Textos de Amizade Homem e Mulher

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Não consigo entender
o motivo
De Deus ter me feito homem
Se me deu uma alma de pássaro
Um pobre pássaro
Sem asas para voar
e nem rios ou cântaros
Onde beber
Um pássaro que vive
Num lugar onde não chove
Um homem que vive
Uma rara doença
Muito grave
de enxergar a dureza do mundo
Com uma alma um tanto suave
Esperando que um dia, finalmente
Essas asas me venham
Lá do Céu
E que as Mãos de Deus
Me levem.

Inserida por edsonricardopaiva

O rato perguntou pro gato
Por que será que o Homem
Não suporta conviver comigo
Mas atura a vocês, que nos comem?
O gato responde pro rato:
Por viver meio afastado
Creio que o amigo
anda um tanto desinformado
há homens que também me esconjuram
Mas o problema não é só com a gente
Eles se odeiam mutuamente
O perigo que existe no homem
Se esconde atrás do sorriso
Que eles simulam, sempre que preciso
Sorrisos, que muitas vezes somem
Quando atingem o objetivo
Pois, depois sorriem só pra si
diante do espelho, orgulhosos
da própria astúcia e destreza
escondidas, atrás das mentiras que juram
Imagine você, amigo rato
Que o Homem criou um artefato gigante
Capaz de derrubar um elefante
À muitos metros de distância
E rato compadeceu-se
de tamanha inocência do gato
Pois saiba, amigo gato
Que nas minhas andanças
Pelos buracos mais profundos
Sei que o Homem esconde
Em lugares subterrâneos
Uma bomba maior que um bonde
Capaz de derrubar o Mundo
Em pouco menos de um segundo
É algo de efeito instantâneo
Criado à partir do Urânio
E então o gato responde;
Inocente é o Homem, que te odeia
Se os ratos não desentupissem os encanamentos
Não haveria civilização e nem cidades
As armadilhas que criam pra você
Um dia ainda pode fazer
o Homem se prender à própria teia
Por não perceber que na verdade
Tudo que Deus criou
Possui uma utilidade
Então o rato pergunta pro gato:
E o Homem, serve pra quê?

Inserida por edsonricardopaiva

Quando o pássaro tem asas
A gaiola impede o voo
Estando lanosa a ovelha
O homem vem e lhe tosa
Às vezes
devorado, desarvorado
e arrependido
Não me perdoo
Por ter estado aqui
Cantando para quem
Jamais me quis ouvir
Doando minha carne, meu sangue
o que me restava de paciência
Além de toda uma vida
Vida ingrata
Deus me colocou aqui
Sob a reles condição de primata
No país das maravilhas
Covarde como o leão
Sem coração qual o Homem de lata
Agora não me resta nada
Na noite fria
Qual ovelha tosada
Minhas asas agora cansadas
Me relegam à mercê de predadores
E eles não são tantos
Enormes são suas maldades
Porém, nem precisavam sê-las
Quase nada mais me resta
Uma janela,
luz de estrelas no Céu,
Luz de velas cá na Terra,
vontade de fazer o certo
Um coração ausente, que erra
e o diabo sempre perto
tentando que eu desista
Cuspindo em meus poemas
aumentando meus problemas
Rindo da minha alma de artista
Um dia tudo se acaba
Exceto essas verdades
Que me invadem e orientam
Cada um carrega sua cruz
A minha me orienta a direção
da Fonte Universal de Toda Luz
Que haverá de confortar-me
e dar-me um coração
E um anjo de verdade
Pra fazer companhia
Se ainda persisto
E porque eu acredito
Na existência desse dia.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠A unção que vem do céu não enche o ego ela esmaga o orgulho.
Ela não faz o homem parecer grande,
ela faz Deus ser tudo.
Por isso, muitos desistem no meio.
Querem o dom, mas não suportam a dor.
Querem microfone, mas não suportam o silêncio de Deus forjando o caráter.
Querem autoridade, mas sem o caminho da obediência.
Mas os que suportam o processo…
Serão cheios de uma glória que o mundo não pode dar.
E que os céus nunca deixarão apagar.

Inserida por MiriamLeal

⁠Ele ama o leproso, o perdido, o cego,
Mas o homem ama apenas o que é espelho.
Ama quem se encaixa no seu molde,
E exclui quem a graça de Deus envolve.

O coração do homem endurece fácil,
Fecha portas com trancas de orgulho.
Mas o coração de Cristo se abre todo,
Mesmo sabendo que será ferido de novo.

Inserida por MiriamLeal

⁠GESTÃO DAS EMOÇÕES DURANTE A PRESSÃO E CAOS:
A gestão emocional é essencial para qualquer homem, especialmente em tempos de caos e incerteza. Nossas emoções podem ser comparadas a uma complexa cabine de comando de um avião, onde cada botão e alavanca representa diferentes sentimentos e reações. Nessa cabine, a esposa desempenha o papel de copiloto: em momentos de calma, seu direcionamento é fundamental; em tempos de crise, ela pode entrar em pânico e precisa ser “ignorada” para manter a estabilidade da aeronave.
A tripulação desse avião representa nossa família; filhos, pais, netos e, em outras ocasiões, nossos liderados no trabalho ou irmãos em Cristo. Durante a jornada, enfrentamos turbulências, e mesmo que a tripulação entre em pânico, é nosso dever manter a calma. A capacidade de gerenciar nossas emoções se torna crucial para navegar com segurança através das tempestades.
Dentro da cabine, frequentemente lidamos com um “terrorista”: nossa própria má inclinação. Esse inimigo interno precisa ser contido regularmente, pois pode sabotar nossa paz e clareza. Além disso, também enfrentamos ataques externos, representados por ladrões, que podem ser vistos como as tentações e investidas de satanás, buscando roubar nossa esperança e fé.
Em meio a todas essas adversidades, é fundamental que ouçamos a voz da torre de comando; Deus, que nos guia através de Seu Altar. A conexão com Ele nos permite manter a calma e evitar decisões precipitadas que podem levar a resultados desastrosos. É essencial não perdermos de vista a orientação divina, pois, mesmo em meio ao caos, a esperança permanece.
Além disso, temos a certeza de que Jesus, através do Seu Espírito Santo, está presente dentro do avião, como um agente disfarçado pronto para agir. Ele está ali para neutralizar o terror da nossa má inclinação e expulsar os invasores que ameaçam nossa paz interior.
Por isso, não devemos nos afastar da NAVE da igreja. A comunhão e o apoio da comunidade são vitais para que possamos voar seguros, confiantes na direção que Deus nos proporciona até o seu resgate aéreo.

Inserida por JuniorLacerda

⁠Filho, o casamento é o maior projeto que Deus confiou a um homem. Ele entrega ao marido a responsabilidade de cuidar de sua esposa como sua primeira ovelha, antes mesmo dos filhos. Esse compromisso não pode estar condicionado a momentos em que a esposa “merece”, mas deve estar firmemente alicerçado na palavra que o homem liberou: primeiro para si mesmo, como reflexo do caráter que decidiu ter em Deus; depois para seu Sogro Celestial, que confiou a ele a vida de Sua filha (Desde que ela tenha aceitado Sua Paternidade em Cristo).
Mesmo diante de desafios, como palavras duras, ingratidão, reclamações constantes e até momentos em que sua “primeira ovelha” pode “mordê-lo”, o homem é chamado a lutar, insistir e buscar ajuda antes de pensar em desistir. Respeitar a decisão dela é necessário, mas nunca sem antes esgotar todos os recursos para resgatar e restaurar o relacionamento. Assim como um pastor cuida de uma ovelha que às vezes o fere, ele deve persistir, sabendo que o inverno é passageiro.
Mesmo que no passado tenham ocorrido fracassos, é possível buscar em Deus a instrução necessária para romper ciclos de divórcio na própria vida e na de seus filhos. Isso só é possível com a ajuda de Deus e um compromisso firme e consciente consigo mesmo, exercendo a ininterrupção como decisão inabalável.
O inverno sempre dá lugar à primavera, trazendo consigo o tempo de cantar novamente (Cantares 2:11-12). Amar ininterruptamente é um ato de obediência a Deus e demonstra o reflexo de quem o homem decidiu ser em Cristo. Por mais difícil que seja, o amor verdadeiro suporta tudo, crendo que Deus fará brotar flores onde hoje só há frio.

Inserida por JuniorLacerda

a Onipotência
O sistema mais complexo verbalizado pelo homem, - “a Onipotência”. Sustentado por um espírito; “plano clérigo”. O pecado é a maior invenção do homem depois da onipotência. Porém o pecado é “clemente” pelo plano divino, criado pela clerical e sustentado pelo populacho. A Sé vem massacrando a mulher a milhares de ano, por uma cultura machista e impostora, impregnado em cruzes e simbologia comercial, um viés da fé. A Sé é detentora das verdades incontestáveis. Sendo o maior massacre da humanidade: a inquisição, imposta por um sistema religioso da cristandade. O homem é naturalmente um renegador de suas teses contextuais dogmáticas, verdades explicitadas apenas no trancafiado pensamento, separados por uma leve e transparente cortina de medo. Quem dera uma virtude pela antiga certeza de que a compaixão traduzisse as verdades, sem necessidades de sustentar-se prostrados por um plano clérigo. Eis o mistério da fé e a simbologia da Onipotência. (A. VALIM).

Inserida por amaurivalim

A maior criação do homem é o Pecado “depois de Deus”. O homem criou também o Diabo e fez dele o maior “parceiro de Deus”. O homem flagela a si, pelo pecado, corrupção e traição. Para si o homem tem o Diabo com boa estratégia para castigar quando não agradar a Deus.
Em vez da criação de tudo isso, o homem deveria criar mais sabores de sorvetes, pizzas e chicletes, e, alguns prazeres da carne para satisfazer o próprio corpo, livre de todo castigo. Para a salvação da alma o espírito que paire ao céu, nalguma estrela, no uivado do lobo e no encantamento do lobisomem mal amado em noite de lua cheia quando desta escafeder-me.

A. Valim

Inserida por amaurivalim

O homem é o grande criador. Criou um Deus e fez dele o maior, intocável, onipotente, de visão vasta e minuciosa. Mas não bastou, o homem necessitou criar um grande aliado, um corruptor oportunista chamado Diabo. Estas simbologias estão no imaginário do homem como se fosse parte de sua genética; está no sangue.
Para toda a verdade absoluta: um Deus e que acuda. Para toda a transgressão: um castigo diabólico e que salve se puder. O pior entre os homens de bem são os desgraçados que atribuem à nobreza a um inferno pelos seus feitos.
Depois o homem criou um Cristo, o filho da onipotência, dotado de pecado e de poderes, aliando tanto a Deus quanto ao Diabo, foi posto a diversas provas inclusive a de não se salvar das maldades do homem; foi morto e crucificado; o homem tornou capaz de ressuscita-lo.
O homem exerce poder superior sobre tudo o que há na terra, destrói o corpo do cristo e consegue manter viva a alma enigmática dele e assim continua criando alienações. A alienação é capaz de ameaçar a consciência humana e por falta de autonomia há uma perda de identidade em que o homem perde seus próprios valores forçado a assumir necessidade de consumo religioso.
O homem é uma pecinha de engrenagem movida pelo espírito religioso já orbitado por forças enigmáticas entre Deuses e Demônios, e, para dar forma: um êxtase religioso. Na sociedade materialista criam-se Deuses, Demônios, Cristos propiciados pelo homem que produz efeitos espirituais para dar forma ao julgamento e a condenação. Sendo para o homem a concepção de Deus; o seu próprio domínio.

Inserida por amaurivalim

Pensamento Niilista
Por Amauri Valim
Na medida em que o homem frequenta o mundo advoga por saberes dogmáticos mitológicos que assentam sobre si, são concepções da verdade superior impregnada em uma corrente genética humana. Há uma absurda necessidade de remédio milagroso dado por mãos sagradas de entes mortos para o fim de toda a impertinência.
Norteado pela supremacia dogmática cristã o ser humano é geneticamente submisso sob uma concepção divina. Desprovido de privilégio pelo êxtase da fé e da promessa de salvação também adota o estado de pobreza como prova de fé. A norma cristã é uma vontade de poder onde o oprimido não se da conta da opressão que corrompe naturalmente os homens de mentalidades comuns. A ética religiosa parece cuidar bem da moral dos defensores de uma perspectiva de vida melhor para o futuro; após a morte.
A morte é um plano de Deus. O sentido da vida é um plano humano. A fé é o fruto da sustentação do homem corrompido, como recompensa o milagre ou a vida eterna.

Inserida por amaurivalim

A religião possui formas práticas de apoio ao homem desamparado e de segurança ao vulnerável, nas situações que o homem possa sofrer ameaça de perda de controle, Freud possui vasta visão sobre os efeitos e das condições humanas e a relação do homem com a religião.
Os efeitos da religião são devastadores sobre a desvalorização da vida na terra. Tão difícil é avaliar o papel da religião na sociedade tanto quanto o papel do individuo na religião, indivíduos religiosos possuem juízo subjetivo em relação ao advento e o fim de tudo na terra, passando para uma perspectiva de vida abundante transcendental/cósmica perdem-se a relação dos eventos do hoje.
O homem tenta em vão dominar a força da natureza, acredita no poder das práticas dos rituais sagrados. O homem sendo aqui o mais poderoso de todos os seres tem tendências de destruição através dos poderes que lhe é ofertado, o que não são vistos como valores morais, mas uma transgressão da ética religiosa.
É muito difícil contestar um plano religioso por sua grandiosidade e poder de convencimento por possuir tão grande significado cultural, para todo o plano religioso o homem possui limitações intelectuais para uma nova compreensão numa visão crítica sobre o subjetivo.
A cultura religiosa impõe privações ao individuo o qual se conserva pelos sacrifícios, oferendas e angústia fervorosa, em uma vida de restrições o indivíduo tem como meio essa estética. São ideias originalmente atribuídas aos deuses capazes de torná-lo sustentáveis.

Inserida por amaurivalim

Deus não controla o Homem nem os eventos da natureza
Frequentemente percebemos os eventos tenebrosos da natureza. Esses eventos são atribuídos pelo homem a um Deus bondoso e ao mesmo tempo vingador e castigador. Assim o Titanic, John Lennon, Raul Seixas, Chuvas, Terremotos, Guerras e outros..., são as referências para homens da fé, que vestidos de santidades atribuem aos castigos dos Deuses.
A Plebe também transfere parte do poder de Deus ao corpo clerical. o que acaba por transformar o Deus bondoso em um Deus mau. Usam-se os Deuses para todo e qualquer evento, seja para a vingança ou para a amenização da dor. Quando Deus não evita nenhuma dessas tragédias, apesar das suplicas de seus fiéis, resta a ele todo o poderoso amenizar a dor desatinada dos corpos destroçados.
Todos os eventos citados, vistos e percebidos, naturalmente ocorrem sem intervenção onipotente e a oração não garante a amenização dos conflitos e dores, apenas acontece em um plano eventualmente da natureza, pois se “eu rezar para acalmar a tempestade ela por sua força espontânea naturalmente acalmará”. O homem em seu livre arbítrio não controla suas ações nem os eventos da natureza. Deus não evite a tragédia nas causas do homem, porém se acredita que consola um ou outro vivente, lentamente, em um processo natural do organismo.
Deus por seu total controle atribuído pelo homem lhe falta o cuidado para evitar todas as tragédias da natureza e da humanidade, deverá então suplicar desculpas ao homem pelo fato de o homem confiá-lo tal proteção. Deus devia na sua condição de existência no mínimo transferir o seu poder absoluto ao homem, visto que o homem é presente, é perceptível e previsível quanto a todos os eventos, seja da origem humano quanto da origem da natureza, faltando-lhe cuidados e poder.
O homem por sua falta de controle atribui poder absoluto a Deus para então reger sua vida desregrada e todos os eventos, mas não é o que se percebe no cotidiano porque todas as tragédias e todos os males permanecem em evolução. Deus é um instinto do humano dominado por um sistema chamado religião

Inserida por amaurivalim

"Amém Crucifica-o.
A crucificação é uma desgraça dada a um homem, o fanatismo imprudente desperta a necessidade de se reproduzir constantemente essa desgraça atribuindo a um conceito de bondade, como uma prova do mal praticado sem limites e sem regras. Os humanos cristianistas acham a crucificação uma graça de deus, mas não percebem a desgraça causada a um homem em nome de um deus. Quanta negligência de um deus todo salvador que permite a morte de um filho "bom" na maior crueldade já atribuída a um ser humano, apenas em benefício de uma nação fanática pecadora e condenada. Justa é a causa porque ele o todo poderoso chefão assiste de camarote com toda sua onipotência. Alguém morre por alguns é isso e bom, como prova comemoram a mais de 2 mil anos. Jesus, pobre Jesus! É o fruto do egoísmo de deus e do ser humano, porque a sua bondade não salvou a si mesmo nem a humanidade. Portanto Jesus não doou a vida a ninguém, mas foi assassinado pela tirania do prefeito Pôncio Pilatos. Por ter mandado matar a Jesus de Nazaré. "padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado...".

Inserida por amaurivalim

Há enorme capacidade no homem de associar uma catástrofe qualquer da natureza a um grande feito de maldade e castigo do criador, e também qualquer evento do cotidiano a um milagre cedido por ele. A fé é um parâmetro para atender essas necessidades e de consolo da alma. Muitos são convencidos de acreditar pelas escrituras bíblicas e por medos apocalípticos contidos nela que aterrorizam e assombram a consciência do fraco.
O fato de as coisas estarem por escrito é persuasivo para pessoas que não estão acostumadas a fazer perguntas como: "Quem escreveu, e quando?"; "Como eles sabiam o que escrever?"; "Será que eles, naquela época, realmente queriam dizer o que nós, em nossa época, entendemos que eles estão dizendo?"; "Eram eles observadores imparciais, ou tinham uma agenda que influenciava seus escritos?". (DAWKINS, R. p. 104)
Os evangelhos do cristianismo primitivo revelam a natureza de deus e os ensinamentos de cristo, uma forma criacionista, foi adaptada como novo testamento da bíblia, após a passagem de cristo para uma adequação a evolução da humanidade (um passo). Mesmo assim o cristão precisa da ira, julgo e castigo de Deus e de todas as circunstâncias em torno de Cristo e de todos os eventos do cotidiano para se valer dos evangelhos. As ações da natureza e eventos do cotidiano são utilizadas para justificar toda e qualquer maldade ou benignidade sempre em nome de um Deus.
Dizia Pascal “Acreditar não é uma coisa que eu possa decidir, (...) Mas nada disso pode realmente me fazer acreditar se eu não acreditar”. (Dawkins R. p 116).

Inserida por amaurivalim

⁠Crianças no lixão é vontade do homem, é permissão de Deus, ou é livre o arbítrio delas mesmas?
A humanidade precisa ir além do conforto da espiritualidade e da virtualidade dos deuses. É preciso ir além da compaixão incondicional diante dos candelabros de ouros, é preciso sair da zona de conforto das orações e do comércio santificado de medalhinhas, é preciso menos demagogia e discursos doutrinários. A humanidade jamais chegará a igualdade, porém a prática do altruísmo seria uma forma de regrar os instintos naturais do egoísmo humano. Deus? Deus continua sendo Deus olhando para as crianças.
A. V.

Inserida por amaurivalim

⁠CONQUISTAS ALTANEIRAS
.
O verdadeiro corajoso
É o homem habilidoso
Que supera a si mesmo
Vencendo suas limitações
Transformando em realizações
O que antes era medo.
.
O verdadeiro altruísta
É o homem que fica
Admirando as flores de jasmim
Sem ousar arrancá-las
Para não condená-las
À morte fora do jardim.
.
O verdadeiro espiritualista
É o homem que acredita
Que a matéria é instrumento
Para a evolução do espírito
E que o aprendizado empírico
Não traz verdades, mas alento.
.
O verdadeiro bem-sucedido
É o homem que traz consigo
A sempre renovável disposição
De valorizar da mesma maneira
As conquistas mais altaneiras
E cada pequena realização.

Inserida por EDUARDOPBARRETO

⁠O ROUBO DA LUZ
.
A noite rouba a luz do dia
Os jardins perdem a magia
O homem se sente perdido
E ao ver chegar a tempestade
Vê nela a oportunidade
De chorar sem ser percebido.
.
As nuvens quando sobrecarregadas
Choram com gritos de trovoadas
E sinapses de relâmpagos assustadores
E somente a força do carinho do vento
É capaz de abrandar o sofrimento
Das suas indescritíveis dores.
.
Para não expor a dor daquele que chora
O Universo manda a chuva sem demora
Disfarçar as lágrimas que rolam no rosto
Com o calor as faz evaporar
Com a Lua as tinge de prata no ar
E com as estrelas abraça o choroso.
.
No silêncio da noite escura
A brisa afaga com ternura
A criatura que chorou
E de manhã a luz devolve às flores
As exuberantes cores
Que a escuridão da noite roubou.

Inserida por EDUARDOPBARRETO

Existem tres livros que regem a vida de qualquer homem:
o primeiro é a Bíblia, o Livro de Sabedoria; o segundo,
o Livro dos Vivos e dos Mortos, para o nosso julgamento
eterno e o terceiro, o Livro da Vida, que só Jesus poderá abri-Lo, nos Céus, para ver como cada um viveu a sua vida diante de Deus.

Inserida por HelgirGirodo

Amor é a vida que DEUS nós deu, que nos primeiros passos da vida o homem a desrespeitou, como o amor é perfeito ele deu-nos uma segunda chance, e só vencera o duelo eterno da segunda chance quem tiver amor. O duelo eterno é o dia-dia do homem consciente que procura viver segundo a sua natureza.
Essa natureza pode ser, natural, filosófica, espiritual etc...

Inserida por TomasKisseleca