Textos de Amizade entre Tia e Sublinha
Confia...
Coração pequenino, apertado e em total descompasso, entre tantas palavras faladas, ouvidas e mal compreendidas, lembra-se de receber a notícia de que um ente frágil e querido está acometido por doença grave e incurável.
Foi-se lhe então todo o chão, os planos, não sabia mais o que pensar, esperava que Ele a ouvisse em suas preces e permitisse uma cura, era sua esperança, sem ela não sabia o que seria.
Desde então só enxergava vultos ao seu redor, tudo e todos estavam em cinza, nada parecia real.
Pedia e repetia a Deus, o que fazer diante dessa tragédia?
Sempre acreditara que nada nessa vida é por acaso, mas e agora?
Só sentia o medo e a dificuldade em aceitar, ciente estava que situações assim ocorrem diariamente para com muitos mais, afinal somos todos iguais, pobres ou ricos, não importam as crenças, certeza apenas de que a presença Dele, em quaisquer circunstâncias, é sempre certa.
Suplicava ajuda e admitia não estar conseguindo praticar os ensinamentos aprendidos, dentre eles o de, em qualquer dificuldade, Nele confiar com a fé inabalável e que esses momentos são oportunidades para praticar o desapego, sabendo ser essa vida apenas um lampejo necessário ante a eternidade que se seguirá.
Passado algum tempo ainda se percebe pensando em como tudo poderia ser diferente, mas um sonho recorrente, ambientado sempre num lugar diferente, a espera em cada adormecer, já estivera num hospital, numa escola, ouvindo palestras e orquestras.
Desta vez, logo após acordar, lembra-se da paz e conforto numa ampla e vistosa planície com brisa suave e o nascer do sol e a palavra que vem e vai, confia!
Paz e serenidade!
NOSSAS ESCOLHAS
Eu nem sei que sou, qual a diferença em escolher entre uma dose de uísque ou uma dose de uma boa cachaça, talvez no preço, mas sei que, entre uma dose e outra a vida passa, se não for hoje, um dia passará, algumas coisas por mais impossíveis e malucas que pareçam, a gente sabe, bem no fundo, que foram feitas para um dia dar certo, nossa força que vem de dentro é maior, maior que todo mal que existe no meio em que vivemos, maior que todos os ventos contrários.
Os verdadeiros vencedores na vida são pessoas que olham para cada situação com a esperança de poder resolvê-la ou melhorá-las.
Dentre as flores que já vi,
Tú és aquela que desperta-me maior interesse entre elas,
Admiro-te as folhas, belas como pérolas,
Suas pétalas exalam o perfume que não sai da minha cabeça,
Minha vida pede a flor, mas por que me deste rancor?
Perdoa-me logo, não vivo mais sem o aroma a sua alma,
Volte para mim, para assim,
viver-te flor da minha vida.
Entre o pai que não tive
E o pai que não sou
Há uma avenida que separa
o perder do ter perdido.
Não sei bem o que move.
Talvez seja medo
Talvez seja comodidade
Talvez seja a convicção
De não ter de fato o que dar.
Entre o pai que se foi
E o pai que jamais fui
Há uma relação de intima similaridade.
As vezes penso: Meu coração é repleto !
Por todo tempo tenho certeza: ele tem muros !
Muros com imensa capacidade de nada deixar sair
E ao mesmo tempo, nada até ele consegue chegar.
As vezes pego-me mudo, mesmo podendo e sabendo falar.
No entanto não me basta saber falar
se para o assunto não encontro palavras
As vezes, sinto-me cego, mesmo sabendo de onde vem a luz,
Porque não me basta ver quando sobre certos assuntos
Tão pouco consigo enxergar.
Entre o passado e o presente
Há não mais do que uma linha, linha forte,
Que me assusta pela suposta fragilidade,
Que me prende pela força sútil.
Sendo livre encontro-me preso, em dois tempos.
Em dois distintos e distantes papeis.
Tendo a quem dar,
não sei mais onde são os caminhos.
Por isso, sempre peço que nada me perguntem.
Por isso me calo diante daquilo que não entendo.
Por isso peço que me entendam
Que me desculpem
Pois embora esta pobreza me doa
Jamais soube como fazer para encher as mãos.
Nós devemos encontrar um equilíbrio entre a satisfação de todas as nossas necessidades e a não satisfação. A consistência desse equilíbrio é a seguinte: o excesso de privação conduz o ser humano ao desespero; e o excesso de posse o conduz à indolência. Se nós obtivermos deste mundo tudo o que nós queremos, nos tornaremos ao final espiritualmente indolentes. Por outro lado, se não possuirmos deste mundo nada do que precisamos, nos tornaremos ao final desesperançados. Isso quer dizer que o complemento do querer a divindade não é o não querer o mundo, mas o não querer o mundo demasiadamente. Pois do ponto de vista da divindade o mundo é um de seus aspectos.
O equilíbrio é encontrado quando o ser humano conduz a sua vida de tal modo que ele nunca esteja plenamente satisfeito ou plenamente insatisfeito. Devemos acostumar a nossa alma com o fato de que as coisas do mundo vêm sempre pela metade. Quem acha que o mundo deve ofertar tudo o que é desejável, acaba por tornar-se idólatra. Por outro lado, quem acha que o mundo é incapaz de oferecer alguma situação satisfatória, acaba por tornar-se ateu. Quem estabelece uma dicotomia entre o mundo e Deus acaba por acreditar que não existe Deus algum. O ser humano deve, então, reunir o mundo e Deus em sua alma individual. A sua individualidade deve conter uma relação com Deus e uma relação com o mundo, e ambas as relações não podem ser contraditórias. Elas devem se complementar num certo sentido como o sol e a lua se complementam. O sol é sempre luminoso. A lua cresce e diminui. Essa oscilação lunar representa o tipo de relação que o ser humano deve estabelecer com o mundo. O mundo não irá oferecer luz todo o tempo, mas também não oferecerá trevas todo o tempo.
NOSSAS ESCOLHAS
Eu nem sei qual a diferença e escolher entre uma dose de uísque ou uma dose de uma boa cachaça, talvez no preço, mas sei que, entre uma dose e outra a vida passa, se não for hoje, um dia passará, algumas coisas por mais impossíveis e malucas que pareçam, a gente sabe, bem no fundo, que foram feitas para um dia dar certo, nossa força que vem de dentro é maior, maior que todo mal que existe no meio em que vivemos, maior que todos os ventos contrários.
Difícil é a escolha, em quem confiar, às vezes descobrimos que a pessoa que esperamos ajuda quando caímos, é uma das poucas que te ajudam a levantar.
Dialogo entre as Saudades e o Coração
Pergunta a Saudades:
- O que te entristece coração?
Responde o Coração:
- Estou tentando imaginar o que elas esta fazendo, se esta precisando de algo, se estas pensando em mim, se sentiram o mesmo que eu sinto e tantas outras coisas mais.
Pergunta a Saudades:
- E o que senti por ela?
Responde o Coração:
- Não sei bem, às vezes procuro palavras para me convencer do que é, mas não acho. Só tenho a certeza que é algo novo que até então era desconhecido.
- Hum... Diz a Saudades.
Diz a saudades:
-Mas quanto a mim, fique tranqüilo isso é momentâneo.
Pergunta o Coração:
- Ainda que seja, por que tem que doer tanto? Por que meche comigo dessa forma, que até meus pensamentos já me roubou, como se já não bastasse ter-me por completo.
Responde a Saudades:
- A resposta é simples Coração.
- Existe um outro sentimento que nasceu antes mesmo de mim, porém você ainda não o percebeu no meio disso tudo.
Pergunta o Coração:
- Como assim? Um outro sentimento? E ainda tem lugar pra mais um?
Responde a Saudades:
- Sim meu caro, esse é maior do que eu e todos os outros, é também o mais bonito. Ainda que eu e os demais sentimentos tentemos enfrentá-lo não venceremos. É invencível. Porque é Dom de Deus e uma Dádiva da vida.
- É o Amor! E só sentimos saudades daquilo que Amamos.
VIDA E VIVER
Não sei bem a diferença entre vida e viver, sei que ambas nos levam a sentimentos que as vezes parecem claros, bem definidos e não importa o que façamos. Sei que passamos nossos dias resolvendo problemas que nós mesmos criamos ou sufocados com as exigências alheias, com isto deixamos de viver a vida.
Sei que a vida passa rápido demais, por isso paro às vezes, para vivê-la e refletir sobre o caminho que já percorri, sei que não é fácil manter o equilíbrio entre nossas escolhas e as consequências.
Sei que aqui temos uma vida, entre tantas outras coisas, mas viver uma vida por mais impossível ou maluca que pareça ser, a gente sabe, bem no fundo que foram feitas para dar certo, quando nossa força que vem de dentro é maior, maior que todo mal que existe no meio em que vivemos, maior que todos os ventos contrários.
"Desata-me"
Em meio à melancolia...
Transição entre alegria e tristeza.
Sensação de equilíbrio instável...
Pareço bem, estou, não sou, sensação inevitável.
Sou dois corpos, ora receptivo, ora fechado.
Meu coração oscila, vulcão ativo ou magma esgotado.
Sou traição e fidelidade, ora mentira, ora verdade.
Sou dois inimigos que se espantam, mas não se confrontam.
Meu nó é cego, eu carrego, a paz e a inquietação.
Desata-me, não nego, viver ser capaz ou ser mera ilusão
Há pessoas que são a amostra viva da presença divina. São a existência de Deus vibrando entre nós, em energia concreta enquanto as tivermos por perto. São anjos que assim como nós, temem fraquejar, pois mesmo em meio a tanta grandeza, também são humanos.
Não se preocupem anjos, Deus não os abandonaria! Em sua enorme sabedoria, ele sabe que se assim o fizesse, abandonaria também de certa forma a muitos de nós. Já agradeceu a Deus por ter seu Anjo no dia de hoje?
Sinto os Anjos...
Eles habitam entre nós.
Me leem, se emocionam e emanam
pela luz de uma só voz,
tanta paixão, desejo e amor...
que devolvem toda sua devoção.
Hoje são tantos os amigos e os amores,
que não cabem dentro da minha pequenez
de poeta sonhador, feito de ansiedades e verdades
de quem precisa se doar para matar dentro de si
a eterna inquietação de encontrar a paz.
Mesmo sem pedir por nada, os anjos me devolvem,
gratidão, reverências, afetos, desejos, orações, arte.
Impossível ser sozinho quando venho aos anjos falar
de sentimentos, planos, intenções, orações e paixões.
Partes de mim que alcançam em minhas imperfeições
simples empatia, espelhos da voz de seus corações.
Me recebem por inteiro, sem julgar, sem me retocar,
generosidade, aceitação, compreensão, tolerância,
daquilo que trago na raiz, que apesar da inconstância,
da inconsistência, se faz doce na essência.
Meus anjos me fazem entender que preciso ir,
porque devo pertencer às estradas onde eles habitam
em cada pedaço de caminho, em cada chegada,
em cada ponto de parada, que são parte da minha caminhada.
Que em cada alvorada, seu pedacinhos de chão, humildes ou não, sejam também tão meus que me sinta em casa, onde poderei fazer morada em cada fase da jornada.
Você se mostram em minha vida, minha sina, minha melhor opção, meu destino, minha missão.
Obrigado meu Deus por me colocar à prova por tanto tempo nas escuridões por onde transitei, para ser capaz de compreender e levar conforto a estes que hoje abracei.
Porque anjos são humanos e só precisam de colo, abraço forte, consolo, de alguns momentos de entregas intensas,
que se fazem doces e preciosas na presenças.
Para novamente acreditarem na caridade, na humanidade.
Humanidade, coisa divina, a coisa mais bela e a mais certa,
porque anjos queridos, por favor entendam, que apesar das dores, em cada um de nós habita também o melhor de nós.
Basta se reconhecer, fazer valer, se exercer de todo bem querer,
para serem capazes de amenizar cada dor...
para se renovar, em Deus, por vocês, pelo outro, por amor..
Eu e você seremos encontro inesperado,
daqueles entre os mais esperados,
de tanto que já sublimamos um ao outro dentro de nós.
Seremos chuva de granizo,
paixão avassaladora,
desejo que faz perder a razão,
(re)encontro em loucura divina.
Amor para ser vivido na raiz de nós dois,
destes que muda tudo de lugar...
capaz de devorar medos, tabus, neuras
e transformar.
Que assim seja amor...
Seja você quem for....
A dicotomia entre o espaço privado das mulheres e o espaço público dos homens é um tema recorrente na análise das dinâmicas de poder e gênero ao longo da história.
No contexto das antigas sociedades monárquicas, as mulheres eram frequentemente relegadas ao espaço privado, limitadas aos domínios do lar e da família, enquanto os homens ocupavam o espaço público, engajando-se em atividades políticas, econômicas e sociais.
Um exemplo emblemático desse paradigma é observado nos objetivos das princesas dos contos de fadas, cujo principal objetivo era ser escolhidas por um príncipe.
Esta narrativa simbolicamente reforça a noção de que a realização feminina estava atrelada à aprovação masculina, representada pela metáfora do sapatinho de cristal.
Após o príncipe passar por um teste de aptidão, que envolvia a prova do sapato, todas as mulheres eram submetidas a esse mesmo critério de escolha, e apenas uma seria privilegiada.
Esse estado de submissão e falta de autonomia é simbolizado pelo sapatinho de cristal, que além de representar a castidade, também reforça a ideia de que a validação social e a consideração como indivíduo dependem da escolha por um parceiro masculino.
O ideal de amor romântico, difundido ao longo dos séculos, consolidou esse modelo, colocando as mulheres em uma posição de subordinação e limitando sua autonomia.
Qualquer tentativa de separação ou independência era muitas vezes vista como um desvio do ideal socialmente aceito, um pecado contra a ordem estabelecida.
Assim, a análise crítica desses temas revela não apenas a construção histórica e cultural das relações de gênero, mas também os impactos duradouros do ideal de amor romântico na configuração das identidades femininas e masculinas, perpetuando padrões de submissão e limitação da autonomia feminina que ainda ressoam nos dias de hoje.
Refletindo consigo mesmo
Deixamos os sentimentos escorrer entre nossos dedos
Tentamos segurar, em nossa mão.
Algo que deveria estar guardado no coração.
Evitando grandes estragos.
Entre a realidade e nossos sonhos
Devemos conseguir ter estabilidade
Para lidar melhor com a realidade
Afim de não sermos eternos leigos.
Mas como agir com a razão.
E não ser pego pela euforia
Tentando ter atenção
Para que tudo não fosse uma fantasia
Tão somente uma desilusão
Que afetaria toda nossa vida.
Alexandre C.
Poeta de Libra
Existe uma grande diferença entre os resultados alcançados por escolha pessoal e aqueles impostos por desigualdades iniciais.
Em uma sociedade injusta, as oportunidades individuais são limitadas por uma estrutura social rígida, fechada e desigual, que antecipa e define previamente o destino das pessoas, independentemente de seus esforços e habilidades.
Discrepâncias nas expectativas sobre o casamento entre os gêneros masculino e feminino.
Em geral, para a maioria das mulheres, o casamento representa uma relação a dois caracterizada por profunda conexão emocional e atividades fundamentadas em expectativas românticas.
Em contrapartida, a maioria dos homens busca aventura em atividades sociais como futebol e encontros com amigos, percebendo o casamento como uma fonte de estabilidade, repouso e companheirismo, e valorizando a tranquilidade, a complacência e a intimidade sexual.
A relação entre a crescente capacidade técnica e a degradação ambiental é evidente.
Os povos indígenas, dotados de menor avanço tecnológico, exerciam menor impacto ambiental, ainda que praticassem atividades como a queimada controlada.
Ademais, sociedades caracterizadas pela ausência de acumulação de capital e pela reduzida disparidade social tendem a causar menos danos ao meio ambiente.
Transitamos entre extremos emocionais, da alegria à tristeza, do negativo ao positivo.
Ao despertar, enfrentamos o esgotamento energético, mas a rotina diária - com seu café matinal, banho revigorante e execução de atividades - nos revitaliza gradualmente.
No entanto, nossa capacidade de manter a positividade é frágil, sujeita a interações sociais. Uma simples crítica pode nos mergulhar na tristeza, enquanto um elogio pode trazer mais alegria.
Um dos paradoxos marcantes da contemporaneidade é a convivência entre o notável sucesso da tecnologia e a disseminação de concepções não alinhadas com os princípios científicos, conhecidas como pseudociências.
As implicações do analfabetismo científico são ainda mais preocupantes nos dias de hoje, considerando os riscos potenciais dos avanços tecnológicos quando mal utilizados.
A busca por uma vida significativa nos faz refletir sobre a relação entre trabalho e felicidade. Muitas vezes, encaramos as férias como os únicos momentos verdadeiramente felizes em meio às responsabilidades diárias do trabalho. Essa visão, que considera o trabalho como uma carga pesada que consome nosso tempo e energia, nos leva a questionar como equilibrar as demandas profissionais com os prazeres da vida.
A ideia de que a felicidade está apenas nos momentos de lazer, como a "happy hour" ou as férias, levanta dúvidas sobre a natureza da experiência humana e se é possível encontrar realização no trabalho. O desafio é conciliar a necessidade de sustento e sucesso profissional com a busca por momentos de satisfação pessoal e bem-estar.
A rotina intensa de trabalho, com longas jornadas e pressão constante por produtividade, pode nos fazer sentir que os raros momentos de lazer são os únicos em que realmente encontramos alívio e prazer. Mas isso nos faz questionar se vale a pena o esforço investido no trabalho em relação à felicidade e realização pessoal.
Diante desse cenário, é imprescindível buscar formas de viver uma vida significativa e equilibrada, que não dependa apenas dos momentos de lazer, mas que também nos traga satisfação em cada dia da semana, inclusive nas segundas-feiras, muitas vezes vistas como o início de uma semana de trabalho árduo. Encontrar esse equilíbrio entre trabalho e lazer é essencial para uma existência plena e significativa.
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