Textos de Amor Famosos
O Brilho de Longe
Nunca te toquei, nem tenho o teu amor,
Habito esse vazio, num sonho platônico;
Mas ver tua alegria estanca a minha dor,
Num laço invisível, suave e harmônico.
Teu sorriso genuíno é meu guia,
Tua voz doce acalma o meu caminhar,
E a doçura que em teu olhar meigo fia,
É o único porto onde eu ouso ancorar.
Vinte e Quatro Horas: A Ficção da Idade e a Realidade do Amor
Vinte e quatro horas: a reflexão do tempo de vida. A cada milésimo de segundo a vida se esvai a caminho da incerteza do infinito. Pais e filhos, ascendentes e descendentes passam por nossa vida como gotas de água na imensidão do oceano de afetos e desilusões; as feridas cicatrizadas e as flores perfumadas das relações humanas ficam registradas no átomo Crístico que aflora do amor ágape, tão bem materializado por Jesus Cristo.
Agora são doze horas e chegamos à metade do dia. Mas, e da vida? Cinquenta anos? Ou a idade é pura ficção?
Não importa a quantidade das horas, e sim das frações de segundos que podemos transformar em momentos especiais e eternos. Focar nos fatos tristes consome nossos sentimentos, porém os momentos felizes nos alimentam a alma. Um abraço forte com um aperto de mão sincero eterniza os instantes, nos levando a não mais focar nos segundos, e sim nas horas. O relógio mecânico pode quebrar quando nós partimos, mas o amor verdadeiro é o relojoeiro supremo que ajusta todas as engrenagens das nossas relações. Afinal de contas, não somos proprietários uns dos outros, mas apenas companheiros de jornadas. O "eu te amo" da boca para fora é vazio, mas o "te amo" do fundo do coração é eterno: mesmo com o relógio quebrado, ele continua marcando aqueles minutos de refrão, relembrando o quão importante foi aquele aperto de mãos.
Agora já passa das vinte e três horas. O dia está se findando, e os poucos minutos para o encerramento nos fazem refletir na passagem desse ciclo, onde ficam as dores e as delícias das vinte e quatro horas passadas. Resta a reflexão para, ao nos recolhermos à nossa intimidade — onde só você e Deus sabem —, pensarmos não só no dia que se esvai, mas em todas as situações vivenciadas. Que elas sirvam de aprendizado para transformar o amanhã não em apenas mais um dia, mas em pegadas de amor deixadas nos corações que cruzarem as nossas vidas. #asantos👽
“Quando eu encontrar o amor da minha vida, não vou precisar de cenário perfeito, nem de discursos ensaiados.
Vai ser simples… talvez na cozinha, entre uma conversa boba e um sorriso desajeitado.
Vou olhar nos olhos dela e saber: é ali que eu quero morar para sempre.
E, sem medo, vou pedir que caminhe comigo, não só em dias ensolarados, mas também nas tempestades.
Porque o amor verdadeiro não precisa de espetáculo, só de verdade.”
' PAGINA MÁGICA '
Como vento adocicado que toca a alma,
Escrevo o amor numa página mágica
Meu coração numa balança calma
Num momento meio nostálgica
Sigo essa vida com muita satisfação
Escrevo meus versos com amor e paixão
São versos que vem de dentro
Seja lá qual for o momento
Bate forte esse coração
Num laço de inspiração
Que enfeita a alma
Como cheiro das flores de palma
Parece até alucinação.
Assim vou escrevendo, minhas mágicas páginas
Como fogo ardente que aquece as noites frias
No sussurro do vento, seja noite ou seja dia,
A ternura é meu desejo, em infinitos instantes
É tudo que mais quero dentro de seu abraço sincero
Nos raios do sol ou em noite enluarada
Em meu quarto florido, por Deus iluminada
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.610/98
' SONETO DE UM GRANDE AMOR '
Nosso amor será infinito a todo momento
De ti cuidarei com carinho e encanto
um amor entre sonhos e esperança
Com lealdade respeito e confiança
Vamos viver esse amor com alegria
Todos os dias, em harmonia
Gritar para o mundo ouvir nosso amor
Na vasta imensidão com todo fervor
Um amor vivido entre razão e paixão
Sentindo a chama ardente do amor
Na suavidade de uma linda canção
Que nosso amor, seja uma paixão vivida
No mais profundo de nosso interior
Unindo nossas almas em uma só vida
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.619/98
Sobre SER TIA...
Pouco se fala sobre o amor que nasce quando a gente se torna tia. Queremos proteger, cuidar, vibramos com cada pequena conquista.
Não chega perto da maternidade, mas é um amor, que, de alguma forma, nasce dentro de nós.
Talvez seja por isso que, quando alguém diz: "fala com a tia", mesmo que não seja sobrinho, o coração entende tão rápido.
Porque "tia" não é só um nome . É um lugar no coração de alguém.
Ser tia é descobrir que existe um amor capaz de transcender qualquer laço de sangue, qualquer explicação, qualquer medida.
É amar uma parte da nossa família como se fosse uma parte de nós!
POEMA INEVITÁVEL
Eu queria falar sobre deus, sexo, política, amor e trivialidades; mas me colocaram uma carapuça, e fui treinado a ser um personagem.
Depois, quis me tornar poeta, músico, filósofo e até ator. Porém, descobri que, desses, eu já tinha me tornado ator, não por opção, mas por imposição das situações, e sufoquei os outros personagens.
Eu quis me tornar um humanista, um sociólogo, talvez antropólogo, filólogo e até defensor de causas perdidas ou ganhas. Acontece que meu personagem não discute muito com minha dignidade: meu lado ator sempre vence quando a conveniência grita mais alto!
Enfim, decidi partir para as trivialidades da vida, já que não me restavam muitas escolhas. Eu tentei ser muitos, e acabei não sendo eu. Então, fiz da vida minha luta, minha sobrevivência, minha causa (também por imposição). Ergueri um castelo de sofismas, e o meu estandarte foi tremular pequenas ideias que não eram minhas. Lutei bravamente para anunciar, dentro de mim, um poema inevitável, confrontando meu personagem que, por conveniência, acabou sufocando o eu iludido que achava que era eu!!!
#israelsoler
VÉRTICES
Quando me vem o medo de amar,
lembro-me de que o amor é bom
e paro num espaço de tempo retrógrado.
Em frações de segundos,
vejo-me, olhando-me por dentro,
com o coração acelerado.
E, em um curto espaço de tempo,
a colisão de dois corpos,
ambos tentando ocupar
o mesmo espaço, a mesma matéria...
Assim foram aqueles tempos.
Chego a pensar na suavidade do vento,
este que lambia seus cabelos naquele dia,
e lembro de belezas mil que me ofertaste.
As lembranças são partes a revoar
ao longo dos dias na minha mente,
que insistem em se perpetuar
ao longo dos anos!!!
Em meus pensamentos,
estas lembranças que se formam
através de imagens
ressuscitam tempos bons, enigmas e parábolas,
construindo, assim, vértices
em pontos estratégicos do coração,
mostrando toda a beleza
dessa encantadora criatura
que caminha em busca do seu equilíbrio!
Amor de infância
O meu amor de infância
Um amor sem malícia
Um amor sem querer
Cujo prazer estar no ver
O meu amor de infância
Passou, acabou
A juventude chegou
Chau, chau meu amor.
O meu amor de infância
O tempo levou
Vieram os desejos
Que o despedaçou
O meu amor de infância
Que dor, que dor
Acabou, passou
Fui meu amor.
Ninguém pertence a ninguém, a única coisa do outro que nos pertence é o afeto, o amor que lhes dedicamos! E isto é tudo! É o suficiente para sermos de alguém se quisermos ser, mas isto não faz do outro nossa propriedade, somos nós quem nos doamos, e que reste claro que isso deve ser sem querer nada em troca.
Se o outro se doar estaremos no céu, caso contrário, nos resta apenas o sentimento.
O amor também saiu às ruas
Uma crônica carioca sobre política, encontros e a estranha esperança de começar de novo.
O Rio de Janeiro tem dessas coisas: transforma qualquer acontecimento em espetáculo. Uma chuva de verão vira tragédia, um gol no Maracanã vira assunto de família, e a vitória de um presidente pode fazer da Cinelândia um lugar onde até os desconhecidos parecem ter alguma coisa em comum.
Naquela noite, o Centro estava tomado por gente. Havia bandeiras vermelhas, cartazes improvisados, vendedores de cerveja, ambulantes disputando espaço com os manifestantes e senhores de cabelos brancos abraçados como se tivessem acabado de reencontrar irmãos que a vida lhes roubara. Do alto dos prédios antigos, as janelas abertas pareciam camarotes de um teatro popular. A cidade inteira tinha descido para a rua.
O presidente de esquerda havia vencido.
Para alguns, era a confirmação de uma esperança antiga. Para outros, apenas mais um capítulo de uma história que nunca terminava como deveria. Mas, naquela noite, pelo menos entre as pessoas reunidas na praça, havia uma vontade quase infantil de acreditar que o futuro ainda podia ser diferente.
Clara chegou sozinha, depois de sair do trabalho. Trazia uma bolsa grande demais para o pouco que carregava, o cabelo preso de qualquer maneira e o cansaço de quem passara o dia inteiro atendendo pessoas que não sabiam seu nome, embora dependessem do seu trabalho. Tinha trinta e poucos anos e já aprendera a desconfiar das grandes promessas. Ainda assim, guardava dentro de si uma espécie de teimosia que não lhe permitia desistir completamente.
Não fora à comemoração por acreditar que um presidente pudesse resolver a vida de todo mundo. Fora porque precisava estar em algum lugar onde as pessoas ainda tivessem coragem de desejar alguma coisa.
Roberto estava ali pelo motivo oposto, embora talvez fosse o mesmo.
Tinha chegado cedo, carregando uma bandeira enrolada debaixo do braço e uma pequena garrafa de água no bolso de trás da calça. Durante anos, acompanhara eleições, manifestações, greves e derrotas. Já vira amigos abandonarem a militância, casamentos acabarem por divergências políticas e homens que discursavam sobre o povo serem incapazes de tratar bem o garçom que lhes servia o almoço.
Acreditava na política, mas desconfiava dos políticos. Era uma contradição que aprendera a carregar sem fazer muito barulho.
Conheceu Clara por causa de uma cerveja.
Na verdade, foi por causa do empurrão de um rapaz que passava apressado, tropeçou no pé dela e quase derrubou a bebida que Roberto segurava. Clara conseguiu se desviar, mas o líquido terminou espalhado na camisa dele.
— Pronto — disse ela, olhando a mancha. — A revolução começou e já deixou um ferido.
Roberto olhou para a própria camisa, depois para ela.
— Pelo menos não foi uma revolução armada.
Clara riu. Riu com vontade, sem aquela educação automática que as pessoas usam para demonstrar que ouviram uma piada. E Roberto, que já não se lembrava da última vez que uma desconhecida lhe arrancara uma risada assim, sentiu uma alegria desproporcional ao tamanho do acontecimento.
Ofereceu-lhe a cerveja que restava.
Ela recusou.
— Depois dessa, acho melhor você beber a sua longe de mim.
— Justo. Mas posso oferecer outra. Sem riscos para a democracia.
Foi assim que começaram a conversar.
Primeiro falaram da festa, das bandeiras, do calor absurdo que fazia no Centro do Rio mesmo depois que o sol desaparecia. Depois discutiram o resultado da eleição, cada um apresentando suas ressalvas, suas expectativas e seus receios. Concordaram em algumas coisas, discordaram de outras. Clara achava que Roberto tinha uma confiança excessiva na capacidade das pessoas de mudar o mundo. Roberto achava que Clara usava o desencanto como quem veste um casaco em pleno verão: não porque estivesse com frio, mas porque tinha medo de sentir alguma coisa.
Ela não gostou da observação.
— Você sempre analisa as pessoas assim?
— Só quando estou tentando impressionar alguém.
Clara ergueu as sobrancelhas.
— Então está fazendo um trabalho péssimo.
Ele riu, e ela também.
A multidão começou a cantar. De algum lugar, uma voz puxou uma música antiga, dessas que sobrevivem a governos, modas e derrotas. Outras vozes acompanharam. Uma senhora dançava com um rapaz que poderia ser seu neto. Dois homens discutiam perto de uma banca de jornal, enquanto um vendedor gritava o preço da água mineral. Um casal se beijava sem prestar atenção ao palanque.
O Rio continuava sendo o Rio, indiferente à solenidade dos acontecimentos.
Roberto perguntou a Clara se ela acreditava que as coisas melhorariam.
Ela demorou a responder.
Olhou para as pessoas reunidas na praça, para os rostos suados, para os cartazes escritos à mão, para aquela gente que voltaria na manhã seguinte aos ônibus lotados, aos salários insuficientes, aos patrões impacientes e às contas que não se comoviam com resultados eleitorais.
— Acho que as coisas precisam melhorar — respondeu. — Não sei se é a mesma coisa.
Roberto ficou em silêncio por alguns segundos.
— Talvez seja por isso que a gente continua vindo.
Clara olhou para ele. Havia algo de bonito naquela resposta, não pela originalidade, mas pela maneira como ele a pronunciara. Sem levantar a voz, sem tentar vencer uma discussão, sem transformar uma conversa entre duas pessoas numa oportunidade de provar que estava certo.
Naquela cidade, onde todo mundo parecia ter uma opinião pronta sobre tudo, encontrar alguém disposto a permanecer em silêncio depois de uma frase era quase um acontecimento romântico.
A noite avançou. A comemoração foi perdendo o fervor inicial, e as pessoas começaram a se dispersar pelas ruas. Alguns seguiam para o metrô, outros procuravam os amigos, e havia quem permanecesse ali apenas porque não queria voltar para casa tão cedo.
Clara disse que precisava ir embora.
Roberto perguntou se ela morava longe.
— Longe o suficiente para não voltar aqui só por causa de uma cerveja.
— E perto o suficiente para voltar por causa de outra?
Ela sorriu, mas não respondeu imediatamente. Pegou o celular, desbloqueou a tela e estendeu-o para ele.
— Coloca seu número. Se eu gostar da conversa, talvez eu escreva.
— E se não gostar?
— Você terá perdido cinco minutos da sua vida. A democracia sobrevive.
Roberto digitou o número e devolveu o aparelho.
Não houve beijo naquela noite. Nenhuma declaração, nenhuma promessa feita sob as luzes dos postes, nenhum daqueles gestos grandiosos que o cinema inventa para convencer as pessoas de que o amor chega acompanhado de uma trilha sonora.
Houve apenas um abraço rápido, um sorriso demorado e a sensação estranha de que a cidade, por alguns instantes, parecera menos imensa.
Clara desceu em direção ao metrô. Roberto ficou parado, observando-a desaparecer entre as pessoas. Depois caminhou até a Avenida Rio Branco, com a bandeira debaixo do braço e uma mancha de cerveja secando na camisa.
Naquela madrugada, Clara escreveu primeiro.
Perguntou se ele havia chegado bem.
Roberto respondeu que sim e perguntou se ela também chegara.
Ela disse que sim. Depois conversaram sobre coisas pequenas: o trabalho dela, o livro que ele estava lendo, a dificuldade de encontrar um café decente no Centro e o fato de ambos considerarem o preço do aluguel uma forma particularmente cruel de ficção científica.
Conversaram no dia seguinte. E no outro.
Duas semanas depois, encontraram-se para tomar café na Lapa. Um mês mais tarde, caminharam pela orla de Botafogo, discutindo sobre cinema. Na primeira vez que deram as mãos, nenhum dos dois disse nada. Talvez porque certas coisas, quando finalmente acontecem, dispensam explicações.
Apaixonaram-se sem perceber o instante exato em que isso aconteceu.
E talvez essa seja a parte mais curiosa da história: enquanto milhões de pessoas discutiam o significado daquela eleição, duas pessoas descobriam o significado de esperar uma mensagem, de guardar uma história engraçada para contar a alguém, de reconhecer um passo na calçada e sentir que o dia, afinal, não tinha sido tão ruim.
Não deixaram de se preocupar com a política. Continuaram discutindo o país, cobrando promessas, criticando decisões e desconfiando de discursos fáceis. Descobriram, inclusive, que o amor não torna ninguém menos teimoso. Às vezes, apenas oferece uma pessoa diante de quem vale a pena admitir que se pode estar errado.
Meses depois, quando já namoravam, Clara perguntou a Roberto se ele se lembrava do que sentira ao saber do resultado daquela eleição.
Ele pensou um pouco.
— Lembro que achei que alguma coisa poderia mudar.
— E mudou?
Roberto olhou para ela. Estavam sentados num bar pequeno, numa rua movimentada do Rio. Ao lado da mesa, um garçom tentava equilibrar três pratos; na calçada, um homem discutia com o motorista de um táxi. A cidade seguia seu curso, barulhenta, imperfeita e absurdamente viva.
— Mudou — respondeu. — Mas não exatamente do jeito que eu imaginava.
Clara sorriu e encostou a mão na dele.
A vitória de um presidente durava uma noite nas ruas e anos nos livros de história. Seus efeitos seriam discutidos durante muito tempo, entre esperanças realizadas, promessas adiadas e desilusões inevitáveis. Nenhuma eleição, por mais celebrada que fosse, poderia garantir a felicidade de um país inteiro.
Mas naquela noite, entre bandeiras, cerveja derramada e desconhecidos cantando na Cinelândia, alguma coisa havia acontecido que não apareceria em nenhuma pesquisa, em nenhum discurso e em nenhuma fotografia publicada nos jornais.
Dois estranhos tinham se encontrado.
E, por mais que parecesse pouco diante dos problemas do mundo, talvez fosse assim que certas mudanças começassem: não com a certeza de que tudo daria certo, mas com a descoberta de que, apesar de tudo, ainda valia a pena caminhar ao lado de alguém.
Porque o país continuaria dividido, os políticos continuariam sendo políticos, as contas chegariam no fim do mês e o ônibus continuaria demorando mais do que deveria.
Mas Clara agora tinha alguém para quem contar as histórias do dia.
E Roberto, que passara tantos anos procurando motivos para acreditar no futuro, descobrira que às vezes o futuro não se apresentava em palanques, não usava gravata e não precisava de milhões de votos.
Às vezes, o futuro era apenas uma mulher rindo de uma camisa manchada de cerveja, numa noite quente do Rio de Janeiro.
E isso, por si só, já era uma boa razão para voltar à rua.
Título: Angela, Meu Amor, Meu Presente de Deus
Angela, meu amor...[Introdução – Falado]
Angela, meu amor...
Desde aquele primeiro de dezembro,
minha vida nunca mais foi a mesma.
Deus sabia o que estava fazendo
quando colocou você no meu caminho.
Foi primeiro de dezembro que eu conheci você,[Verso 1]
Foi primeiro de dezembro que eu conheci você,
Uma alegria tão bonita que me fez renascer.
Você chegou de mansinho e conquistou meu coração,
E hoje eu vejo que era Deus escrevendo essa paixão.
O tempo foi passando, nosso amor só aumentou,
Construímos nossa história, nossa família se formou.
Hoje estamos casados, de mãos dadas pela vida,
Você é minha companheira, minha paixão preferida.
[Pré-Refrão]
E quando olho pra você, agradeço ao Senhor,
Pela esposa que me deu, pelo nosso grande amor.
Nas lutas e nas vitórias, não soltamos nossas mãos,
Pois Deus é o alicerce da nossa união.
[Refrão]
Angela, eu te amo, minha menina, minha mulher,
Você é meu grande amor, meu abrigo e minha fé.
Deus nos uniu nesta vida, e ninguém pode apagar
Essa história tão bonita que ainda vamos contar.
Hoje eu tenho duas mulheres que moram no coração:
Minha esposa, minha Angela, e minha filha, minha paixão!
E o Marcos, nosso menino, é presente do Senhor,
Nossa família é a riqueza, nossa vida é nosso amor!
[Verso 2]
Angela, minha querida, quantas coisas já vivemos,
Entre sonhos e batalhas, lado a lado vencemos.
Trabalhando e prosperando, construindo o nosso lar,
Com a bênção do Deus vivo, temos força pra lutar.
Você não é só esposa, é amiga e companheira,
É meu sonho realizado, meu amor pra vida inteira.
E se o tempo passar e os cabelos embranquecerem,
Vou te amar como no começo, não importa o que vier.
[Ponte – Emocionante]
Primeiro de dezembro, jamais vou esquecer,
Foi o dia em que a vida me presenteou com você.
Marcos e Kelly, nossos filhos, nossa bênção, nosso chão,
São os frutos mais bonitos do amor e da união.
E se eu pudesse escolher mil vezes, eu escolheria você,
A mulher que Deus me deu e que eu nunca vou esquecer.
Angela, minha menina, minha mulher, meu bem-querer,
Até o último dos meus dias, eu só quero amar você!
[Refrão Final – Com emoção]
Angela, eu te amo, minha menina, minha mulher,
Você é meu grande amor, minha força e minha fé.
Deus nos uniu nesta vida, e com Ele vamos caminhar,
Envelhecendo abraçados, sem jamais deixar de amar.
Hoje eu tenho duas mulheres que são parte de mim:
Minha esposa e minha filha, dois amores sem fim!
Marcos e Kelly, nossa história, nossa maior inspiração,
Angela, você é pra sempre a dona do meu coração!
[Final – Falado, voz suave]
Angela...
Eu te amava quando te conheci,
te amo hoje, como minha esposa,
e vou te amar por toda a minha vida.
Obrigado por ser minha companheira,
por construir essa família comigo.
Que Deus abençoe nosso casamento,
nossos filhos e nosso lar.
Eu te amo, minha menina...
Eu te amo, minha mulher.
Pra sempre, Angela! ❤️
O amor não se revela apenas nos dias bonitos, nas fotografias ou nas declarações. Ele se revela, sobretudo, nas escolhas que fazemos quando a vida exige mais de nós.
Amar é escolher cuidar, respeitar e permanecer. Mas é também compreender que nenhuma relação deve custar o abandono de si mesmo.
O amor se revela na permanência.
Amor é quem fica quando a maquiagem sai e a beleza já não é a mesma.
É quem permanece quando a doença chega e cuidar se torna mais importante do que qualquer palavra bonita.
É envelhecer juntos e, mesmo com as mudanças que o tempo traz, continuar encontrando um no outro amizade, parceria e companhia.
É quando, depois de uma discussão, existe humildade para reconhecer os próprios erros, pedir perdão e também perdoar.
Mas amar não é aceitar tudo. Não é se anular, silenciar a própria dor ou abrir mão de quem somos para manter alguém ao nosso lado.
Amar é desejar a felicidade do outro sem esquecer da própria.
Porque o amor verdadeiro não se sustenta apenas no sentimento, mas nas escolhas, no respeito, no cuidado e na disposição de continuar construindo uma vida juntos.
E permanecer só faz sentido quando existe amor dos dois lados.
Jenefer Ofemester
DENTRO DE NÓS EXISTEM DOIS TEMPLOS: O CORAÇÃO, ONDE CULTIVAMOS O AMOR, E O ESPÍRITO, ONDE DESENVOLVEMOS NOSSO POTENCIAL.
No templo do coração estão as bênçãos do amor, da paciência, da compreensão e do perdão. São virtudes que nos ensinam a viver com humanidade, sem perder a essência diante das dificuldades.
No templo do espírito residem capacidades que aguardam o momento certo para florescer. Desenvolvê-las exige conhecimento, humildade e disposição para aprender com as experiências da vida.
Quando unimos as qualidades do coração à perseverança e ao conhecimento, criamos condições para construir um progresso sólido e duradouro. Afinal, não basta reconhecer nossas virtudes: é preciso transformá-las em atitudes.
Respeitar o tempo de amadurecimento é importante, mas também precisamos fazer a nossa parte. Cada escolha consciente, cada aprendizado e cada esforço sincero contribuem para a nossa evolução.
O amor dá sentido à caminhada, o conhecimento ilumina o caminho e a perseverança nos permite avançar.
Cultive suas virtudes, desenvolva seus talentos e não tenha medo de experimentar o novo. A vida oferece oportunidades de crescimento a quem mantém a mente aberta e transforma o aprendizado em ação.
Porque o verdadeiro progresso não se mede apenas pelo que conquistamos, mas, sobretudo, pela qualidade do ser humano que nos tornamos.
Paz, luz e sabedoria em sua caminhada!
O QUE É O NATAL, SENÃO UM ENCONTRO DE AMIZADE, AMOR E GRATIDÃO?
É o amor que compartilhamos com nossa família, nossos amigos e com todos aqueles que fazem parte da nossa história, dividindo conosco os momentos de alegria e também os desafios da vida.
Neste Natal, se puderem, venham nos dar um abraço. Será uma alegria imensa receber vocês, compartilhar esse momento e demonstrar pessoalmente todo o carinho que sentimos.
E, se a distância ou algum compromisso não permitir esse encontro, sintam-se igualmente abraçados, com todo o nosso carinho e amor.
Porque o verdadeiro presente de Natal não está debaixo da árvore, mas nos laços que construímos e no privilégio de ter pessoas especiais fazendo parte da nossa vida.
Com muito carinho, desejamos a todos um Natal de paz, amor e união!
O LAR É ONDE O AMOR NÃO DEPENDE DAS NOSSAS VITÓRIAS.
É onde encontramos mãos estendidas quando o mundo nos vira as costas, abraços que aliviam nossas dores e corações dispostos a nos acolher mesmo quando a vida não sai como planejamos.
Valorize seu lar. Cuide da sua família. Dialogue mais, escute com o coração, abrace sem pressa e não economize palavras de carinho. Às vezes, na correria dos dias, esquecemos que as pessoas que amamos também precisam sentir o quanto são importantes para nós.
Não deixe para amanhã aquele abraço que pode ser dado hoje, o pedido de desculpas que pode restaurar uma relação ou a palavra de amor que alguém está esperando ouvir.
A vida não nos garante o amanhã, e o tempo não devolve as oportunidades que deixamos passar.
No fim, as maiores riquezas não estão nas coisas que acumulamos, mas nos laços que construímos, nos momentos que compartilhamos e no amor que deixamos florescer dentro de casa.
Porque a vida acontece agora, nos pequenos gestos, nas conversas simples e na presença de quem amamos.
Não espere a ausência ensinar o valor de uma presença. Ame hoje, abrace hoje, perdoe hoje. Amanhã é uma promessa; hoje é a oportunidade que a vida nos oferece.
Entre a Literatura e o Luto: A Jornada de Amor e Resiliência de William Contraponto e Maurício
O escritor e pensador William Contraponto (William Gogolenko Risther) tem transformado sua dor mais profunda em arte e reflexão. Conhecido por sua escrita densa e olhar crítico sobre a sociedade, o autor enfrenta atualmente um de seus capítulos mais desafiadores: o luto pelo falecimento de seu companheiro, Maurício Rodrigues Lucas, ocorrido em 26 de setembro de 2026.
A história dos dois, que se estendeu por anos de cumplicidade, tornou-se um testemunho público de afeto, respeito às diferenças e, acima de um tudo, uma profunda lição sobre a finitude humana.
O Encontro das Diferenças
Um dos aspectos mais marcantes na trajetória do casal era a forma harmônica com que lidavam com suas visões de mundo distintas. Enquanto William Contraponto se define publicamente como ateu — pautando sua filosofia na razão e no ceticismo —, Maurício mantinha uma fé católica convicta.
Longe de ser um ponto de discórdia, a divergência religiosa era celebrada como parte da individualidade de cada um. Essa dinâmica de respeito mútuo permaneceu intacta mesmo nos momentos mais difíceis e hoje se reflete na forma como William preserva a memória do parceiro em seu lar, mantendo os símbolos de fé que eram importantes para Maurício.
A Batalha e a Despedida
Maurício Rodrigues Lucas faleceu aos 37 anos, após uma batalha contra uma grave doença oncológica. O diagnóstico e o processo de tratamento exigiram do casal uma resiliência imensa. Durante todo o período de internação e cuidados paliativos, William assumiu o papel de cuidador e confidente, documentando de forma velada ou direta as nuances de ver quem se ama enfrentar o declínio físico.
A partida de "Maumau", como era carinhosamente chamado, gerou uma forte onda de solidariedade entre os leitores e amigos do escritor.
A Dor que se Transforma em Palavra
Para um homem de letras, a escrita é tanto um escudo quanto uma ferramenta de cura. Desde a perda de Maurício, William Contraponto tem utilizado seu blog oficial e sua página na plataforma Recanto das Letras como canais de vazão para o luto.
Seus textos recentes abandonaram temporariamente a crônica política e social para mergulhar em uma densa autoficção e poesia confessional. William escreve sobre a ausência, o silêncio da casa vazia e o peso das lembranças, transformando a figura de Maurício em uma presença literária eterna. Ao expor sua vulnerabilidade, o autor acaba por acolher centenas de leitores que também enfrentam o luto, humanizando o processo de dor.
O Legado do Afeto
A história de William e Maurício deixa uma mensagem clara: o amor sobrevive à ausência física. Através da literatura, Contraponto garante que o companheiro não seja esquecido e que a batalha vencida pela biologia não apague a vitória do afeto que construíram juntos.
natureza do amor
O vento não segura as folhas,
apenas dança ao redor delas.
O rio não exige que as pedras cedam,
aprende a encontrar passagem entre elas.
Talvez amar seja um pouco disso:
não prender, mas saber acompanhar.
Não moldar alguém à nossa imagem,
mas oferecer espaço para transformar.
Há raízes que crescem em silêncio,
há sementes que dormem no chão.
Nem tudo que parece parado
deixou de cumprir sua missão.
Que o nosso amor seja como a mata verde
livre, diverso e cheio de vida.
Que saiba respeitar as estações
sem fazer da mudança uma despedida
"Onde não existe sabedoria
não existe
paz, onde não existe paz
não existe amor e onde não
existe amor
não existe justiça: aquilo que para você é
visto como evolução, aventura
ou novidade,
para mim é percebido como repetição
vazia, superficialidade ou falta
de propósito."
Álbum: O Mundo Jaz no Maligno
(Autor-desconhecido)
