Textos de Amor Próprio

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Te desejo muito além do meu próprio querer, peço que conquiste meu mundo para que eu possa vencer de mãos dadas à você;
Venha fazer o diferente em minha vida para que eu possa decifrar-te e ganhar você para descobrir teus segredos;
Vista o meu coração que com o meu ver te faz enxergar o improvável;

“Como eu não poderia amar minha mãe com todas as minhas forças?
Se o próprio Deus declarou que o amor de uma mãe é o amor humano que mais se compara ao Seu.
E, cá entre nós, Deus me deu o privilégio de ter uma mãe extraordinária. Foi ela quem escolheu um pai incrível e Deus me presenteou com irmãos maravilhosos.
Sou imensamente grato a Deus por essa família.”

O INTERIOR



O céu,
o inferno,
ou o meio-termo,
estão dentro do próprio coração.


Antes de crer na grandeza do universo,
é preciso ponderar o que existe dentro da própria cabeça.


Fazem-se perguntas para as quais ainda não se está pronto para as respostas.
Criam-se expectativas que, muitas vezes, rasgam as próprias entranhas.


A vida boa é no passo do gado:
pastando, remoendo,
na sombra, vendo o sol se pôr.


A eternidade, a doce eternidade,
é assunto da crença de cada um.


Se não crê no inferno,
mas não destrua o céu dos outros.

Nós viramos escultores de fantasmas. Passamos duas, três horas por dia cavando o próprio corpo na academia, empurrando ferro para construir uma armadura que, no fundo, só serve para proteger um ego que está morrendo de medo. É a maior hipocrisia da nossa era: o sujeito gasta uma energia brutal para desenhar um abdômen perfeito, mas não aguenta cinco minutos de conversa profunda sem precisar olhar para a tela do celular em busca de validação.


Formatamos o corpo para caber no feed, mas a alma está deformada, atrofiada por falta de uso. De que adianta erguer 100 quilos no supino se o peso da sua própria mediocridade esmaga a sua humanidade? A beleza virou um produto de prateleira, e quem só consome isso acaba virando apenas uma embalagem bonita cheia de nada dentro.

Crianças deveriam estar brincando e desenvolvendo o próprio senso crítico, não sendo treinadas para decorar roteiros ideológicos que nem têm maturidade para entender. Estão transformando crianças em políticos mirins, o que me lembra muito o fenômeno dos pastores mirins em algumas igrejas.
​Em ambos os cenários, o que vemos é uma atuação ensaiada: a criança mimetiza gestos, tons de voz e frases de efeito que claramente não pertencem ao seu repertório infantil. Quando o palanque ou o púlpito substituem o parquinho, a criança perde o direito de ter dúvidas e de descobrir o mundo no seu próprio tempo.
​Estamos trocando a educação pela doutrinação precoce. No fim, essas crianças não estão sendo preparadas para serem cidadãos conscientes ou líderes espirituais, mas sim ferramentas de marketing para adultos que querem validar suas próprias crenças através da 'pureza' de uma criança que, na verdade, só está repetindo o que lhe mandaram dizer.

recomeçario

Ele percebeu que tinha mudado no dia em que entrou no próprio quarto e sentiu que estava visitando alguém.

Os mesmos móveis, os mesmos objetos, os mesmos cantos onde tantas histórias tinham acontecido. Mas havia alguma coisa estranha naquele lugar. Como se tudo pertencesse a uma pessoa que ele conhecia, mas já não conseguia alcançar.

Ele ficou parado na porta por alguns segundos, tentando lembrar em qual momento havia deixado de ser aquele cara.

Talvez tivesse sido aos poucos.

Talvez ninguém perceba quando uma pessoa começa a desaparecer de si mesma.

Ele ainda fazia as mesmas coisas. Acordava, respondia mensagens, saía, conversava, ria quando era esperado. Aprendeu perfeitamente a imitar a própria presença. Era bom em parecer alguém que estava bem.

O problema era quando ficava sozinho.

Porque no silêncio sempre apareciam as versões antigas.

O garoto que acreditava que tudo teria uma explicação.

O homem que achou que finalmente tinha entendido a vida.

A pessoa que prometeu nunca repetir certos erros.

Todos eles apareciam sentados ao redor da mesma mesa, olhando para ele como se esperassem uma resposta.

“Quem você virou?”

Era uma pergunta simples.

Mas ele nunca sabia responder.

Ele passou anos tentando fugir de si mesmo, como se mudar de lugar fosse suficiente para deixar para trás aquilo que carregava. Trocou hábitos, ambientes, pensamentos, criou novas versões de si mesmo e chamou aquilo de evolução.

Mas toda noite, quando a casa ficava escura, ele encontrava os mesmos fantasmas usando roupas diferentes.

Ele percebeu uma coisa que nunca quis aceitar:

às vezes a gente não muda.

Às vezes a gente apenas aprende novas maneiras de repetir os mesmos padrões.

Ele lembrava de todas as vezes que jurou que seria diferente. Todas as promessas feitas em momentos de lucidez, quando a dor parecia grande o suficiente para ensinar alguma coisa.

Mas a dor passa.

E quando ela passa, a memória dela fica mais fraca.

Então ele voltava.

Voltava para os mesmos lugares, procurava as mesmas sensações, fazia escolhas que já conhecia o final.

Era como assistir ao mesmo filme várias vezes e continuar esperando que, em alguma exibição, o personagem principal tomasse uma decisão diferente.

Uma noite, ele abriu uma caixa antiga guardada no fundo do armário.

Dentro dela estavam fotos, bilhetes e pequenos pedaços de uma vida que parecia pertencer a outra pessoa.

Ele olhou para aquele rosto mais jovem e não sentiu vergonha.

Pela primeira vez, sentiu apenas cansaço.

Aquele cara também estava tentando.

Talvez esse fosse o problema de passar tanto tempo odiando quem você foi: você esquece que aquela pessoa também estava fazendo o melhor que conseguia com a consciência que tinha.

Ele fechou a caixa.

Não porque tinha encontrado uma resposta.

Mas porque percebeu que talvez nunca existisse uma versão final esperando por ele.

Talvez a vida fosse apenas essa sequência de encontros com pessoas que você já foi.

Algumas você abraça.

Algumas você perdoa.

Algumas você tenta esquecer.

Mas todas continuam vivendo em algum lugar dentro de você.

Naquela noite, ele deitou sem saber se tinha finalmente se encontrado ou se apenas tinha parado de fugir.

E, pela primeira vez em muito tempo, essa dúvida não parecia assustadora.

Porque talvez o maior erro dele tivesse sido acreditar que precisava se tornar alguém completamente novo.

Talvez ele só precisasse aprender a conviver com todos aqueles que já existiam dentro dele.

Não há nada mais gostoso do que encontrar paz no silêncio do nosso próprio mundo. Existe um prazer sutil, quase sagrado em fechar as portas para o barulho lá fora e, sem pressa, abrir as janelas para o lado de dentro. Ficar sozinho não é sobre isolamento, é sobre pertencimento. No meu próprio canto, sou o único espectador da minha paz. Apreciar a própria companhia é descobrir que o nosso mundo interno é um lugar seguro, bonito e acolhedor. É entender que a solitude não esvazia ,pelo contrário, ela preenche. É ali, naquele silêncio tão confortável, que a gente recarrega as energias, reorganiza os afetos e se abraça. No fim das contas, descobrir o prazer de ficar sozinho é descobrir que somos, sim, a nossa melhor transição e o nosso porto mais seguro.


Enzo Ruchell.

O ESPÍRITO DIANTE DO PRÓPRIO SEPULTAMENTO.
Marcelo Caetano Monteiro.
Quando o corpo desce ao silêncio do túmulo, a consciência não mergulha no nada. A morte não extingue o Espírito. Apenas rompe os vínculos materiais que o prendiam provisoriamente à veste carnal. O homem continua vivendo além da sepultura, levando consigo a memória, os afetos, as virtudes e as imperfeições que cultivou na Terra.
Em “O Livro dos Espíritos”, capítulo VII, questão 327, a Doutrina Espírita ergue um dos mais profundos esclarecimentos acerca da sobrevivência da alma. Allan Kardec pergunta aos Espíritos Superiores se o Espírito assiste ao próprio enterro. A resposta possui extraordinária gravidade filosófica.
“Frequentemente assiste, mas, algumas vezes, se ainda está perturbado, não percebe o que se passa.”
A revelação dissolve séculos de materialismo e superstição. O Espírito não perde instantaneamente a consciência ao desprender-se do corpo. Muitos acompanham o velório, observam os familiares, percebem as homenagens, as lágrimas e até mesmo os pensamentos daqueles que se aproximam de seus despojos mortais. Outros, entretanto, permanecem em estado de perturbação espiritual transitória, semelhante ao despertar confuso de alguém arrancado abruptamente de profundo sono.
A perturbação após a morte constitui fenômeno natural do desligamento perispiritual. Em “O Livro dos Espíritos”, itens 164 e 165, os Benfeitores ensinam que a alma experimenta inicialmente um estado de torpor. As ideias tornam-se nebulosas. A memória parece vacilar. A consciência necessita readaptar-se à nova esfera de existência.
Essa perturbação varia conforme o adiantamento moral do Espírito. Para alguns, dura breves horas. Para outros, meses ou anos. Não existem duas desencarnações rigorosamente idênticas, porque cada criatura parte segundo o peso de sua própria consciência.
O homem virtuoso, que cultivou o bem, a oração, a caridade e a reflexão espiritual durante a existência terrena, desprende-se com maior serenidade. Já o Espírito excessivamente apegado à matéria, dominado pelo orgulho, pela revolta ou pelas ilusões materialistas, experimenta sombras íntimas mais profundas.
Muitos, acreditando na destruição absoluta da vida, despertam em estado doloroso ao perceberem que continuam vivos além da sepultura. Outros acompanham, estarrecidos, a decomposição do próprio corpo, tentando inutilmente reanimá-lo, presos mentalmente à matéria que já não lhes pertence.
Também os adeptos das religiões superficiais, que prometem o Céu sem renovação moral, surpreendem-se diante da realidade espiritual. A lei divina não consagra privilégios. O destino da alma não se decide por fórmulas exteriores, mas pela transformação íntima, pelas obras e pela elevação do sentimento.
Na questão subsequente, Kardec indaga aos Espíritos.
“A concorrência de muitas pessoas ao enterramento o lisonjeia?”
A resposta possui sublime profundidade moral.
“Mais ou menos, conforme o sentimento que as anima.”
Não é a multidão que consola o desencarnado. É o amor verdadeiro. Uma prece sincera possui maior luminosidade espiritual que homenagens vazias. O Espírito percebe os sentimentos ocultos sob as aparências humanas. Reconhece a autenticidade da dor, da gratidão e da fraternidade.
Sob a ótica espírita, o funeral não representa um fim definitivo. É apenas uma passagem entre dois estados da vida. A alma permanece consciente e sensível às vibrações que a cercam. Por isso, o desespero excessivo, a revolta e o apego desesperador podem dificultar-lhe o refazimento. A oração serena, ao contrário, converte-se em bálsamo invisível para aquele que retorna à pátria espiritual.
Em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, capítulo X, item 18, encontra-se a exortação consoladora.
“Espiritismo. Doutrina consoladora e bendita. Felizes os que te conhecem e tiram proveito dos salutares ensinamentos dos Espíritos do Senhor.”
O Espiritismo não glorifica os túmulos. Não cultua a morte. Ilumina a continuidade da vida. Revela que a consciência sobrevive à destruição do corpo e prossegue submetida às soberanas leis de Deus, da justiça e da caridade ensinada por Jesus Cristo.
A sepultura encerra apenas a matéria fatigada. O Espírito prossegue sua jornada eterna, recolhendo, além do túmulo, a luz ou a sombra que edificou dentro de si mesmo.
Fontes.
“O Livro dos Espíritos”. Allan Kardec. Capítulo VII. Questão 327. Itens 164 e 165.
“O Céu e o Inferno”. Allan Kardec. Parte I. Itens 6, 7, 12 e 13.
“O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Allan Kardec. Capítulo X. Item 18.
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Mundos

Como é que o homem quer ir a outros mundos, por si próprio? Como ir lá? Se o homem rejeita Deus? Só Deus o poderia ajudar a ir a biliões de km da terra!

Como ir lá se o homem está em guerra com o próprio homem aqui na terra!? Que autoridade tem o homem para ir da terra a outros mundo? Eu acredito que poderia ir lá! Mas certamente terá que ter outro modo de pensar! Porque ir a Marte e a Titan, não é como viajar de avião ou de navio. Ou mesmo ir à lua! Pensem nisto! Oxalá o homem pudesse ir, mas ir com Deus era o melhor!

Um homem faz o que tem que ser feito.


E às vezes isso significa
atravessar o próprio abismo
sem garantia de ponte.


Significa calar o orgulho
quando ele grita,
erguer-se quando a alma pesa toneladas,
e sorrir para os seus
mesmo quando por dentro
há tempestade.


Um homem faz o que tem que ser feito
quando o mundo desaba
e ele decide ser teto.


Quando todos correm,
ele permanece.


Quando todos acusam,
ele assume.


Quando todos desistem,
ele constrói —
nem que seja com as próprias mãos feridas.


Porque ele entende algo raro:
não é sobre força física,
é sobre suportar o invisível.


É sobre carregar responsabilidades
que ninguém vê,
engolir lágrimas que ninguém percebe,
e ainda assim continuar.


Um homem faz o que tem que ser feito
porque sabe que o caos precisa de ordem,
e alguém precisa ser rocha
quando o chão desaparece.


Ele não age por aplauso.
Age por princípio.


E no silêncio da noite,
quando o mundo dorme,
é ali —
na consciência intacta —
que ele encontra sua coroa invisível.


Porque o verdadeiro homem
não é aquele que impõe poder.


É aquele que suporta o peso
sem perder a alma.

​O desdobrar do tempo na existência é, em si, o próprio tempo num desdobramento contínuo de acontecimentos — uma evolução que dobra e redobra as linhas do destino.
​Mas o que é o destino? É o fluxo predeterminado da finitude de um ser, direcionado a um contexto maior e contemplativo no limiar do tempo e do espaço. Tento compreender a gravidade: ela só existe por causa de cada corpo que habita o fluxo contínuo da consciência.
​Tudo passa a existir de fato apenas depois de ser conhecido; anterior a isso, a ignorância dos fatos nos estabelece em outras relações, distantes da própria realidade.

Homem antes humano puro agora degrada o seu próprio ser como a cobra que se consome o homem ganha traços animalesco metade barata metade pedacos de boi tela na cabeça nos ouvido alto-falantes nas maos pa para mexer o carvão no estomago outro celular cabos ligados ao homem bot seus olhos com telas e cameras se liga no automático para fazer lives.
Desotopia e o disasatino mas como no holocausto a vida se renova e sobreviventes contam a historia ao mundo e quem ouveria esses relatos

Para que a liberdade de ser.
Se o ser não compreende o próprio ser.
No estabelecer algo se define como intelectual pois nem alienação intelectual compreende.
Para o fato é jogado num mar de definições.
Em nuvens de opiniões clama o sois diante sois.
A liberdade algo que não voa sem as asas da percepção. Se ve preso num mar de indagações.

Caminhamos no próprio caos...
Na ilha que habitamos o sonho apenas mergulha no oceano de vaidades....
Somos máquinas dos fatos dominam nossas mentes...
Dentro das crônicas a inteligência artificial é o espelho negro da existência contemporânea, homens Dentro do mundo digital servido a outros homens,
A ilha tem contraste de solidão e incompreensão e resiliência daqueles que ousam ser crítico num silêncio da alienação.

Somos o abismo diante nossas convicções...


Nos calamos no próprio silêncio.


Somos surdos pois som de nossos pensamentos nos faz nos perder na imensidão...


A luz nos cega pois o lampejo é momentâneo a voz continua nossas mentes...


Para aqueles que compreende a música nas cabeça que cantamos o dia todo
Como escravos numa cenzala os gritos dor ecoam sobre as eras...
Ainda somos cativos?
A luz do celular da resposta...
A música ouve nos fones...
A tradução que desvenda sensações.
As correntes são horas extras...
O patrão vai embora para casa...
O sono chega o trabalho continua

Os deuses astraunatas da era digital...


O conteúdo pode ser criatividade ou pode ser próprio corpo....
As antigas correntes não existe mais.
É descrito com maus tratos e alienação e alimentação dada e descontado num baixo salário ou mesada demogratica..
Agora maus tratos são dado corrigido devios de dados e recomendações,
O banimento da rede seja o linchamento virtual parece o apedrejamento público relembrando o fato da história...
As riqueza eram enterradas com seu rei no nas pirâmides...
Agora só sao bigs moedas digitais tornando evidente o Império feudo tecnológico.

Mude uma palavra de um poema alheio
Cultivando-a em versos próprio
Ponha-a para tomar olhares


Regue-a compartilhado


Quando olhares neles pousares
Leve pelo açúcar que há
Levará na orelha


Versos


Mude palavras


Cultivando...


Salve a poesia incendiando o pensar


Esse grito queimando
Pede iluminar


Cultivar palavras
Para educar


E não arrancar do
Coração a moral da história


Vai xandão salva a Amazônia


Plant/ e boca é tigela e açaí


(Leonardo Mesquita)

​"Exatamente. Cada um enxerga o mundo através das lentes do próprio coração. Quem transborda bondade, vê luz no outro; quem carrega amargura, só consegue enxergar sombras. O julgamento alheio fala muito sobre quem julga e absolutamente nada sobre quem é julgado. Sigamos firmes em nossa essência, pois a única aprovação necessária para a verdadeira paz é a nossa própria."


John Rabello de Carvalho

#jrabellodecarvalho


@j.rabello.c_888oficial

José teve arma forjada.
Davi teve arma forjada.
O próprio Cristo teve arma forjada.
Mas o plano do céu sempre prevaleceu.
Forjar é humano.
Prosperar é decisão divina.
Se Deus não autoriza, não avança.
Então descanse.
Nem tudo que se levanta contra você tem permissão para permanecer.
miriamleal

Está Escrito:


Mas o próprio Jesus não confiava neles, porque conhecia a todos e não precisava que ninguém lhe desse testemunho do homem, pois Ele bem sabia o que havia no homem.
(João 2:24-25)
Ou seja, Jesus Cristo amava, perdoava, curava, ajudava… mas não se confiava a todas as pessoas.
Jesus conhecia, e conhece o coração das pessoas.