Textos de Amor Próprio

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A vezes fechamos os olhos diante da verdade talvez por sentirmos medo ou vergonha dos nossos próprios erros e assumir que somos falhos, pois se você é capaz de sonhar com certeza sera capaz de realizar. Daqueles que não somos capazes de entender os motivos devemos ao menos compreender as razoes. Se um dia você estiver triste achando que o mundo inteiro te esqueceu… Lembre-se que neste exato momento alguém esqueceu o mundo inteirinho só para lembrar de você… Coração de amigo é igual a hospício: sempre cabe mais um doido. Não choro porque você me ensinou a sorrir, não sofro porque você me ensinou a amar, não morro porque você me ensinou a viver

Não tema a grandeza que habita em você. O medo de conquistar é apenas a sombra do seu próprio potencial tentando lhe parar. Mas pense: qual dor é maior? A do esforço temporário ou a da eterna dúvida do "e se"? A vida não cobra as tentativas que falham, mas sussurra sobre os sonhos que você sequer ousou abraçar. O arrependimento mais profundo não vem do tombo, mas do passo nunca dado. Levante-se. Tente. A glória não está apenas no cume, mas na coragem de começar a escalada.

⁠O próprio apego que temos a determinadas formas de pensar cria bloqueios para que a gente compreenda ou ao menos tenha racionalidade ao ouvir alguém dizer o diferente. — Ignorância não é o problema, o problema nosso é a rejeição ao saber por causa dos conteúdos morais que um pensamento novo nos trás.

O ser humano perdido vive apenas para satisfazer o próprio ego. Todas as áreas de sua vida, não são nada. Nada além de ferramentas pra convencer a si mesmo de quem ele acha que é. Isso o leva ao sofrimento incessante de insistir em bater em portas que ao abrir, não tem nada a oferecer. E assim, ele vive em uma busca interminável, de mais e mais, para no fim, morrer insatisfeito, porque no fundo, ele escolheu viver na covardia de tentar ser quem ele não é.

Uma gestão doente não é um desvio do sistema,ela é o próprio sistema funcionando exatamente como foi desenhado. Portanto,enquanto não houver ruptura cultural, não haverá cura, isto porque, "Gestores"doentes não se tratam com palestras motivacionais ou campanhas superficiais de “bem-estar”, trata-se com responsabilização, ética e liderança humana.

⁠Já ouvi alguém afirmar que, para o nosso próprio bem, deveríamos dizer às pessoas tudo o que realmente pensamos delas, mesmo que isso as machuque. No entanto, antes de expressar nossos pensamentos, é bom estarmos emocionalmente preparados para receber o mesmo em retorno. Como diz o ditado: 'Quem fala o que quer, ouve o que não quer'.

É um exercício sem riscos pregar a partilha quando o seu próprio celeiro transborda de luxo imerecido. A verdadeira convicção não é testada na abundância dos banquetes alheios, mas na renúncia voluntária do próprio conforto. A elegância da alma reside em viver o que se diz, especialmente quando o custo dessa coerência é a perda da própria vantagem.

A indignação que apenas grita é fumaça que cega o próprio dono; a indignação que constrói é o fogo que forja a ferramenta. Não gaste a sua nobreza combatendo o absurdo com a mesma moeda da desordem. A resposta mais devastadora que você pode dar ao caos é a solidez impecável do seu próprio progresso.

Assim como as notas musicais, os níveis dimensionais possuem, cada um, o seu próprio tom, carregados de informações específicas para que permaneçam vibrando em seu tom original, ou, quem sabe, através de uma ação ou de um evento evolutivo, pulem para a próxima nota musical ou decaiam em tons mais sólidos. Essa é a harmonia musical das notas e das dimensões. Uma música encantadora que embala todos os pontos energéticos do universo, em zilhões de possibilidades harmônicas.

Humildade é uma virtude quando provém de quem reconhece o próprio valor sem utilizá-lo para subjugar terceiros. No entanto, quando exigida como forma de auto anulação, torna-se prejudicial. Não se deve aceitar tal condição, mas sim exercer a coragem de assumir a própria excelência sem que isso diminua a condição humana. Se a grandeza individual causa desconforto a outros, o fato reflete a limitação daqueles que não suportam presenciar a ocupação de espaços que lhes falta audácia para conquistar.

É próprio da dignidade humana romper com a miséria da história que se viveu e fundar, no futuro, uma versão mais alta de si mesmo; abjeto, porém, é falsificar a vida que foi, adulterando o passado para absolver a si mesmo da culpa, transfigurar-se em vítima e converter os outros em algozes de uma tragédia que nasceu de suas mãos.

No coração humano há certas misérias que empalidecem diante do próprio reflexo; entre elas, a inveja é a mais lúgubre e rasteira desde os primórdios da criação Divina. Ela é uma soberba que se fez verme. É um vício tão monstruoso, uma deformidade espiritual tão vil e vergonhosa, que até o mais audaz dos celerados, assim como satã, recua diante do espelho de sua própria consciência deturpada.

Só uma ideia: quando nascemos, não escolhemos nosso próprio nome; quando morremos, não escolhemos o lugar onde nosso corpo é deixado. Como pessoas, devemos ser o mais bondosos possíveis para com os outros, para que o fim de cada um seja digno de uma vida na qual o nome, o corpo e o legado sejam de respeito.

São corredores da morte. São condenados que carregam a sentença cravada no próprio corpo, na própria carne. Na face, nos pulmões, no fígado, no pâncreas, na próstata, nas pernas, nos braços, enfim, onde o veredicto imposto pela cruel e desumana caneta da vida consegue alcançar. São olhos marejados que se perdem no espaço e, em silêncio, fazem perguntas, a maioria delas, sem respostas. Será culpa minha? Será um castigo? Será que sobrevivo? Será...Será...Será...E dor...Dor que faz questionar a própria essência, caráter...Os anjos? Os anjos são aqueles que acompanham os condenados por entre os corredores da morte...São aqueles que já conseguiram remissão se foram mesmo expulsos do céu pelo Criador...São aqueles para os quais não existe mais pecado, simplesmente por serem anjos...Anjos em momento de dor...Para estes e para os condenados, a vida não é somente vida, é presente, é perdão, é amor...E o Criador, por amor, desenha e redesenha o destino dos condenados...Somente por amor...

Quem não renuncia ao próprio egoísmo dificilmente constrói vínculos profundos. Relações verdadeiras exigem consideração, reciprocidade e a capacidade de, em alguns momentos, colocar o bem do outro ao lado dos próprios interesses. Onde só existe espaço para si mesmo, o afeto acaba sendo substituído pela tolerância conveniente que consequentemente se transforma em antipatia cínica.

⁠A velhice é o primeiro encontro verdadeiro com o próprio rosto — não aquele que inventamos no espelho da juventude, mas o que sempre esteve ali, esperando. O envelhecimento é a mais cruel das terapias: obriga-nos a elaborar, enfim, a fantasia de nossa eternidade. O idoso não teme morrer — teme reconhecer que nunca nasceu completamente.

A dificuldade não pede lamento, pede leitura. Vitimizar-se é recusar o próprio papel na travessia e entregar o leme ao acaso. O ser que amadurece compreende que o obstáculo não foi colocado para humilhar, mas para revelar forças ainda não convocadas. E, ao invés de perguntar “por que comigo?”, passa a escutar a única pergunta fértil: “o que isto exige que eu me torne?”.

O ego tem uma tendência estrutural a hipercatexizar o próprio sofrimento e a descatexizar o alheio. A dor própria ocupa o campo inteiro da percepção; a do outro aparece como dado periférico, quantificável de fora, sempre menor do que parece. Essa distorção não é crueldade — é limite do aparato perceptivo que só acessa com plena intensidade aquilo que habita por dentro. Mas quando essa percepção é interrogada e começa a ceder, nasce o que se poderia chamar de humildade clínica: a consciência de que cada sujeito atravessa abismos que não aparecem na superfície, que nenhum peso é leve para quem o carrega, e que o sofrimento não tem hierarquia objetiva — apenas perspectivas.

A tecnologia insinua-se como um vírus que atravessa a porta que o próprio homem abriu: instala-se sem alarde, reorganiza vínculos, substitui presença por interface. Aproxima à distância e afasta na proximidade, enquanto persuade de que nunca se esteve tão conectado. E, nesse paradoxo, quanto mais se comunica, menos se encontra — porque o vínculo mediado simula contato, mas não sustenta encontro.

O psicopata no jogo atravessava a sala como quem engole o próprio reflexo, os batimentos cardíacos 100 por hora riscavam o ar feito giz invisível, quase sem pulsação e ainda assim vivo demais, enquanto a cachoeira que mais se parece ao deserto do Saara despejava areia líquida sobre pedras que ardiam de frio, nada fazia sentido porque o relógio caminhava para trás e os passos ecoavam antes de tocar o chão, e no entanto cada detalhe obedecia a uma lógica secreta, pois o jogo nunca foi tabuleiro, era consciência, e o psicopata não era um monstro, mas a parte estratégica que aprende a sobreviver onde a água evapora antes de matar a sede, os batimentos 100 por hora não eram pânico, eram alerta, quase sem pulsação não era morte, era controle absoluto, a cachoeira desértica era o paradoxo da mente que chora por dentro enquanto por fora se mantém seca como o Saara, e assim o que parecia ruído se revela cálculo, o que parecia loucura se revela método, porque no fim o jogo é interno e cada grão de areia que cai da água invisível marca o tempo exato entre sentir demais e não sentir nada.