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Textos de Amizade entre Tia e Sublinha

Cerca de 43587 frases e pensamentos: Textos de Amizade entre Tia e Sublinha

“É tão misterioso o país das lágrimas.”

“– A gente se sente um pouco só no deserto.
– Entre os homens a gente também se sente só.”

“E eu não tenho necessidade de ti, e tu também não tens necessidade de mim. Não passo aos teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo.”

“Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz.”

“O essencial é invisível aos olhos.”

“Eu sempre amei o deserto. A gente se senta numa duna de areia, não vê nada, não escuta nada. De repente alguma coisa irradia no silêncio...”

“A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar.”

“Eu estava triste, mas lhes dizia: É o cansaço...” Quando o mistério é impressionante demais, a gente não ousa desobedecer.”
(textos de O Pequeno Príncipe)

Entre brumas, ao longe, surge a aurora.
O hialino orvalho aos poucos se evapora,
Agoniza o arrebol.
A catedral ebúrnea do meu sonho
Aparece, na paz do céu risonho,
Toda branca de sol.

E o sino canta em lúgubres responsos:
“Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”

O astro glorioso segue a eterna estrada.
Uma áurea seta lhe cintila em cada
Refulgente raio de luz.
A catedral ebúrnea do meu sonho,
Onde os meus olhos tão cansados ponho,
Recebe a bênção de Jesus.

E o sino clama em lúgubres responsos:
“Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”

Por entre lírios e lilases desce
A tarde esquiva: amargurada prece
Põe-se a lua a rezar.
A catedral ebúrnea do meu sonho
Aparece, na paz do céu tristonho,
Toda branca de luar.

E o sino chora em lúgubres responsos:
“Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”

O céu é todo trevas: o vento uiva.
Do relâmpago a cabeleira ruiva
Vem açoitar o rosto meu.
E a catedral ebúrnea do meu sonho
Afunda-se no caos do céu medonho
Como um astro que já morreu.

E o sino geme em lúgubres responsos:
“Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”

ENTRE NUVENS DE ALGODÃO

Se for me beijar, que seja
Por um querer a mais.
Eu brigo todas às vezes
Com meu eu...
Pois tu me queres por debaixo
Das marquises e das pontes escuras,
Enquanto eu busco as mãos dadas pelas ruas.
Não digo um não, pois a verdade não é essa...
So te peço pra rever tuas intenções.
Pois já me sinto
(entre nuvens de algodão)

Florescer, menina


Era uma vez uma menina de passos leves, que andava entre as flores e sonhos, onde cada instante se abria como um botão.
Rosas tímidas, jasmins curiosos e uma cerejeira que aguarda o tempo certo.
Entre dias de chuvas e sombras, aprendeu a valorizar os raios de sol e aguardar o retorno da primavera.
Ao perceber que a beleza das flores não vive na duração, mas no instante que floresce e parte, compreendeu que a vida também é uma chuva breve e delicada de momentos, ao vento, a se contemplar.
No instante que o dia finda, o perfume no ar é a prova que a beleza tem sua hora e um futuro mais luminoso e abundante há de chegar.
No olhar dessa menina, sementes de sonhos aguardam a luz certa para brotar e nos pequenos gestos cultiva valores e afetos que irrigam seu jardim interior.
Florescer não é apenas abrir pétalas, é ato de coragem e entrega completa.
É saber dançar quando o vento sopra forte, e não temer as tempestades, pois raízes firmes sustentam o que é mais profundo.
Um dia, ao acordar e se olhar no espelho, verás que teu jardim sempre esteve dentro se si e que suas raízes levantaram grandes destinos e moradas.
E, a partir desse momento seus passos serão pétalas pelo caminho,
para que outras meninas
saibam que a primavera verdadeira
mora dentro delas.

⁠Eu deixo-me estar entre o poeta e o sábio.

Vinha a corrente de ar, que vence em eficácia o cálculo humano, e lá se ia tudo. Assim corre a sorte dos homens.

Durante algum tempo ficamos a olhar um para o outro, sem articular palavra. Quem diria? De dois grandes namorados, de duas paixões sem freio, nada mais havia ali, vinte anos depois; havia apenas dois corações murchos, devastados pela vida e saciados dela, não sei se em igual dose, mas enfim saciados.

Quem me pôs no coração esse amor de vida, senão tu?

A história do homem e da terra tinha assim uma intensidade que lhe não podiam dar nem a imaginação nem a ciência, porque a ciência é mais lenta e a imaginação mais vaga, enquanto que o que eu ali via era a condensação viva de todos os tempos.

Não há juventude sem meninice.

O marido era na Terra o seu deus.

Primeira comoção da minha juventude, que doce que me foste!

Vendera muita vez as aparências, mas a realidade, guardava-a para poucos.

Amei a outro; que importa, se acabou? Um dia, quando nos separarmos...

O capitão fingia não crer na morte próxima, talvez por enganar-se a si mesmo.

Preferi dormir, que é modo interino de morrer.

Confesso que foi uma diversão excelente à tempestade do meu coração.

Ninguém me negará sentimento, se não é que o próprio sentimento prejudicou a perfeição...

Explico-me: o diploma era uma carta de alforria; se me dava a liberdade, dava-me a responsabilidade.

Eu amava minha mãe; tinha ainda diante dos olhos as circunstâncias da última bênção que ela me dera, a bordo do navio.

A beleza passara, como um dia brilhante; restavam os ossos, que não emagrecem nunca.

O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte.

Cada estação da vida é uma edição, que corrige a anterior, e que será corrigida também, até a edição definitiva, que o editor dá de graça aos vermes.

Em verdade vos digo que toda a sabedoria humana não vale um par de botas curtas.

Eu, que levava ideias a respeito da pequena, fitei-a de certo modo; ela, que não sei se as tinha, não me fitou de modo diferente; e o nosso olhar primeiro foi pura e simplesmente conjugal.

Verdade é que tinha a alma decrépita.

Talvez cinco beijos; mas dez que fossem não queria dizer coisa nenhuma.

Eram tantos os castelos que engenhara, tantos e tantíssimos os sonhos, que não podia vê-los assim esboroados, sem padecer um forte abalo no organismo.

De amor? Era impossível; não se ama duas vezes a mesma mulher, e eu, que tinha de amar aquela, tempos depois, não lhe estava agora preso por nenhum outro vínculo, além de uma fantasia passageira, alguma obediência e muita fatuidade.

Morreu sem lhe poder valer a ciência dos médicos, nem o nosso amor, nem os cuidados, que foram muitos, nem coisa nenhuma; tinha de morrer, morreu.

Mas, se além do aroma, quiseres outra coisa, fica-te com o desejo, porque eu não guardei retratos, nem cartas, nem memórias, a mesma comoção esvaiu-se, e só me ficaram as letras iniciais.

Se os narizes se contemplassem exclusivamente uns aos outros, o gênero humano não chegaria a durar dois séculos: extinguia-se como as primeiras tribos.

A conclusão, portanto, é que há duas forças capitais: o amor, que multiplica a espécie, e o nariz, que a subordina ao indivíduo. Procriação, equilíbrio.

A valsa é uma deliciosa coisa.

Ventilai as consciências!

Há umas plantas que nascem e crescem depressa;outras são tardias e pecas. O nosso amor era daquelas; brotou com tal ímpeto e tanta seiva, que, dentro em pouco, era a mais vasta, folhuda e exuberante criatura dos bosques.

Uniu-nos esse beijo único - breve como a ocasião, ardente como o amor, prólogo de uma vida de delicias, de terrores, de remorsos, de prazeres que rematavam em dor, de aflições que desabrochavam em alegria - uma hipocrisia paciente e sistemática, único freio de uma paixão sem freio.

Correm anos, torno a vê-la, damos três ou quatro giros de valsa, e eis-nos a amar um ao outro com delírio.

Não há amor possível sem a oportunidade dos sujeitos.

Contou-me que a vida política era um tecido de invejas, despeitos, intrigas, perfídias, interesses, vaidades.

Recordei aquele companheiro de colégio, as correrias nos morros, as alegrias e travessuras, e comparei o menino com o homem, e perguntei a mim mesmo por que não seria eu como ele.

Só as grandes paixões são capazes de grandes ações.

Vi que era impossível separar duas coisas que no espírito dela estavam inteiramente ligadas: o nosso amor e a consideração pública.

Esta é a grande vantagem da morte, que, se não deixa boca para rir, também não deixa olhos para chorar...

A intensidade do amor era a mesma; a diferença e que a chama perdera o tresloucado dos primeiros dias para constituir-se um simples feixe de raios, tranquilo e constante, como nos casamentos.

- Repito, a minha felicidade está nas suas mãos - disse eu.

Continuei a pensar que, na verdade, era feliz.

A velhice ridícula é, porventura, a mais triste e derradeira surpresa da natureza humana.

O caso dos meus amores andava mais público do que eu podia supor.

Quem escapa a um perigo ama a vida com outra intensidade.

Esta era a minha preocupação exclusiva daquele tempo.

Verá que é deveras um monumento; e se alguma coisa há que possa fazer-me esquecer as amarguras da vida, é o gosto de haver enfim apanhado a verdade e a felicidade.

Não digo tanto; há coisas que se não podem reaver integralmente; mas enfim a regeneração não era impossível.

Você não merece os sacrifícios que lhe faço.

Eu não, eu abençoava interiormente essa tragédia, que me tirara uma pedrinha do sapato.

Saiu; eu fiquei a ruminar o sucesso e as consequências possíveis.

Meu coração tinha ainda que explorar; não me sentia incapaz de um amor casto, severo e puro.

Era medo e não era medo; era dó e não era dó; era vaidade e não era vaidade; enfim, era amor sem amor, isto é, sem delírio; e tudo isso dava uma combinação assaz complexa e vaga, uma coisa que não podereis entender, como eu não entendi.

Cuido que não nasci para situações complexas.

O tempo caleja a sensibilidade e oblitera a memória das coisas.

Não a vi partir; mas à hora marcada senti alguma coisa que não era dor nem prazer, uma coisa mista, alívio e saudade, tudo misturado, em iguais doses.

Era-me preciso enterrar magnificamente os meus amores.

Era tudo: saudades, ambições, um pouco de tédio, e muito devaneio solto.

Morriam uns, nasciam outros: eu continuava às moscas.

A evolução, porém, é tão profunda, que mal se lhe podem assinar alguns milhares de anos.

Crê em ti; mas nem sempre duvides dos outros.

A vida elegante e polida atraí-a, principalmente porque lhe parecia o meio mais seguro de ajustar as nossas pessoas.

Esse sentimento pareceu-me de grande elevação; era uma afinidade mais entre nós.

Em suma, poderia dever algumas atenções, mas não devia um real a ninguém.

O leitor, entretanto, não se refugia no livro senão para escapar à vida.

Concluí que talvez não a amasse deveras.

Grande coisa é haver recebido do céu uma partícula da sabedoria, o dom de achar as relações das coisas, a faculdade de as comparar e o talento de concluir!

Quero dizer, sim, que em cada fase da narração da minha vida experimento a sensação correspondente.

Nunca me há de esquecer o benefício desse passeio, que me restituiu o sossego e a força. A palavra daquele grande homem era o cordial da sabedoria.

Vida é luta. Vida sem luta é um mar morto no centro do organismo universal.

Não havendo nada que perdure, é natural que a memória se esvaeça, porque ela não é uma planta aérea, precisa de chão.

Por que é que uma mulher bonita olha muitas vezes para o espelho, senão porque se acha bonita, e porque isso lhe dá certa superioridade sobre uma multidão de outras mulheres menos bonitas ou absolutamente feias?

De modo que, se eu disser que a vida humana nutre de si mesma outras vidas, mais ou menos efêmeras, como o corpo alimenta os seus parasitas, creio não dizer uma coisa inteiramente absurda.

Com efeito, era impossível crer que um homem tão profundo chegasse à demência.

Afirmo somente que foi a fase mais brilhante da minha vida.

Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento.

Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia Nacional, 1881.

Nota: Trechos do livro.

...Mais

Escolher é sempre tocar o invisível. Não se trata apenas de optar entre um caminho e outro, mas de aceitar que, ao avançar, algo fica para trás. É como colher uma flor e, ao mesmo tempo, renunciar ao jardim inteiro. Há doçura nisso, mas também uma pontada de dor.

A angústia nasce nesse intervalo: no espaço em que os possíveis se multiplicam, mas só um deles se torna destino. A angústia não é inimiga — é sinal de abundância. Só sofre quem percebe que poderia ser muitos, e, no entanto, precisa se limitar a um.

Com o tempo aprendi que as escolhas não são decisões definitivas, mas conversas íntimas com a vida. Algumas falam alto, exigem coragem; outras sussurram tão baixinho que, se não estou atento, passam despercebidas. E mesmo assim, todas me transformam.

Escolher é também confiar: no acaso, no tempo, no mistério. Porque não há como saber aonde cada decisão levará. Há apenas o coração que pulsa e, nele, um delicado chamado que me pede para seguir.

E talvez seja isso o mais belo: perceber que não há escolha perfeita, mas há escolhas que me aproximam de quem realmente sou. A angústia, então, deixa de ser peso e se torna claridade: uma luz suave que me lembra que viver é, antes de tudo, arriscar.

A proteção do Amor

Nada ,
Nada posso fazer
No meio de tanta espuma
Que nem mesmo a brancura do gesto pode tornar límpida a atitude.

Sinto o pesar do passar das horas
Que já me fazem retornar.
Penso que já não há mais tempo.
Ele se foi...

E agora
O que faço?

Como poderei prosseguir
Se uma legião faminta
deseja esfolar vivo o que temos de mais precioso: - o nosso amor.

Não poderei permitir que a luta se dê.
Ainda que necessário mantenho o estandarte da liberdade e da transformação,
Para que a honra e o respeito possam ser glorificados, e não que tenha havido uma mera fantasia, de um vento que soprou um dia.…


Neste calor da luta criado pelas situações
Haverá de Ter justiça.
Pois se esperarmos que a vida nos seja justa,
ficaremos perdidos na espera incansável do nunca.

Vanglorio-me do que sou,
pois assim junto de minha maior riqueza: - o meu amor contemplo a vida serenamente,
sem precisar utilizar-me de sentimentos pequeninos e desgastantes.

Desta forma sigo feliz em meu caminho,
Que chega a cada dia a uma vitória.
Conquistada por não pertencer a este esquema de aprisionamento de sentimento amoroso, falta de troca, e alimento feito em migalhas e restos de um tempo...

Que o nosso amor, florescendo que está,
Continue em sua brilhante trajetória.
Apagando de nossas memórias diárias toda e qualquer poeira que venha pousar nos olhos.

Apenas poeira, nada mais....

Para quem vive o amor que sentimos,
há alimento suficiente para nós e para tudo o que temos construído.

Que a vitória de nosso amor, que é uma realidade,
se revigore ainda mais a cada dúvida ou pensamento de ataque.
Retornando a quem destina o fel das horas vazias de quem desperdiça o tempo e a sua pessoa em situações descabidas e não imagináveis.

Que o amor vença e perdure sobre as pernas fortes e altaneiras diante da construção de nossa história.
Que o afastamento dos maus olhos nos proteja da cobiça e da inveja.

Que não pousem sobre nós nenhum cisco vindo de mentes deturpadas e carentes do amor, que, desconhecem o quanto trabalhamos nesta construção.

Pois que assistam solenemente para o resto de nossas vidas, a nossa glória e alegria que é:
- ESTARMOS JUNTOS!

Diante de Compromissos


Quando assumas um compromisso honra-o com a tua presença.

Antes de aceitares qualquer incumbência, medita a respeito, a fim de que não te situes numa posição desagradável.

Sucedendo algum impedimento à tua comparência ou desincumbência da tarefa, comunica-o com antecipação, de modo a não prejudicares quem te aguarda, ou aquele que confia na tua palavra.

Sejam de pequena monto ou alta responsabilidade, desincumbe-te de todos os deveres que assumires.

Cada palavra que eu falar
Preste atenção no meu olhar
E tente ouvir meu coração
Chamando por você
Eu já chorei não vou negar
Mas no invisível acreditei
E essa fé te trouxe aqui
Para eu me declarar
Te amarei enquanto houver vida em mim
Na alegria e na dor, eu vou te amar
Na poesia do amor te encontrei
Não há mistérios ao seu lado
É tão simples ser feliz
Te darei meu ombro amigo,
Se quiser chorar
Acredite na pureza do amor

APELO

Ah,
Meu amor não vá embora,
Vê a vida como chora,
Vê que triste esta canção.
Não, eu te peço não te ausentes
Pois a dor que agora sentes,
Só se esquece no perdão.

Ah, minha amada me perdoa,
Pois embora ainda doa
A tristeza que causei.
Eu te suplico não destruas
Tantas coisas que são tuas,
Por um mal que eu já paguei...

Ah, minha amada se soubesses
Da tristeza que há nas preces
Que a chorar te faço eu,
Se tu soubesses num momento
Como arrependimento
Como tudo entristeceu.
Se tu soubesses como é triste
Em saber que tu partiste
Sem sequer dizer adeus...
Ah, meu amor tu voltarias
E de novo cairias
A chorar nos braços meus

A incerteza é o pior
Ela corta o futuro
Destroe os caminhos
Queima as possibilidades

Deixo de respirar no agora
Me paraliso
Porque penso demais
Questiono demais

O 'talvez' me assusta
O 'quem sabe' me aterroriza
E me afogo em angústia
Preso no medo de um futuro que talvez nunca aconteça

Sinta

Não há porque tentar
A fuga é inevitável
Todos os caminhos
Todas as escolhas
Nada pode evitar o único destino possível

Não importa o sentimento
Não importa o quanto doa
Você precisa fechar os olhos
Precisa viajar em você mesmo
Precisa saber
Não a porque mentir
Você precisa
Sentir

Eu Devia

Não
Porque não posso
Porque não sei
Não consigo
Não devo

Respiro
Penso
Tento
Não consigo
Não devo

Paro
Engulo
Abro os olhos
Mas eu nao consigo
Nao devo

Então eu me afundo
Me derramo
Perco
E no silêncio
Eu percebo

Eu poderia
Eu sabia
Eu conseguiria
Eu devia

Então volto a respirar
Volto a ver
Volto a pensar
E as coisas são claras agora

A vida
Nada mais é que uma grande aposta
Em que um grande homem diz que você pode
Mas você vive dizendo que não
E acaba ganhando a aposta
Por medo de estar errado.

Coincidência mesmo é se deixar levar por essa brisa que nos faz sonhar e almejar imensos castelos de areia. Vento que te sopre como um sussurro e lapida os teus vértices em pentágonos e hexágonos. Vento que te grite e quebre em mil pedaços nefastos. Segredos gastos constroem meu castelo casto.
Nada é para sempre. Há quem diga o contrário. Há quem tente. Mente para si mesmo num soliloquio de como quem sente aquela sutil dor de dente.
Não tarda a chuva para desmanchar o castelo. Primeiro vão-se as torres e seus vitrais. Depois vão-se os muros e os minerais.
Mas a base fica. Ela é rica. A base conta histórias fenomenais. Viscerais. Morais. Liberais. Nada mais.
Nada mais, me sussurra o monte de areia.
Nada mais, me grita pra que creia.
Nada mais, me eleva e me norteia.
Nada mais me sussurra.
Nada mais me eleva.
Nada mais me norteia.
Tu és belo, castelo de areia.

"Você é o amor da minha vida, Seremos amigos para sempre, não quero te perder, não quero perder sua amizade, vc é tudo pra mim, Essas são palavras comuns e mentiras freqüentes que magoam muita gente
->Uma dica Por favor mão iluda não minta e não diga algo que você não tenha capacidade de por em prática

Minha arte é resistência, conexão e legado. Meus textos são fragmentos de mim, ecos que permanecem. Escrevo para quem sente fundo, para quem busca se reconhecer nas entrelinhas, encontrando vida, dor, beleza e recomeços em cada palavra. Cada verso é um convite a voltar para si, respirar memória sensibilidade e verdade.

eu desisto de sofrer tanto, desisto de torcer pra que você me note, desisto de escrever textos e mais textos pra você, praticamente entregando e expondo esse sentimento... eu desisto de ler livros e lembrar da nossa história, desisto de escutar músicas e lembrar do seu sorriso, desisto de ver filmes e torcer pra que o nosso final seja tão feliz quanto o da mocinha. Desisto de ser seu ombro amigo, desisto de ser sua segunda opção, desisto de ser um segundo plano que só serve quando você está mal. Desisto de ser sua amiga, todos os dias, ouvindo você falar da sua namorada e te ver andando de mãos dadas com ela, enquanto meu coração parece se auto-quebrar. Desisto de ter que te dar conselhos de como pedir desculpas quando você e a sua namorada brigam. Desisto de ter que sorrir todos os dias, como se tudo estivesse bem. Desisto de ir à cozinha e perceber o quão atraente uma faca me parece. Eu desisto de te amar. Eu desisto de você! :\

Logo quando comecei a criar textos, a me inspirar em coisas, a querer escrever, um grande poeta ao qual tenho muita admiração e louvor me disse o seguinte.... Quer Crescer? ande do lado dos grandes, daqueles que tem algo a te oferecer. No momento em si eu não entendi, depois de algum tempo lendo muito, observando muito, caminhando muito , que fui entender que os "grandes" ao qual ele se referia, não era aquele bem visto em status, mas aquele bem visto em simplicidade, aquele que era capaz de me passar pérolas apenas nas atitudes que tinha, aquele que era capaz de me elevar sem ser conhecido ou valorizado por ninguém, aquele que era pequeno em statura mas grande em conhecimento. Este poeta ao qual me refiro chama-se Jesus...Há pessoas que as vezes aparentam não ser nada, mas gente, são de uma sabedoria tremenda. Há pessoas que nos fazem bem pela delicadeza que tem, pela humildade, pela simplicidade. Há pessoas que até o silêncio delas nos ensinam.... Há pessoas que nos fazem crescer...... "ande do lado dos grandes viu"

Existem milhões de frases, poemas, textos, canções que tentam expressar o amor. Mas assim como a palavra universo é tão pequena para o tamanho do que ela quer expressar, esse mundo de tentativas não consegue expressar nem mesmo um lampejo do que é o amor. O amor simplesmente é, você só sabe quando sente, e quando sente você sabe que não poderá explicá-lo

Diferente dos outros textos, foi uma tortura começar a escrever esse. Não quero acreditar que será o último que vou escrever, tomara que não seja, pois isso ainda é a única coisa que me torna perto o suficiente da perfeição, de decifrar cada gesto seu, cada toque seu sobre a minha vida. Você foi uma das pessoas que eu nunca imaginei que iria encontrar na minha existência, uma das pessoas que eu nunca aceitaria perder, mas acabei perdendo. Na verdade eu sempre te entendi, só que nunca quis admitir que te entendia e que sabia sobre as sua ironias. Eu sempre soube suas manias, e sempre fiz questão de esconder que sabia cada ponto fraco seu, cada pensamento seu. Nunca pensei ser capaz de me aproximar tão perto de algo tão longe, nunca pensei amar como amei, me entregar como me entreguei. Eu ainda lembro das suas frases contínuas, das suas palavras amigas, do seu carinho, do seu amor sobre mim. Ainda me lembro dos seus olhos castanhos mergulhados na minha alma. Lembro do seu calor sobre o meu corpo, lembro da distância e dos obstáculos que viviam em nossos pensamentos. Eu sei que hoje, já não sente mais o mesmo por mim, confesso que já não mantenho aquele amor dentro de mim. Mas apesar do tempo e da distância constante, nunca deixei de pensar em você um segundo sequer, nunca desviei meu pensamento para outra pessoa que não fosse você. Muito mais que um amor, muito mais do que um conselheiro, você foi um amigo verdadeiro. Eu escutei músicas românticas por muito tempo (eu não sou romântica), e cada verso eu imaginava um momento, lembrava um sentimento perdido dentro de mim à muito tempo, que eu desvendei quando te encontrei. Cada verso de qualquer música, eu lembro de você e, eu não esqueço de reescrever sobre o que eu sinto, sentia. Eu só não quero fazer parte do seu passado, não quero fazer parte das lembranças esquecidas. Eu continuo longe, mas não o suficiente para te esquecer, não o suficiente para te perder. Eu posso não ter sido o melhor 'amor' do mundo para você, posso não ter demonstrado tudo aquilo que eu sentia, mas acredite. nem uma vida toda poderia ser guardada para te dizer tudo o que eu senti por você, tudo o que você representa para mim. Praticamente 1 ano e 6 meses. Dizer que te amo, já não serve mais, cantar alguma música seria ultrapassado demais, mandar uma carta não me satisfaz, te ligar me daria vergonha de dizer tudo o que eu sempre guardei e pensei em dizer. Bom, nada seria suficiente, pois já é mais do que um ano e eu já fiz tudo o que eu pensei e sonhei em fazer para te dizer o quanto eu amei você. Não sinta que eu não te amo mais, eu continuo te amando na mesma intensidade, só que de um modo diferente, não como antes, nem como agora. eu realmente não entendo o que eu sinto agora. Eu sinto um carinho imenso por você, e faria de tudo só para te ver feliz, porque a sua felicidade é a minha felicidade, porque o seu sentimento, é o meu sentimento. Eu nunca vou esquecer de você, nunca esqueci. Você tocou meu coração como nenhum outro conseguiu tocar, você me amou como nenhum outro conseguiu me amar. Você foi, é e sempre será o meu gatinho, o meu amigo, o meu conselheiro, o meu admirador, o meu eterno namorado. Porque tudo o que eu vivi com você foi eterno, tudo o que eu senti por você foi sincero. Meu amor por você nunca vai se acabar, eu sempre vou te amar.