A Dualidade da Escassez do Tempo A... Jefferson Freitas.
A Dualidade da Escassez do Tempo
A escassez do próprio tempo deveria ser intencional e sensata para aquelas futilidades — pessoas amargas e negativas e tudo aquilo que entristecesse a alma ou que apenas fizesse algum bem temporário às custas de muitas decisões erradas e entendimentos precipitados.
O fato de o tempo estar cada vez mais escasso deveria ser um grande alerta para
ser ainda mais valorizado, para que o seu desperdício pudesse ser evitado com mais frequência; nem todo sacrifício é necessário, muitos certamente não compensam.
O cuidado para não desperdiçar o tempo dos outros, com certeza também faria parte daquela sensatez de temporalidade diante da escassez temporal e provavelmente evitaria uma boa parcela daqueles entraves que só fazem mal — mescla de maturidade, resiliência e reciprocidade.
Fazer bom uso do tempo o tempo todo pode ser algo inalcançável, porém todo o esforço vale a pena, de algum jeito sempre será compensado; a vida é passageira e, um dia, tudo terá passado; logo, viver de verdade é uma bênção pela escassez do tempo e mesmo que o tempo seja escasso.
