Textos de Amizade entre Tia e Sublinha
De tudo de mais belo, fica o seu sorriso
De tudo de mais triste, fica o seu sorriso
Entre tudo que mais quero, fica o seu sorriso
E quando olho a cabeceira, fica o seu sorriso
E na escuridão dos sonhos, fica o seu sorriso
Na lembrança, fica o seu sorriso
E no meio do nada, fica o seu sorriso
E quando desisto, fica o seu sorriso.
"Entre um adeus e outro a vida perdeu a cor e ela se tornou uma daquelas pessoas cinzas que tanto lhe repugnavam. Que lhe dava enjôo. Mas ela já não sentia mais nojo dos milhares de seres cinzas que habitam o mundo, porque agora ela os compreendia, ela era um deles. São cinzas porque de tanto colorir suas vidas e as vidas de outras pessoas, acabaram-se os lápis coloridos e só lhe restaram o preto e o branco.
Se o seu coração ainda sentisse, se o seu coração ainda a ouvisse, ela certamente lhe suplicaria:
- Sinto muito, mas eu preciso que você volte a doer pra que eu volte a viver! Eu preciso sentir muito mais!"
“ Entre a Genialidade e o Dom”.
A Genialidade é a capacidade de um ser humano, de se destacar entre as pessoas em uma determinada função;
A Genialidade sempre se aprimora com esforço a cada dia;
O Dom é algo próximo da Genialidade, mas tal como ele, não há, ele é divino;
O Dom vem de Deus e a Genialidade vem do homem;
Se tivesse chance de escolher entre a genialidade e o Dom;
Escolheria certamente o Dom;
Porque sei, que serei guiado por Deus;
Pois pela Genialidade serei guiado pelos homens;
E no Dom sou aprimorado por Deus;
A lógica da vida está entre números e letras. O demonimador comum que buscamos cada dia com a comunicação ortográfica correta; A equação interrogativa, que uma frase resolve; Uma dizima periódica, vivida de duvidas e amores.
Somos números, somos letras, somos um conjunto só!
Que cada um, leva um pouco de nós em cada dia …
As vezes escrevo pra esquecer...
Estranhamente, esquecer de tudo que entre poucas linhas sempre deixo registrando.
como se assim me libertasse de mim mesma, e desse vida aos meus pensamentos,
me permitindo ouvi-los, sempre que preciso falar.
os colocando diante mim como um filme que passa sem cortes,
para que eu possa ver detalhadamente todos os meus erros.
e quem sabe, em uma nova oportunidade eu possa acertar.
é uma forma de me ver, interiormente, e não simplesmente
como a imagem que costumo ver no espelho, que reflete um
rosto muitas vezes de olhar triste, e um sorriso meio sem jeito
quase que tentando se esconder...
são nessas pequenas fugas que me encontro
e entre essas simples palavras me reconheço.
e se ainda assim, eu não me entendo, ao menos com isso
aprendo um pouco mais de mim.
mesmo sabendo que posso levar uma vida inteira
sem que me conheça por completo...
Eu sou um nada, e um tudo, entre o amor e o egoísmo, mas o amor é tão egoísta.
Sou um nada em construção, mas o nada não tem construção, porque não é real! Quero ser parte do hoje, e deixar de existir amanha, quero apagar tudo, e deixar o nada, deixar o vão, a solidão, as coisas boas estão entre o silêncio e o pensamento.
Não recordem de mim, eu apenas quero seguir, não quero amar, não quero odiar, quero apenas viver, sem receio, sem emoções estúpidas, sem reação, um estado vegetativo com vontades, não quero o fim, quero apenas ser cada dia como uma desconhecida a todos, não quero precisar do ombro de alguém, do abraço de alguém, quero ter o vento, o vento que vai me acolher.Não quero que digam nada, quero que me sintam, eu sempre serei um nada, serei exatamente como o vento que faz com que eu saiba que ainda respiro, durante esses dias.
Um perdão, buscas em vão, mas eu tentei, e Deus sabe o quanto eu tentei, tentei mudar o nada que eu me tornei! Mas é inevitável. Eu descobri que ser um nada é melhor.
Bloquear qualquer reação ao mundo é melhor, não tem como escolher o que sentir, apenas como bloquear
NINGUEM
Ela anda entre a multidão despercebida
Salve-a
Algo a faz caminhar entre nos,tão bela,mais que beleza se vê nisso???!!
Esta sentada em uma mesa de bar,faça companhia a ela,mais não diga nada,apenas a observe...
-Era macabro mais hipnotisante a forma como ela mordiscava o canudo antes de puxa a bebida para seus lábios,apenas um brilho em sua boca,olhos fixados no movimento circular que fazia com o gelo-“Em que estaria pensando?”-mais não quis interrompe-la,não no seu ritual,acho que nunca se importou com quem se sentava a mesa com ela,afinal que coisa pra se fazer não é mesmo.
-O copo encontrava-se vazio,agora tavez fosse a hora para ela me notar,mais não,me surpreendi com uma gargalhada e era dela,ria descaradamente e bem alto.
-“Não foi perda de tempo,apenas ganhei experiência.” Dizia ela...eu não entendia e então pela primeira vez dentre tantas outras que eu ficava a observar,apaguei meu cigarro e perguntei sem exitaçoes:”O que você disse,eu não entendi?” e com um olhar carregado de ódio ela me encarou,não disse nada apenas encarou e se retirou.Pensava que aquela fora a ultima vez que eu realmente tinha a chance de ter a companhia dela e estraguei tudo por abrir minha boca.
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DO OUTRO LADO DA CIDADE
Correndo na chuva como sempre,estava indo pra casa,gargalhava como louco pela rua e nem ela sabia o porque,entro em seu apartamento e na mesma volúpia se desfez das roupas molhadas,cabelo molhado e grudado em sua pele;não tinha animais,morava sozinha,aprendeu desde cedo a companhia de seu quarto escuro,pois ela dizia que la so poderia habitar um único demônio “NINGUEM”.
Preparou minuciosamente seu banho,tudo o que fazia parecia um ritual,ascendeu quatro velas e pos uma em cada lado de sua banheira,preparou uma banho quente com canela em pó.Em frente ao espelho despia o que restou de sua roupa intima,ficava a se observar,os anos realmente não aparentavam passar para ela,entrou na banheira e submergiu seu corpo todo,ficava a olhar o teto por debaixo da água,esquecia o tempo,pessoas,todas as coisas que não faziam parte de sua mente e seu gosto,mas também ficou a pensar no rapaz que havia lhe feito companhia no bar,afinal ninguém gostava dela naquele lugar,talvez fosse suas roupas ou até mesmo maquiagem,ou até mesmo nenhuma das duas opções.
Passava horas a ler livros sobre Magia,Vampirismo,Tantra,Necromancia,era tanta coisa que so ela saia se achar neste mundo regado à pesquisas e vinho tinto suave.
Amanhecia e ela odiava a luz que batia diretamente em seu rosto,mais um dia querida Marrie,ia para o trabalho sua carga horária era de 11 horas de segunda à sexta e 7 horas fim de semana,seu salário era convertido em livros quando não em bebidas e utencilios pessoais.No auge de seus 20 anos tinha um gosto bem apurado mais que variava a cada dia;escutava o que pudesse guia-la no pensamento,sempre tão bem maquiada.
Começo já me perdoando pela repetição de palavras, mas é que entre essa história, rodou o tudo em uma coisa só. O amor, o olhar.
Foi um romance aparentemente eterno. Um amor jamais imaginado, na cabeça dela. Na dele confesso que não sei, mas o seu olhar dizia por qualquer palavra.
Eduarda era daquelas meninas desapaixonadas, que não gostava do amor, fazia de tudo um pouco para dizer que não amava a ninguém.
Gustavo era daqueles de rosas, poemas e romantismo. Só faltava realmente a coragem.
Eduarda sonhou com ele, Gustavo já pensava nela. No outro dia, quando ela o notou, lembrou do sonho… Que eles diziam que iam ficar juntos. Na mesma hora ela se apaixonou por aquele novo amor. Mas dessa vez – como sempre – maior do que todos.
Eram pensamentos da parte de Eduarda, musicas, coisas que ela escrevia sem parar…
Não sei de fato se foi uma forma dela encontrar uma razão para a vida criar uma felicidade, ou foi realmente algo inexplicável.
Só sei que ela não parava de pensar nele um minuto sequer, e ele sempre vinha em seus sonhos dizer tudo o que ela sonhava.
Todos os dias, o momento mais feliz era aquele em que eles se viam, e em que seus olhinhos brilhavam e o sorriso no cantinho da boca aparecia.
O encontro aconteceu, mas nada aconteceu. Mas ficaram esperanças altas no ar, iria acontecer algo.
E nesse lenga-lenga, passou-se um ano. Quando chegou o tal 2010, Eduarda estava cheia de esperanças, cheia de amor. Mas ai é que tá, o ano chegou levando tudo… Até os sentimentos. E a partir do momento que eles se conheceram, o amor saiu por ai… Vagando pelas ruas do Recife. O problema de Eduarda era que a partir do momento que ela conhecia a pessoa, ela via que não existia aquela perfeição toda. E mesmo dizendo amar o imperfeito, no fundo… Aquela doçura do romantismo que sim existia nela falava mais alto. Já Gustavo, se mostrou uma pessoa fria por fora, mas Eduarda sabia muito bem que ele não era nada disso. Ela via em seus olhos. E Gustavo também sabia muito de Eduarda, sabia que ela não era nada disso aparentemente mostrado.
Acabou. Não existe nada mais triste do que um amor assim acabar. E acabar do nada, da mesma forma que começou. Os olhares não mais se encontram não se tem a melodia das notas iguais. Nada, o tudo virou nada.
Agora Eduarda voltou a ser aquela desapaixona de sempre, nunca mais gostara de alguém. Ela dizia que tinha descoberto o amor verdadeiro, e agora seria difícil de interessar por alguém, nada se comparava… Mesmo sem mais sentir.
Já Gustavo continuava com sua capa por fora. E foi embora, longe dela… Para nunca mais voltar.
Como vai?
O silêncio bateu em minha porta
Chamando-me de pai
Agora vi as diferenças
Entre o mundo e eu
Minha mente forte e sempre tenho idéias boas
Vira-se
Olhe em meus olhos
Não quero pisar em meus próprios pés
Grita se for preciso
Já trabalhei duro hoje para conquistar meu sossego
Em meu tempo de silêncio
Entendo meu coração
E eu também ficaria em silêncio
É até bonito ser assim
Caminhando sobre qualquer espinho
Não me importa o quão fundo fura
Continuarei pisando forte
Em passos leves
Que bom reencontrar a paz
Mas entenda, ela sempre terá que partir, para que haja evolução.
E ela sempre partirá quando você precisar
Esteja pronto para reconquistá-la
O silêncio me protege do caminho rumo à desintoxicação.
Os tempos de empolgação de meu coração acabaram.
Que o passado entre para o ciclo do carbono
Que o presente seja uma semente de alto vigor
Que o futuro nasça como uma plântula forte e oportunista, rompendo mesmo que árido e rígido as partículas de solo e encontre o seu lugar ao sol, onde possa deixar suas reservas paternais e passar a crescer e viver com sua própria energia.
Você não quer aneis de diamantes
Você não quer uma história em segredo
Entre todas as promessas que fizemos
Todas eu respeito
Afinal,tudo que eu quero é você.
Você me deu uma estrela
Um tesouro,apenas para olhar
Toda a riqueza de uma noite
Você disse que me dará a Lua
Um rio nos dias de seca
Um abrigo nos dias de chuva
Entre todas as promessas que fizemos
Todas eu respeito
Afinal,tudo que eu quero é você
O nosso amor é mais que certo,
é completo
E irá durar todos os dias e noites
Você não quer aneis de diamantes
Você não quer uma história em segredo
Entre todas as promessas que fizemos
Todas eu respeito
Afinal,tudo que eu quero é você.
Você não quer aneis de diamantes
Você não quer uma história em segredo
Entre todas as promessas que fizemos
Todas eu respeito
Afinal,tudo que eu quero é você.
Você me deu uma estrela
Um tesouro,apenas para olhar
Toda a riqueza de uma noite
Você disse que me dará a Lua
Um rio nos dias de seca
Um abrigo nos dias de chuva
Entre todas as promessas que fizemos
Todas eu respeito
Afinal,tudo que eu quero é você
O nosso amor é mais que certo,
é completo
E irá durar todos os dias e noites
Você não quer aneis de diamantes
Você não quer uma história em segredo
Entre todas as promessas que fizemos
Todas eu respeito
Afinal,tudo que eu quero é você.
Eu estava entre o relacionamento mal resolvido (só para mim) que ainda era totalmente nostálgico e me alfinetava vez ou outra, e o relacionamento maluco que era, basicamente, uma troca de pedidos piedosos, desejos não realizados, encontros desencontrados. E eu estava exatamente nesse lugar, tendo a certeza deplorável de que era só porque eu não tinha mais para onde ir, já que não sei ser sozinha.
http://biapensologonaodurmo.blogspot.com
Às flores que quero ter.
Arame farpado
Fiapo de esperança
Lanço-me entre dois sóis
E busco cor
Sinto dor
Planto flor
Mas não as colho
Mas cheiro-as
Sinto-as e pressinto seu fim
Uma mão má irá tirá-la de mim
Mas planto outra
Outras flores
Sem dores
E com lindas cores
Arames de mim
Fiapos de dois sóis
Lanço-me na esperança
Ser simplesmente a Raiz, nascer pequeno, frágil...
Procurar espaço entre os grãos da terra, da areia e pedras.
Encostar suavemente e com extrema delicadeza desviar, esgueirando-se entre minúsculos veios da terra, procurando alimento e água para dar sustento necessário à pequena planta que enfrenta o desconhecido e perigoso mundo exterior.
Amigos não se compram, nós os conquistamos...
Pessoas, são feitas de carne, osso, entre outros detalhes (que não vem ao caso), são feitas de sentimentos, emoções...
Guerreiros, são feitos de amor, guerreiros de garra, lutam pelo o que acreditam.
Se você acredita nisso e, mais do que tudo em você mesmo.
Não desista do que acredita, verdades só são verdades quando acreditamos nela.
Eu tinha pequenos defeitos
Um dia me perdi entre eles
Talvez tenham crescidos com minha existência
Agora tenho tentado entender o que realmente é defeito
E o que é qualidade
A única certeza que tenho
É que existo unicamente por causa deles
Defeitos ou qualidades
Crescidos com os anos de minha existencia.
Da vida que molda os homens,
Entre dissabores e prazeres,
Lágrimas e sorrisos,
Perdas e ganhos.
Uma graciosa orquídea,
Rara e formidável,
Floresce na perspectiva dos que a cultivam.
Jóia lapidada pela lâmina do destino,
Ausente das arestas do egoísmo e da hipocrisia.
Plena do brilho da amizade, do respeito e da compaixão.
Dera-me o Paraíso fosse um campo extenso e florido,
Onde cada pétala colorida fosse uma cópia fiel de ti,
Oh ! orquídea valorosa,
Irmã Lua de meus devaneios.
"O Tempo"
O tempo parece fugir por entre meus dedos...me foge ao alcance, luto constante e seguindo o destino...procuro o caminho, mais o mesmo insiste em escapar, não me oferece escolha, não consigo pensar... A vida confusa, me mostra surpresas...embriaga-me de beleza, me sorri na tristeza sem auxiliar...deixa ficar...O tempo a di mostrar o infinito caminho que por vezes não mais tão infinito a di terminar...Meu tempo continua passando...e na vida agora...só não posso me entregar.
PALMA DA MÃO
Eu não conheço a palma da minha mão.
Entre tantos cruzados de linhas,
E mais de um veio principal
Onde descambam as águas dos meus dias.
Não tenho noção do que seja a palma da minha mão,
Reconheço, e já é volumoso
As coisas que toco, a embaralhar meu destino.
Reconheço, quando a espalmo frente aos olhos,
Alguns poros suados, o anel centenário,
A cor, que coincide com a cor do meu corpo inteiro.
Na aventura a que me lancei,
Em me procurar e me achar,
Em algumas partes de mim deu pra ver
Outras nem que eu virasse o mundo o contrário
Daria para medir, saber, esboçar.
Alguém, como eu, desconhece, numa vista frontal
O seu crânio, seu cabelo, tal como tal, são?
Ou conhece seus buracos
Que só na cabeça contam-se sete,
Afora os outros por onde se mete
Nosso temor, dizer explorar.
E os seus encontros de mãos e pernas,
Como uma árvore, quem conhece?
O por trás todo, ninguém sabe o que é.
Sabemos dos outros, também minúcias,
Nada de definido se sabe
O que conhecemos de nós mesmos
Também os ouros conhecem,
E somos mais conhecidos por eles,
Do que por nós, da mesma forma inversa.
Se por fora de nós pouco sabemos,
Imagine um devaneio por dentro.
_________________
naeno*comreservas
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