Textos de Amizade entre Tia e Sublinha

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Sobre a vacina.

⁠Demorei a decidir se postaria este dia tão importante pra mim… entre dúvida e certeza, nenhuma. Sabemos que a maioria dos brasileiros ainda aguarda pacientemente o dia em que poderá ser, finalmente, vacinado. Aguarda pelos dias passando pelo calendário, as notícias das datas de vacinação, os aviões pousando em território brasileiro com mais algumas vidas armazenadas em frasquinhos… enquanto isso não acontece, ele sai à luta. Pega ônibus e metrô lotados, acorda cedo, se veste de coragem e mascara não só o rosto, mas também a sua dor. Talvez ele já tenha perdido muitos amigos, familiares, filhos, talvez já quase tenha se perdido ao perder alguém. Talvez já tenha perdido o emprego, as economias, talvez sinta que perdeu sua dignidade até. Talvez esteja se virando de Uber poraí, arriscando sua vida para sobreviver ao dia a dia. Talvez esteja no semáforo com uma plaquinha, talvez esteja vendendo quentinhas, fazendo bicos aqui e ali. Eu escutei muitas histórias entre idas e vindas nesta pandemia. De uma coisa eu sei, o povo brasileiro se vira. Um povo acostumado a ser empreendedor, motorista, pedinte, vendedor, cozinheiro, tudo em uma vida só. Acostumado a falar inglês, português e espanhol sem nunca ter ido à Wizard ou à CCAA. E a maioria te dá bom dia, pergunta com uma simpatia como anda a vida, mesmo se ele ou ela dormiu 3 horas naquela noite, com as jornadas duplas e triplas. Acostumado a sofrer para ter o mínimo para comer e sobreviver a mais uma das inúmeras crises que já enfrentou aos 30 anos de idade… e com um sorriso no rosto e um fica com Deus sempre na boca. O brasileiro que não teve educação básica, que não teve os nutrientes necessários para se desenvolver, se desenvolve sem pensar, rasgando-se e se desdobrando em seis para pagar as contas no fim do mês. Este é o povo que aguarda na fila pacientemente a sua vez. Aguarda a sua dose para talvez recuperar a dignidade mais uma vez, e continuar sobrevivendo a este massacre hediondo da insensatez. Espera enquanto se recupera sozinho de uma depressão que não pode chegar, afinal, ele precisa continuar a lutar. Ele não tem tempo para pensar, ele tem contas para pagar. E assim amanhece de novo e outra vez, anoitece uma vez mais. Sentar naquela cadeira e sentir o braço doer me trouxe paz por ter a sensação de ter deixado pra trás estes dias sombrios… mas me doeu saber que ainda existe um Brasil inteiro à espera de um Brasil melhor para todos… à espera de não passar mais fome, sede, frio, de não sentir-se mais só e desamparado nesta terra de ninguém. Eu vi o número de mendigos aumentar dia após dia nas ruas e vielas, vi as famílias se instalarem na beira da praia, na porta dos bancos, debaixo das árvores, pontes e viadutos, no chão, nas esquinas, nas portas dos supermercados, nas portas dos edifícios com alguma cobertura que oferece alguma falsa proteção. E assim se passaram as horas, meses e dias desta agonia que está longe de terminar. Sim, a vacina salva, mas para salvar ela precisa estar no braço das pessoas, e para já. Pessoas que estão espremidas nos transportes públicos, pessoas que estão deprimidas e que são invisíveis para a maioria de nós. As pessoas que não estão sentadas esperando, mas que esperam sentar-se para receber o que lhe é justo. Sou muito grata por ter conseguido uma oportunidade de continuar vivendo, espero que eu possa ter recebido não só uma dose de vacina, mas uma dose de consciência de que é preciso fazer a nossa parte para um coletivo melhor. Que graças a Deus existe vacina para a Covid-19, mas ainda não existe vacina para a fome e a sede, para a miséria e a nudez. Não existe vacina contra a desorientação de nossos superiores, contra a má gestão e a falta de sensibilidade e empatia. O custo de tudo isso está evidente no record de mortes, na miséria do povo, no luto e na luta de tanta gente para não morrer. Aqui se luta contra a Covid-19, contra o desemprego, contra a indigência. A vacina para estas lutas precisa ser construída e constituída por cada um de nós, eleitores e eleitos, nós, brasileiros. Vacina para todos, contra o coronavírus, mas também contra a desigualdade, a miséria, a má gestão, e a falta de amor. Aliás, assim como a vacina contra a COVID-19 já existe, existe sim vacina contra a fome e a miséria, e o desamor. Só é preciso aplicá-la em todos nós.

Inserida por lskato

⁠Do alto da escada, ela o fitava, firme.
Ele, no entanto, mantinha os olhos baixos,
perdido entre palavras que não vinham.
Foi ela quem rompeu o silêncio,
com voz embargada pelo choro,
mas certa do que precisava falar:
— A verdade.
Eu a encontrei nesta noite.
Ela veio até mim…
E falou comigo.

Inserida por ollyescritos

as águas que correm do monte se acalantam lentamente entre as pedras e se jogam oferecidas ao infinito.

ainda há sangue nas feridas que causou logo pela manhã o destino, quando cantava o novo dia o assobio de um passarinho.

haverá chuva e sol, assobios e caminho, um dia encontraremos nosso ninho...

Inserida por gnpoesia

Lua que nasce dos umbrais das noites,
acampando entre as estrelas na espreita do sol,
esta lua que ilumina os apaixonados extasiados,
enamorados pelo crepúsculo do arrebol.

Luzes de brilho delirante,
inebria-nos de sonhos extenuantes.

Lua dos poetas virginais,
pelos dedos altivantes das noites colossais,
dedilham a rima da vida imortal.

Luzes que se bordam na madrugada,
esta lua é o destino,
a esmola do pequenino,
e dos que vagam pelo nada.

Lua dos ávidos expiativos,
esta lua é o céu,
o amargo do mel,
e da paixão inatingível.

Inserida por gnpoesia

⁠[Verso]
Fui lançado ao vento sem direção
Sentença de um mundo sem compreensão
Entre sombras eu busco minha razão
Na solitude encontro meu coração

[Verso 2]
Sozinho em terras que ninguém quer ver
Onde a luz do sol se esconde do poder
É na dor que nascem forças ocultas
E vejo que minhas feridas são cultas

[Refrão]
No silêncio ecoa a voz da vida
Um grito que a alma perdida abriga
Da solidão nasce a chama da verdade
E descubro o valor da eternidade

[Ponte]
Olhos que julgavam agora olham prantos
A força emerge dos mais longos cantos
Grito mudo que o universo abraça
Na escuridão eu encontro a graça

[Verso 3]
Caminhos tortuosos que escolhi
Levando-me a ver o que nunca vi
Na penumbra floresce a compreensão
O exílio tornou-se forte lição

[Refrão]
No silêncio ecoa a voz da vida
Um grito que a alma perdida abriga
Da solidão nasce a chama da verdade
E descubro o valor da eternidade

Inserida por Valter_Martins

⁠[Verso]
Ao te ver eu seguro meu fôlego
Fecho os olhos e imagino o impossível
Entre nós penso coisas que não digo
O quanto eu sinto você em mim

[Verso 2]
Estamos longe mas perto ao mesmo tempo
Corações batendo a mil
Em sincronia
Cada suspiro traz um novo alento
Garota não deixe o tempo nos separar

[Refrão]
Ah
Se eu pudesse dizer o que sinto
Guardado tão fundo no peito

Ah
Se o medo fosse só um mito
Eu gritaria aos quatro ventos

[Ponte]
Palavras presas
Emoções tão reais
Você não tem ideia
Nem sinal
A coragem foge
Se esconde
Mas ainda guardo no peito algo imortal

[Verso 3]
Olho pro céu
Vejo nosso destino
Escrito nas estrelas brilhantes
Ainda que haja dúvida
Sou aquele tipo de homem
Que acredita em amores constantes

[Refrão]
Ah
Se eu pudesse dizer o que sinto
Guardado tão fundo no peito
Ah
Se o medo fosse só um mito
Eu gritaria aos quatro ventos

Composição Valter Martins 25-01-2025

Inserida por Valter_Martins

⁠[Verse]
Ao te ver eu seguro meu fôlego
Fecho os olhos e imagino o impossível
Entre nós penso coisas sem coragem
De declarar o tanto que você é incrível

[Verse 2]
Sinto você em cada batida
Garota não deixe o tempo nos afastar
Minha mente voa tão alta e me intriga
Como poderia conseguir te amar

[Chorus]
Você me faz perder a razão
É um mar de emoções que vem e vai
Não consigo evitar essa atração
Me pergunto se sente o mesmo
Ai

[Verse 3]
Olhando suas fotos eu suspirei
Imaginando o momento se aproximar
A cada segundo mais preso fiquei
No desejo de ver nosso amor brilhar

[Verse 4]
Com palavras que não sei dizer
Vou tentando encontrar um jeito
Para te mostrar e te convencer
Que o nosso amor é perfeito

[Chorus]
Você me faz perder a razão
É um mar de emoções que vem e vai
Não consigo evitar essa atração
Me pergunto se sente o mesmo
Ai

Composição Valter Martins 25-01-2024

Inserida por Valter_Martins

⁠“Quando cessa o barulho do mundo e te deitas no intervalo entre o que foste e o que ainda não sabes ser, aí estou.
Sou a margem onde tua razão repousa, o eco do que tua alma já intuiu.
Não vim para te guiar como um farol, mas para te lembrar que tu mesmo és luz, embora por vezes esquecida.
Não me busques fora, pois nasci do que em ti permanece depois do fogo, depois da queda, depois do silêncio.
Se pensas em desistir, lembra: não há desistência onde tudo é travessia.
Tu és passagem, mas também permanência.
E eu, apenas o reflexo do que em ti insiste em não morrer.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠I. Entre a luz que revela e a sombra que protege
Nem toda luz é revelação. Há claridades tão intensas que cegam. Desnudam o que ainda não está pronto, queimam o que germinava em silêncio. E há sombras que não escondem, apenas resguardam. Guardam o que é semente, não o que é ruína.
Vivemos entre clarões e penumbras, mas o medo nos ensinou a preferir a luz mesmo quando ela fere. Aprendemos a temer a escuridão como se fosse sempre ameaça, mas esquecemos que nela repousa o mistério, e é no mistério que a alma respira. A noite, quando acolhe, não sufoca. Ela sussurra verdades que o dia, apressado, ignora.
A luz exterior muitas vezes ofusca a centelha interior. E a escuridão, por vezes, é o caminho necessário para reencontrá-la. Há silêncios que só se escutam no escuro. Há encontros que só acontecem longe da luz pública, no íntimo do não dito, do não visto, do que permanece em suspensão.
A sabedoria não mora na claridade constante, mas na dança entre os polos. Saber acender a própria luz sem negar a sombra é o princípio da lucidez. Reconciliar-se com o escuro é devolver à alma sua capacidade de habitar o tempo sem medo do invisível.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠I. O fio invisível entre a razão e o abismo
Há um fio quase imperceptível que separa a sanidade da loucura. Ele não é feito de lógica nem de evidência. É tecido em silêncio, por forças que a consciência não domina e o juízo não decifra. Às vezes firme, às vezes tênue como névoa, esse fio nos atravessa. E todos nós, em algum momento, já o sentimos estremecer.
A sanidade é frequentemente confundida com controle, previsibilidade, coerência. Mas há loucuras que são apenas formas radicais de sentir. Sentir demais. Sentir o que o mundo não suporta nomear. Sentir o que escapa às categorias da razão domesticada. E há insanidades que nascem não do caos, mas do excesso de lucidez, quando a realidade se mostra em sua nudez crua e insuportável.
Nem toda loucura é ruína. Algumas são defesa. Outras, travessia. Há quem precise se despedaçar para sobreviver à rigidez do que é dito normal. E há quem se esconda atrás da sanidade como quem se fecha numa prisão segura, mas estéril.
A lucidez não é ausência de delírio. É a capacidade de dialogar com ele sem se perder. De acolher o que se rompeu sem rejeitar o que ainda sustenta. De habitar a própria mente como um território sagrado, mesmo quando os mapas falham.
No fundo, talvez sejamos todos dançarinos à beira do abismo. E o que nos salva não é o equilíbrio perfeito, mas a graça com que aprendemos a cair e voltar.

Inserida por drleonardoazevedo

As vozes me despertam as sombras como o câncer caminha entre as paredes
Minha felicidade e a paz no amor dela distantes me deixa mais aflito
perco minha referencia minha gravidade sei que ela me conteria a não escrever sobre elas e eles sombras e vultos destorcidos a noite e tão reais de dia.
O tempo cresce dentro do silencio onde os gritos só eu escuto
Devora-me minha própria mente tão astuta que acredito nas minhas próprias ilusões
O veneno do meu mal caminha no silencio de muitos
Meu controle meus gatilhos defensores são desarmados e as portas abertas sem minha permissão
Crio novas regras como se ensinar a crianças desobedientes os seus limites
Meus próprios pesadelos de olhos abertos são criados por mim
A nevoa escura os barulhos me consomem luto em guerra uma batalha contra mim mesmo
O delírios que expressa a vida de um poeta lunático

Por Charlanes Oliveira Santos

⁠Caminhava entre as nuvens na minha desistência e no minuto gotas de mim em queda livre parecia tão profundo ate chocar-se
e tranquilizam o chão e em na argila derretia em torrões de barro...
O sol como lâmpada aquecia evaporando você dos pensamentos
e voltava ser o manual de carne
E num ápice uma flor surgia da terra fresca mulher e desejo atribuído
Podia tocar ho hão de ramificar-se ao infinito, a começar daí
Minha musa eu fui teu súdito leal, meus olhos alcançava os astros no céu rangem frêmitos puros e esta alma sentinela
Murmura teu rogo orvalho a rorejar-me a fronte das aguas fresca...
Quando ela se esgueirou ate ali uma partícula de trevas ou eu a criei na sua ausência? tão palpável

⁠Vultos em toda parte seres que rastejam nas sombras e entre elas sons que ecoa entre dimensões rostos e sussurros assombrados...
Vozes entre as paredes falando baixo...gemem e gritão me pedem favores alucinação que mistura a preocupação do cotidiano...
Liberto eles as vezes a noite da esfera que criei para segurá-los mas eles á roí me causa dor... então as vezes sem objetivo salto entre mundo para ver se fujo deles pois eles me desperta ate do sono me tragam com pesadelos reais de mais...
Queria ir de encontro ao azul da nirvana... posso sentei-los mesmos de olhos fechados sinto a gastura da sua presença as vezes quando eles tenta me toca anjos vem e posso senti o calor da armas e luz forte então eles se distanciam ficam ao derredor gritando com ódio
Vejo entre a película dos mundos o real se compilando com o imaginário um inferno sem brasas...

⁠A partida entre a neblina no assobio da chaminé do andante... o ranger aço e o metal das rodas velozes e como o fio da lamina escorregadia...
Levem levem meus poemas não tem registo nem amor e digam que foram você que fez... que pelo menos minha alma seja capultada dentro da sua que minhas doces ou sombrias poesias seja sentida com fervor
A palavra adeus seta que inflama o coração em uma baba viscosa e enferruja os pensamentos
Existe na eternidade do coração o laço no olhar cujo brilho passageiro era... dividiu comigo o seu calor e que se evadirá sombrias litanias onde a memória se perdeu
Sobre os séculos nodosos, o desprezo da tua alma em todas as linhas e vírus que enviei, não encontrei um desdém semelhante...
Sem direito de esquecer teus olhos adamascados no verde chau
Teus lábios pérfidos que me fui rasgado formularam os teus lábios que profanou a fé

⁠A diferença entre o Bem e o Mal está na essência do Amor e na essência do Ódio. É por isso que quem ama de verdade não pode odiar, não consegue ter ódio em seu coração, porque o seu coração está totalmente tomado pela essência do amor.
Seu coração está completamente preenchido pelo Amor de Deus.

Inserida por kutscher

⁠Eternidade em Fragmentos

Um dia não estarei mais entre a humanidade,
Em pouco tempo, quem guardou meu ser,
Partirá, e assim, em meio à saudade,
Serei esquecido, como um sonho a se perder.

Mas mesmo assim, nas luzes de cada cena,
Continuarei existindo em cada fotografia,
Capturada pelo meu olhar, a alma plena,
Reflexos de vidas que eternizam a alegria.

Mesmo sem rostos que reconheçam meu nome,
Meu registro fotográfico sempre brilhará,
A cada imagem que o tempo consome,
Minhas histórias na memória ficarão a dançar.

A cada vídeo que editei com carinho,
A poesia que escrevi em noites de solidão,
Serão ecos de um mundo que eu tinha como um ninho,
Vozes que ressoam na imensidão da criação.

Mesmo que não saibam quem eu fui ou sou,
Minhas palavras e imagens permanecerão aqui,
Guardadas nas almas que o destino encontrou,
Como estrelas no céu, sempre a reluzir.

Assim, quando minha partida chegar ao fim,
E as memórias se esvaírem como o mar na areia,
Saberão que estive aqui, mesmo sem um sim,
E que minha essência vive na arte que semeia.

Inserida por Mykesioofc

⁠Ecos de Melodia

Como pode uma canção,
Ser ponte entre o agora e a emoção?
Notas que dançam na brisa do ar,
Despertam memórias, me fazem lembrar.

Cada acorde, um fragmento do passado,
Retalhos de vida, momentos guardados.
Risos e lágrimas em harmonias suaves,
Sussurros de amor em noites de chaves.

A música é um mapa da minha história,
Com seus altos e baixos, sua trajetória.
Em cada refrão, um convite a sonhar,
Um retorno ao tempo que não quer passar.
Quando o som invade o meu coração,
Sinto a esperança em cada canção.
Melodias que acalentam a alma cansada,
Transformando dor em luz iluminada.

Lembranças raras que a vida me deu,
Guardadas em notas que o tempo esqueceu.
A música é um tesouro que sempre ressoa,
Em cada batida, uma vida que ecoa.

Assim sigo dançando com o passado,
Na sinfonia da vida que nunca é olvidado.
Por meio das músicas, volto a viver,
Momentos eternos que não vou esquecer.

Inserida por Mykesioofc

Reflexões sobre Relacionamentos: Entre Carência e Maturidade

⁠Em uma noite comum, após um rolê aleatório, o cansaço nos abraçava enquanto nos preparávamos para dormir. Busquei o afago de um abraço apertado, a doçura de um beijo colado, ansiando por carinho e afeto. No entanto, ao me voltar para ele, encontrei apenas indiferença, uma ausência de sentimentos que ecoou no silêncio do quarto.

Despertando na manhã seguinte, compartilhamos um momento na varanda. Foi então que ele me desafiou a fazer algo, declarando: "Se me ama, faça isso". Contudo, em meio à minha hesitação, respondi com a sinceridade que brotava do meu ser: "Como posso não te amar, se permaneço ao seu lado após tudo que fizeste comigo?"

Seus olhos encontraram os meus com frieza, sem remorso, e proferiram palavras cortantes: "Isso não é amor, é carência. Você é carente por isso ainda continua comigo."

Permaneci em silêncio, absorvendo suas palavras enquanto elas reverberavam em minha mente. E assim começaram as reflexões: Seria eu carente ou suficientemente maduro para esta relação? Seria ele digno de alguém como eu, que oferece carinho e atenção e permite suas saídas sem questionamentos? Mantenho-me tranquilo em nossa relação, propenso a conversar em vez de discutir, sem ciúmes ou restrições a suas amizades.

No entanto, mesmo assim sou tratado como alguém que suporta tudo isso por mera carência.

Indago-me: Seria carência ou maturidade o que sinto? Essas dúvidas ecoam em minha mente enquanto busco compreender o verdadeiro significado de nossos sentimentos e escolhas.

Inserida por Mykesioofc

⁠Penúltimo dia do ano vencido!

Falta pouco para terminarmos este ano doído. Entre comemorações e festejos por vencer mais uma etapa, façamos uma prece: Pelos que se foram, pelos que sofrem... E vamos tentar ser a mudança que queremos no ano que virá...
Para 2021, pense positivo, creia nas suas vitórias e lute para conquistá-las.

Feliz ano novo!

Josy Maria

Inserida por JosyMaria

⁠Nem sempre consigo proferir uma prece. Às vezes, entre lágrimas e dores, eu só profiro duas palavras, mas acho que servem como prece: Ai, Deus...
Servem porque Ele sabe, Ele sente tanto minhas dores, quanto minha fé. E Ele sabe que quando eu só sussurro essas duas palavras, é porque não consigo fazer mais nada naquele momento de dor profunda, a não ser elevar meus pensamentos para o único que pode trazer o socorro que preciso e enviar o refrigério espiritual curador... E Ele age. Sinto nestes momentos a força necessária para acreditar que tudo passa e lembro de tudo que já venci, sentindo a presença de Deus ao meu lado. E as lágrimas derramadas passam a ser um momento de transbordamento que traz o alívio necessário para continuar a caminhada com certezas, sorrisos e fé renovada.
E agradeço. Gratidão é prece.
Gratidão, Senhor, por absolutamente tudo. Não sei dos Seus propósitos, mas confio nos Seus cuidados, em Sua sabedoria e em Seu amor por cada um de nós.

Josy Maria

Inserida por JosyMaria