Textos de Amor Próprio

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“Como eu não poderia amar minha mãe com todas as minhas forças?
Se o próprio Deus declarou que o amor de uma mãe é o amor humano que mais se compara ao Seu.
E, cá entre nós, Deus me deu o privilégio de ter uma mãe extraordinária. Foi ela quem escolheu um pai incrível e Deus me presenteou com irmãos maravilhosos.
Sou imensamente grato a Deus por essa família.”

Crianças deveriam estar brincando e desenvolvendo o próprio senso crítico, não sendo treinadas para decorar roteiros ideológicos que nem têm maturidade para entender. Estão transformando crianças em políticos mirins, o que me lembra muito o fenômeno dos pastores mirins em algumas igrejas.
​Em ambos os cenários, o que vemos é uma atuação ensaiada: a criança mimetiza gestos, tons de voz e frases de efeito que claramente não pertencem ao seu repertório infantil. Quando o palanque ou o púlpito substituem o parquinho, a criança perde o direito de ter dúvidas e de descobrir o mundo no seu próprio tempo.
​Estamos trocando a educação pela doutrinação precoce. No fim, essas crianças não estão sendo preparadas para serem cidadãos conscientes ou líderes espirituais, mas sim ferramentas de marketing para adultos que querem validar suas próprias crenças através da 'pureza' de uma criança que, na verdade, só está repetindo o que lhe mandaram dizer.

Nós viramos escultores de fantasmas. Passamos duas, três horas por dia cavando o próprio corpo na academia, empurrando ferro para construir uma armadura que, no fundo, só serve para proteger um ego que está morrendo de medo. É a maior hipocrisia da nossa era: o sujeito gasta uma energia brutal para desenhar um abdômen perfeito, mas não aguenta cinco minutos de conversa profunda sem precisar olhar para a tela do celular em busca de validação.


Formatamos o corpo para caber no feed, mas a alma está deformada, atrofiada por falta de uso. De que adianta erguer 100 quilos no supino se o peso da sua própria mediocridade esmaga a sua humanidade? A beleza virou um produto de prateleira, e quem só consome isso acaba virando apenas uma embalagem bonita cheia de nada dentro.

Cada alma tem seu próprio projeto de vida.

Por isso, não se apresse
quando alguém parecer estar à sua frente.

O ego compara,
mede, disputa e pergunta:
“Por que ainda não cheguei lá?”

A essência não pergunta isso.

Ela apenas vive.
Experimenta.
Aprende.
Muda de direção quando precisa.

Talvez você não esteja atrasada.
Talvez apenas esteja vivendo
uma história que não foi escrita para ser igual à de ninguém.

Há caminhos que não precisam ser comparados.
Precisam apenas ser vividos.

A Dualidade da Escassez do Tempo

A escassez do próprio tempo deveria ser intencional e sensata para aquelas futilidades — pessoas amargas e negativas e tudo aquilo que entristecesse a alma ou que apenas fizesse algum bem temporário às custas de muitas decisões erradas e entendimentos precipitados.

O fato de o tempo estar cada vez mais escasso deveria ser um grande alerta para
ser ainda mais valorizado, para que o seu desperdício pudesse ser evitado com mais frequência; nem todo sacrifício é necessário, muitos certamente não compensam.

O cuidado para não desperdiçar o tempo dos outros, com certeza também faria parte daquela sensatez de temporalidade diante da escassez temporal e provavelmente evitaria uma boa parcela daqueles entraves que só fazem mal — mescla de maturidade, resiliência e reciprocidade.

Fazer bom uso do tempo o tempo todo pode ser algo inalcançável, porém todo o esforço vale a pena, de algum jeito sempre será compensado; a vida é passageira e, um dia, tudo terá passado; logo, viver de verdade é uma bênção pela escassez do tempo e mesmo que o tempo seja escasso.

O Próprio Museu - Os Fantasmas de Puras Recordações

Toda vez que vivo intensamente algum momento de simplicidade; uma cena breve de um dia aprazível ou uma ocasião agradável mais demorada, eu desfruto de cada instante de felicidade, independentemente das durações, desfrutados na integridade e certamente com as melhores intenções; assim, até o simples pode ser uma grandiosidade.

Essa particularidade do viver intenso é o jeito mais satisfatório de conquistar regalos para minha mente, que podem ser interpretados como fantasmas do passado que me impedem de aproveitar o presente, quando na verdade são puras recordações — artigos importantes do meu próprio museu que me ajudam a seguir em frente.

Vindo aquela sensação de vazio, posso ficar sinceramente alegre ao recordar experiências maravilhosas que pude aproveitar sozinho ou bem acompanhado de rostos conhecidos ou aqueles estranhos surpreendentes — vínculos de sangue ou escolhidos pelo coração; os laços construídos pela reciprocidade. O respeito e a razão.

Para tal, a profundidade não deve ser ignorada, pois chegará a hora em que certos lugares não poderão ser revisitados e alguns entes queridos ficarão fisicamente ausentes em definitivo, e será ela que permitirá reencontrá-los no próprio museu das puras recordações. E, se for para serem chamados de fantasmas, serão especiais: os ecos de boas emoções.

Ela dança no caos
Sua existência é poesia sem métrica
Um verso próprio, que só ela sabe rimar
Sua dor é arte bruta
O mundo a toca, a molda, a desorienta, mas nunca a enfraquece
Ela se joga na tempestade, com calmaria
Ela se acolhe, se completa, se ama, sem precisar implorar, sem pedir permissão
Deixa as coisas serem como elas são, deixa ir embora sem pedir explicação, sem implorar por respostas
Porque algumas coisas simplesmente se vão
Há um brilho inexplicável em seus olhos, iluminando a certeza de que
Ela é seu próprio lar


Ela coloca o medo para dançar ao som da sua coragem

O Ambiente que Constrói Vencedores


A forma como habitamos o nosso próprio espaço — seja o lugar onde moramos, onde trabalhamos ou onde reunimos as pessoas que amamos — define a nossa postura diante do mundo. Um ambiente caótico e negligenciado mina as nossas forças e alimenta uma mentalidade de derrota. Por outro lado, o zelo, a organização e o capricho nos moldam como vencedores. Não importa se a casa é simples ou luxuosa, o que define o nosso sucesso é o respeito que temos pelo chão que pisamos. Quando colocamos ordem no espaço de vivência, estamos decretando que estamos prontos para vencer na vida, pois quem é fiel e cuidadoso no pouco e no pequeno, está pronto para governar as grandes vitórias.

O Brasil 🇧🇷
(suas instituições governamentais, jurídicas e o próprio povo brasileiro) tem o dever ético e moral de deixar de tratar o clã Bolsonaro e seus aliados como representantes legítimos de uma corrente ideológica de direita ou extrema direita.


O bolsonarismo, pelo que demonstrou ser ao longo dos anos, ultrapassou os limites da disputa política e passou a simbolizar um projeto profundamente marcado por práticas antidemocráticas, pela violência política, pela disseminação do ódio, pela desinformação e por relações obscuras com estruturas criminosas e milicianas.


A direita e a extrema direita brasileiras,
assim como setores das instituições nacionais (inclusive das Forças Armadas) tiveram suas imagens profundamente manchadas por essa onda nefasta.


Nunca, na história política recente do Brasil,
um movimento produziu efeitos tão devastadores em tantas dimensões da vida nacional: social, institucional, ética, democrática e humana.


E aqueles que continuam sustentando, normalizando ou defendendo esse projeto político tornam-se, de alguma forma, coniventes com tudo aquilo que ele representa.


✍@MiriamDaCosta

Um filho pode erguer impérios e ser aclamado por multidões, mas, se faz o coração do próprio pai sangrar, toda a sua glória pesa menos que uma lágrima silenciosa. Não há vitória capaz de preencher o vazio deixado pela ingratidão.


A dor de um pai não nasce porque deixou de amar, mas porque continua amando alguém que já não reconhece esse amor. E talvez a maior tragédia da vida não seja perder um filho para a morte, mas vê-lo vivo, distante e transformado pela soberba.


Honrar quem primeiro nos amou é a mais nobre das conquistas. Todo o resto é apenas poeira levada pelo vento.

Resgatei-te quando o abismo já pronunciava teu nome.
Emprestei-te o próprio fôlego para que a morte não te reclamasse.
Hoje, porém, vestes a mentira como armadura
e chamas de força aquilo que um dia foi misericórdia alheia.
Não há escuridão mais profunda
do que a daquele que sobrevive graças à mão de outro
e, ao nascer do sol,
apaga as pegadas de quem o trouxe de volta à vida.

Pertencer nunca significou diluir-se na multidão dos anos 80, mas encontrar o próprio reflexo no labirinto rítmico do Talking Heads. Em uma década que exigia respostas prontas e refrãos lineares, a minha banda preferida me ensinou uma filosofia mais profunda: a de que o verdadeiro pertencimento nasce do estranhamento compartilhado. Sob o terno desproporcional de David Byrne, descobri que não estávamos perdidos na paranoia urbana, mas finalmente sintonizados na mesma frequência excêntrica, onde a busca por um lar — por aquele "lugar" — só faz sentido quando paramos de tentar fazer sentido.
Reno Fioraso

Isayden (isa-y-den), m. ou f.


(Antropônimo) Nome próprio de origem composta, formado pela aglutinação dos elementos Isa (redução de Isabela) e Den (redução de Denison).


(Heráldica) Identidade familiar e patrimonial que representa a união, a aliança e a continuidade geracional de Isayden Família

Quem já atravessou o próprio abismo sabe: o equilíbrio não se alcança, se habita por instantes. É quando a alma pousa, o coração desacelera e a vida parece, por um segundo, caber nas mãos. Há quem confunda esse intervalo com vitória, mas quem vive intensamente entende: a calmaria é só o fôlego antes da próxima onda. É o espaço entre o desespero e o recomeço, o instante em que a alma recolhe o que sobrou para continuar.

(Douglas Duarte de Almeida)

O ESPÍRITO DIANTE DO PRÓPRIO SEPULTAMENTO.
Marcelo Caetano Monteiro.
Quando o corpo desce ao silêncio do túmulo, a consciência não mergulha no nada. A morte não extingue o Espírito. Apenas rompe os vínculos materiais que o prendiam provisoriamente à veste carnal. O homem continua vivendo além da sepultura, levando consigo a memória, os afetos, as virtudes e as imperfeições que cultivou na Terra.
Em “O Livro dos Espíritos”, capítulo VII, questão 327, a Doutrina Espírita ergue um dos mais profundos esclarecimentos acerca da sobrevivência da alma. Allan Kardec pergunta aos Espíritos Superiores se o Espírito assiste ao próprio enterro. A resposta possui extraordinária gravidade filosófica.
“Frequentemente assiste, mas, algumas vezes, se ainda está perturbado, não percebe o que se passa.”
A revelação dissolve séculos de materialismo e superstição. O Espírito não perde instantaneamente a consciência ao desprender-se do corpo. Muitos acompanham o velório, observam os familiares, percebem as homenagens, as lágrimas e até mesmo os pensamentos daqueles que se aproximam de seus despojos mortais. Outros, entretanto, permanecem em estado de perturbação espiritual transitória, semelhante ao despertar confuso de alguém arrancado abruptamente de profundo sono.
A perturbação após a morte constitui fenômeno natural do desligamento perispiritual. Em “O Livro dos Espíritos”, itens 164 e 165, os Benfeitores ensinam que a alma experimenta inicialmente um estado de torpor. As ideias tornam-se nebulosas. A memória parece vacilar. A consciência necessita readaptar-se à nova esfera de existência.
Essa perturbação varia conforme o adiantamento moral do Espírito. Para alguns, dura breves horas. Para outros, meses ou anos. Não existem duas desencarnações rigorosamente idênticas, porque cada criatura parte segundo o peso de sua própria consciência.
O homem virtuoso, que cultivou o bem, a oração, a caridade e a reflexão espiritual durante a existência terrena, desprende-se com maior serenidade. Já o Espírito excessivamente apegado à matéria, dominado pelo orgulho, pela revolta ou pelas ilusões materialistas, experimenta sombras íntimas mais profundas.
Muitos, acreditando na destruição absoluta da vida, despertam em estado doloroso ao perceberem que continuam vivos além da sepultura. Outros acompanham, estarrecidos, a decomposição do próprio corpo, tentando inutilmente reanimá-lo, presos mentalmente à matéria que já não lhes pertence.
Também os adeptos das religiões superficiais, que prometem o Céu sem renovação moral, surpreendem-se diante da realidade espiritual. A lei divina não consagra privilégios. O destino da alma não se decide por fórmulas exteriores, mas pela transformação íntima, pelas obras e pela elevação do sentimento.
Na questão subsequente, Kardec indaga aos Espíritos.
“A concorrência de muitas pessoas ao enterramento o lisonjeia?”
A resposta possui sublime profundidade moral.
“Mais ou menos, conforme o sentimento que as anima.”
Não é a multidão que consola o desencarnado. É o amor verdadeiro. Uma prece sincera possui maior luminosidade espiritual que homenagens vazias. O Espírito percebe os sentimentos ocultos sob as aparências humanas. Reconhece a autenticidade da dor, da gratidão e da fraternidade.
Sob a ótica espírita, o funeral não representa um fim definitivo. É apenas uma passagem entre dois estados da vida. A alma permanece consciente e sensível às vibrações que a cercam. Por isso, o desespero excessivo, a revolta e o apego desesperador podem dificultar-lhe o refazimento. A oração serena, ao contrário, converte-se em bálsamo invisível para aquele que retorna à pátria espiritual.
Em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, capítulo X, item 18, encontra-se a exortação consoladora.
“Espiritismo. Doutrina consoladora e bendita. Felizes os que te conhecem e tiram proveito dos salutares ensinamentos dos Espíritos do Senhor.”
O Espiritismo não glorifica os túmulos. Não cultua a morte. Ilumina a continuidade da vida. Revela que a consciência sobrevive à destruição do corpo e prossegue submetida às soberanas leis de Deus, da justiça e da caridade ensinada por Jesus Cristo.
A sepultura encerra apenas a matéria fatigada. O Espírito prossegue sua jornada eterna, recolhendo, além do túmulo, a luz ou a sombra que edificou dentro de si mesmo.
Fontes.
“O Livro dos Espíritos”. Allan Kardec. Capítulo VII. Questão 327. Itens 164 e 165.
“O Céu e o Inferno”. Allan Kardec. Parte I. Itens 6, 7, 12 e 13.
“O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Allan Kardec. Capítulo X. Item 18.
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"O hipócrita é, em essência, o próprio erro alheio ao qual condena. Sua indignação com o deslize do outro nada mais é do que o reflexo incômodo daquilo que ele esconde em seu próprio espelho.
No tribunal do hipócrita, a sentença que ele profere contra o próximo é a confissão disfarçada de suas próprias falhas.
Quem muito aponta o dedo, geralmente está apenas tentando desviar a atenção de suas próprias sombras."

Contemple a solidão a observar o próprio pensamento racional. Todo conhecimento paira sobre a ignorância, no limiar exato da insanidade. Interrogamo-nos sobre a dimensão ética e moral que separa a sanidade da loucura — e, na guerra interna que nos habita, atribuímos valor científico ao transhumanismo.
​Brotam as asas da metafísica no ser neófito: o impulso de arremeter contra a superfície árdua das dualidades, em busca das ações que mensuram a essência da alma.

Manter suspeita onde Deus já perdoou
é tentar revisar a sentença do Céu.
É colocar o próprio discernimento acima do veredito divino,


E isso não é cuidado,
é orgulho espiritual.
É se colocar como fiscal onde Deus se declarou Pai. miriamleal

José teve arma forjada.
Davi teve arma forjada.
O próprio Cristo teve arma forjada.
Mas o plano do céu sempre prevaleceu.
Forjar é humano.
Prosperar é decisão divina.
Se Deus não autoriza, não avança.
Então descanse.
Nem tudo que se levanta contra você tem permissão para permanecer.
miriamleal

Está Escrito:


Mas o próprio Jesus não confiava neles, porque conhecia a todos e não precisava que ninguém lhe desse testemunho do homem, pois Ele bem sabia o que havia no homem.
(João 2:24-25)
Ou seja, Jesus Cristo amava, perdoava, curava, ajudava… mas não se confiava a todas as pessoas.
Jesus conhecia, e conhece o coração das pessoas.