como quem orquestra seu próprio fim. Desmontei estruturas pendulares, me vejo em olhares, sou o estralar dos calcanhares no chinelo de borracha, a sola do tênis que pisa o chão, os olhos que observam cores e formas, sou o aroma que invade as narinas, pertenço a tudo, tudo pertence a mim, tudo pertence a ti: o sorriso que cala a tristeza, a beleza que encanta olhares. o canto lírico da natureza, o ar carregado da cidade. a dor do arrependimento; a lágrima da saudade…
O empreendedor é aquele que se lança no desconhecido, construindo seu próprio caminho enquanto voa. Ele é o tipo de pessoa que precisa enfrentar desafios diariamente, como se tivesse que domar um leão a cada amanhecer. Empreender exige coragem e determinação. Por trás de cada pequena ou grande empresa reside o sonho de alguém, e é fundamental valorizarmos esses empreendedores. Afinal, só quem enfrenta as tempestades conhece o verdadeiro valor de cada gota de chuva.
Observando meu próprio caos emocional é que entendi mais uma ferramenta: a dor nos destrói ou nos constrói. A maioria das pessoas usa a dor para se punir, se diminuir, se isolar. Quanto a mim, usei-a como minha doce mestra para procurar o mais importante de todos os endereços, um endereço que poucos encontram: dentro de mim mesmo
Senhor, concede-nos a consciência dos nossos erros. Não consinta vivermos iludido a nosso próprio respeito. Que tenhamos a suficiente lucidez para sabermos quem somos! Perdoa pai, os deslizes que muitas vezes nos passam despercebido. Derrame as suas bênçãos sobre nós. Que os nossos entes queridos recebam a tua paz. Louvamos-te hoje e sempre. Amém!
sendo Deus Criador de tudo e de todas as coisas, do próprio Homem e do seu propósito, E sendo ainda desconhecida a sua plenitude. Qual seria a verdade a respeito Dele e quem provaria a veracidade dos livros sagrados a Seu respeito? A não ser a fé que provem dEle, nEle, e para Ele. E na Sua soberania Ele a dá a quem com Ele se aprage sem critério pela simples vontade divina.
As pessoas esquecem do próprio corpo, da própria saúde, do orgulho, da aparência, tudo por trabalho e dinheiro, para mostrar a sociedade que podem ser melhor nisso e imagina o que mais se perde nelas não é?Diz minha vizinha bem sucedida, velha com 300 botox, ácido hialurônico, e nariz torto e com cara de Pug cansado, que estou errada!
Para o lar que nunca foi lar, alguém retornará, a fim de derramar sangue, em nome do próprio sangue. Mas a ruína encontrará, nas mãos de quem sempre foi, o juiz dos destinos. Um desejo antigo fará morada em um novo coração. Este, na mesma moeda, cobrará o que antes foi usurpado. Porque, se para o bem ou para o mal, não importa. Requerido tudo há de ser. E no fim, o cobrador tomará o que lhe é indesejado.
" Sou a própria fonte de amargura e rancor, sou o próprio fundo do poço lutando para que ninguém caia tanto quanto. Eu queria oportunidades, queria o mundo, queria o suficiente para saciar apenas o ego. Consegui oportunidades, Consegui o mundo e com o Egoísmo, tudo se foi. Que arrependimento. Talvez em algum momento eu acerte. Talvez.
A loucura já arrastava lentamente cada grão de incerteza que havia em consoante do eu próprio. Diante perfeita escuridão tão longínqua fazia luz o sorriso próximo da própria alma. Pois diante os infinitos pequenos pedaços do tempo, nem mesmo tal eternidade daria fim ao caos que trazia tamanha e bela felicidade. E de tantos fins, inefável era o sentimento ilustre de afinidade com o raro e incomum senso de libertação, não do externo, mas de si mesmo. De tudo que restou, fazia-me completo em meu ser a crescente inexistência de tudo que já não havia mais razão, e dessa forma, veio-me a tão simples e singular plenitude que transcendia o real valor da vida, a incompletude.
Como se ouve o verdadeiro eu? no próprio silêncio acreditando que tens na alma à luz em seu caminho a seguir com sabedoria de não saber, anule seus diferentes pensamento induzidos pelos impulsos externos dos prazeres momentâneos que degradam o ser, agi com intuição à sentir a verdadeira fonte da satisfação de viver com o equilíbrio interior do seu espírito dando naturalidade à paz interior, na calma para encontrar as melhores soluções nas atitudes externas à tomar as decisões certas nos momentos decisivos da vida, sem as eufórias bobas dos sentimentos que angustiam e nos levam aos erros expondo à mente nos pensamentos doentios e ilusões prazerosas que nos frustram de desnecessárias tentativas para ser feliz, mantenha se focado no seu íntimo na vigia constante dos profundos sentimentos do seu coração, para trazer à paz e parar de dúvidar que és capaz sempre de brotar do seu ser de dentro para fora à tranquilidade e a harmonia de viver e estar de bem com vida, sem as queixas pelas preocupações externas que não te pertence e motiva ainda mais as aparências de um mundo material que anulam o verdadeiro eu.
"Quem ama não faz mal. Quem ama deve ser capaz de negar a si próprio, se for preciso, para proteger o ser amado. Por isso, veja se sua escolha produz vida ou morte. Se ama, não permitia que o ser amado sofra por seus interesses mesquinhos; proteja-o de você mesmo, se possível." (F.C. Cunha)
Os caminhos à seguirmos não são prontos, temos que traça los e descobrir o próprio destino particularmente, sem as dependências das respostas prontas de outros que gostam de padronizar à vida com as igualdades nas diferenças, respeite sua competência diante das escolhas que tens, mostrando se capaz de desenvolver se sozinho espiritualmente nas conquistas que estabece nos próprios discernimentos, sem dar importância as influências dos caminhos coletivos que nos levam à lugar nenhum, não negligencie seu espírito com as distrações mundanas que nos fazem perder o centro do próprio caminho, tenha atenção na individualidade intuitiva sem ficar vagando nessa sociedade pastosa que nos conduz a um individualismo metodológico a ser o que querem que sejamos, conhece se no profundo íntimo sem as fugas dispersas do autoconhecimento consciente que é responsável em despertar à vontade do criador de chegarmos nas conclusões em nossas verdadeiras respostas e escolhas diante de tudo que passamos na vida.
As vezes temos que fazer coisas que ajudam o nosso próprio psicológico, fazer coisas que nós fazem feliz. tem muitas coisas nesse mundo para descobrir, temos muito ainda para vivermos, ter muitos amores amigos e pessoas especiais demais que uma hora ou outra eles vão ir embora.. e perder alguém é como perder todas as lembranças com ela ou ele.
"Enquanto muito dos estímulos atuais nos impelem ao individualismo próprio de uma sociedade fundada na aparência do ter e não na essência do ser, alimentar valores que nos distinguem desse arquétipo, como a compaixão, a gratidão e o cuidado para com o outro são atitudes essenciais para nos elevarmos à sublimitude do que verdadeiramente é “ser” humano."
A mídia está ligada ao defeito do não pensar próprio, pois o marketing e a influência sobre nós impede o crescimento da lógica e impõe o controle sobre, este é o ciclo que divide cada ser em "culturas" do próprio, seres estes com o mesmo estilo de personalidade, ação, objetivo e o modo de pensar no geral, por isso as diferenças, a desigualdade, o preconceito, a burrice e a desevolução permanecerão para sempre intactas em nosso sangue.
Penso demasiado para alguém que está preso ao seu próprio corpo. As algemas que prendem os sonhos são as mesmas que me impedem de sorrir. Olhos vazios. Lágrimas de vidro. Palavras sem significado, e sem vontade de serem compreendidas. Vivo o presente a espera do passado, e anseio que não exista futuro. Sou quem não quero ser, e desejo algum sentido para viver. Sou um paralítico sentimental.
O ser humano não sabe ser servido e, infelizmente, quem agrada a todos tende a assistir seu próprio velório! Sabemos que aquele que dá, supostamente receberá, todavia onde achar os juízes de tal causa? Ame o próximo, mas não fuja de você mesmo. Numa ordem de distância o primeiro da fila deveria ser você!
