Textos de Amor Próprio

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⁠99,9% das pessoas não valorizam o próprio lar. E é importante lembrar. lar não é uma casa, um apartamento, um castelo ou uma choupana perdida no mato. O verdadeiro lar está dentro de nós, no nosso eu interior. Por isso, cuide bem de você, cuide do lar mais importante que existe, você mesmo.

A vezes fechamos os olhos diante da verdade talvez por sentirmos medo ou vergonha dos nossos próprios erros e assumir que somos falhos, pois se você é capaz de sonhar com certeza sera capaz de realizar. Daqueles que não somos capazes de entender os motivos devemos ao menos compreender as razoes. Se um dia você estiver triste achando que o mundo inteiro te esqueceu… Lembre-se que neste exato momento alguém esqueceu o mundo inteirinho só para lembrar de você… Coração de amigo é igual a hospício: sempre cabe mais um doido. Não choro porque você me ensinou a sorrir, não sofro porque você me ensinou a amar, não morro porque você me ensinou a viver

⁠Frente aos transgressores ou ladrões em nosso próprio território, o único recurso que nos resta, para tomar as devidas providências e ficarmos livres de possíveis ameaças é confiarmos no Senhor e agirmos com paz e sabedoria do que sermos retalhados por vingança com lembranças dolorosas contra a nossa família e nosso patrimônio.

Não tema a grandeza que habita em você. O medo de conquistar é apenas a sombra do seu próprio potencial tentando lhe parar. Mas pense: qual dor é maior? A do esforço temporário ou a da eterna dúvida do "e se"? A vida não cobra as tentativas que falham, mas sussurra sobre os sonhos que você sequer ousou abraçar. O arrependimento mais profundo não vem do tombo, mas do passo nunca dado. Levante-se. Tente. A glória não está apenas no cume, mas na coragem de começar a escalada.

⁠O próprio apego que temos a determinadas formas de pensar cria bloqueios para que a gente compreenda ou ao menos tenha racionalidade ao ouvir alguém dizer o diferente. — Ignorância não é o problema, o problema nosso é a rejeição ao saber por causa dos conteúdos morais que um pensamento novo nos trás.

O ser humano perdido vive apenas para satisfazer o próprio ego. Todas as áreas de sua vida, não são nada. Nada além de ferramentas pra convencer a si mesmo de quem ele acha que é. Isso o leva ao sofrimento incessante de insistir em bater em portas que ao abrir, não tem nada a oferecer. E assim, ele vive em uma busca interminável, de mais e mais, para no fim, morrer insatisfeito, porque no fundo, ele escolheu viver na covardia de tentar ser quem ele não é.

Uma gestão doente não é um desvio do sistema,ela é o próprio sistema funcionando exatamente como foi desenhado. Portanto,enquanto não houver ruptura cultural, não haverá cura, isto porque, "Gestores"doentes não se tratam com palestras motivacionais ou campanhas superficiais de “bem-estar”, trata-se com responsabilização, ética e liderança humana.

⁠Já ouvi alguém afirmar que, para o nosso próprio bem, deveríamos dizer às pessoas tudo o que realmente pensamos delas, mesmo que isso as machuque. No entanto, antes de expressar nossos pensamentos, é bom estarmos emocionalmente preparados para receber o mesmo em retorno. Como diz o ditado: 'Quem fala o que quer, ouve o que não quer'.

É um exercício sem riscos pregar a partilha quando o seu próprio celeiro transborda de luxo imerecido. A verdadeira convicção não é testada na abundância dos banquetes alheios, mas na renúncia voluntária do próprio conforto. A elegância da alma reside em viver o que se diz, especialmente quando o custo dessa coerência é a perda da própria vantagem.

A indignação que apenas grita é fumaça que cega o próprio dono; a indignação que constrói é o fogo que forja a ferramenta. Não gaste a sua nobreza combatendo o absurdo com a mesma moeda da desordem. A resposta mais devastadora que você pode dar ao caos é a solidez impecável do seu próprio progresso.

Assim como as notas musicais, os níveis dimensionais possuem, cada um, o seu próprio tom, carregados de informações específicas para que permaneçam vibrando em seu tom original, ou, quem sabe, através de uma ação ou de um evento evolutivo, pulem para a próxima nota musical ou decaiam em tons mais sólidos. Essa é a harmonia musical das notas e das dimensões. Uma música encantadora que embala todos os pontos energéticos do universo, em zilhões de possibilidades harmônicas.

Humildade é uma virtude quando provém de quem reconhece o próprio valor sem utilizá-lo para subjugar terceiros. No entanto, quando exigida como forma de auto anulação, torna-se prejudicial. Não se deve aceitar tal condição, mas sim exercer a coragem de assumir a própria excelência sem que isso diminua a condição humana. Se a grandeza individual causa desconforto a outros, o fato reflete a limitação daqueles que não suportam presenciar a ocupação de espaços que lhes falta audácia para conquistar.

Saibam: aqueles que apenas usavam o meu tempo para o seu próprio tempo, que achavam que eu não iria aprender a andar sozinho no meu tempo… eu agora não tenho mais tempo pra perder tempo com quem está cheio de tempo pra perder tempo. Eu estava com tempo quando tinha tempo, agora estou sem tempo e correndo contra o tempo para viver feliz com aqueles que têm tempo pra mim. Apressado pelo tempo do outro, desrespeitado pelo tempo do outro, pressionado pelo tempo do outro, desequilibrado na linha do tempo, eu caí feito um garoto. Amadurecimento pra saber que tempo é tudo o que se tem pra oferecer, por isso cabe a mim valorizar você, seu tempo, sua pausa, sua causa, seu querer. Eita tempo bom de respeitar você e tudo que há de bom pra se viver. Pare de viver o meu tempo e pare de achar que o seu tempo é o melhor de todos os tempos. Temporais passarão por todo tempo, mas quando o tempo se abrir, eu irei estar lá todo o tempo disposto para somar meu tempo com quem sempre esteve por aqui, ao meu lado, me dando o seu tempo…

É próprio da dignidade humana romper com a miséria da história que se viveu e fundar, no futuro, uma versão mais alta de si mesmo; abjeto, porém, é falsificar a vida que foi, adulterando o passado para absolver a si mesmo da culpa, transfigurar-se em vítima e converter os outros em algozes de uma tragédia que nasceu de suas mãos.

No coração humano há certas misérias que empalidecem diante do próprio reflexo; entre elas, a inveja é a mais lúgubre e rasteira desde os primórdios da criação Divina. Ela é uma soberba que se fez verme. É um vício tão monstruoso, uma deformidade espiritual tão vil e vergonhosa, que até o mais audaz dos celerados, assim como satã, recua diante do espelho de sua própria consciência deturpada.

Só uma ideia: quando nascemos, não escolhemos nosso próprio nome; quando morremos, não escolhemos o lugar onde nosso corpo é deixado. Como pessoas, devemos ser o mais bondosos possíveis para com os outros, para que o fim de cada um seja digno de uma vida na qual o nome, o corpo e o legado sejam de respeito.

A escrita é um rascunho do próprio viver, com pequenos fragmentos de pensamentos que se esvaem com o mais sútil sopro de vento, por vezes ocultos em nosso subconsciente. Cada palavra é como um vestígio do que fomos em determinado instante, um eco daquilo que não quis se perder no silêncio. Escrever é capturar o efêmero, transformar o intangível em forma, dar corpo ao que, de outra maneira, se dissolveria no tempo. Assim, cada linha é memória e invenção, confissão e mistério, como se a própria alma buscasse se perpetuar no papel.

A caridade mais essencial é aquela que oferecemos ao nosso próprio espírito ferido, é o perdão silencioso pelas escolhas que nos trouxeram à beira do precipício, é a decisão de não ser o carrasco da própria história, revivendo incessantemente o erro. O ato de ajudar o próximo deve ser um segredo guardado entre você e o invisível, assim como o seu renascimento precisa ser um pacto íntimo e sem alarde, onde o único testemunho necessário é a sua nova e inabalável paz.

A alma encontra o próprio porto na vertigem do teu afeto, onde o tempo, que para todos corre, por nós se curva e multiplica a graça. Meu coração, antes inquieto, desarma e se rende ao teu cheiro, pois o que quase ninguém vê é o segredo que o teu toque descasca, e no teu beijo, o corpo vai sem medo, entregando-se inteiro à certeza de ter amado te ver.

São corredores da morte. São condenados que carregam a sentença cravada no próprio corpo, na própria carne. Na face, nos pulmões, no fígado, no pâncreas, na próstata, nas pernas, nos braços, enfim, onde o veredicto imposto pela cruel e desumana caneta da vida consegue alcançar. São olhos marejados que se perdem no espaço e, em silêncio, fazem perguntas, a maioria delas, sem respostas. Será culpa minha? Será um castigo? Será que sobrevivo? Será...Será...Será...E dor...Dor que faz questionar a própria essência, caráter...Os anjos? Os anjos são aqueles que acompanham os condenados por entre os corredores da morte...São aqueles que já conseguiram remissão se foram mesmo expulsos do céu pelo Criador...São aqueles para os quais não existe mais pecado, simplesmente por serem anjos...Anjos em momento de dor...Para estes e para os condenados, a vida não é somente vida, é presente, é perdão, é amor...E o Criador, por amor, desenha e redesenha o destino dos condenados...Somente por amor...